Terça-feira, 19 de Novembro de 2019
ISSN 1519-7670 - Ano 19 - nº1064
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Terra Magazine

12/10/2009 na edição 559

TV PÚBLICA
Thais Bilenky

TV Brasil fará campanha de marketing para ficar mais popular

‘Resultado de pesquisa Datafolha encomendada pela TV Brasil indica que o espectador médio da emissora pública pertence a camadas de maior renda e escolaridade. A diretora-presidente da EBC (Empresa Brasileira de Comunicação), Tereza Cruvinel, defende que, ‘como TV pública, feita para o público como um todo, precisamos ganhar telespectadores das classes D e E’.

Para alcançar o telespectador com baixo poder aquisitivo, a EBC fará sua primeira campanha de marketing. ‘Nós não tivemos tempo e nem infraestrutra para ganhar classes D e E. Nunca fizemos uma campanha de marketing, de rua, com outdoor, com peças. Vamos fazer uma em breve’, conta Cruvinel a Terra Magazine.

A pesquisa mostra que um terço (34%) da população brasileira conhece a TV Brasil, após quase dois anos de vida. Dentre este terço, 22% considera a programação ótima; 58%, boa; 20%, regular; e 1%, ruim ou péssima.

Mais da metade dos que assistem à TV Brasil vive em cidades do interior (58%), onde é comum o uso de antena parabólica, e 45% vivem na região Sudeste. A Região Sul apresenta o menor índice de conhecimento sobre a existência da emissora (17%).

No Sul, Cruvinel diz enfrentar dificuldades de penetração. ‘Nós não temos um canal aberto e as televisões públicas… a do Rio Grande do Sul não é nossa parceira por uma razão política, uma objeção da governadora (Yeda Crusius, do PSDB). Paraná é a televisão educativa mas tem com perfil muito estatal. E a televisão de Santa Catarina está em crise. E lá a parabólica não é tão usada quanto Norte e Nordeste’, justifica.

A presidente da EBC espera que as eleições e mudança de governos em 2010 não afetem a rotina da empresa. ‘Não vejo no perfil dos candidatos que estão colocados ninguém que não compreenda o papel diferenciado da tevê pública. (pausa) Não sei, né… Nunca se sabe!’.

Segundo Cruvinel, para a cobertura das eleições nacionais, a TV Brasil não poderá ampliar a equipe, porque ‘a lei não deixa’. Mas a jornalista acredita que a rede multimídia montada com base nas oito rádios da EBC, a Agência Brasil na internet e a própria TV Brasil dará conta do recado.

Terra Magazine – Quais conclusões dá para se tirar com a pesquisa?

Tereza Cruvinel – Nós, diretoria da EBC, temos avaliação muito positiva. Implantação, digamos assim, de um televisão que tem menos de dois anos e que tem telespectadores em todas as regiões, e 58% deles no interior, significa para nós um enraizamento, uma capilaridade. Por que nós temos 58% de espectadores no interior e não nas capitais? Por causa da antena parabólica. Na ausência de canais abertos, 42% do nosso público capta pela antena parabólica, no interior do Brasil. Isso suprime uma grande dificuldade nossa que é a ausência de canais abertos em todos os Estados. A avaliação positiva da programação – essa pesquisa foi a campo antes da renovação da programação em 25%, agora na segunda quinzena de setembro. Então é ainda em relação à programação velha. Como nós já melhoramos muito essa programação depois da pesquisa acho até que seria muito melhor.

A mudança na programação foi conseqüência nesses dois anos de implementação da TV Brasil. Quais foram as constatações?

