Quinta-feira, 20 de Junho de 2019
ISSN 1519-7670 - Ano 19 - nº1042
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A conta dos passaralhos

Por Sérgio Spagnuolo em 16/06/2015 na edição 855

Há poucos anos, parar o carro no estacionamento do prédio onde fica a sede do Grupo Abril era como ir a um shopping as vésperas do Natal. E quem chegasse depois das 11h precisava subir até o quinto andar da garagem, sem cobertura, para conseguir uma vaga.

Agora, é bem possível parar seu carro tranquilamente no antes cobiçado segundo andar. Ao meio-dia. Ao lado do elevador.

No térreo, arranjar uma mesa ao sol perto do restaurante na outrora disputada pracinha externa era trabalho para poucos, especialmente perto do pico no horário de almoço, às 13h. Esse problema não existe mais.

Também pudera: depois de pelo menos 440 demissões na Editora Abril em três anos, sendo 163 apenas de jornalistas em diversas redações, espaço livre é o que não falta no antigo NEA (Novo Edifício Abril).

A editora, em meio a prejuízos, venda e encerramento de títulos, devolução de escritórios em sua sede corporativa e um processo de adaptação para plataformas digitais, foi a empresa jornalística que mais dispensou jornalistas desde de 2012 até o começo de junho, de acordo com levantamento realizado pelo Volt envolvendo mais de 50 redações.

>> Clique aqui para continuar a leitura. A segunda parte desta reportagem está aqui.

***

Sérgio Spagnuolo é jornalista, aspirante a programador, apreciador de carpintaria e editor do projeto de jornalismo de dados Volt (www.voltdata.info)

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