Terça-feira, 11 de Dezembro de 2018
ISSN 1519-7670 - Ano 19 - nº1016
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Hispânicos nos EUA preferem notícias em inglês

27/04/2004 na edição 274

Pesquisa do Pew Hispanic Center mostra que os imigrantes latinos nos EUA preferem se informar por veículos na língua inglesa que em seu idioma materno. Os hispânicos compõem 13,5 % da população americana e, sendo a maior minoria do país, têm várias opções de fontes de informação em espanhol, como jornais e canais de TV. Ainda assim, 44% dos latinos acompanham veículos nas duas línguas, 31% somente em inglês e 24% apenas em espanhol. O estudo mostrou ainda que, quanto mais tempo o imigrante vive nos EUA, mais ele prefere o inglês. O espanhol é o idioma favorito para acompanhar notícias apenas daqueles que emigraram há pouco tempo. Também há uma tendência de os hispânicos preferirem ver em espanhol as novidades sobre suas terras natais. Com informações da Reuters [19/4/04].



Juiz investiga morte de jornalista no Iraque

Na terça-feira, 20, o juiz Baltasar Garzon solicitou documentos à Espanha, EUA e Grécia sobre a morte de um jornalista espanhol que morreu enquanto cobria a guerra do Iraque. Na carta, o juiz pede para que os departamentos de Estado, Defesa e Justiça dos EUA confirmem se estão investigando a morte de Jose Couso, que trabalhava para a emissora de TV espanhola Telecinco. Couso morreu em 8 de abril de 2003, depois que a tripulação de um tanque militar americano atirou uma bomba no Hotel Palestine, em Bagdá, onde vários jornalistas estavam hospedados para cobrir a guerra. O cinegrafista ucraniano Taras Portsyuk, da agência de notícias Reuters, também morreu na ocasião. Garzon pediu que o Centro Nacional de Inteligência da Espanha e a Embaixada da Grécia em Madri forneçam documentos sobre o caso. A Grécia comandava a presidência da União Européia na data da morte de Couso. O Pentágono isentou a responsabilidade dos soldados que atiraram a bomba. Um relatório do Pentágono divulgado em agosto afirmou que a tripulação atirou contra o que pensou ser um ponto inimigo em uma varanda do hotel, e que os soldados não sabia que havia jornalistas hospedados ali. No fim do ano passado, o Supremo Tribunal espanhol, a pedido da família de Couso, concordou em considerar a possibilidade de processar os membros da tripulação do tanque. Informações da AP [20/4/04].

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