Domingo, 24 de Setembro de 2017
ISSN 1519-7670 - Ano 19 - nº958

ENTRE ASPAS > INTERNET

Juliano Barreto

05/10/2005 na edição 349


‘Depois de incomodar os donos dos direitos autorais de músicas e de filmes, a tecnologia de troca de arquivos ponto a ponto agora mira os programas de TV paga.


Por meio de pequenos softs sintonizadores, é possível usar o Windows Media Player para assistir gratuitamente às atrações da ESPN, da MTV, da HBO, da BBC News e de outras emissoras.


Os softs responsáveis pela inovação vêm em grande parte da China e podem ser baixados e usados sem nenhum custo.


Basta ter uma conexão de banda larga com a internet e um tocador compatível com algum dos sintonizadores- que têm versões para Windows, Linux e Mac OS X.


O princípio usado para as transmissões une as redes descentralizadas à técnica do streaming (exibição de conteúdo sem download prévio) e já atrai um bom número de usuários ocidentais.


De acordo com reportagem do ‘Wall Street Journal’, jogos da NBA e o futebol do Campeonato Inglês atraem audiências de até 50 mil usuários simultâneos na rede do site CoolStreaming. Esse fato já chamou a atenção de emissoras européias, que devem mover ações contra os sites em breve.


Conteúdo


O grande atrativo das transmissões P2P de sites como o PPLive e o SopCast são os canais ocidentais que têm áudio em inglês e só em alguns casos trazem legendas em chinês, mas também existe um farto repertório de emissoras regionais, como a CCTV-5 e a China Music Broadcasting Station.


A exibição das transmissões é razoável. Apesar de não poderem ser assistidas em tela cheia devido à baixa qualidade de imagem, as interrupções são raras e o áudio é reproduzido sem ruídos ou grandes distorções.


Um fator-chave para que tudo funcione bem é a conexão com a internet. Enquanto as imagens são copiadas para o seu computador (download), elas também são transmitidas (upload). Isso impossibilita a abertura dos programas em micros que acessam a internet por meio de conexão discada. A velocidade de programas de troca da rede BitTorrent serve como comparativo para quem pretende assistir aos canais P2P.


Audiência faz a diferença


Outro fator importante para uma transmissão eficiente é o número de pessoas conectadas a um mesmo canal.


A reportagem testou os sintonizadores SopCast e Feidian em diferentes horários e a influência da audiência na performance dos programas ficou evidente.


Durante as últimas duas rodadas da Copa dos Campeões, nos dias 27 e 28 de outubro, os jogos do Barcelona e do Real Madrid tiveram menos de cinco interrupções durante os primeiros 45 minutos de transmissão .


Já os jogos que supostamente teriam menor audiência, como as partidas da Inter de Milão e do Manchester United, tiveram falhas quase constantes. Além do sumiço das imagens, houve problemas no áudio, que ficou sem sincronia.’



***


‘EUA testam TV via fibra óptica ‘, copyright Folha de S. Paulo, 5/10/2005


‘A companhia norte-americana de telecomunicações Verizon (www.verizon.com) lançou em caráter experimental um serviço de transmissão de TV por meio de cabos de fibra óptica.


Com o intuito de competir com as operadoras que oferecem serviços via satélite e via cabo, a empresa planeja investir bilhões de dólares na implantação de uma estrutura nacional para receber sinais. A primeira experiência já está em andamento.


Os cerca de 9.000 clientes da Verizon na cidade de Keller, no Texas, serão os primeiros assinantes de um serviço chamado de FiOS TV. O pacote, que tem mensalidades de US$ 39,95, incluirá 180 canais com programação de áudio e de vídeo, 20 canais com imagens em alta definição e programas exibidos sob encomenda.


No total, a quantidade de canais da FiOS TV vai oferecer mais opções de emissoras locais do que os serviços via satélite e poderá separar os canais por temas, como esporte e filmes.


