Domingo, 19 de Novembro de 2017
ISSN 1519-7670 - Ano 19 - nº966

CADERNO DO LEITOR > INFORMAÇÃO & CONHECIMENTO

A questão é a educação

03/02/2004 na edição 262

Informação é necessária, mas não suficiente para garantir o processo de conhecimento [‘Ensaio de orquestra’, de Nilson Lage]. Estamos vivendo a sociedade da informação, mas não adentramos ainda a do conhecimento. Precisamos muito mais em organização, reflexão, proposição, criação, originalidade. A informação pode ser replicada infinitamente. Pode ser arma de formação de opinião, de convencimento ou de manobra de massa, mas não garante o exercício de um sujeito de direito. E aí entra a questão da educação.

Araci Hack Catapan, professora-doutora da UFSC

Leia também

Ensaio de orquestra – Nilson Lage

 

OLHA A LÍNGUA!
O assassinato do plural

Parabéns pelo fantástico Observatório da Imprensa, que recebo sempre via e-mail. Parabéns também pelas denúncias contra a revista Caros Amigos e seus lamentáveis artigos anti-semitas, travestidos de esquerda ‘politicamente correta’.

Gostaria de propor um estudo sobre um assunto mais ameno, aproveitando o artigo publicado sobre a língua espanhola. Existe um fenômeno paulista (ou será paulistano) que é o ‘assassinato do plural’. Aquela famosa piada ‘um chops e dois pastel’ revela na verdade um problema que infelizmente não está restrito às piadas, mas pode ser encontrado em toda parte, inclusive vindo de pessoas que deveriam cuidar da língua portuguesa. Os cariocas, com seu ‘s’ chiado (doish pastéish) pelo menos preservam o plural, e os gaúchos talvez sejam os únicos em todo o Brasil que ainda cultivam (com correção) a segunda pessoa do singular.

Enquanto isso, nós, os paulistas, estamos assassinado o plural… Coitada da língua portuguesa…

É bem verdade que o inglês, língua ‘universal’, já aboliu o plural e a segunda pessoa do singular há muito tempo…

Hilton Barlach

 

FREI CANECA
Que se explique

Venho apoiar as considerações do professor Marco Morel, cujo trabalho acadêmico é de longa data uma referência para os pesquisadores do tema. Sugiro, portanto, que este espaço peça à deputada que se explique e corrija essa situação o mais rapidamente possível.

Karina Kuschnir

Nota do OI: Prezada leitora, enviamos e-mail à deputada tão logo recebemos a denúncia. Não obtivemos resposta.

Leia também

Autoria e ‘livre adaptação’ – Marco Morel

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