Terça-feira, 21 de Maio de 2019
ISSN 1519-7670 - Ano 19 - nº1038
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ENTRE ASPAS >

O Estado de S. Paulo

14/04/2009 na edição 533

GOVERNO
Alexandre Rodrigues

Cabral eleva previsão de gastos com publicidade

‘O governador do Rio, Sérgio Cabral (PMDB), que se prepara para concorrer à reeleição em 2010, triplicou a previsão de gastos com publicidade para este ano. Dados da execução orçamentária obtidos pelo Estado mostram que o governador fluminense reservou quase R$ 67 milhões para comunicação e divulgação em 2009.

Em 2007 e 2008, Cabral previu gastos de pouco mais de R$ 20 milhões com publicidade e acabou ultrapassando os R$ 80 milhões com essas despesas no final dos exercícios. Neste ano, o governo já partiu de uma dotação inicial de R$ 66.985.337. Desse total, foram gastos R$ 10,41 milhões nos três primeiros meses do ano.

O resultado pôde ser visto em anúncios em jornais do Rio e em comercial de TV veiculado em horário nobre nas últimas semanas, listando projetos de seu governo. No rádio, um comercial elogia seu plano de unidades de saúde de emergência, que têm colecionado filas.

Anunciando uma ‘prestação de contas’, as peças contrariam a promessa de Cabral que, ao tomar posse, afirmou que só gastaria com campanhas de utilidade pública. Era uma crítica indireta ao estilo do casal Garotinho, que no último ano da gestão de Rosinha (PMDB) gastou R$ 113 milhões com propaganda para exaltar suas obras.

O incremento na publicidade pode estar ligado à tentativa do governador de superar os índices modestos de popularidade com que larga para a reeleição. Pesquisas divulgadas nas últimas semanas mostraram que a aprovação ao seu governo está abaixo de 40%.

As sondagens de intenção de voto revelaram a força de potenciais adversários como Fernando Gabeira (PV) e Marcelo Crivella (PRB) e indicaram que os desafetos Cesar Maia (DEM), Anthony Garotinho (PMDB) e Lindberg Farias (PT) podem dificultar os seus planos.’

 

INTERNET
Reuters

Microsoft e Yahoo voltam a negociar parceria

‘Os presidentes da Microsoft e do Yahoo se encontraram na semana passada para discutir potenciais parcerias entre as operações voltadas para a publicidade e ferramentas de busca, informou ontem o blog de tecnologia americano All Things Digital. Conversas têm ocorrido entre executivos das empresas, afirmou o blog, incluindo discussões sobre a possibilidade de a Microsoft controlar os negócios de campanhas publicitárias em buscas do Yahoo, e também para que o Yahoo se junte à Microsoft e comande o desenvolvimento de operações publicitárias das duas companhias. As empresas preferiram não comentar as informações.

Expectativas de que as duas gigantes do setor de tecnologia entrem em negociações a respeito da ferramenta de busca do Yahoo têm crescido desde que a nova presidente do Yahoo, Carol Bartz, demonstrou interesse em janeiro.

Ela substituiu o cofundador da empresa, Jerry Yang, que rebateu a proposta da Microsoft para comprar a Yahoo no ano passado por US$ 47,5 bilhões, o que azedou as relações entre as duas empresas.

A empresa de Bill Gates queria comprar a Yahoo sobretudo para combater o domínio da Google no que se refere ao mercado de ferramentas de busca, e o presidente Steve Ballmer deixou claro que ainda gostaria de fazer algum tipo de acordo nessa área. ‘A menos que eu esteja enganado, ao longo do tempo eu espero que haja uma boa oportunidade para um acordo’, disse Ballmer em uma entrevista coletiva em Nova York no mês passado.’

