Segunda-feira, 11 de Dezembro de 2017
ISSN 1519-7670 - Ano 19 - nº969

ENTRE ASPAS > ECOS DA GUERRA

Tribuna da Imprensa

01/06/2004 na edição 279

‘As três principais redes de televisão dos Estados Unidos – ABC, CBS e NBC – decidiram não transmitir ao vivo o discurso que o presidente George W. Bush fez ontem à noite sobre o Iraque.

No pronunciamento, Bush procurou mostrar aos americanos que tem uma estratégia para acabar com o caos e a violência que marcam o Iraque desde que ele declarou o fim dos grandes combates, há um ano. No pronunciamento na Escola de Guerra do Exército em Carlisle, Pensilvânia, Bush anunciou a demolição da prisão de Abu Ghraib – onde prisioneiros iraquianos sofreram abusos por parte de militares americanos – após a devolução da soberania aos iraquianos, prevista para 30 de junho, e detalhou um ‘plano para ajudar o Iraque a obter democracia e liberdade’.

‘A América financiará a construção de uma prisão moderna, de segurança máxima’, disse Bush num trecho do pronunciamento. ‘Quando essa prisão for concluída, os detentos de Abu Ghraib serão realocados. Então, com a aprovação do governo iraquiano, vamos demolir a prisão de Abu Ghraib como um símbolo de um novo começo para o Iraque.’

Bush não deixou de mencionar os abusos na prisão. ‘Sob Saddam Hussein, prisões como a de Abu Ghraib eram símbolos de morte e tortura’, disse. ‘Essa mesma prisão tornou-se símbolo de conduta vergonhosa por parte de uns poucos soldados americanos que desonraram nosso país e desconsideraram nossos valores.’’



O Estado de S. Paulo

‘Dois jornalistas japoneses são mortos em emboscada na estrada’, copyright O Estado de S. Paulo, 29/05/04

‘Dois jornalistas free lance japoneses e seu intérprete iraquiano foram mortos num ataque com granadas propelidas por foguete contra o carro em que trafegavam, ao sul de Bagdá. O diretor de um hospital na localidade de Mahmudiya, a 30 quilômetros de Bagdá, informou que o motorista, que sobreviveu ao ataque, identificou os corpos, que ficaram queimados. Até a noite de ontem a Chancelaria do Japão não havia confirmado se os mortos eram os jornalistas Shinsuke Hashida, de 61 anos e muito conhecido em seu país, e seu sobrinho, Kotaro Ogawa, de 33 anos.

No momento do ataque, os jornalistas estavam voltando da base militar das forças do Japão em Samawa, ao sul da capital. A região de Mahmudiya é uma das mais perigosas do Iraque por causa dos freqüentes ataques da guerrilha que resiste à ocupação do país.

Na região xiita, no sul do país, voltaram a ocorrer enfrentamentos entre tropas dos EUA e a milícia do líder religioso xiita Muqtada al-Sadr, que na quinta-feira propôs aos americanos um acordo para um cessar-fogo nas cidades de Kufa e Najaf. Os combates estouraram em Kufa e cada lado acusou o outro de ter iniciado os disparos. As milícias percorreram a cidade e os comerciantes fecharam as portas. Pelo menos 3 rebeldes xiitas foram mortos e 14 feridos nos confrontos em Kufa. Em Najaf, dois soldados dos EUA foram feridos num ataque a tiros contra seu veículo. Também foram lançados morteiros contra a base militar dos EUA nas imediações de Najaf.

Depois dos choques, tanto os partidários de Al-Sadr como as forças dos EUA reiteraram seu empenho em manter o acordo, pelo qual as duas partes tanto as milícias como as tropas se comprometeram a retirar-se de Najaf e Kufa. Mas o clérigo Al-Sadr declarou à TV árabe por satélite Al-Jazira que não irá desmantelar sua milícia enquanto as forças de ocupação permanecerem no Iraque. (Reuters, AFP, AP e DPA)’



Folha de S. Paulo

‘Fita mostra que imagens do massacre de My Lai quase foram censuradas’, copyright Folha de S. Paulo, 28/05/04

‘O governo americano procurou, sem sucesso, impedir a divulgação de fotos do massacre de mais de 300 pessoas cometido por soldados dos EUA em My Lai, no Vietnã, em 1969.

