Domingo, 22 de Setembro de 2019
ISSN 1519-7670 - Ano 19 - nº1055
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Terra Magazine

02/06/2009 na edição 540

CIBERTERRORISMO

Wálter Fanganiello Maierovitch

Obama entra na ‘infoguerra’ e escolhe ciber-czar

‘Na quinta feira, o tema principal deste Blog Sem Fronteiras de Terra Magazine foi sobre ciberterrorismo. E ficou o alerta sobre o crescimento em progressão geométrica daquilo que simbolicamente denominei de ‘Al Qaeda.com’: confira vídeo.

Como já esperado por especialistas que acompanham o fenômeno do terrorismo, nesta sexta-feira, o presidente Barack Obama decretou a ‘infoguerra’ e a justificou. Por exemplo, lembrou de ataques ocorridos e dos riscos à segurança dos sistemas de segurança civil.

O uso da web por organizações terroristas não é novidade. O problema, e isto integra relatórios na posse do presidente Obama, é a difusão de sites a transmitir mensagens, a gerar na multiplicação de adeptos do alqedismo, de fanáticos religiosos e de anarcohackers.

Não se trata de novidade, friso.

Nos anos 90, a Al Qaeda inaugurou o seu primeiro site. Ele foi chamado de ‘Al Neda’. Estava registrado no Texas e em Singapura, como se descobriu depois do trágico 11 de setembro de 2001.

Antes da supracitada tragédia de 11 de setembro, – e isto consta de documentos arquivados no Pentágono-, os 007 ocidentais passaram à CIA (agência de espionagem dos EUA) uma carta, apreendida no Afeganistão, que fora enviada por Osama Bin Laden ao seu sogro e chefe dos talebans, o mulá Omar.

Na carta, Bin Ladin já falava que a ‘batalha’ principal iria se desenvolver no campo da propaganda.

Com exclusividade para Terra Magazine, segue um parágrafo da referida carta: ‘Nós devemos transmitir a nossa mensagem às massas das nações e destruir a barreira midiática imposta ao movimento da Jihad’.

Para ter idéia, os 007 dos serviços de inteligência do Ocidente e os agentes da CIA estimam em 7 mil o número de sites de perfil filo-alqaedistas.

PANO RÁPIDO. O ciber-czar a ser escolhido pelo presidente Obama vai ter a dificílima tarefa de combater sofisticadas redes que transmitem mensagens, ordens, vírus e segredos.

A filosofia da ‘Al Qaeda.com’, -como já destaquei no post de quinta-feira deste blog-, pode ser resumida na frase ‘Faça você Mesmo’. Com isso, a cúpula da Al Qaeda difunde a idéia, que já vingou em ataques ao metrô de Londres, de que atos violentos podem ser realizados sem necessidade de autorização da cúpula alqaedista.

Em vídeo, Bin Laden e Ayman al Zawahiri já falaram que os ‘jihadistas’ devem buscar as suas próprias armas para atacar o Ocidente. Todos devem lutar e não ficar a esperar apenas ações dos grupos regulares da organização.

Em muitos sites interceptados pelos ciber-007, descobriu-se jihadistas sendo adestrados por internet. E se ensinava como fazer bombas com celulares programados para a função de detonar explosivos. O ‘Faça você Mesmo’ será o grande desafio para o futuro ciber-czar do presidente Obama.’

MÍDIA & POLÍTICA

Vitor Hugo Soares

Um livro para dias de chuvas e CPIs

‘Enquanto as inundações dissolvem o Nordeste – da Bahia ao Piauí – sair em Salvador virou aventura cheia de riscos. A cidade, de trânsito normalmente atravancado, ficou mais perigosa, ao ganhar paisagem lunar emprestada pelas crateras nas ruas, barrancos desabados e casas ruídas às dezenas. Até o prefeito foi desalojado de seu gabinete da Praça Thomé de Souza, ao pé da bela Baia de Todos os Santos, na decantada ‘terra do sol o ano inteiro’.

Para piorar tudo, rígidas operações de segurança por todo canto esta semana, durante as visitas dos presidentes Lula, do Brasil, Chávez, da Venezuela, e Wade, do Senegal. Os três de uma vez só, convenhamos, é complicação de sobra em qualquer lugar. Melhor ficar em casa.e aproveitar para reler um bom livro, sem tirar o olho da movimentação dos três chefes de Estado na Bahia, nem a atenção do bafafá nos circuitos da política e da imprensa com a iminência de começar a CPI da Petrobrás, semana que vem.

Na rádio FM, Gal Costa interpreta o samba exaltação de Ary Barroso: ‘Isso aqui, ôô, é um pouquinho do Brasil Iaiá/ deste Brasil que canta e é feliz/ feliz, feliz’. No entorno, dias diluvianos: moradias em ruínas, plantações destruídas, barragem inaugurada no Piauí há menos de 10 anos com montes de recursos federais e pouca fiscalização, arrombada. Pessoas soterradas ou levadas pela correnteza.

