Domingo, 15 de Setembro de 2019
ISSN 1519-7670 - Ano 19 - nº1054
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Tiago Dória Weblog

05/05/2009 na edição 536

TELONA
Tiago Dória

Filme sobre jornalistas e blogueiros tem estréia marcada no Brasil

‘O filme Intrigas de Estado (State of Play) já tem data de estréia no Brasil. Será no dia 12 de junho. Primeiro lugar em bilheteria no Reino Unido e segundo nos EUA, o filme, antes comentado rapidamente por aqui, no blog, tem ganho repercussão por abordar aspectos tão atuais:

* A convergência entre as rotuladas velhas e novas mídias. O ator Russell Crowe é um jornalista que se junta a uma blogueira (atriz Rachel McAdams) para investigar um caso de assassinato (segundo críticas publicadas, o filme explora bastante as diferenças entre esses dois ‘tipos’ de mídia).

* E a crise mais acentuada dos jornais. A atriz Helen Mirren é uma editora que está sendo pressionada para evitar a iminente falência de um jornal impresso.

Segue abaixo uma matéria do programa Metrópolis com mais detalhes sobre o filme, que, apesar de um pouco esteriotipado, parece ser uma boa opção para jornalistas, autores de blogs e estudantes de jornalismo.’

 

TV ONLINE
Tiago Dória

Disney lá e Fox aqui

‘Para complementar o que já publiquei sobre o Hulu, a Disney fechou nesta quarta-feira uma parceria com o site de vídeos, que fornece capítulos e filmes completos e de graça e que já é o 2º mais acessado nos EUA.

Em breve, conteúdo da emissora ABC e da Disney estará disponível no Hulu.

Enquanto isso, aqui, no Brasil, a audiência de pessoas que assistem ‘TV na internet’ cresceu 17% em março, segundo pesquisa do ibope, publicada no site IDGNow!.

Durante a programação, o canal FX Brasil vem fazendo chamadas ao conteúdo que está no Mundo Fox, site que, de graça e sem necessidade de cadastro, fornece capítulos de seriados completos da Fox Networks no Brasil.’

 

GOVERNO
Tiago Dória

Dados públicos e nova briga para o Google

‘Não vi ganhar tanto destaque, mas nesta semana a Google lançou um recurso bem útil, que permite comparar os dados públicos e oficiais de diversas regiões e governos. Você pode, por exemplo, comparar a taxa de desemprego da Califórnia com a do Estado do Texas, nos EUA.

É bem interessante, pois a partir dessas comparações, você consegue ver nuances que antes não eram perceptíveis quando esses dados não estavam digitalizados nem públicos e relacionados.

De certa forma, esse novo recurso promove a ‘transparência política online’, uma das principais revoluções que a internet pode proporcionar ao relacionamento entre governantes e cidadãos.

No Estado de Virgínia, também nos EUA, a pedido do governo local, a Google já havia desenvolvido uma ferramenta que indexa dados públicos.

Fornecer acesso a esse tipo de dado tem se mostrado como mais vital para a democracia do que um político simplesmente montar um perfil em uma plataforma de rede social, algo que, para mim, se não for acompanhado de mais transparência política, serve mais para impressionar leigos (montou um perfil no YouTube e na Facebook, é moderno, mas mudou a forma de fazer política e trabalhar com os dados públicos?).

O novo recurso do Google faz comparações apenas com os dados públicos de cidades e Estados dos EUA. Mas não deixa de ser um começo.

Se a Google abraçar mesmo esse projeto e quiser trazê-lo a outros países, será uma briga boa, mais do que ‘editoras de livros versus Google Book’ ou ‘jornais versus Google News’, pois vai envolver governos, que geralmente não têm interesse em fornecer seus dados de forma pública e transparente na internet.’

 

PÁSSARO VOANDO
Tiago Dória

Twitter não consegue reter maioria dos novos usuários

‘Para mim, o All Things Digital, do WSJ, é um dos melhores sites que está cobrindo toda a movimentação em torno do Twitter.

Principalmente por que vem adotando uma postura distante e crítica em relação à ferramenta, como o bom jornalismo de tecnologia deve ser. Aliás, o All Things Digital tem em sua equipe a jornalista Kara Swisher, na minha opinião, uma das melhores atualmente na área de tecnologia.

Segundo pesquisa da Nielsen Online divulgada no site, a taxa de retenção no Twitter é baixa. Apenas 40% dos usuários voltam a utilizar o serviço após fazer o primeiro cadastro. Ou seja, muita gente faz uma conta no site, mas depois não volta a utilizá-lo.

Sites como Facebook e MySpace, por exemplo, têm uma taxa maior de retenção de usuários do que o Twitter, que vem cada vez mais se popularizando e perdendo o seu caráter ‘cool’ e de ‘exclusividade’.

Os números não são nenhuma surpresa, principalmente depois que celebridades incentivaram a entrada de novos usuários, pessoas que, acredito eu, fizeram uma conta no Twitter mais por curiosidade e que depois não viram muita utilidade na ferramenta.

Sinal de que o Twitter terá que trabalhar mais em políticas de retenção de novos usuários.

Como toda pesquisa, esses números não podem ser tratados como uma verdade absoluta (foi levada em conta apenas as visitas ao endereço www.twitter.com e não os acessos via aplicativos), mas podem indicar uma tendência de resfriamento no site de microblogging, o que também não será nenhuma novidade, os ciclos de algumas tecnologias estão ficando cada vez mais curtos.’

 

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