A intenção está num diálogo entre o então assessor de Segurança Nacional do presidente Richard Nixon, Henry Kissinger, e o secretário da Defesa, Melvin Laird. O diálogo foi divulgado anteontem pelos Arquivos Nacionais dos EUA, em meio ao escândalo da fotos de presos iraquianos sendo torturados por soldados americanos.

‘São pavorosas’, diz Laird, num dos trechos, sobre as fotos de My Lai. Kissinger respondeu que um dos principais auxiliares de Nixon ‘ouviu que o Exército está tentando impedir a divulgação das fotos -mas isso não será possível’.

Na conversa, Laird diz que, embora gostaria de ‘varrer debaixo do tapete’ a questão toda, as fotos não permitiam. ‘Há tantas crianças deitadas ali. Essas fotos são autênticas’, disse.

As transcrições mostram o quão frustrado Nixon estava ficando com a Guerra do Vietnã. Ele ficou irado em 9 de dezembro de 1970, devido ao que viu como o bombardeio insuficiente de alvos no Camboja.

‘Não apenas eles [a Força Aérea] não têm imaginação, como estão apenas administrando essa coisa, bombardeando selvas’, disse Nixon. ‘Eles precisam entrar lá, e quero dizer entrar lá de verdade.’ Kissinger objetou: ‘A Força Aérea foi projetada para travar uma batalha contra a URSS. Não foi projetada para esta guerra’.

Mas o presidente persistiu. ‘Quero que atinjam tudo’, disse Nixon. Kissinger passou a ordem para frente: ‘Uma campanha maciça de bombardeio no Camboja. Qualquer coisa que voe contra tudo o que se mova’. Com o ‘New York Times’’

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PRIMEIRAS EDIçõES >  

Tribuna da Imprensa

Por lgarcia em 03/07/2002 na edição 179

REDE GLOBO

"Deputado conta como Marinho lesou sócios da TV Globo – SP", copyright Tribuna da Imprensa, 29/6/02

"O deputado estadual Afanasio Jazadji (PFL) denunciou ontem no plenário da Assembléia Legislativa a fraude praticada pelo empresário Roberto Marinho contra os 673 acionistas minoritários da antiga TV Paulista, em 1975. ?Em uma operação totalmente irregular, o empresário conseguiu transferir para o próprio nome 48% do capital da emissora, para declarar-se único dono da empresa.

O deputado classificou de ?escandalosas? as manobras de Marinho, que considerou ? mortos ou desaparecidos?, para efeito de recadastramento societário, os 673 acionistas minoritários, alegando que tal procedimento havia sido determinado pelo Dentel, órgão do Ministério das Comunicações.

Direitos

?Foi um abuso societário cometido contra direitos intransferíveis e intocáveis de acionistas que nada mais deviam à empresa, pois suas ações já estavam totalmente integralizada?, disse Jazadji, acrescentando que muitos acionistas eram pessoas famosas e que facilmente poderiam ser encontradas.

O deputado do PFL paulista assinalou que, apesar do Dentel ter realmente solicitado que se regularizasse a situação de acionistas considerados mortos ou não localizados, ?jamais poderia autorizar o confisco de suas ações, dissimulada de subscrição por valor unitário de Cr$1,00 (hum cruzeiro) por ação, transferidas para o nome de Roberto Marinho, em Assembléia Geral Extraordinária por ele próprio presidida?.

Relação

A lista completa com o nome de todos os acionistas, fornecida pelo deputado, será transcrita nos próximos dias no Diário Oficial de São Paulo. Jazadji disse que a lista não pode ser questionada, já que foi apresentada à Justiça pelos próprios advogados que defendem Roberto Marinho na ação movida contra ele pelos herdeiros dos sócios majoritários da TV Paulista.

Nesse processo, que corre na 41? Vara Cível do Rio de Janeiro, os herdeiros reclamam que também teriam sido lesados pelo empresário, em 1964, quando Marinho comprou de Victor Costa Jr. 52% das ações da TV Paulista, para transformá-la em TV Globo de São Paulo, sem saber que o vendedor não era o verdadeiro dono da emissora, pois apenas tinha poder de gestão.