Fizemos agora uma mudança grande por vários motivos. Por exemplo, nós temos 6 horas de programação infantil. As crianças não podem ficar vendo toda vida (o mesmo programa). Se passa uma vez, repete, faz uma reprise, como outras televisões fazem, mas depois aquilo enjoa. E é uma prioridade oferecer informação de qualidade para todas as crianças da tevê aberta. Nem todas as crianças têm acesso á tevê fechada, onde tem programação infantil de boa qualidade. Boa parte da renovação se deu no infantil por esta razão. Outro foram programas que já estavam velho na grade e também para inserir programas que faltavam, que não existiam. Por exemplo, a gente tinha uma carência de programa para mulher, entrou o ‘Papo de mãe’. A gente queria fazer um programa para África, entrou o ‘Nova África’, do Azenha (Luiz Carlos Azenha, jornalista). Então foi a renovação era necessidade já detectada.

O telespectador médio é de classe B e C, tem um perfil mais elitizado em comparação com a média da população. O que isso significa?

Significa exatamente isso: nosso público ainda é muito concentrado nas camadas de maior renda e escolaridade. Como TV pública, feita para o público como um todo, significa que precisamos ganhar telespectadores nas outras classes. Como? Maior divulgação para que se torne mais conhecida. Ainda não é tão conhecida. 34%. Tem um leque enorme de conhecimento a conquistar, sobretudo nessas classes.

Há uma pretensão de ser televisão de qualidade e que, por isso, acabe falando com quem tem escolaridade, uma pretensão que na prática não se aplica no Brasil?

Acho que é possível, sim, fazer uma tevê pública popular e de qualidade. Nós não tivemos tempo e nem infraestrutra para ganhar classes D e E. Classes B e C a gente tem. Não tivemos tempo para nos tornar nessas baixas classes sociais. Nunca fizemos uma campanha de marketing, de rua, com outdoor, com peças.

Nunca fizeram?

Nunca fizemos uma campanha de marketing. Vamos fazer uma em breve. É preciso também fazer programas que sejam de qualidade do sentido do conteúdo mas que sejam atraentes. Por isso é que renovação da programação é um processo permanente. Mas a gente reconhece isso: que é preciso tornar a televisão pública mais popular.

O programa ‘Nova África’, por exemplo, tem pretensão, além de jornalística, educativa, baseado no argumento de que nem sequer livros didáticos no Brasil abordam direito as questões do continente. Trata de um tema que está na raiz do Brasil, mas não atrai qualquer pessoa que estiver de bobeira.

Toda televisão trabalha com faixas de público. ‘Nova África’ está na faixa de reflexão, que é o programa depois do telejornal, onde um certo espectador exigente em relação à informação e conteúdo vê televisão. Então, o ‘Novo África’ está no lugar certo. Queremos falar com o público mais exigente. Agora queremos também falar com a dona de casa com o ‘Papo de mãe’, que é um programa bem popular. Bate-se ou não se bate nas crianças… essas coisas de mãe criar filho. Ou com a ‘Cozinha Brasil’ que ensina a cozinhar pratos melhores, porém usando ingredientes bem populares do Brasil. Só que esse programa não vai entrar na faixa de reflexão, ele vai entrar de manhã, quando tem dona de casa que não trabalha assistindo. Gerir a grade é muito complexo. Claro que não sou especialista, como você sabe, mas tenho aprendido muito. Tenho gente que sabe fazer isso dentro da televisão, como Roberto Faustino, Rogério Brandão, que são profissionais. Claro que tem outras falhas, a programação não está pronta, mas ela mostra isso: é uma realidade, a tevê pública existe.

Em regiões mais, outras menos.

No Sul estamos muito fracos. Lá a coisa é muito difícil para nós. Mas vamos resolver.

Por quê?

Nós não temos um canal aberto e as televisões públicas,a do Rio Grande do Sul não é nossa parceira por uma razão política, uma objeção da governadora (Yeda Crusius, do PSDB). Paraná é a televisão educativa que passa uma coisa nossa como o Repórter Brasil, mas, todo mundo conhece, é uma televisão com perfil muito estatal. E a televisão de Santa Catarina está em crise. E nós não temos canal aberto. E lá a parabólica não é tão usada quanto Norte e Nordeste.