Com a estrutura para receber as transmissões via fibra óptica, também é possível receber chamadas telefônicas e dados da internet. ‘Isso é apenas o começo da TV que chega aos lares das pessoas em uma onda de luz’, entusiasma-se o presidente regional da Verizon, Steve Banta.


Além da cidade de Keller, a Verizon pretende levar a FiOS TV para 3 milhões de lares em outros seis Estados, incluindo a Flórida, a Virgínia e a Califórnia.


O problema para alcançar essa meta é a legislação para obtenção de franquias em cada localidade. No Texas, a empresa conseguiu negociar diretamente com a Texas Public Utility Commission, que interveio a favor da Verizon para instalação das redes de fibra óptica em todo o Estado.


Em outras regiões, essa negociação poderá ter que ser feita separadamente para cada cidade.


Com agências internacionais’



Folha de S. Paulo


‘Google propõe Wi-Fi grátis em San Francisco’, copyright Folha de S. Paulo, 4/10/2005


‘O Google, operador do site de buscas de mesmo nome, lançou uma proposta para oferecer acesso à internet Wi-Fi (sem fio e de alta velocidade) gratuitamente em toda a cidade de San Francisco, nos Estados Unidos.


A empresa disse que o empreendimento pode ser custeado totalmente com as receitas com propagandas on-line. O Google quer usar o serviço Wi-Fi gratuito para testar novos serviços e programas na cidade, que tem cerca de 700 mil habitantes.


A proposta do Google veio em resposta a um pedido da Prefeitura de San Francisco, que requisitou ‘informação e comentários’ da comunidade sobre uma rede municipal barata de internet. Outras empresas, como a provedora de internet EarthLink, também responderam ao pedido.


Outras grandes cidades dos Estados Unidos também estão estudando oferecer internet sem fio gratuita em todo o seu território. Em Filadélfia, a proposta de Wi-Fi gratuita para todos enfrentou resistência por parte da empresa de telefonia local, a Verizon.


Apesar de especulações no mercado de que o Google estaria buscando expandir sua presença oferecendo acesso Wi-Fi em vários locais, a empresa de internet afirmou ontem que ‘a proposta é limitada à área de San Francisco e nós não temos planos para expandir esse serviço à comunidade para além desta região’.


O Google informou que, se seu projeto para San Francisco for aprovado, vai trabalhar com várias empresas parceiras para instalar e gerenciar a rede. ‘Se [a proposta] for aceita, acreditamos que o Google pode trazer seu ‘expertise’ em gerenciar redes complexas de computadores, combinado com anos de experiência em desenvolvimento de produtos de consumo on-line, para beneficiar as pessoas de San Francisco’, disse a empresa em comunicado.’



O Globo


‘Google e Sun vão desafiar domínio da Microsoft’, copyright O Globo, 5/10/2005


‘A Google Inc. e a Sun Microsystems se uniram para oferecer processadores de texto e planilhas eletrônicas online, com a intenção de concorrer diretamente com o Office, da gigante do software Microsoft. A Google vai promover e distribuir o software OpenOffice, da Sun, que é de fonte aberta (gratuito). E alguns programas da Sun, como o Java, incluirão a barra de ferramentas da Google.


– Precisamos da marca deles (Google). Eles precisam de nossa tecnologia – disse o presidente da Sun, Jonathan Schwartz.


Essa parceria pode se tornar um dos mais sólidos desafios à hegemonia da Microsoft em processadores de texto e planilhas, que geraram US$ 11 bilhões em vendas em 2004. A Google está usando a Sun para acelerar sua disputa com a Microsoft, adicionando mais um item a sua lista de produtos, que inclui barra de ferramentas, e-mail e busca.


– A parceria se baseia no ditado ‘o inimigo do meu inimigo é meu amigo’ – disse o analista Michael Dortch, da consultoria Robert Frances Group.