A divulgação da lista pode resultar em uma série de processos contra o empresário, acusado pelo deputado paulista de cometer várias irregularidades contra os acionistas minoritários.

Afanasio Jazadji acredita que os acionistas têm direito a receber bonificações milionárias por conta da valorização da empresa, uma vez que as ações são propriedades que não poderiam ter sido simplesmente tomadas.

A história

Na verdade, a tomada do controle da TV Globo de São Paulo por Roberto Marinho foi feita em dois lances. Originalmente, a TV Paulista era uma sociedade anônima, cujos os sócios majoritários eram quatro membros da família Ortiz Monteiro, com 52% das ações. O resto estava pulverizado entre 673 acionistas minoritários.

A concessão fora ganha em 1952 pelo deputado Oswaldo Hernany Ortiz Monteiro, que criou a Rádio e Televisão Paulista para explorar a concessão. Mas, três anos depois, transferira o controle acionário para Victor Costa, quando a empresa ia mal das pernas.

A única condição era que Costa passasse a concessão do canal para o seu nome junto às autoridades federais. Caso contrário, perderia o direito a controlar a emissora. Como o empresário morreu sem regularizar a situação, quatro anos depois, a transferência do controle acionário jamais se concretizou.

Herança

Com a morte do empresário, em 1959, seu filho Victor Costa Júnior passou a gerir a emissora. Em 1964, apresentando-se como sucessor do pai, negociou com Roberto Marinho o controle da TV Paulista. Mas a efetiva transferência das ações ficou dependendo do inventário de Costa.

Como ele jamais detivera de fato as ações da emissora, elas não constaram da lista de seus bens. Ou seja, seu filho, Victor Costa Júnior, negociara com Marinho o que não possuía, e a regularização da situação da empresa foi sendo adiada até o momento em que Marinho descobriu ter caído numa armadilha, comprando ações de quem não as podia vender.

Resultado: foi preciso ?esquentar? a transação com uma série de procurações e substabelecimentos que se estendiam de 1975 a 1953, dando plenos poderes ao funcionário de Marinho, Luis Eduardo Borgerth, de negociar com elas. De posse desses documentos, Borgerth pôde passar os 52% para Marinho.

Minoritários

Restavam os 48% de ações ainda de posse dos 673 acionistas minoritários, entre os quais se misturavam figuras anônimas a nomes de tradicionais famílias paulistas como Bueno Vidigal, Trussardi, Ermírio de Moraes. Os acionistas foram convocados por Roberto Marinho para uma Assembléia Geral Extraordinária, através de um pequeno anúncio, em letras miúdas, publicado no Diário Oficial de São Paulo.

Ninguém compareceu, como seria de se esperar. Mas a Assembléia, presidida por Roberto Marinho, decidiu que as ações dos ausentes seriam incorporadas ao patrimônio do sócio controlador (o próprio Marinho), ao preço simbólico de CR$ 1,00 (um cruzeiro) cada, a pretexto de ressarcir um empréstimo que teria sido feito à empresa.

Desse modo, Marinho tornou-se o único proprietário da TV e fechou o capital da empresa, transformando-a em TV Globo de São Paulo Ltda., tendo os três filhos como únicos sócios.

Irregularidade

Segundo o deputado Afanasio Jazadji, a operação foi irregular porque ignorou os direitos de propriedade dos acionistas. Outro argumento que reforça a argumentação dos minoritários é o próprio modo como Marinho tomou posse das ações majoritárias da TV.

Confirmando-se a falsificação dos documentos, já constatada em perícia do Instituto Del Picchia, de São Paulo, a Justiça pode declarar a inexistência do ato jurídico que oficializou a transação. Assim, Marinho passaria a não poder sequer ser relacionado entre os acionistas, e a TV Globo de São Paulo passaria a ser novamente propriedade dos antigos acionistas da TV Paulista.

