Segunda-feira, 19 de Fevereiro de 2018
ISSN 1519-7670 - Ano 19 - nº974

IMPRENSA EM QUESTãO > MICROSOFT

Campanha tenta quebrar estereótipo do PC

23/09/2008 na edição 504

A Microsoft entrou, na semana passada, na segunda fase de sua campanha publicitária de US$ 300 milhões para tentar rebater os anúncios da rival Apple. A primeira fase trazia dois comerciais de TV com o fundador da Microsoft, Bill Gates, e o comediante Jerry Seinfeld em situações incomuns – pelo menos para eles. No primeiro, Seinfeld ajudava Gates a comprar um sapato em uma loja de calçados baratos; na segunda peça, a dupla passava uma temporada na casa de uma família de classe média americana, para tentar se conectar com ‘pessoas reais’.

Segundo artigo do jornal britânico Guardian, a intenção da primeira fase da campanha, de acordo com uma fonte da indústria, era simplesmente atrair a atenção do público. Em nenhum momento, nos dois comerciais, o computador é o foco principal; eles também não explicam claramente seu objetivo. ‘A segunda fase é mais sobre mostrar pessoas reais em seus computadores, celulares e na internet usando produtos da Microsoft’, afirma a fonte. Ela ressalta, entretanto, que a intenção não é ser uma campanha ‘anti-Apple’, mas sim uma campanha que destrua o estereótipo que a Apple criou sobre os produtos da Microsoft.

‘I’m a PC’

Em sua campanha, a companhia rival usou atores representado um Mac, seu computador, em comparação a um PC, computador da Microsoft. O Mac era um ator jovem, magro, vestido de maneira moderna, e o PC era um ator um pouco mais velho e um pouco acima do peso, de óculos e ternos largos. Em diversas peças, os dois ‘computadores’ dialogavam, sempre mostrando as falhas do PC e enfatizando os pontos positivos do Mac.

No novo comercial da Microsoft, um homem diz que é um PC, e que foi transformado em um estereótipo. Outras pessoas – famosas e anônimas – também dizem ser PCs e mostram suas diferenças: uma usa óculos, outra vende peixes, uma estuda Direito, outra veste jeans, e por aí em diante. O lema é ‘Windows. Life without walls’ (algo como ‘Windows. Vida sem muros’). Com informações de Mark Sweney [The Guardian, 18/9/08].

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