Segunda-feira, 28 de Maio de 2018
ISSN 1519-7670 - Ano 19 - nº988
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FEITOS & DESFEITAS > MÍDIA & MERCADO

Agências querem liberdade na propaganda

Por ‘OG’ em 28/10/2014 na edição 822
Reproduzido do Globo.com, 15/10/2014

No dia em que tomou posse o novo conselho consultivo da Federação Nacional das Agências de Propaganda (Fenapro), o mercado publicitário deu um recado ao Congresso Nacional, com a publicação da Carta do Rio, em que defende a liberdade da expressão comercial e repudia qualquer iniciativa de proibição de publicidade. Em cerimônia no Copacabana Palace, Glaucio Binder, presidente da Fenapro e sócio e diretor-geral da agência carioca Binder, defendeu que a discussão sobre o tema seja feita com mais consciência:

– Temos aproximadamente 560 projetos em Brasília que, de alguma maneira, tentam interferir no nosso negócio. Muitos pleiteiam coisas que não fazem sentido e muitos pleiteiam coisas que já estão cobertas pelo Conselho Nacional de Autorregulamentação (Conar).

Ele lembrou que “tudo o que existe lícito no Brasil deve ter o direito de se comunicar com seu consumidor” e que o Conar já fixa regras. A proposta é levar a carta a um representante do novo Congresso, mas ainda não há data marcada.

Estabilidade para a publicidade

O novo conselho é formado por doze integrantes: Octávio Florisbal, membro do Conselho Diretor do Grupo Globo; José Roberto Whitaker Penteado, presidente da ESPM; Luis Lara, presidente da Lew’LaraTBWA; Oswaldo Mendes, da Mendes Publicidade; Cecília Freitas, do Gruponove de Comunicação; José Dionísio Rodrigues, do Grupo OM Comunicação Integrada; e pelos ex-presidentes da federação Luiz Salles, sócio da SPGA; Ricardo Nabhan, presidente da ZN Marketing; Álvaro Rezende, da RC Comunicação; AntonioLuiz de Freitas, da Master Comunicação; José Antonio Calazans, do Sinapro-RJ e sócio-diretor da Contemporânea; e Valdir Siqueira, consultor de propaganda e marketing.

– O conselho é mais um caminho para orientar a atividade da Fenapro, garantir mais estabilidade na publicidade e evitar o cerceamento que está começando a existir no Congresso – afirmou Rezende, que assumiu a presidência do conselho consultivo.

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