Confira a lista dos 673 lesados

Após longo e detalhado discurso, denunciando atos praticados por Roberto Marinho em assembléias que considerou fraudulentas, o deputado Afanasio Jazadji pediu a transcrição, no Diário Oficial do Estado, para conhecimento de herdeiros, da íntegra da relação dos 673 acionistas-fundadores da atual TV Globo de São Paulo, que nunca receberam seus dividendos pois tiveram suas ações irregularmente assumidas por Roberto Marinho.

De acordo com o deputado pefelista, integram essa lista alguns dos mais notáveis paulistas: José Ermirio de Moraes (ex-senador e empresário emérito), Antonio Silvio Cunha Bueno, Cincinato Braga, Waldemar Seyssel (o palhaço Arrelia), Paulo Taufik Camasmie, Ângelo Fanganiello, Oscar Americano de Caldas Filho, Amador Bueno de Campos Gatti, Constantino Ricardo Vaz Guimarães, Bento do Amaral Gurgel, Samuel Klabin, Abraão Jacob Fafer, Guerino Nigro, Cláudio de Souza Novaes, José Pillon, Brasílio Rossetti, Francisco Rossi, Eduardo Salem, Rubens Salem, Alfredo Savelli, Rafael Noschese, Oswaldo Scatena, Oswaldo Schimidt, Christiano Altenfelder Silva, Vicente Amato Sobrinho, Edgard Pinto de Souza, René de Castro Thiollier, Paulo e Romeu Trussardi, Sylvio Bueno Vidigal e muitos outros."

 

"Globo começa a mudar mercado nos EUA", copyright Folha de S. Paulo, 26/6/02

"A parceria entre a Globo e a Telemundo -emissora voltada ao público latino dos EUA- começou a modificar esta semana o mercado da TV norte-americana.

?O Clone?, que estreou há um mês dublado em espanhol, foi responsável pela primeira vitória da Telemundo contra a líder Univisión, que tem 60% da audiência entre os hispânicos no país. Já ?Vale Todo?, que a Globo está produzindo no Brasil com atores latinos, não foi líder na estréia, anteontem, mas aumentou em cerca de 20% a audiência do canal entre as principais cidades do país.

Na média nacional, deve ter alcançado um acréscimo de pelo menos 180 mil telespectadores em relação à audiência que a Telemundo tinha entre 21h e 22h, horário em que a novela vai ao ar.

O primeiro capítulo de ?Vale Todo?, uma versão do sucesso de Gilberto Braga que foi ao ar no Brasil em 1989, foi assistido em uma suíte de um hotel em Miami pelo presidente da Telemundo, James McNamara, por executivos da emissora, por parte do elenco e pela equipe da Globo. Do Brasil, estavam José Paulo Vallone, diretor responsável pela parceria de ?Vale Todo?, Yves Dumont, autor da versão latina da trama, Marcelo Paranhos, produtor-executivo, e Wolf Maia, que dirige a novela.

Nos bastidores, a presença do diretor foi vista como uma tentativa de aliviar o clima tenso com o elenco, formado por artistas de vários países da América Latina.

A relação ficou complicada desde que Maia declarou que os atores eram ?overacting?, mais próximos da atuação usada em novelas mexicanas. Executivos da Telemundo chegaram a dizer que era uma visão preconceituosa.

?É um preconceito. México e Brasil têm estéticas diferentes, mas não podemos dizer que uma é melhor do que a outra. Cada uma tem o seu público. Além disso, ?Vale Todo? não é uma novela mexicana?, disse à Folha Carlos Bardasano, vice-presidente de programação da Telemundo.

Ontem, pouco antes da estréia, Maia elogiou o elenco e disse que conseguiu trazer os atores para uma interpretação mais realista, ?próxima do cinema, da linguagem da televisão brasileira?.

Antonio Fagundes fez uma participação especial no primeiro capítulo de ?Vale Todo?, com a voz dublada. Ele, que na primeira versão fez o papel de Ivan, marido de Raquel (Regina Duarte), na novela em espanhol interpretou o pai da personagem principal. A presença de Fagundes foi uma estratégia para promover a estréia, aproveitando o sucesso que ?Terra Nostra? -em que o ator foi um dos protagonistas- teve no país no ano passado."

