Quarta-feira, 22 de Novembro de 2017
ISSN 1519-7670 - Ano 19 - nº967

FEITOS & DESFEITAS > OBSERVAÇÃO DO LEITOR

Publicidade no rádio

31/07/2012 na edição 705

Quando eu estava na Argentina, reparei que quando ia começar o tempo publicitário na programação da rádio, eles paravam tudo e, com muito seriedade, diziam algo como “Começa agora o espaço publicitário”, e então começavam as propagandas de produtos e serviços. Quando ia voltar a programação musical, a mesma voz séria dizia “Encerra-se agora o espaço publicitário”. Era muito diferente do que conheço aqui no Rio, onde, segundo me parece, os publicitários parecem lutar para fazer exatamente o oposto! Ou seja, maquiar e ocultar ao máximo a intenção de estar vendendo ou influenciando alguém a comprar alguma coisa. Por que isso só acontece lá e não aqui? (Valdinei Mota, músico, São Gonçalo, RJ)

 

Mudanças climáticas

Tenho visto o jornalismo da Globo falando em aquecimento global que a ONU/EUA fomentam. E a Band, com o professor Molion e uma equipe da USP, falando sobre uma nova glaciação. Bem, que jogo político é esse que redes de informação tomam partido num fato tão importante que vai colocar em risco a sobrevivência humana no planeta? (Wa Mor, taxista, São Paulo, SP)

 

Sobre comentário referente ao programa Direito & Literatura no OI 704

Comunicamos que o programa Direito & Literatura, uma produção da TVE e do Instituto de Hermenêutica Jurídica do programa de Pós-Graduação da Unisinos, terá sua última exibição por essa emissora no dia 29 de julho. A decisão pelo encerramento do programa foi tomada pela diretoria-executiva da Fundação Piratini (mantenedora da TVE e da FM Cultura) com o apoio do seu Conselho Deliberativo, formado por 25 representantes da sociedade civil, incluindo representantes das universidades. O cancelamento do programa decorre da não renovação de termo de cooperação técnica entre a Fundação e o Instituto. Considerando o seu formato e a sua temática específica – debate de obras literárias clássicas à luz da hermenêutica jurídica –, o referido programa foi considerado inadequado aos propósitos de uma televisão pública e aberta. Ademais, apesar dos esforços da Fundação, o acordo vigente não garantia a contrapartida necessária, podendo comprometer a boa gestão da coisa pública. Quanto às responsabilidades da TVE para com a literatura, ela deve ser abordada – e será – de modo didático, plural, amplo e acessível aos telespectadores, induzindo efetivamente à leitura (Anahy Metz, jornalista da Fundação Piratini, Porto Alegre, RS)

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