‘És Notícia’, do jornalista e escritor italiano Giovanni Cesareo é o livro que escolho para ler. Trata dos labirintos da comunicação em geral, e do jornalismo impresso em especial, a partir do chamado ‘caso Aldo Moro’, o ex-presidente da Democracia Cristã na Itália encontrado morto em maio de 1978 com 11 tiros, depois de ficar semanas em poder das Brigadas Vermelhas.

Vinte e dois anos e alguns dias, portanto, desde o assassinato do líder italiano e das lições mal aprendidas deixadas pela tragédia política e humana. O autor põe em relevo a importância que já naquela época de tumultos e confusão começavam a adquirir as chamadas ‘rotinas produtivas’, que desde então grassam como vírus mais contaminante que o da gripe suína e se espalha entre a nova elite de burocratas que reina hoje em algumas das redações dos nossos mais lidos e respeitados jornais impressos.

Cesareo lembra a manhã de maio de 78 em que o cadáver de Moro foi encontrado no centro da capital romana, a poucos passos da sede da Democracia Cristã (DC) e do partido Comunista Italiano (PCI). Durante as horas seguintes, em sucessivas edições especiais, os noticiários da RAI chamaram a atenção dos telespectadores para a cor do automóvel onde estava o cadáver. Tratava-se, na verdade, de um detalhe totalmente secundário e absolutamente inútil para a compreensão do fato.

No quadro da informação daquele dia, tal ‘notícia’ com suspense acabou por adquirir um relevo. Cesareo registra que desde a manhã do seqüestro de Moro por obra das Brigadas Vermelhas, grande parte das matérias dedicadas pelos diários italianos ao acontecimento havia sido nutrida com detalhes deste tipo. ‘No agônico ‘black-out’ de informações significativas, de verificações diretas, de análises fundadas na exploração de processos reais que haviam levado à formação dos grupos terroristas no país e ao desenvolvimento de suas atividades – além do contexto político-social em que se havia produzido o seqüestro -, os diários e os semanários produziram colunas e colunas repletas de boatos, abobrinhas, declarações oficiais e uma infinidade de detalhes inúteis’. O autor vai direto ao ponto ao explicar as razões de tal comportamento.

‘De uma parte, para registrar e difundir aquilo que a magistratura, a polícia e os dirigentes dos partidos queriam comunicar (a seus próprios interlocutores privilegiados, parceiros, ou adversários, e aos cidadãos comuns). De outra parte, para manter vivo o tema, criando uma atmosfera, descrevendo minuciosamente pequenos fatos reais, presumidos e até inventados (e, a cada minuto, desmentidos, ou esquecidos de um dia para o outro)’.

O livro desnuda as falsidades que envolvem a comunicação a partir das ‘fontes’ que produzem as notícias. Mostra o quanto está deformado todo o sistema informativo e defende a necessidade de se ‘buscar um sistema novo que revolucione o complexo e até agora falso mundo das comunicações’. ‘És Notícia’, diga-se, foi publicado em 1986. Antes, portanto, da explosão planetária da Internet, com seus sites de informação, portais, revistas virtuais e, principalmente, dos Blogs.

Quem sabe está aí o começo do caminho na direção proposta por Cesareo. Sei que é preciso avançar muito ainda, mas torço para isso, principalmente em dias trágicos como os que se desenrolam no Nordeste, e de confusão da política e do poder no país. Talvez esteja aí, de fato, o começo da revolução sugerida em ‘És Notícia’.

‘Que assim seja!, exclamo. Na dupla condição de rodado jornalista e de iniciante blogueiro da Bahia.

Vitor Hugo Soares é jornalista, editor do site-blog Bahia em Pauta ( http://bahiaempauta.com.br/).’

 

COMUNICAÇÃO CORPORATIVA

Francisco Viana

O bom brilho e as trevas

‘Hoje aproveitarei o espaço da coluna para discutir, no âmbito da Comunicação, a censura imposta, por meio de liminar na justiça, ao livro Surdez das Empresas, de minha autoria, com a participação de José Bacellar, Mateus Furlanetto e Leonardo Mancini. O alvo da liminar, derrotada em primeira instância, chancelada na 29ª Vara Cível da capital paulista, é o case sobre a recuperação da Bombril, assinado por Bacellar – que presidiu a empresa durante parte da administração judicial que se estendeu entre julho de 2003 a julho de 2006.

Em nota oficial divulgada quarta-feira, 27 de maio, a empresa informa: 1. ‘A ação judicial visa proteger o nome e marca registrada da Bombril, pois foram reproduzidos na capa do livro e utilizados com finalidades comerciais, sem qualquer autorização da companhia’. 2. Informa que José Bacellar está sendo processado pela Bombril, sob a acusação de causar prejuízos da ordem de 22 milhões de reais.

