Sábado, 24 de Agosto de 2019
ISSN 1519-7670 - Ano 19 - nº1051
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Terra Magazine

14/04/2009 na edição 533

O FUTURO DO JORNAL
Silvio Meira

dá pra salvar o bom jornalismo?, 12/4

‘o boston globe, um dos maiores jornais dos estados unidos, deve ter um prejuízo de US$85M este ano, depois de perder US$50M ano passado. o globe não é um jornal independente, mas parte do new york times. e o NYT está ameaçando fechar o globe caso os sindicatos não concordem com medidas radicais de corte de custos. e não consiga aumentar receitas: o preço do jornal nas bancas subiu US$1.50, só pra ‘continuar viável’. mesmo assim, pode fechar no mês que vem. o globe foi comprado pelo NYT em 1993 por US$1.1B; desde então, a circulação só faz cair. a receita demorou mais um pouco a seguir a circulação, mas está em queda continuada desde 1999.

no dono do globe, o NYT, o período de férias foi estendido, cem pessoas foram demitidas semana passada e quem sobrou vai ter uma redução de 5% no salário pelo menos durante o resto deste ano. e tem que apelar pra santo muito forte pro jornal continuar existindo –em papel- ano que vem. a pergunta a se responder, no particular e no geral, está na capa do boston globe deste domingo: o que saiu errado?… a resposta, da própria casa, é que… o globe não viu –e não soube aproveitar- a web. os outros jornais tampouco. e ponto final.

mas a pergunta da hora, feita por brian solis a walt mossberg, talvez fosse… vale a pena salvar os jornais?… sabe-se lá, se obama vai salvar a indústria automobilística americana, talvez… mas mossberg pensa rápido e diz que esta é a pergunta errada; a pergunta apropriada seria… será que dá pra salvar o bom jornalismo?… segundo mossberg, só há uns poucos jornais de verdade nos EUA; o resto são alguns jornalistas de qualidade e noticiário nacional e internacional reciclado, pra encher linguiça e imprimir as páginas necessárias para os anúncios. isso quando havia anúncios. quando estes se mudam pra web, porque tais páginas deveriam ser impressas?… o mesmo raciocínio vale para o brasil e qualquer outro país. abra seu jornal local ou regional e constate com seus próprios olhos.

desde janeiro de 2008, mais de 120 jornais americanos fecharam as portas e mais de 21.000 jornalistas e pessoal auxiliar foram demitidos destes e de outros 67 que continuam no negócio. só em 2009, mais de 8.000 pessoas já perderam o emprego. e a tendência não dá sinais de ser revertida; muito ao contrário. a internet já é a fonte primária de notícias nos EUA e vai ser, no brasil, assim que houver banda larga [de verdade] por aqui.

mas brian solis acha que um novo desenvolvimento pode salvar o ‘bom’ jornalismo: a statusphere, ou statusfera, a rede de reputação capaz de fazer com que agentes individuais, em rede, tenham tanta reputação, reconhecimento e importância –e remuneração- como tinham os grandes jornalistas dos antigos jornais. será? e como e quando?

segundo solis… The Statusphere is the new ecosystem for sharing, discovering, and publishing updates and micro-sized content that reverberates throughout social networks and syndicated profiles, resulting in a formidable network effect of activity. It is the digital curation of relevant content that binds us contextually to the statusphere, where we can connect directly to existing contacts, reach new people, and also forge new acquaintances through the friends of friends effect (FoFs) in the process.

em português? a statusfera é o novo ecosistema para compartilhar, descobrir e publicar atualizações e microconteúdo, reverberando sobre redes sociais e perfis compartilhados, tendo como resultado um espetacular efeito rede de conexões e atividade. a statusfera fará o papel de curadoria digital [e em rede] de conteúdo e conexões relevantes, onde poderemos nos conectar, em contexto e diretamente, a contatos existentes… e onde iremos descobrir e construir novas relações através do efeito FoFs [friends of friends, ou AdAs, amigos de amigos].