Google e Sun não divulgaram os termos do acordo nem quando o software estará disponível. ( Da Bloomberg News )’



O Estado de S. Paulo


‘Google e Sun fecham parceria contra Microsoft ‘, copyright O Estado de S. Paulo, 5/10/2005


‘O Google parece mesmo estar disposto a brigar com a Microsoft, até mesmo nos mercados dominados pela empresa de Bill Gates. Ontem, o gigante de buscas na internet anunciou um acordo para distribuir as tecnologias de software da Sun Microsystems, o que inclui o pacote de aplicativos OpenOffice, o principal concorrente do Microsoft Office. O OpenOffice é um conjunto de programas em software livre, que pode ser copiado e modificado sem pagamento de licenças, criado a partir do StarOffice, da Sun.


‘O acordo com o Google vai tornar nossas tecnologias amplamente disponíveis, aumentar as opções para os usuários, reduzir barreiras e ampliar nossa participação em todo o mundo’, disse Scott McNealy, presidente da Sun. O acordo também inclui o sistema operacional Java. Os detalhes financeiros não foram revelados.


A ameaça mais imediata à Microsoft está no OpenOffice. Ele inclui processador de texto e planilha eletrônica que funcionam como opção aos populares Word e Excel. ‘O OpenOffice já é uma alternativa, mas, se o Google se envolver e passar a apoiá-lo, pode ser o que faltava para torná-lo realmente popular’, afirmou o analista Jonh R. Rymer, da Forrester Research.


Como parte do acordo, a Sun irá oferecer a barra de ferramentas de busca do Google para download com sistema operacional Java, que é gratuito e utilizado por programas que rodam a partir da internet. Nem McNealy, da Sun, nem o presidente do Google, Eric Schmidt, deram mais detalhes sobre quando ou como o Google irá distribuir o software da Sun. Mas acrescentaram que o download da barra de ferramentas com o Java é somente o primeiro passo.


A promoção do Java, que roda em vários sistemas operacionais, pode atrapalhar os negócios da Microsoft com o Windows. Muitas aplicações que os usuários consideram valiosas, como notícias, já funcionam como serviços via internet, que não dependem do sistema operacional. O Java serve de base para esses serviços via web, concorrendo com a arquitetura .Net, da Microsoft.


‘Google e Java são duas das marcas de tecnologia mais reconhecidas hoje, porque oferecem ao usuário ferramentas online que melhoram seu dia-a-dia’, afirmou Schmidt. ‘Analisamos outras áreas de colaboração.’’



MEMÓRIA / EMILINHA BORBA


Luís Nassif


‘Voz da cantora ecoou absoluta na Rádio Nacional’, copyright Folha de S. Paulo, 4/10/2005


‘A Rádio Nacional foi inaugurada nos anos 40. Nos anos 50 atingiria o auge, levando sua influência para todo o país. Àquela altura, os programas de auditório se constituíam na maior atração do rádio, espalhando sua influência por todo o país.


Não havia cidade do interior cuja rádio não tivesse um programa de auditório e, nele, uma competição entre duas cantoras, uma representando Marlene, a outra representando Emilia Savana da Silva Borba, a Emilinha. Nascida em 31 de agosto de 1923, morta ontem, aos 82 anos.


Começou a carreira atuando em dupla com Bidú Reis, no duo ‘As Moreninhas’. Em 1939 conseguiu ser contratada pelo Cassino da Urca, recomendada por Carmen Miranda. Logo depois, foi contratada pela Rádio Nacional.


Lá, dominou absoluta por muitos anos, apesar da concorrência de cantoras até mais completas, como Dircinha Batista. Foi a típica cantora de rádio. Logo no início dos anos 50, Elizeth Cardoso se consagrava como a grande intérprete dos clássicos da música brasileira, e Ângela Maria, como um fenômeno de vendas e de voz.


Emilinha se sustentava quase exclusivamente na audiência da Rádio Nacional e nas chanchadas da Atlântida. Trabalhou em mais de 30 filmes.