Não é minha intenção abordar o segundo item. Trata-se de um conflito entre a empresa e o executivo que só a justiça poderá julgar. Porém, a leitura da nota sugere algumas questões: Não seria a censura uma forma de impor silêncio obsequioso à Bacellar nos moldes da antiga inquisição? Não estaria a Bombril receosa com a qualidade da administração que Bacellar fez? São questões que ficam no ar. Vamos agora ao que realmente importa em termos de Comunicação.

O livro A Surdez das Empresas, não teve nenhum propósito de explorar comercialmente a marca Bombril. Pelo contrário, o case ‘1001 dias de Bombril – das páginas policiais às editorias de economia’, está inserido em um contexto radicalmente diverso. Nos últimos anos escrevi 4 livros de Comunicação, adotados em universidades de todo o País . De Cara com a Mídia, Comunicação Empresarial de A a Z, Hermes – a divina arte da Comunicação e agora, A Surdez das Empresas com o subtítulo Ouvir a sociedade e evitar crises. Nasceram da ideia chave de inspirar o diálogo construtivo entre as organizações (públicas e privadas) com as redações. Na prática, tenho procurado dar um sentido filosófico e político à rica experiência que tive ao longo de mais de 25 anos de atividades jornalísticas (A Tarde – Salvador; O Globo – Rio de Janeiro; Istoé – à época dirigida ao longo de 12 anos por Mino Carta e posteriormente no terreno da Comunicação Corporativa). Noto que são relações árduas vincadas por preconceitos recíprocos, diferentes pontos de vista sobre a verdade, visões às vezes antagônicas quanto aos interesses públicos e interesses privados. Como as organizações e a imprensa são fenômenos indissociáveis da vida moderna a minha intenção tem sido sempre promover aquilo que é essência da política, o uso positivo da palavra. Entendo que aproximando organizações e redações se alcança o encontro de verdades e com isso a diminuição dos conflitos. É um modelo de trabalho inspirado no antigo conceito grego de política. E, no também antigo conceito grego de ética que pressupõe o interesse público acima de tudo e, além disso, a necessidade imperativa de separar-se aquilo que é aparência da verdade do que é a realidade. E o que é a realidade? O que é a verdade?

Ensinava Stuart Mill, um dos pais fundadores do liberalismo que a verdade só pode ser conhecida em espaços públicos de absoluta liberdade. Partindo de tal conceito venho trabalhando com a ideia de Comunicação prática. Significa que a compreensão política dos fatos, a manipulação da realidade, a hipocrisia, a mentira, enfim, todos os males que possam ser encontrados seja nas organizações, seja na mídia, não devem em hipótese alguma impedir a prática da boa Comunicação. Explicando melhor, o importante na Comunicação é informar, posicionar-se, utilizar boas técnicas de trabalho, desenvolver estratégias objetivas, rejeitando todo e qualquer preconceito contra a imprensa. O núcleo da ideia é que a liberdade de imprensa é acima de tudo a liberdade da sociedade. Portanto a imprensa é uma mediadora, como Hermes, mensageira.

Esta prática, porém, envolve múltiplos impasses. O primeiro deles é a construção de uma consciência de natureza republicana. Quer dizer, o conflito é natural da política e superá-lo é mais um exercício prático, cotidiano do diálogo do que a recusa ao diálogo. Como transmitir esta cultura? O caminho agora passa a ser inspirado pelo modelo das escolas de negócios americanas, no que se refere à capacidade empreendedora. O que vem sendo feito há mais de um século nesse terreno?

É óbvio que não se consegue ensinar a ninguém como ser empreendedor. Mas o estudo de cases rompe com a muralha da impossibilidade e semeia o oceano das possibilidades. Na América, tal prática é muito comum no universo da Comunicação. Crises são transformadas em cases. Cases são estudados e analisados. Um dos mais famosos deles é o da transformação de David Rockfeller, antes tido como vilão em herói americano. Essa prática envolve marcas como Coca-Cola, Dell, Starbucks, Toyota, IBM, enfim, a lista é tão extensa quanto o mundo das grandes marcas internacionais. No Brasil não temos essa tradição. As experiências, vitais – e não são poucas – se perdem porque a memória não é cultivada. Como a memória é a essência de identidade, o que se esvai na pouca tensão com os cases de crises de Comunicação é a própria identidade das empresas. Fica-se com a impressão de que a história é uma mera sucessão de fatos, produto mais da técnica do que do convívio humano. É um erro. Por isso é que tenho recorrido ao estudo de cases para despertar vocações nesse terreno, ardiloso e complexo que é a prevenção e gestão de crises.