No Sul, o poder aquisitivo maior.

É, o sul tem poder aquisitivo alto. Nós só existimos no Sul pela força das tevês por assinatura lá. Exatamente em sintonia com isso que você está falando. Lá a estratificação social do telespectador (da TV Brasil) deve estar muito elitizado.

O programa de filmes faz sucesso desde o começo da TV Brasil.

Tem um Share interessante. E nós só passamos filmes nacionais. Às vezes há uma crítica de que passa muito filme antigo. É verdade, a gente passa clássicos do cinema também. ‘Amarelo Manga’ (Cláudio Assis, 2003) passamos há pouco tempo também. Mas passamos o ‘Pixote’ (Fernando Ramos da Silva, 1981), o ‘Bandido da Luz Vermelha’ (Rogério Sganzerla, 1968). Muita gente não foi no cinema naquela época e vê na televisão. Então é uma coisa que a gente vai repassar. E as pessoas pediram mais filmes. Um capítulo da pesquisa é para sugestões.

Querem filmes?

Querem filmes e mais programas jornalísticos e mais documentários. E mais infanto-juvenis. O que a faixa-etária explica: 39 anos (constatada na pesquisa do espectador médio da TV Brasil): a nossa televisão está muito adulta. Não está velha, mass muito adulta. Temos que conquistar público juvenil. Por isso estamos passando Snobs, que é uma série australiana para jovens.

Para o ano eleitoral, ano que vem, tem algum projeto em mente?

A única coisa que muda é que o jornalismo terá que fazer, como qualquer veículo, cobertura eleitoral. Isso exige trabalho, investimento, planejamento.

Mas com a mudança de governo, a TV Brasil está em alguma posição mais delicada?

Não creio. Porque há um marco regulatório, uma lei, que é muito elogiada, inclusive no exterior, pelas mudanças que elas apresentam: uma televisão pública independente do governo, com conselho curador, autônomo mandato para o diretor-presidente. Tudo são autonomias. Tem implantação bastante avançada, como mostra a pesquisa. Nem vejo no perfil dos candidatos que estão colocados ninguém que não compreenda o papel diferenciado da tevê pública. Não sei, né… Nunca se sabe! Claro que quanto mais pronta ela estiver… Por isso, 2010 é um ano de intenso trabalho para a diretoria da EBC, avançar em todos os sentidos.

Terá crescimento da equipe?

Não, nem pode ter crescimento da equipe. A lei não deixa. Muito trabalho assim: abrir canais, por exemplo, a gente tem que ampliar a rede digital. Ou: melhorar a programação. As coisas que tornem a televisão mais sólida. Usar o melhor possível o orçamento que nós temos.

Mas para cobertura eleitoral, é útil e necessário ampliar a equipe. A cobertura da TV Brasil pode acabar ficando mais analítica?

Não. Nós temos um quadro de jornalistas que trabalham em sistema multimídia, cruzando a Agência Brasil (Internet), a TV Brasil e as oito emissoras de rádio. Nós não temos um canal em Manaus, mas nós temos um repórter de rádio, uma rádio, lá. E estamos trabalhando o sistema multimídia crescentemente. Então não vamos ter dificuldade. O que nós temos é suficiente para afazer uma boa cobertura. Redação… vão pedir mais gente, claro que vão! É natural. Mas não acho que a gente tenha insuficiência de quadros e recursos. Equipamento nós estamos recebendo, que fizemos uma licitação boa no ano passado. Quanto mais recursos humanos melhor a cobertura, por mobilidade, candidatura anda para todo lado. Não é fácil cobrir uma campanha nacional em um país com as dimensões do Brasil. As pessoas estão muito estimuladas.

Dá para perceber no dia-a-dia entre a equipe?