Provavelmente foi a mais conhecida cantora brasileira da época. Como os demais cantores e compositores da Nacional, transitava por todos os gêneros e versões. Sua versão de ‘Cachito’ (‘Cachito, cachito, cachito mio’), de Consuelo Velasquez, foi sucesso nacional.


Bebeu, também, na fonte dos sambas-canções da época. Gravou o clássico ‘Se Queres Saber’, de Peterpan.


Mas a imagem mais forte de Emilinha foi a da cantora alegre, das marchinhas e sambas de Carnaval, imortalizados em muitas chanchadas da Atlântida. É dela a gravação original da rumba ‘Escandalosa’ (‘Um dia, uma vez lá em Cuba, dançando uma rumba, disseram que eu era/ escandalosa’), de Djalma Esteves e Moacir Silva, seu primeiro sucesso, de 1947, e o clássico ‘Chiquita Bacana’, de João de Barro e Alberto Ribeiro.


Dentre os diversos gêneros que percorreu, passou até pelo dobrado. Sua gravação de ‘Canção do Marinheiro’ (‘Qual cisne branco / que em noite de lua’), de Benedito X. de Macedo e Antonio do Espírito Santo, lhe rendeu o título de ‘a favorita da Marinha’.


Com a invasão da televisão, seu tempo passou. Problemas nas cordas vocais, em 1968, apressaram o seu fim como cantora. Permaneceu o mito.’



Folha de S. Paulo


‘Mito do rádio, Emilinha Borba morre no Rio ‘, copyright Folha de S. Paulo, 4/10/2005


‘Emilinha Borba, uma das mais populares cantoras da história da música brasileira, morreu ontem, aos 82 anos. Ela sofreu um infarto por volta das 14h30 enquanto almoçava em sua casa, em Copacabana (zona sul do Rio).


O corpo da cantora seria velado durante toda a noite de ontem e a manhã de hoje na Câmara dos Vereadores do Rio, repetindo o que aconteceu com outros grandes mitos, como Francisco Alves e Carmen Miranda. O enterro está previsto para as 17h no cemitério do Caju. Em junho passado, Emilinha fora hospitalizada por causa de uma queda que provocou traumatismo craniano e hemorragia intracraniana, mas conseguiu se recuperar.


Emília Savana da Silva Borba nasceu em 31 de agosto de 1923. A morte de seu pai levou a mãe, Edith, a buscar emprego no Cassino da Urca. A paixão pela música da menina e de sua irmã Xeriza -que largaria a profissão ao se casar com o compositor Peterpan- revelou-se desde cedo.


Ainda como Emília Borba, ela começou sua carreira em 1937, atuando em diversas emissoras. Participou de programas de auditório como o de Ary Barroso, de quem recebeu nota máxima pela interpretação de ‘O X do Problema’, de Noel Rosa.


Em 1939, com apenas 15 anos, chegou ao disco e ao sucesso com a marcha de Carnaval ‘Pirulito’, da dupla Braguinha/Alberto Ribeiro, mas seu nome nem sequer apareceu no selo, ficando os créditos para o cantor Nilton Paz. O nome artístico Emilinha só vingaria em 1941, época em que transitou pelas rádios Mayrink Veiga, quando formou dupla com Bidú Reis (As Moreninhas), e Nacional.


Dois anos antes, fazia parte do elenco de crooners do Cassino da Urca, graças à ajuda de Carmen Miranda, que lhe emprestou um vestido e sapatos plataforma para que ela, menor de idade, pudesse fazer o teste. Em 1942, participou das filmagens de ‘É Tudo Verdade’, o lendário filme inacabado rodado por Orson Welles no Brasil. Nesse ano, foi contratada pela primeira vez pela Nacional, saindo meses depois. Em 1943, foi novamente contratada, e dispensada dois anos depois. Em 1947, a rádio se redimiria e iniciaria o trabalho que a transformou em mito.