 

O Estado de S. Paulo

Telefônica divulga dados sobre ataques

‘A Telefônica detalhou ontem os horários e o período em que os servidores da empresa sofreram nesta semana ações de hackers e que resultaram em falhas na conexão via Speedy. As ações teriam ocorrido nos dias 6 (às 22h15, duração de 30 minutos), 7 (às 11h15, duração de 3 horas e 45 minutos; às 17h45, duração de 3 horas e 45 minutos) e 8 (à 1h40, duração de 10 minutos; às 21h, duração de 1 hora e 40 minutos). A Telefônica disse que comunicou formalmente as autoridades. É possível que não sejam cobrados dos clientes os períodos de instabilidade do serviço.’

 

NEW YORKER
Ubiratan Brasil

Mundo visto pelos cartuns

‘O hábito tornou-se enraizado: tão logo uma nova edição da revista The New Yorker é lançada, boa parte dos leitores não se interessa de imediato pelos artigos, mesmo que, ao longo de sua trajetória (a primeira edição saiu em fevereiro de 1925), a publicação tenha abrigado textos de escritores do primeiro escalão (John Cheever, J. D.. Salinger, Vladimir Nabokov e Philip Roth, entre outros notáveis). ‘O cartum é, há décadas, a primeira coisa que seus leitores procuram’, atesta o crítico, jornalista e colunista do Estado, Sérgio Augusto, que, ele mesmo um fã confesso da publicação, preparou três coletâneas temáticas dos desenhos, lançadas nesta semana pela editora Desiderata (96 páginas, R$ 49,90 cada).

Com a fama de reunir os melhores escritores americanos em suas páginas, a New Yorker notabiliza-se pelo formato, conteúdo, humor, nível de seriedade, criatividade – a expressão ‘perfil’, por exemplo, foi uma de suas célebres criações. E, claro, também pelos cartuns, cujas molduras abrigam tanto temas frívolos como de importância nacional. ‘Admirados, recortados, guardados, colecionados, os cartuns da New Yorker são verdadeiras crônicas gráficas – oportunas, perspicazes e concisas – dos acontecimentos, das atitudes, dos encantos, das neuroses e dos modismos do século 20; e, mais ainda, do espírito e do cotidiano de Nova York, desde o tempo em que o edifício da Chrysler ainda era o mais alto da cidade’, escreve Augusto, coordenador da série The New Yorker Cartoons, coleção de seis livros temáticos com desenhos publicados desde a década de 1940 até os dias atuais.

Os três volumes lançados agora trazem material sobre cachorros, gatos e terapia. Em julho, virão livros sobre médicos, advogados e dinheiro. Para o ano que vem, está prevista a publicação de uma coletânea de cartuns feitos por mulheres, sobre relacionamentos. ‘Dependendo da repercussão, outros deverão surgir, focalizando casais, coquetéis, outros bichos (além de gatos e cachorros), e o que mais costuma inspirar os cartunistas da New Yorker’, explica Sérgio Augusto. ‘Afinal, os cartuns são para a New Yorker o que as coelhinhas são para a Playboy.’’

 

***

Humor para estimular o pensamento

‘Conhecido pela precisão obsessiva, Sérgio Augusto fez a seleção por tema pesquisando desde o primeiro número da revista. ‘Trabalho insano, já que a partir de certa época a revista passou a publicar uma média de 800 cartuns por edição’, comenta. ‘Logo descobrimos que a New Yorker, talvez pela falta de costume de intermediar direitos autorais para o exterior, ou seja, fora da órbita da revista, em cujos contratos já deve estar prevista a cessão de direitos para as frequentes antologias de cartuns, exigia controle absoluto sobre a seleção dos desenhos.’

É o que explica a presença maciça de desenhistas ainda em atividade, portanto acessíveis a uma negociação, e a ausência de artistas que fizeram história na New Yorker, como Saul Steinberg, James Thurber e Peter Arno, cujos herdeiros provavelmente não aprovam a comercialização de seus trabalhos fora dos EUA. ‘Felizmente, alguns dos meus cartuns favoritos foram liberados. Mas não posso esconder que sonhava com uma capa do Steinberg para o volume sobre os gatos.’