parece uma tese interessante. talvez a gente –e quem toca os jornais, no brasil, ainda- devesse ler com muito cuidado e ver como –e se- dá pra fazer aqui, e por quanto e quando, no nosso contexto. a mesma leitura atenciosa, e não por acaso, vale para quem toca serviços online como o TERRA, terraMagazine e tantos outros…’

 

POLÍTICA
Claudio Leal

Livro resgata Seiva, a primeira revista do PCB

‘Primeira revista do PCB, a Seiva foi resgatada em 1988 com a edição de O Partido Comunista que eu conheci, livro de memórias do ex-militante baiano João Falcão, 89 anos. O relato da trajetória da publicação lançada em 1938, durante o Estado Novo, se alarga com o lançamento de A história da revista Seiva. Num trabalho que une a pesquisa minuciosa à visão panorâmica da política brasileira na ditadura de Getúlio Vargas, Falcão traz reproduções das capas originais, com resumos do conteúdo e a lista dos colaboradores.

A obra pode ser desdobrada num estudo de mentalidade sobre as relações entre o PCB e a intelectualidade brasileira. Sediada em Salvador, a revista Seiva reuniu uma equipe eclética de colaboradores nacionais, entre os quais os craquíssimos jornalistas Joel Silveira, Rubem Braga e Carlos Lacerda (sob o pseudônimo de Marcos Pimenta). Entraram também nesse time: Carlos Drummond de Andrade, José Auto, Lêdo Ivo, Leôncio Basbaum, Murilo Mendes, Manoel Digues Jr.

Na Bahia, colaboraram Aristeu Nogueira, Armênio Guedes (‘Carlos de Melo’ ou ‘Ives Peçanha’), Aydano do Couto Ferraz, Dias da Costa (irmão de Dias Gomes), Diógenes de Arruda Câmara, Edison Carneiro, Jacob Gorender, Jorge Amado, Luiz Viana Filho, Odorico Tavares, Osvaldo Peralva, Walter da Silveira, etc.

Falcão idealizou a revista como uma forma de abarcar intelectuais e militantes sufocados pela ausência de liberdade de expressão, no Estado Novo. ‘Convivendo, então, com velhos e jovens intelectuais sufocados pela falta de ambiente para a criação literária, comecei a pensar numa revista… Concorreu bastante para essa idéia a leitura sobre a vida e a ação de Lênin na Rússia. Sob a mais difícil clandestinidade e perseguição do regime czarista, ele jamais deixou de debater e levantar os problemas teóricos da Revolução Russa, mesmo no exílio, valendo-se para isso de revistas e jornais clandestinos’, conta o autor na apresentação do livro.

A ideia do jovem estudante de Direito recebeu apoio entusiasmado de dois companheiros de Partido, Armênio Guedes e Diógenes Arruda Câmara, que se tornariam personagens fundamentais da história do comunismo no Brasil.

Seiva conheceu três fases de circulação, entre 1938 e 1952. Entretanto, o período fundamental é aquele concentrado nos anos do combate ao fascismo e pela entrada do Brasil na Segunda Guerra Mundial, além da campanha do petróleo.

A capa da edição de agosto de 1942 estampa uma foto da grande passeata de 14 de julho, em ‘solidariedade com a França Livre’. Impressiona a mobilização popular na Praça da Sé, em Salvador, mas sugestiva é uma faixa em destaque: ‘O integralismo é filho da Gestapo’. Os choques de integralistas e comunistas eram comuns na Bahia, onde havia um forte núcleo de filofascistas, principalmente na região Sul. Interventor do Estado, Juracy Magalhães relaxou a repressão aos comunistas e se fixou no combate aos seguidores de Plínio Salgado, ardorosos opositores de seu governo.