A gente avalia um momento interno bom. As pessoas estão vendo as coisas acontecerem. Compra de equipamento, plano de salário para os funcionários, a nova programação da televisão. O rádio que não ganhava investimento há anos está recebendo investimento. Isso conta para um bom ânimo interno. Está bem arrumada a casa, já teve momentos mais complicados.’

 

EM BAIXA
José Luiz Teixeira

Quarto Poder não é mais aquele

‘O ‘Estadão’ completa, neste fim de semana, 72 dois dias sob censura prévia. Foi-se o tempo em que um editorial desse jornal derrubava ministro. Hoje, ele é mais uma prova de que as autoridades já não se importam com o que diz a Imprensa.

Tanto é verdade que a Justiça está enrolando, deixando o tempo correr, sem dar logo uma solução para o processo que resultou na proibição de que o jornal publicasse notícias sobre investigações a respeito de Fernando Sarney.

Aliás, o próprio pai do rapaz, recentemente, foi alvo de denúncias diárias na mídia e nem por isso deixou a Presidência do Senado.

As reportagens contra ele, capazes de provocar um tsunami institucional em priscas eras, desta vez não ultrapassaram a linha do joelho do senador – foram apenas marolas, como diria ‘o cara’.

Comecei a me dar conta desse processo de enfraquecimento da Imprensa, o outrora Quarto Poder, dia destes, quando fui matar a saudade dos tempos de repórter e visitar a Sala de Imprensa da Assembléia Legislativa de São Paulo.

Surpreso e decepcionado, descobri que os deputados estaduais haviam acabado com a Sala de Imprensa. Desmontaram, literalmente, a sala. Simples assim.

A Assembleia simplesmente ‘deletou’ um espaço que foi trincheira da resistência democrática – dali, Ulysses Guimarães, Franco Montoro, Lula e Leonel Brizola, entre outros, davam seu recado contra a ditadura.

Era uma espécie de território ficto dos cronistas parlamentares e da oposição. Para quem não sabe, território ficto é como uma embaixada, soberana dentro de seus limites – a diferença é que na nossa sala os políticos tiravam o chapéu ao entrar.

Acabaram com esse espaço e tudo ficou por isso mesmo. Está explicado porque se lê e se ouve tão pouco a respeito dos atos dos deputados estaduais de São Paulo. Obviamente, a intenção deles era exatamente esta: agir longe dos holofotes.

Há muitos outros casos a confirmar essa minha impressão de que o poder da imprensa já não é tão forte.

Há uns dois meses, mais ou menos, o SPTV (jornal local da Rede Globo em São Paulo) fez uma série de matérias na Coreia do Sul, mostrando como aquele país recuperou o rio Han, que era tão poluído quanto o paulista Tietê.

Fiquei animado. ‘Agora vai’, pensei eu, imaginando que a força da Globo iria impulsionar a limpeza do nosso rio e a consequente urbanização de suas margens. Qual o quê! Uma semana depois do fim da série de reportagens, o Governo do Estado começou a construir uma nova pista na Marginal do Tietê, trocando o resto de árvores e vegetação que existiam ali por asfalto.

Ainda bem que o jornalistas da Globo em São Paulo são teimosos e aumentaram a dose, iniciando, em seguida, uma nova campanha que ficou no ar até o fim da semana passada. Vamos ver se desta vez comovem o governador José Serra.

Não sei o que pode ter levado ao enfraquecimento da Imprensa. Talvez tenha sido um pouco desmoralizada depois da onda – esta sim um tsunami – de ‘denuncismos’ que assolou o País após a redemocratização.

Pode ser, também, que as autoridades brasileiras foram se tornando cada vez mais resistentes às denúncias, tal qual ocorre com os insetos em relação aos inseticidas.

O que sei é que antigamente uma credencial de imprensa era um salvo conduto para a livre circulação de seu portador.