Uma ausência, de fato, a se lamentar – ‘Com seus desenhos geométricos, límpidos e absurdistas, Steinberg conquistou até a admiração do crítico de arte mais exigente dos Estados Unidos nos anos 1940 e 50, Harold Rosenberg, que em um ensaio definiu Steinberg como ?um escritor de imagens, um arquiteto de falas e sons, e um desenhista de reflexões filosóficas?’, escreve o jornalista.

Um dos desafios de Sérgio Augusto foi justamente preservar a magia dos cartuns da New Yorker, ou seja, manter as falas dos personagens em apenas uma linha, detalhe que o consagra como cartum moderno ao integrar desenho e palavra: não pode ser entendido sem um desses elementos. ‘Tremenda ousadia, já que os cartuns da Life e outras publicações da época não dispensavam o que lá chamam de ?captions?, em que até o uso de diálogos era permitido.’

A exigência era uma das premissas básicas do fundador e editor da revista, Harold W. Ross, criador desse formato moderno. Ele acompanhava cuidadosamente o trabalho dos resenhistas, apegando-se a detalhes. Uma de suas regras: se há mais de um personagem no desenho, o que fala deve estar com a boca aberta, para que não reste nenhuma dúvida.

Com alto índice de leitura, os desenhos ainda são uma das principais preocupações dos atuais editores da revista. ‘Os cartuns representam um desejo sincero dos desenhistas em expressar ideias sobre o mundo utilizando o humor como meio de comunicação e conhecimento e não apenas para ressaltar o ridículo’, disse o atual editor de cartuns da New Yorker, Bob Mankoff, ao Estado. ‘Isso permite que os cartuns preservem seu frescor ao longo de décadas.’

Embora veja o mundo sempre a partir de uma visão nova-iorquina, a New Yorker abriu-se, aos poucos, para assuntos globalizados. O uso consagrado do site de busca Google, por exemplo, foi reconhecido por um cartum instantaneamente famoso da revista, no qual um homem admite a um amigo no bar: ‘Não consigo explicar – é só uma sensação esquisita de estar sendo ?googlado?.’

Como não pode ignorar as novas ferramentas de comunicação, a revista mantém ainda, em seu site (www.newyorker.com), animações baseadas nos cartuns. Nada que substitua, porém, os instantâneos de traço elegante e econômico que povoam a publicação impressa.

Piada infeliz

O então candidato democrata Barack Obama e sua mulher, Michelle, vestidos de terroristas no Salão Oval da Casa Branca. A ilustração da capa da New Yorker de julho de 2008 revoltou o partido, especialmente pelo detalhe da bandeira americana queimando na lareira, encimada por uma foto de Bin Laden. ‘A capa satiriza as táticas do medo e desinformação usadas na eleição para desestabilizar a campanha de Barack Obama’, justificaram os editores que, meses depois, apoiariam abertamente sua candidatura. Mesmo assim, Obama não achou graça.’

 

EUCLIDES DA CUNHA
Walnice Nogueira Galvão

Expressão da consciência dilacerada

‘Pode-se considerar Os Sertões como a expressão da consciência dilacerada de Euclides da Cunha, ao perceber-se parte integrante do exército republicano em vias de massacrar o povo brasileiro em Canudos. Pouco antes, esse exército destronara o imperador e liquidara a escravidão. Em consequência de sua formação, que era a de engenheiro-militar, Euclides acredita no exército, na missão civilizadora dos militares, no progresso, na ciência, numa República de homens livres, na Revolução Francesa.

Ele vê, a si e aos outros, fazendo um triste papel. Torna-se presa de oscilações, porque não se desliga inteiramente das crenças, nem do exército, embora já estivesse reformado. Verificamos que às vezes torce pelas tropas, às vezes pelos canudenses. O que já é um grande avanço, porque aprendeu a admirá-los, mesmo que a contragosto. Eram pessoas que tinham tudo para fazê-lo horrorizar-se, como todo o Brasil estava horrorizado, porque eram atrasadas, supersticiosas, beatas, milenaristas, messiânicas, analfabetas, mestiças, e só queriam rezar o dia inteiro. Coisas abomináveis para uma mentalidade progressista, republicana e laica. Canudos era um obstáculo no avanço triunfal da modernização.

