Quinta-feira, 13 de Dezembro de 2018
ISSN 1519-7670 - Ano 19 - nº1017
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A redação não atende

06/04/2004 na edição 271

A matéria da Veja não é tudo isso não. Pra ficar só num caso doméstico, aqui, informo que o Provão de 2003 ‘não chegou’ aos alunos de nove cursos da Universidade Estadual de Londrina porque o Inep extraviou as provas. E o Inep (melhor seria dizer Inepto, ou Inapto ou coisa que o valha) simplesmente tascou ‘sem conceito’ aos alunos e cursos que estavam a postos para fazer a prova.

Só esse fato no mínimo falseia os dados divulgados pela Veja. A manchete ‘Abrimos a caixa preta do provão’ está mais para Notícias Populares do que para uma revista que se pretende respeitável. ‘Veja’ que os nove cursos da UEL não-avaliados em 2003 tinham históricos de conceitos A e B nos anos anteriores. Como a Veja vai corrigir esses erros de informação – o ranking está furado, por exemplo –, se estou ligando para a redação, mas não obtenho retorno?

Marcos Cesar Gouvêa, jornalista, assessoria de comunicação da Universidade Estadual de Londrina, PR



Eficácia duvidosa

Eu não li esta matéria da Veja, mas já li outras sobre o assunto. Quero saber se alguém leva em consideração que muitos alunos boicotam o Provão como forma de protesto. Daí decorrem resultados como os apresentados em recente reportagem de O Globo, em que cursos de determinadas faculdades particulares obtinham conceitos superiores aos da UFRJ, mesmo em cursos conceituados como o de Comunicação Social. Será que este instrumento de análise é realmente eficaz?

Elena Guimarães, estudante, Rio de Janeiro

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