São desse ano dois grandes sucessos: a marcha ‘Escandalosa’ e o bolero ‘Se Queres Saber’, composto pelo cunhado Peterpan.


Foi em 1949 que nasceu a rivalidade com Marlene. A disputa pelo título de ‘rainha do rádio’, importantíssimo na época, incendiou auditórios, revistas e fãs-clubes. Apoiada pelos marinheiros, Emilinha passou a ser chamada de ‘a favorita da Marinha’. Mas Marlene venceu a eleição.


Em parte verdadeira, mas muito fabricada, a rivalidade pública ocultava uma boa relação entre as duas, que chegaram a gravar e fazer shows juntas. Emilinha ganharia nos anos seguintes alguns títulos de ‘rainha do rádio’.


Embora tenha se notabilizado como a mais popular das intérpretes de marchinhas carnavalescas, Emilinha gravou dezenas de sambas, baiões e boleros. Seu carisma chegou ao cinema, em especial nos filmes da Atlântida.


Emilinha se casou, em 1957, com Artur Sousa Costa, com quem teve um filho, Artur Emílio. Em 1968, foi operada de um edema nas cordas vocais. Recuperou a saúde, mas não o sucesso. Nos últimos anos, costumava vender em praças seu disco ‘Emilinha Pinta e Borda’, gravado em 2003, e fazia shows no Carnaval carioca.’]



BANG BANG


Taíssa Stivanin


‘‘Bang Bang’ é um tiro no escuro ‘, copyright O Estado de S. Paulo, 5/10/2005


‘A placa avisa enquanto os tiros pipocam: ‘Proibido o uso de armas nesta cidade.’ É a comédia politicamente correta de Bang Bang, nova trama das sete da Globo que estreou anteontem. Em plena época da campanha contra o desarmamento, a novela tem duelo, chacina, assalto, mas sem sangue. No lugar, desenho animado, que faz da trama um Kill Bill tupiniquim com pitada de faroeste caboclo. A chacina mostra um cenário parecido com a capela de Two Pines, onde Uma Thurman, a noiva, e seus convidados, foram atacados por Bill.


É uma tarefa ingrata fazer piada sem exagerar e ofender. Talvez por isso a trama pecou, pelo menos no primeiro capítulo, com um humor leve e sem graça, quase patético. Coisas como ‘para abrir um banco basta uma garrafa de café e um bando de otários’ ou ‘afogar o ganso ou molhar o biscoito’ é de um teor muito raso para a qualidade dos profissionais envolvidos na produção. Como produto unicamente, deve agradar ao telespectador. A audiência de 37 pontos, com 57% de participação no share, é excepcional. Talvez pela quantidade de aparições insólitas – ver num mesmo dia Luís Melodia, Paulo Miklos e de quebra Jece Valadão duelando com Tarcísio Meira não é para qualquer folhetim.


Fernanda Lima é uma vítima da responsabilidade que lhe foi delegada. Assumir uma protagonista sem experiência é um risco grande, tão grande quanto sua beleza. Na estréia ela falou pouco. O sotaque gaúcho destoou do western carioquês, mas a moça talvez supere Ricardo Macchi como o cigano Igor em Explode Coração (1995). Surpresa foi a atuação de Paulo Miklos, à vontade diante das câmeras.


Saem as piadinhas horríveis, entra o padrão Globo de produção. A cenografia é impecável, como o figurino e a direção de Ricardo Waddington, que se superou na criatividade de captação de imagens. O autor Mario Prata também acertou a mão em um dos núcleos que promete ser um dos mais engraçados da novela, com Kadu Moliterno e Evandro Mesquita, dois bandoleiros foragidos que se fantasiam de mulher, e Sidney Magal, o Zorroh aposentado que sai do armário e monta um salão de cabeleireiros. É esperar pelos próximos capítulos.’


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