Foi um esforço tremendo, algo admirável: ser capaz de aprender a respeitar os canudenses, compreender o que estava se passando com eles.. É por isso que a linguagem de Os Sertões a certa altura começa a se impregnar da visão dos vencidos. Euclides vai aderindo em parte ao ponto de vista deles, e começa a ver aquele mundo, o Belo Monte, que ele chama de Nova Jerusalém, como que reencantado pela fé.

E exatamente porque é incapaz de tomar um e um só partido, seu livro fica muito mais interessante. O leitor acompanha o conflito e a tensão dentro dele. Não é só fora, na crônica da guerra, que há conflito e tensão: também dentro dele é convulsivo o esforço para aceder à compreensão.

Quanto ao nível retórico, o livro é tão elaborado, tão sofisticado, mobiliza tantos conhecimentos… Fez sucesso, mas hoje eu me pergunto se Os Sertões não é daquelas grandes obras que todo mundo menciona, mas ninguém lê. Tenho a impressão de que é um pouco um fetiche, de exibição obrigatória na estante. Quando eu era criança, era assim: estava presente na biblioteca da casa de meus pais e de toda casa a que eu ia. Hoje já nem tanto, há um aparelho de televisão no lugar antes ocupado por Os Sertões.

Vários fatores contribuem para essa dificuldade de aceitação. Trata-se de um discurso na clave que chamo de retórica do excesso, porque é grandiloquente e altissonante. Mesmo com o pano de fundo do parnasianismo, à época esse discurso já era um tanto arcaizante e retrógrado.

Outro fator certamente é a mistura de estilos: naturalismo, parnasianismo e uma espécie de neorromantismo, ou resquícios do romantismo. Isso se verifica sobretudo, mas não só, na concepção do artista enquanto vate inspirado e visionário, defensor dos oprimidos, como Castro Alves a defender os escravos. Castro Alves também é excessivo – o que é um empenho romântico. Tudo isso coexiste com a preocupação científica do naturalismo a respeito do determinismo, casada ao parnasianismo das descrições.

Do ponto de vista dos gêneros, é uma narrativa, um epos, mas de guerra. Esta, por natureza, se expressa no gênero dramático, que é o modo do conflito. Como narrativa de guerra, adjetivamente o livro desdobra recursos do gênero dramático; e substantivamente é um epos. Há ali dois gêneros literários, um brigando com o outro.

Acrescente-se o que se pode chamar de ‘ambição enciclopédica’, porque Euclides tende ao enciclopedismo e ao ensaísmo. De vez em quando detém a narrativa e elabora um pequeno ensaio sobre algum tema, sobre a gênese do mestiço, por exemplo. Trata-se de um livro de composição muito complexa, desigual, irregular: tanto mais fascinante.

Por pouco o autor não se perdeu totalmente em meio aos materiais que mobilizou e aos recursos retóricos. Leu tantos livros que a síntese continuamente lhe escapa. Euclides faz paráfrases dos livros que leu, paráfrases que se contradizem e que se armam em antíteses. Não sabendo como solucionar o impasse, segue em frente.

Mas a impossibilidade de chegar a uma síntese também pode ser sintoma do dilaceramento interno. Por isso Euclides trabalha com antinomias, paradoxos e antíteses o tempo todo.

E aquela plebe ignara, apesar de tudo, tinha criado em Canudos uma organização social mais do que contestatária. Não era viável, não ia chegar longe, evidentemente, como de fato não chegou. Mas, de uma maneira ou de outra, conseguiu esboçar uma alternativa.