Fundadores da revista e membros da direção estadual do PCB, Armênio e Arruda Câmara viviam na clandestinidade e, por cautela, não assinaram o expediente de Seiva. Nas palavras de Falcão, ‘não podia ter nada que ‘cheirasse’ a comunismo, sob pena de ir parar todo mundo na cadeia, com um processo no Tribunal de Segurança Nacional’.. Na célula da Faculdade de Direto, núcleo central dos comunistas baianos, ainda atuava Aristeu Nogueira, sobre o qual há uma biografia inédita escrita por Roberto Martins.

Entrevistados por Terra Magazine, Armênio Guedes, 90 anos, e João Falcão rememoram a fundação da Seiva, a luta contra o fascismo, a censura no Estado Novo e o Partido Comunista nas décadas de 30 e 40. Guedes recebeu a reportagem em São Paulo. Falcão reside em Salvador e falou por telefone. Leia os principais trechos:

Seiva

João Falcão (JF): ‘A Seiva foi a primeira revista do Partido.. A Classe Operária era jornal, criado 13 anos antes. Quando a União Soviética foi invadida pela Alemanha, o Partido mudou a linha de luta contra o Estado Novo. Era a União Nacional para a Defesa da Pátria (de apoio ao governo na luta contra o inimigo comum, o nazifascismo). E Seiva publicou o primeiro editorial da imprensa brasileira sobre essa linha (em junho de 1942). Quando eu voltei do exílio na Argentina, trouxe instruções da Internacional Comunista. E teve um comício que foi realizado aqui na Bahia, no Campo Grande. O comício convocou a população pra se unir e lutar contra o nazifascismo. Foi a primeira vez que essa linha foi divulgada no Brasil.’

Armênio Guedes (AG): ‘Essa revista surgiu depois do golpe de 1937, que instalou o Estado Novo. Estimulou todo tipo de atuação política nossa diante da derrota que nós havíamos sofrido. Pra ter uma idéia, qualquer publicação, na época, tinha que ser registrada no Departamento de Imprensa e Propaganda. E os diretores, as pessoas que se propunham a fazer uma revista, editora ou jornal, tinham que ter uma folha corrida, atestado de ideologia, pra dar início, registrar a revista. Você podia registrar no cartório de Regitro Civil o título e a propriedade do título. Mas, pra começar a funcionar, tinha que ter a aprovação do Departamento de Imprensa e Propaganda, o famoso DIP, coisa da primeira era getulista. A revista foi uma iniciativa de João Falcão, mas foi uma decorrência do trabalho anterior nosso, como militantes do Partido Comunista. Eu, particularmente, entrei no Partido Comunista em 1935, quando ingressei na Faculdade de Direito da Bahia. Aí formamos a célula.’

Censura do Estado Novo

AG: ‘João fez a proposta (de criar a revista) e submeteu ao partido, que aceitou. Teve uma primeira fase, que era literária, cultural, e a segunda fase que a gente inicia depois da Segunda Guerra, mas o Brasil sem entrar, neutro. Nós também tínhamos uma posição de neutralidade naquela época, porque a União Soviética não tinha entrado na guerra. Houve até confusões no partido, por causa do pacto germano-soviético. O fato é que essa proposta foi aceita e nós organizamos com esse caráter porque não podia ser nada com a pinta de que ia ser uma revista de esquerda, antifascista.. O DIP podia negar o registro da revista ou ela ser registrada com uma coisa muito marcada. Uma revista de esquerda seria, obviamente, fechada, como aconteceu algumas vezes com outras. É a primeira revista feita assim com caráter nacional. Tinha revistas de esquerda, a Seiva foi, parece que sem dúvida, a primeira com o apoio do Partido.’

