Terça-feira, 26 de Setembro de 2017
ISSN 1519-7670 - Ano 19 - nº959

FEITOS & DESFEITAS > MÍDIA & MERCADO

Novo WSJ vai balizar área editorial de Murdoch

Por Lisa O’Carroll em 10/07/2012 na edição 702
Reproduzido da Folha de S.Paulo, 4/7/2012; tradução de Paulo Migliacci

O Wall Street Journal passará a ser conhecido como WSJ e terá “posição central” na nova estratégia editorial de Rupert Murdoch. O jornal econômico, comprado em 2007, será o coração da operação editorial que, na semana passada, foi separada da de entretenimento. Analistas sugerem que o Wall Street Journal, que tem 1,3 milhão de pagantes para sua edição digital, servirá como modelo para os jornais do empresário. A decisão de alterar seu nome, segundo eles, sinaliza a determinação de Murdoch de promover a marca e a agência de notícias Dow Jones, que fica atrás da Reuters em notícias financeiras.

A Wall Street Journal Digital Network, que inclui veículos digitais como WSJ.com e WSJ Live, em plataformas como iPhone, iPad, celulares, tablets Android e leitores eletrônicos Nook e Kindle, tem 56 milhões de visitantes únicos ao mês, com média mundial mensal superior a 34 milhões de visitantes para o WSJ.com, de acordo com a empresa de medição de audiência Omniture.

Phil Webster, editor da versão online do britânico Times, do grupo de Murdoch, afirma que a decisão de começar a cobrar pelo acesso on-line aumentou as receitas. Segundo ele, o site agora fatura mais com assinaturas e publicidade do que quando seu acesso era gratuito e a renda provinha somente da publicidade. O Times Online tem 130 mil assinantes; a versão impressa tem 170 mil assinaturas.

***

[Lisa O’Carroll, do jornal The Guardian]

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