 

"Net negocia para rolar dívida de US$ 80 mi", copyright Folha de S. Paulo, 28/6/02

"A Net (nova denominação da Globocabo) iniciou entendimentos com um grupo de 15 bancos credores para adiar o pagamento de dívidas de aproximadamente US$ 80 milhões, que vencem em outubro deste ano e em outubro de 2003.

O objetivo da empresa é adiar o vencimento dos débitos para os próximos anos, enquanto se dedica à uma reestruturação financeira e administrativa.

Com isso, a Net passa a fazer parte do grupo de empresas de telecomunicações no Brasil que têm procurado alongar suas dívidas, devido à crise no setor.

A operadora de TV a cabo já fechou um acordo de aporte de capital com a maioria dos seus acionistas majoritários, até mesmo com o BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social).

O diretor-geral da empresa, Luiz Antonio Viana, disse, no entanto, que a renegociação e o alongamento da dívida são importantíssimos para a Net. ?O alongamento é absolutamente necessário. Há uma concentração muito grande de dívidas que vencem em outubro de 2002 e 2003. E queremos concentrar nossos esforços na reestruturação da companhia?, afirmou Viana.

Aportes

Segundo o executivo, os entendimentos finais para o aporte de capital de R$ 1 bilhão na Net, por parte dos seus principais acionistas, como as Organizações Globo, Bradesco, grupo RBS e BNDES, devem terminar em julho.

?A partir daí faremos um road show [encontro com investidores? em São Paulo, Estados Unidos e Europa para captar mais dinheiro no mercado?, disse Viana.

O total da dívida líquida da Net é de R$ 1,6 bilhão. Mesmo com o apoio da maioria de seus acionistas majoritários, a operadora não conseguiu até agora convencer a Microsoft a participar também do processo de aporte de capital.

A multinacional norte-americana detém atualmente 8,7% das ações ordinárias (com direito a voto) da operadora. Caso não injete mais dinheiro na Net, sua participação acionária cairia para cerca de 5%.

?Estamos conversando com a Microsoft. O acordo com ela depende dos equipamentos e softwares que iremos usar na construção da nossa primeira rede de cabos digitais?, disse Viana.

Interatividade

A Net pode usar softwares da Microsoft na nova tecnologia, que permite maior interatividade dos usuários com a programação dos canais da operadora. O valor do investimento, no entanto, é que tem travado o acordo.

A Net passou ontem a ser a primeira companhia listada no nível 2 da Bovespa (Bolsa de Valores de São Paulo).

A decisão garante aos acionistas minoritários mais acesso a informações da companhia.

A mudança de status também permite que os acionistas preferenciais (sem direito a voto) recebam 100% do valor da ação pago para os ordinários (com direito a voto), em caso de venda da companhia.

A entrada no nível 2 é uma forma de a Net tentar atrair novos investidores. ?Nossa meta é captar R$ 280 milhões no mercado?, disse Viana.

Até dezembro, a operadora pretende aderir ao novo mercado da Bovespa, que transforma todas as ações preferenciais em ordinárias, garantindo direito de voto a todos os acionistas."

 

"Globo continua com campanha antidrogas", copyright O Estado de S. Paulo, 28/6/02

"A Globo utilizou imagens da novela O Clone em uma campanha contra as drogas que começa a ir ao ar hoje. O filme exibe cenas de Mel (Débora Falabela) bebendo perfume e roubando junto com Regininha (Viviane Victorelli), Lobato (Osmar Prado) caído no chão depois de se drogar, e Nando (Thiago Fragoso), drogado, dançando em uma festa. Durante essas cenas, será estampada no vídeo a palavra ?Ficção?.

Intercalados às cenas estarão depoimentos de pessoas que passaram pelo drama das drogas na vida real – seqüência para a qual está reservada a palavra ?Realidade? na tela. A campanha é uma iniciativa da emissora e o filme foi criado pela Divisão de Propaganda da Globo."

"Net, ex-Globo Cabo, tem a nota rebaixada", copyright Folha de S. Paulo, 30/6/02

"A Net, antiga Globo Cabo, teve rebaixada a sua nota de crédito pela agência de risco Standard & Poor?s. A Net tem como principal acionista a Globopar e é a maior empresa de TV paga do país. Sua nota baixou de ?B+? para ?CCC+?."

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