JF: ‘Bem, a censura do período da ditadura de Vargas era mais oculta, mais disfarçada. Nós íamos ao censor e ele lia as matérias. Isso no caso de uma revista. No caso do jornal, já era diferente. Em Salvador, o censor era médico de crianças (Enéas Torreão Costa), uma pessoa muito boa. Dizem que o prestígio dele como censor vinha do fato de ser compadre do Filinto Muller (chefe da Polícia no governo Vargas), que batizou o filho dele. De modo que isso dava a ele um certo respaldo pra não sofrer consequências. Nós aproveitamos muito isso. A revista, realmente, era muito audaciosa, principalmente depois da guerra.’

Juracy Magalhães e os comunistas

JF: ‘Não teve repressão. Porque o Integralismo era muito forte aqui na Bahia. A direção local do integralismo estava fazendo uma campanha brava contra Juracy. Então, ele se concentrou nisso. E não perseguia os comunistas.’

AG: ‘A Aliança Nacional Libertadora teve uma vida muito curta. Houve uma caravana que foi à Bahia. A aliança foi lançada, na Bahia, no (cine) Jandaia, repleto. O Jandaia já acabou, mas era novo, tinha sido inaugurado nos anos 30… Na época, no governo Juracy, nós dizíamos que a Bahia era a Barcelona do Brasil (risos) Tanto que ele (Juracy) foi posto para fora (em 1937). A gente tinha uma situação bem melhor. Na repressão de 1935, não tivemos nada na Bahia. Nada. Tanto que uma porção de gente do comitê central fugiu para a Bahia, em 35, começo de 36…’

Falcão preso

JF: ‘Fui preso a primeira vez porque fui condenado pelo Tribunal de Segurança Nacional a cinco anos de prisão, em 1943. E o estranho é que fui preso com a farda do Exército (risos) Quando veio a ordem de prisão, eu estava servindo ao Exército. Avisei ao meu comandante, previamente, quando Nelson Carneiro, que era meu advogado, me avisou que eu tinha sido condenado. Fui ao comandante e disse a ele que preferia ficar numa prisão no Brasil a fugir, para não ser dado como desertor. Eu tinha confiança, esperança, de que as coisas mudassem. Porque o Brasil já havia rompido relações com a Alemanha e a Itália. O Brasil só entrou em guerra em agosto de 1942.’

Getúlio intercede

JF: ‘Quando fui condenado e preso, as condições políticas já tinham mudado pro Brasil, com a entrada na guerra. Meu advogado fez uma apelação e o Tribunal me absolveu apenas por 3 votos a 2. Fui solto. E um mês depois eu fui preso porque fazia a revista Seiva, novamente. Fui ao Tribunal de Segurança Nacional. Mas Getúlio, por pressão de estudantes lá no Rio de Janeiro… Estava havendo um Congresso de Estudantes e a delegação da Bahia, chefiada por Fernando Sant’Anna, era muito grande e pressionou o Congresso, que tomou uma posição pra ir ao Getúlio, que mandou soltar e eu escapei dessa (risos)’

‘Grupo baiano’ do PCB

AG: ‘Não creio que fosse um grupo. Foi uma coisa surgida naturalmente, não era um ‘grupo baiano’, mas que acabou se constituindo em pessoas que eram muito ligadas entre si e que eram todas mesmo da Bahia. De uma forma ou de outra, em determinado momento, essas pessoas pensaram melhor do que os outros o Partido. O Arruda (Câmara), por exemplo, não era baiano, mas se formou na Bahia como político. Maurício Grabois não participou desse grupo inicial, mas era baiano, tinha certa afinidade, foi colega de Marighella. Quando eu vim para aqui (São Paulo), fui muito ligado a ele, morei na casa dele, fomos os organizadores da Conferência da Mantiqueira. Ele ficou como secretário de propaganda daquela época e eu trabalhava com ele. Enfim, depois se formou uma coisa que podia se chamar de grupo baiano’

Luta antifascista

JF: ‘Foi uma pressão de massa como nunca houve no Brasil. Eram protestos em todo o Brasil, por mais de um mês, depois do afundamento de navios nas costas de Sergipe e da Bahia, com militares, passageiros, crianças… Morreram cerca de 500 pessoas nesses afundamentos de quatro ou cinco navios. Foi um clamor total. A massa saía aqui em Salvador durante mais de uma semana, diariamente, na rua, fazendo comícios, pedindo a declaração de guerra, foi uma pressão…! Acredito que nunca houve, no Brasil, nem na Diretas-Já, um movimento de massa tão intenso, tão forte como foi no período da Segunda Guerra.’’