É nesse quadro onde teoria e prática se fundem que surgiu o convite à José Bacellar, para escrever o case Bombril. Fui seu conselheiro de Comunicação durante quase todo o período em que ele presidiu a empresa. Estive ao seu lado na formulação do planejamento de Comunicação que buscou somar qualidade da gestão à qualidade da Comunicação. Vale ressaltar que a Bombril era, à época, uma empresa com tradição publicitária, mas sem qualquer conhecimento da Comunicação Corporativa, aquela que é voltada para construir a reputação e imagem a partir de manifestações espontâneas da mídia e da sociedade. Foi um trabalho árduo. Houve momentos em que Bacellar esteve muito próximo do conflito com grandes jornais. Um episódio inesquecível foi quando o jornal O Valor Econômico, que fez oposição (legítima) à administração judicial o procurou para uma reportagem que teria algo como duas páginas. Bacellar reagiu entendendo que o jornal não daria acolhida à sua voz. Discutimos. Ele concedeu entrevista. O Valor publicou uma das matérias mais justas que eu li até hoje. O espaço foi equilibrado com justeza. O pensamento do então presidente da empresa foi fielmente retratado. O que isso significa? A vantagem da Comunicação prática sobre a Comunicação lastreada em paixões.

Na Comunicação prática os fatos falam mais alto do que suposições ou especulações. Episódios como esse explicam porque convidei Bacellar a participar do livro. Ele resistiu. Eu insisti. Foi um longo embate de convencimento. Assim, se há um responsável pelo case sou eu, que o convidei, o convenci a escrever, e publiquei na condição de autor e coordenador do livro. O mesmo critério foi aplicado aos demais autores: Mateus Furlanetto, um jovem e sensível comunicador da área de Relações Públicas. Leonardo Mancini, também jovem comunicador, tinha acabado de chegar da França onde estudou Comunicação e globalização. Juntos, produzimos um trabalho não de interesse comercial, mas didático. Tanto que os direitos autorais, por contrato, serão doados a uma instituição beneficente. Nosso propósito não foi o espetáculo, nem o denuncismo. Não é da nossa tradição. Se o personagem for a Bombril, e o tema for denuncismo, basta clicar o nome da empresa no Google. O que procuramos resgatar nos nossos campos de atividade foram exemplos positivos que possam enriquecer a boa prática da Comunicação.

Feitas essas observações comentarei agora a nota da Bombril. O que me surpreende não é apenas o seu conteúdo, mas o fato da empresa não mostrar um rosto. Notas oficiais devem dar suporte à entrevistas ao vivo pelos que respondem pelas organizações. Caso contrário são como os véus da persona do teatro grego a velar o rosto da verdadeira personalidade. Outro aspecto que chama a atenção é que a empresa demorou a responder. Eu estive na liça desde o primeiro momento em que a censura materializou-se. Porque a Bombril não fez o mesmo? Porque seu porta-voz não mostrou o rosto, não se ofereceu ao questionamento dos jornalistas? Comunicação não se faz assim. O correto seria o diálogo. Por exemplo, discutir o case até mesmo com a presença dos autores do livro de modo a aprender com as lições da história. Isso sim seria uma boa Comunicação. Aprender com a história através do diálogo.

Por fim uma última observação, se na Surdez das Empresas o case Bombril é um paradigma de boa Comunicação, o case que surge da tentativa de censura (tenho certeza que prevalecerá na justiça a razão dos fatos) é o anti-paradigma. As empresas não estão confinadas a mundos privados. São atores públicos. Tudo que fazem é público. As organizações, públicas ou privadas, não devem em hipótese alguma recorrer à justiça para impor censura. As leis e a justiça são fontes de estabilidade e perenidade da sociedade republicana. O recurso à justiça é para restaurar verdade tornar visível inverdades. São valores que não podem ser transformados em mercadoria e, muito menos serem utilizados como véu de persona para mascarar a verdadeira personalidade. Leis e justiça são o espelho da transparência. Não devem servir ao manto do ocultamento. Quando uma empresa processa sem razão, está praticando um ato de violência pela intimidação. Fica assim exposta à execração dos dois tribunais soberanos da Idade Moderna: o tribunal do judiciário e o tribunal da opinião pública. Passa a ser também alvo de investigação das autoridades que, se autenticamente republicanas, irão investigar as verdadeiras razões por trás dos seus atos. Um Google na Bombril pode ser o caminho primeiro para o entendimento das razões por trás da censura. O que lá se pode ler não é novidade na triste trajetória deste ícone que cai. Bombril quer dizer ‘bom brilho’. A partir da censura do A Surdez das Empresas, as trevas medievais passa a acompanhar a marca como uma sombra.

Francisco Viana é jornalista, consultor de empresas e autor do livro Hermes, a divina arte da comunicação. É diretor da Consultoria Hermes Comunicação estratégica (e-mail: viana@hermescomunicacao.com.br)’

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