Sábado, 14 de Dezembro de 2019
ISSN 1519-7670 - Ano 19 - nº1067
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FEITOS & DESFEITAS >

Sobre programas do ‘OI’

18/06/2013 na edição 751

Meu caro Alberto Dines, muito obrigado a você por este belo presente: filmes realizados pelo Observatório da Imprensa. Além do magnífico panorama histórico, apreciei muito a evocação de momentos que todos nós da velha guarda vivemos com intensidade.

Respondo-lhe com algum atraso devido a circunstâncias ligadas à minha convalescença: há quase três anos, venho lutando com a doença, pois tive câncer de intestino e passei por duas operações bem sucedidas. Encontro-me em franca recuperação e até já consigo ir trabalhando: estou às voltas com a elaboração de outro livro sobre a FEB, desta vez um trabalho puramente pessoal, sem a tentativa de ficção do Guerra em Surdina. Estou animado e acredito que tudo vai dar certo. Mais uma vez, muito obrigado e aceite o abraço amigo do Boris Schnaiderman (escritor, tradutor e ensaísta).

 

Entrevista com João Roberto Marinho – 1

Prezado jornalista Alberto Dines, Pensei que um dos Marinhos entrevistados ontem [11/6] pelo senhor iria explicar o que as Organizações Globo têm feito pelo Brasil. Por exemplo, impedir a eleição do Lula em 1994, tentar impedir a eleição do Brizola, o que fizeram com o ministro Abi Ackel, vender tempo de televisão para o Sílvio Santos, pagar Imposto de Renda como assalariado e outras coisas mais. Aliás, ontem faltou a legenda: “Gentilmente cedido pelas Organizações Globo” (José Maria Filardo Bassalo, professor universitário aposentado, Belém, PA)

 

Entrevista com João Roberto Marinho – 2

Senhor Dines, meu maior respeito, reverência e admiração. Gostaria, sem o menor vestígio de crítica, de dizer que o senhor levantou muito a bola do Marinho na entrevista e permitiu que ele nadasse de braçadas no programa. Sei que devemos tratar bem os nossos convidados, mas o senhor poderia “espetá-lo” um pouco mais (Carlos Alberto de Araújo, aposentado, Rio de Janeiro, RJ)

 

Entrevista com João Roberto Marinho – 3

Lamentável sua posição e a do representante da família que detém a maior parte do poder da mídia deste país, João Roberto Marinho. Execrável vocês dois defenderem a impossibilidade de existirem canais pertencentes a igrejas assim como se venderem horários às igrejas. Ora, se são vendidos horários (propagandas) para quem quer que seja, inclusive para incentivar o alcoolismo, não será permitido para se levar a palavra de Deus? Alberto Dines, eu o tinha em alta conta! A propósito, não precisa dizer na TV que é ateu, ninguém perguntou… (José Andyara Vieira, servidor público estadual, Jacarezinho, PR)

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