Terça-feira, 20 de Agosto de 2019
ISSN 1519-7670 - Ano 19 - nº1051
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FEITOS & DESFEITAS >

Liga Inglesa ganha apoio em ação contra o YouTube

14/08/2007 na edição 446

A National Music Publishers` Association, maior associação de editoras de música dos EUA, a Liga de Rugby, a Associação Finlandesa de Futebol e o escritor Daniel Quinn estão entre oito partes interessadas que se uniram à Premier League, principal divisão do campeonato de futebol inglês, e à distribuidora musical Bourne & Co em processo contra o Google e o YouTube. O serviço de compartilhamento de vídeos é acusado de encorajar a violação de direitos autorais. ‘A mensagem para o YouTube e o Google é simples: seu modelo de negócios insensível e oportunista vai contra o que é correto, contra a lei, e deve ser interrompido’, afirma Dan Johnston, porta-voz da Liga Inglesa de Futebol. No início deste ano, a Viacom, dona da MTV Networks, também entrou com ação contra o Google – que comprou o YouTube no ano passado – pedindo US$ 1 bilhão por violação de copyright e a retirada de centenas de milhares de vídeos da Viacom postados no sítio sem autorização. Informações da Reuters [6/8/07].

Corte de música contra Bush cria polêmica na rede

Um show de rock da banda Pearl Jam transmitido online pela AT&T teve uma música com críticas ao presidente George W. Bush censurada. A letra, que dizia ‘George Bush, deixe o mundo em paz’ e ‘George Bush, vá procurar outro lugar para morar’, foi adaptada a um trecho da famosa canção Another Brick in the Wall, do grupo Pink Floyd. O show, em Chicago, foi exibido no sítio Blue Room. A AT&T afirmou que a censura, na verdade, tratou-se de um erro da companhia contratada para cuidar da transmissão. ‘Esta letra não deveria ter sido, em hipótese alguma, editada’, afirmou o porta-voz da gigante americana de telecomunicações, Michael Coe. ‘Nós sentimos muito e estamos chateados com o incidente. E estamos trabalhando para que isso não aconteça novamente’. Em sua página oficial na internet, o Pearl Jam declarou que ‘isso causa problema para nós, como artistas, mas também como cidadãos preocupados com a questão da censura e da crescente consolidação do controle da mídia’. Informações da Reuters [9/8/07].

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