Quem é que mandava no sertão? O fazendeiro, o vigário e o delegado de polícia: as autoridades eram essas. Os canudenses esquivaram-se às autoridades, substituindo-as por Antônio Conselheiro, que as reunia em si. Tiveram a ilusão de que aquilo poderia ser perene. Subtraíram-se durante algum tempo ao regime de propriedade, ao regime de trabalho e ao regime do simbólico. Era uma utopia, mas é notável que tenham conseguido atingir esse ponto.

Talvez seja o que possa explicar a resistência ao assédio militar, ou seja, porque é que eles preferiram morrer lá dentro. Tinham algo pelo que morrer, era uma criação deles, coletiva, melhor do que seria a vida fora dali. Melhor do que era antes e certamente do que se tornou depois, para as mulheres e crianças sobreviventes, que voltaram a ser semiescravos. Para nós, em nosso tempo, o curioso é que, graças a esse livro rebarbativo, conseguimos entender melhor o que se passou.

Walnice Nogueira Galvão é professora de Teoria Literária e Literatura Comparada da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP, autora, entre outros, de As Musas sob Assédio’

 

Seção traz textos publicados no ‘Estado’

‘A partir de amanhã e em todos os domingos até agosto, o caderno Cultura vai publicar em sua contracapa uma seleção de dezoito textos escritos originalmente por Euclides da Cunha para o Estado. Cada um deles será editado ao lado de um breve comentário da professora da USP Walnice Nogueira Galvão, maior especialista na obra do escritor. Autora de mais de trinta livros, Walnice dedicou doze deles à obra de Euclides e à Guerra de Canudos. Entre as obras estão Império do Belo Monte: Vida e Morte de Canudos (Editora Fundação Perseu Abramo) e Correspondência de Euclides da Cunha (Edusp). Inaugurando a seção Euclides no Estadão, será reproduzido amanhã o primeiro texto publicado pelo autor no jornal, em 22 de dezembro de 1888, um virulento ataque contra a casa real brasileira e a movimentação de tropas por ela ordenada.’

 

TELEVISÃO
Cristina Padiglione

Futebol bate recorde

‘A Globosat contabiliza, até aqui, 612 mil assinaturas vendidas dos campeonatos estaduais de futebol, ante 466 mil do ano passado. É claro que uma injeção de incentivo no empacotamento de vários canais ppv, por custos menores, tem peso no crescimento, mas esse tipo de serviço não deveria ser algo supérfluo em tempos de crise?

‘Nada do que vendemos é supérfluo’, crava o diretor dos canais ppv da Globosat, Elton Simões. Nem pagar para ver Big Brother Brasil por 24 horas diárias? Bem, este ano, foram 216 mil assinaturas de BBB9, ante 163 mil de 2008. Sem menosprezar o acesso que assinantes da TVA passaram a ter aos canais Globosat, convém valorizar outros fatores.

O ppv do futebol regional alavanca e é alavancado pelo BBB. Não só porque ambos acontecem na mesma época, mas também porque descontos na compra dos dois canais acabam contemplando mais gente da mesma família. ‘Vendemos para o domicílio, e não para o indivíduo. O futebol, por exemplo, enfrentava mais resistência de algumas pessoas do domicílio (leia-se, as mulheres), que agora são compensadas por outros canais de um mesmo pacote’, diz Simões.’

 

AP

South Park dá lição em Kanye West

‘O rapper norte-americano Kanye West afirmou, na última quinta, em seu blog que o programa humorístico South Park conseguiu mostrar sua grande egolatria. ‘South Park fere os meus sentimentos, mas o que se pode esperar dele!’ Kanye aparece como um indivíduo extremamente narcisista, tão alheio à realidade que é incapaz de aceitar piadas. No ano passado, Kanye West se disse a ‘voz de sua geração’ e lamentou não poder ver a si mesmo enquanto se apresenta. Agora, afirma que precisa superar a egolatria, cultivada faz tempo ‘para ter mais confiança em si mesmo’. O rapper agradeceu aos roteiristas do programa televisivo.’

 

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