Terça-feira, 25 de Setembro de 2018
ISSN 1519-7670 - Ano 19 - nº1005
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FEITOS & DESFEITAS > THE WASHINGTON POST

Um contato nem sempre fácil

26/08/2008 na edição 500

Em sua coluna de domingo [24/8/08], a ombudsman do Washington Post, Deborah Howell, avalia as dificuldades apresentadas pelos leitores para entrar em contato com o diário. Na opinião de Deborah, os jornalistas devem ser, na medida do possível, acessíveis ao público, e os padrões e normas éticas do jornal também devem ser fáceis de ser encontrados.

Os editores do jornal, assim como a ombudsman, afirmam receber muitos e-mails de leitores. Ainda assim, semanalmente há reclamações sobre a dificuldade de encontrar informações específicas nas versões impressa e online do Post. Nem sempre o leitor quer reclamar; ele dá sugestões de pautas, oferece mais informações sobre uma matéria e também elogia. No Post, não há um lugar específico no qual é divulgado como entrar em contato com uma seção, um repórter, um editor, ou para quem enviar avisos de pautas, onde pedir uma correção, ou ainda como resolver um problema de entrega.

Na edição impressa, há um box que é publicado nas primeiras páginas da seção A, algumas vezes por semana, com valores de assinaturas e telefones dos escritórios regionais e redações. No entanto, a letra da fonte é muito pequena e não é oferecido nenhum endereço de e-mail.

Muitos leitores questionam por que os repórteres do Post não colocam seus e-mails nas matérias, como muitos jornais já fazem. Alguns editores do diário acham que isto é uma perda de espaço e os repórteres não querem ter que lidar com mais e-mails do que já recebem mesmo sem esta divulgação. Já outros repórteres optam por colocar o endereço eletrônico nas matérias online. Em relação às normas e padrões, o manual do Post está disponível apenas internamente.

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