 

RELAÇÕES PÚBLICAS
Paulo Nassar

O joio e o trigo

‘O evento mais importante das relações públicas norte-americanas é o Spring Seminar, realizado anualmente pela Arthur W. Page Society, que é uma comunidade que congrega os comunicadores das maiores empresas e agências do mundo e um grupo escolhido de professores doutores, reconhecidos mundialmente por suas pesquisas e obras. Agora, em abril, em Nova Iorque, lá estavam, entre os participantes do encontro, os professores James E. Grunig, Paul Argenti e Howard Gardner.

O tema deste ano foi as relações públicas em meio as incertezas causadas pela crise financeira mundial, discutido por estrelas do jornalismo econômico internacional, autoridades do governo norte-americano e especialistas de setores que estão no olho do furacão, especialmente a indústria automobilística. Destacaram-se, entre os speakers, Vijay Vaitheeswaran, correspondente da The Economist, nos Estados Unidos, e Charles Gasparino, colunista do New York Post e editor da CNBC.

Foram dois dias em que se falou muito de gente como Bernard Madoff, ex-presidente da Nasdaq, enjaulado por ter desaparecido, tal como um mandrake pós-moderno e do mal, mais de 50 bilhões de dólares. E, como uma decorrência dos crimes financeiros, falou-se, também, da forma como se comportaram, em meio à crise e aos seus escândalos, os comunicadores empregados nas empresas, protagonistas das lambanças.

O jornalista Charles Gasparino, especialista em Wall Street, autor do livro ‘King of the Club: Richard Grasso and Survival of New York Stock Exchange’, afirmou para a platéia de comunicadores das maiores corporações do mundo que a crise financeira revelou o pior tipo de relacionamento entre as empresas e a imprensa. Um tipo de relações públicas especializada em esconder a verdade sobre os problemas financeiros e fazer a maquiagem retórica e corporal de gente sem conserto. Um trabalho de mediatraining sujo que prejudicou, como se todos fossem iguais, a imagem e a reputação dos comunicadores empresariais e das relações públicas.

Já do lado dos jornalistas especializados em economia, apareceram mal aqueles profissionais que não passavam de simples difusores de informações elaboradas de maneira mais sofisticada pelas empresas financeiras em crise. Uma espécie de release pós-moderno que esconde o trabalho de jornalista malfeito ou engajado em interesses não-jornalísticos.

O corresponde da The Economist, nos Estados Unidos, Vijay Vaitheeswaran, lembrou que é hora das corporações comunicarem os seus valores éticos e manterem o que fazem de melhor. Em resumo que é a hora de sustentar a boa comunicação empresarial.

As exposições e os debates do Spring Seminar, da Arthur W. Page Society, semearam entre os comandantes da indústria e da teoria da comunicação empresarial global que é o momento de radicalizar a separação entre os trabalhos de relações públicas e de jornalismo, para o bem da reputação das duas atividades.. Pela simples razão de que os campos das relações públicas e do Jornalismo – competentes, legais e legítimos – têm objetivos diferentes. No ar, ficou a sensação de que, em tempo de muito joio, é preciso separar o trigo do trigo.

Paulo Nassar é professor da Escola de Comunicações e Artes, da Universidade de São Paulo (ECA-USP). Diretor-presidente da Associação Brasileira de Comunicação Empresarial (ABERJE). Autor de inúmeros livros, entre eles O que é Comunicação Empresarial, A Comunicação da Pequena Empresa, e Tudo é Comunicação.’

 

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