ISSN 1519-7670 - Ano 14 - nº 544 - 30/6/2009
 
JORNALISMO & DIREITO
É preciso diploma
para exercer a advocacia?

Fábio Koifman - 33 comentário(s)
 
JORNALISMO & DIREITO
Por que só advogados podem ser juízes?
Roberto Macedo - 4 comentário(s)
LEI DE IMPRENSA
Sobre os entulhos autoritários
Alberto Dines - 2 comentário(s)
GAY TALESE EM PARATY
Lições de um mestre
Luciano Martins Costa - 2 comentário(s)
JORNALISMO POLÍTICO
Os macetes por trás das coletivas
Luiz Weis - 1 comentário(s)
DIPLOMA DE JORNALISMO
Um retrocesso profissional e político
Luiz Gonzaga Motta - 0 comentário(s)
TV POR ASSINATURA
Exclusão da Abril e o futuro dos canais pagos
Nelson Hoineff - 5 comentário(s)
WASHINGTON POST
Jornal se enrola com lobistas
- 0 comentário(s)
ALBERTO DINES
Gilmar Mendes
dirigiria um jornal?


Mesmo os inimigos do presidente do STF reconhecem o seu vasto saber jurídico, sua capacidade de expressar-se com elegância e também o seu conhecimento do idioma alemão.

74 comentário(s)

 
São justas as críticas do senador José Sarney
à cobertura dos escândalos no Senado?
Sim
Não





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diretório acadêmico

O STF decidiu pela não obrigatoriedade do diploma universitário para o exercício da profissão de jornalista. Qualquer pessoa poderá exercer o jornalismo, mesmo que tenha apenas curso primário. Empresas jornalísticas poderão contratar e colocar nos cargos de repórter ou editor os seus afilhados pessoais, compadres e apadrinhados políticos, independente do preparo da pessoa para a responsabilidade destas funções.

monitor da imprensa

O golpe que apeou do poder, no domingo [28/6], o presidente Manuel Zelaya, de Honduras, deu início, ao que parece, a um período de censura dos meios de comunicação no país. Zelaya foi tirado da cama por militares e levado, ainda de pijamas, para o aeroporto de Tegucigalpa, onde foi colocado em um avião para a Costa Rica.

circo da notícia

Faça um teste: pergunte a alguém quais são os crimes pelos quais o banqueiro Daniel Dantas foi condenado, e por quais outros é investigado. Não é questão de discutir sua culpa, mas apenas ganhar a certeza de que alguns dos mais ferozes adversários do banqueiro entre os repórteres não têm a menor idéia do motivo pelo qual o detestam.

feitos & desfeitas

Michael Jackson era notícia toda vez que aparecia de máscara (para evitar germes), tinha mais um filho ou ficava um pouco mais branco. Mas bastou morrer para que a mídia esquecesse tudo isso. Era Jacko, era o esquisitão, era o molestador de crianças. Até quinta-feira (25/6). Sua morte foi o acontecimento da semana.

e-notícias

Os protestos no Irã foram chamados de "Revolução Twitter". O termo não poderia ser mais preciso. Tanto no aspecto político (mobilizações para protestos) como no aspecto midiático (a cobertura do evento em si), o Twitter e o Facebook foram os protagonistas em uma sociedade onde o Estado proibiu os jornalistas estrangeiros de trabalharem livremente.

 
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