Domingo, 17 de Dezembro de 2017
ISSN 1519-7670 - Ano 19 - nº970

IMPRENSA EM QUESTãO > IRAQUE

Diante de notícias falsas, Exército pede cautela

03/07/2007 na edição 440

O Exército americano acusou a mídia internacional, no sábado (30/6), de aumentar a dimensão dos conflitos no Iraque ao reportar alegações de massacres que, segundo os militares, são forjados por grupos extremistas. Na semana passada, diversos jornais e agências noticiaram que a polícia iraquiana havia encontrado 20 cadáveres decapitados ao sul de Bagdá.

‘Agora, parece que a história é completamente falsa e produzida por fontes desconhecidas’, dizia uma declaração do Exército. ‘Forças anti-iraquianas são famosas por fornecer informações falsas à mídia com o objetivo de incitar a violência, e elas podem ter sido a fonte desta informação errada’.

Conflito interno

Quatro anos após o início da invasão americana no Iraque, o país encontra-se em meio a uma guerra brutal entre forças políticas e sectárias. Neste ambiente, é complicado para profissionais de imprensa conseguir informações seguras e independentes sobre incidentes violentos.

‘Os extremistas promovem afirmações falsas sobre assassinatos em massa, danos e outros atos violentos justamente para colocar iraquianos contra iraquianos’, afirmou o almirante Mark Fox, porta-voz chefe da coalizão liderada pelos EUA no Iraque. ‘Infelizmente, mentiras se espalham fácil; costuma se levar tempo para provar a verdade’, completou ele, pedindo que a imprensa dê ao Exército tempo para checar as alegações de atos violentos. Informações da AFP [30/6/07].

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