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Sexta-feira, 17 de Agosto de 2018
ISSN 1519-7670 - Ano 19 - nº1000
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FEITOS & DESFEITAS > OBSERVAÇÃO DO LEITOR

Mídia eletrônica e eleição no MS

30/10/2012 na edição 718

A capital do Mato Grosso do Sul, Campo Grande, teve a campanha para o segundo turno das eleições municipais polarizada por duas mídias eletrônicas. A primeira (www.campograndenews.com.br) defendeu o candidato do governador e, assim, ali só apareciam notícias favoráveis a seu candidato e desfavoráveis ao adversário, enquanto a outra (www.midiamax.com.br) faz exatamente o oposto. Ou seja, os dois principais veículos de comunicação em Mato Grosso do Sul têm interesses próprios nas suas notícias, e não os de informar os seus internautas. É triste, isso. (Widinei Alves Fernandes, professor, Campo Grande, MS)

 

Cobertura do JN

Estou indignada e peço ajuda. Na quarta-feira (24/10), circulou todo o dia nas redes sociais o absurdo caso do suicídio coletivo dos indígenas em MS. Sequer uma linha no Jornal Nacional! Como pode? Eles não se preocupam nem com o que circula nas novas mídias. Alguém precisa fazer uma crítica à cobertura dos jornais na TV brasileira. Uma vergonha. (Maria Inês Berloffa, professora, São Paulo, SP)

Nota do OI: Não houve suicídio coletivo de indígenas no Mato Grosso do Sul. Ver, nesta edição do OI, “Onde a notícia está”.

 

Crítica

Assistindo à mídia nos últimos dias, tenho notado que todos os meios de comunicação estão noticiando a saga de um rapaz, viciado em drogas, que por ter traços bem definidos de “beleza”, está sendo ajudado, principalmente pela imprensa, a receber tratamento diferenciado, inclusive com internação em clínica de viciados, pagos por sei lá quem. Fica aqui a minha crítica, pois no nosso país são mais de 1,8 milhão de pessoas viciadas que vivem em Cracolândias espalhadas pelo país e não recebem apoio de ninguém (Salomão Feitosa, servidor público federal, Gama, DF)

 

A crítica à imprensa imediática

Qual é o real papel da imprensa na atualidade? Vivemos na atual circunstância uma realidade na qual os órgãos de imprensa são imediáticos. Apenas estão comprometidos com os interesses dos seus patrocinadores. A notícia ficou atrelada a esses interesses. Não existe um real sentido de ser com o processo democrático – conquista recente em nossa sociedade. A democracia, representação máxima dos interesses da maioria do povo, parece ter sido esquecida ou relegada a um segundo plano. Como manter assim dessa forma plena os direitos do processo democrático assegurado, se a imprensa é vital para a manutenção desse processo? Porém, sendo cada vez mais banalizado o papel da mídia no país, percebemos uma fragilidade de seus reais valores com a manutenção e consolidação do regime democrático no Brasil (Luís Fernando Marmontel, historiador, Porto Alegre, RS)

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