Segunda-feira, 27 de Abril de 2015
ISSN 1519-7670 - Ano 18 - nº 847

FEITOS & DESFEITAS > REGULAÇÃO EM DEBATE

O poder dos meios de comunicação de massa

Por Alice Martins Morais em 20/06/2011 na edição 647

Os meios de comunicação – em especial, os de massa – têm, atualmente, um poder grandioso sobre a população brasileira. Eles exercem um papel fundamental na formação da opinião pública e na formação de ideologias, seja influenciando positivamente, seja influenciando negativamente.

Estamos vivendo uma época em que informação é poder e quem tem a informação é aquele que tem “o mundo em suas mãos”. Assim, podemos dizer que o poder, hoje, está na mídia, já que ela é a principal responsável pela transmissão dessa informação ao restante da população. O problema enfrentado ultimamente é o modo pelo qual essa transmissão é feita. Presenciamos, nestes últimos tempos, uma diminuição de jornalistas (profissão que designa os principais detentores da informação) sérios e objetivos, que realmente querem transmitir a informação de maneira verídica, em detrimento do crescimento de jornalistas que estão neste cargo visando a fazer parte do poder, custe o que custar.

Organizar e regulamentar

Em função disso, está cada vez mais fácil perceber a importância que os meios de comunicação de massa têm neste país, principalmente se observarmos a manipulação da imprensa brasileira e a forma pela qual esta vem conseguindo formar ideologias e opiniões da maneira como os grandes poderosos da mídia quiserem, chegando até, em alguns casos, a alterar a realidade, como foi visto nas últimas eleições (2º semestre de 2010), quando o Pig (Partido da Imprensa Golpista, termo criado pelo jornalista Paulo Henrique Amorim – um dos poucos jornalistas sérios restantes – para se referir aos órgãos da imprensa e jornalistas considerados “tendenciosos”) fez de praticamente tudo para desestabilizar o governo com orientação política contrária, criando, inclusive, boatos (o que antigamente era considerado um fenômeno exclusivo do mundo de “celebridades”). Isso só para se ter um exemplo do poder da mídia.

É preciso, então, haver um controle maior para organizar e regulamentar os meios de comunicação, especialmente os de massa, no Brasil, tendo em vista o poder grandioso que estes têm sobre a população, para que este não seja um “país de ideias falsas” (como uma vez disse Rui Barbosa), para que a imprensa cumpra seu dever da verdade, a mídia exerça a democracia, e não, a oligarquia; a liberdade de expressão seja exercida sem abusos, de forma equilibrada e justa, a população seja mais bem informada e para que o poder dos meios de comunicação de massa seja, enfim, algo positivo, e não apenas um fato.

***

[Alice Martins Morais é estudante, Castanhal, PA]

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O poder dos meios de comunicação de massa

Por Alice Martins Morais em 20/06/2011 na edição 647

Os meios de comunicação – em especial, os de massa – têm, atualmente, um poder grandioso sobre a população brasileira. Eles exercem um papel fundamental na formação da opinião pública e na formação de ideologias, seja influenciando positivamente, seja influenciando negativamente.

Estamos vivendo uma época em que informação é poder e quem tem a informação é aquele que tem “o mundo em suas mãos”. Assim, podemos dizer que o poder, hoje, está na mídia, já que ela é a principal responsável pela transmissão dessa informação ao restante da população. O problema enfrentado ultimamente é o modo pelo qual essa transmissão é feita. Presenciamos, nestes últimos tempos, uma diminuição de jornalistas (profissão que designa os principais detentores da informação) sérios e objetivos, que realmente querem transmitir a informação de maneira verídica, em detrimento do crescimento de jornalistas que estão neste cargo visando a fazer parte do poder, custe o que custar.

Organizar e regulamentar

Em função disso, está cada vez mais fácil perceber a importância que os meios de comunicação de massa têm neste país, principalmente se observarmos a manipulação da imprensa brasileira e a forma pela qual esta vem conseguindo formar ideologias e opiniões da maneira como os grandes poderosos da mídia quiserem, chegando até, em alguns casos, a alterar a realidade, como foi visto nas últimas eleições (2º semestre de 2010), quando o Pig (Partido da Imprensa Golpista, termo criado pelo jornalista Paulo Henrique Amorim – um dos poucos jornalistas sérios restantes – para se referir aos órgãos da imprensa e jornalistas considerados “tendenciosos”) fez de praticamente tudo para desestabilizar o governo com orientação política contrária, criando, inclusive, boatos (o que antigamente era considerado um fenômeno exclusivo do mundo de “celebridades”). Isso só para se ter um exemplo do poder da mídia.

É preciso, então, haver um controle maior para organizar e regulamentar os meios de comunicação, especialmente os de massa, no Brasil, tendo em vista o poder grandioso que estes têm sobre a população, para que este não seja um “país de ideias falsas” (como uma vez disse Rui Barbosa), para que a imprensa cumpra seu dever da verdade, a mídia exerça a democracia, e não, a oligarquia; a liberdade de expressão seja exercida sem abusos, de forma equilibrada e justa, a população seja mais bem informada e para que o poder dos meios de comunicação de massa seja, enfim, algo positivo, e não apenas um fato.

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