Nessa época – quando os dinossauros passeavam sossegados de madrugada pelas ruas da Capital, e a profissão de jornalista ainda não exigia diploma – muita gente que nem era do ramo batalhava para ter uma carteirinha de algum jornal e conseguir acesso a qualquer lugar público.

Hoje, é melhor esconder o documento para evitar constrangimentos.’

 

CINEMA
Biaggio Talento

A imprensa embriagada

‘Quem imagina que o genial diretor Billy Wider desfechou os mais duros golpes cinematográficos contra a imprensa sensacionalista, precisa assistir A Embriaguez do Sucesso, um filme de 1957, do desconhecido Alexander Mackendrick (baseado num conto do jornalista e escritor Ernest Lehman).

Foi lançado em DVD no Brasil, discretamente, sem qualquer publicidade, o que deixaria irado Sidney Falco, o ambicioso e golpista assessor de imprensa da história. Falco (interpretado por Tony Curtis), no entanto, é apenas uma peça na engrenagem do poderoso colunista J.J. Hunsecker (o magistral Burt Lancaster) do não menos poderoso tabloide de Nova Iorque.

Hunsecker é o principal alvo de Lehman, que conheceu os intestinos da imprensa marrom americana no início de carreira. Personagem baseado no colunista Walter Winchell, do tabloide Daily Mirror, Hunsecker se gaba deter 60 milhões de leitores e telespectadores (também apresenta um noticiário televisivo) e ganha a vida, basicamente, publicando notinhas enigmáticas capazes de destruir e reabilitar reputações.

A Winchell (o colunista da vida real) é justamente atribuída a ‘criação’ do estilo de notas curtas, ‘plantadas’, que visam mandar mensagens cifradas (ou não), escondendo sempre algum interesse escuso, geralmente com o objetivo de extorquir dinheiro de alguém. Em A Embriaguez do Sucesso, o imenso poder de J.J. não é suficiente, no entanto, para evitar que sua irmã caçula se apaixone por um jovem músico de bar, rapaz íntegro, honesto e, portanto, sem condições de entrar no clube dos homens de sucesso.

Como separar os dois sem ficar mal com a irmã? Pedindo ajuda a Sidney Falco, que sobrevive prestando assessoria a uma clientela cujo objetivo maior é ter o nome publicado, positivamente, na coluna de Hunsecker.

Escândalos cavados

É na relação do puxa-saco Falco, disposto a vender a mãe se for preciso para cair nas graças de Hunsecker, e a prepotência do colunista, que se arma a trama na qual se produzem diálogos antológicos, como aquele em que, num bar, um senador – que está tendo uma ‘audiência’ com Hunsecker – pergunta a Falco como exatamente um assessor de imprensa trabalha. ‘Um assessor de imprensa come lixo de um colunista e deve chamar de alimento’, responde com seca ironia Falco.

Hunsecker não deixa a bola cair, dividindo a responsabilidade nesse sistema deplorável de toma-lá-dá-cá: ‘Os preguiçosos pagam a você para ver o nome deles em minha coluna’, espicaça. Ao senador acrescenta: ‘E cavam escândalos de pessoas públicas para passar aos colunistas’. Essa dialética da corrupção permeia toda a história e é excelente neste momento em que o Supremo Tribunal Federal decidiu acabar com a obrigatoriedade do diploma de jornalista no Brasil.

Trama oportuna também às vésperas de mais uma campanha presidencial na qual estratégias começam a ser armadas com os Hunseckers da vida, que agora têm à disposição a diabóloca ferramenta da internet.

A Embriaguez do Sucesso não tem o humor caricato de A Primeira Página, nem o exagero do absurdo sensacionalista de A Montanha dos Sete Abutres, os dois filmes de Billy Wider sobre a imprensa, mas segue a mesma linha ao mostrar os exageros às vezes ilimitado do quarto poder. Didático e imperdível para o público em geral, mas principalmente para os jovens que pensam em se tornar jornalistas.’

 

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