Terça-feira, 21 de Novembro de 2017
ISSN 1519-7670 - Ano 19 - nº966

ENTRE ASPAS > MÍDIA RADIOFÔNICA

CBN, simpatias e antipatias

Por Washington Araujo em 02/03/2010 na edição 579

A CBN tem ótima programação e realmente oferece o que alardeia: notícia. E é o dia inteiro ouvindo notícias do Brasil e do mundo. Dificilmente dirijo o carro sem o auxílio da CBN. O carro precisa de gasolina, eu preciso de informação. Em 1991, nasceu a CBN e seu diferencial é a produção de jornalismo 24 horas com o padrão Globo de qualidade em emissora FM. Conquistar ouvintes ‘plugados’ deve ser seu desafio imediato.

Até aqui, o leitor incauto deve entender que se trata de texto francamente favorável à CBN. Mas há um porém. A motivação para esse texto passa longe de trilha louvaminheira até porque ainda há muito para que a emissora me faça a cabeça. Por ouvir muito a CBN, desenvolvi simpatias e antipatias. Vamos às antipatias que, no mais das vezes, são gratuitas mesmo.

Os comentários de Lúcia Hippolito parecem-me inteiramente feitos por sensações. Não é à toa que sua frase para o âncora Heródoto Barbeiro – ‘sabe quando você tem aquela sensação’ – parece já sua marca registrada. Há o jeito professoral, polido, um contido vestido de aparente descontração. Não precisamos ser muito argutos para entender que seus comentários fazem tortuoso caminho para deixar ao largo a visão partidária. É assim que seu raciocínio irá sempre rotular qualquer ação da bancada governista no Congresso Nacional como sendo ‘da tropa de choque do governo’. E não haverá comentário seu envolvendo Eduardo Azeredo (PSDB) ou José Roberto Arruda (DEM) sem que antes haja extensa referência ao chamado mensalão petista. Novos escândalos só servem como escada para reacender na memória a indignação suscitada por velhos escândalos. Não tarda para que Hippolito veja as digitais de Marcos Valério no caso Coroa-Brastel dos anos 1980.

Impropérios a desafetos

É a forma como ela trata de relativizar qualquer escândalo político da hora, do momento. E tome pito pra cá e pra lá. José Dirceu é sempre repreendido pela professora da CBN. É chamado de desastrado, um nível apenas abaixo de aloprado, em suas movimentações políticas. Dilma Rousseff é a própria ‘criatura’ e nunca deixará de ser citada pela vetusta comentarista sem advertências do tipo ‘ela precisa ir se acostumando, uma campanha presidencial pressupõe debate acalorado, temas quentes e não se pode afobar’. Usa e abusa de jargões pra lá de surrados como ‘é o fim do mundo’, ‘é um espanto a capacidade de fulano fazer isso e aquilo’.

Divulgação de pesquisa é outra especialidade em seus comentários. Coloca na vitrine os resultados se estes forem favoráveis a seu espectro político. Do contrário, ficam ali escanteados na prateleira lateral que é para não dar muito na vista, se é que me entendem. Lúcia Hippolito transita com segurança por vãos e desvãos do Brasil Império e da Velha República e tem o dom de nos fazer íntimos de personagens como Carlos Lacerda, Getúlio Vargas, João Goulart, Adhemar de Barros e Leonel Brizola. À parte tudo isso, tem uma voz que gosto de ouvir.

Os comentários de Artur Xexéo causam-me sono. Há um descompasso gritante entre o brilhante cronista que ele é e o comentarista que acompanha Carlos Heitor Cony e Viviane Mosé no programa Liberdade de Expressão. Implico logo de cara com o nome: por que ‘liberdade de expressão’? À época de sua estréia na CBN, pensava que era um espaço para se falar qualquer coisa livremente por mais desatinado que parecesse. Depois das primeiras semanas escutando Cony e Xexéo (Mosé é aquisição recente), me dei conta que estava comprando gato por lebre.

Cony tem uma prosa boa que, no entanto, fica a anos-luz do Cony escritor, do Cony jornalista. Suas histórias são saborosas e os fatos do dia servidos por Barbeiro nada mais são que escadas para adentrar sua prodigiosa memória: histórias de internato, marchinhas de carnaval das antiqüíssimas, histórias de políticos dos anos 1950, citações a Nelson Rodrigues, Otto Lara Rezende e toda a confraria mineira e paulistana. Mas o que me desagrada são as intervenções do Xexéo que, sempre desinformado, parece não saber o que está em debate. E seus comentários refletem o mais completo sortimento de senso comum da história do rádio brasileiro. Não deixa de ser irônico que, numa escala de 0 a 10, comentarista com grau 2 de capacidade de surpreendimento nos brinde com pedidos de mais informações ao âncora e nos ofereça sempre mais do mesmo. É, Xexéo causa-me sono. Apenas no rádio, diga-se.

Os comentários de Arnaldo Jabor parecem-me sempre exagerados e pretensiosos. Tudo nele é hiperbólico, passional, pessoal e parcial em excesso. Quem escuta um comentário que seja do Jabor já fica com o sentimento que ouviu todos como se surgissem em pencas. É um cacete só: Lula, Fidel, Chávez, Dirceu, Evo, Lugo, Kirchner, MST, CUT etc. Frases feitas e polêmicas, tão artificiais quanto estéreis. Algumas frases de Jabor ilustram este ponto. Sobre homossexualismo: ‘Antigamente, o homossexualismo era proibido no Brasil. Depois passou a ser tolerado. Hoje é aceito como coisa normal. Eu vou-me embora antes que passe a ser obrigatório.’ Sobre Roberto Marinho: ‘A importância dele vai além do jornalismo e da televisão. Ele influenciou nossa vida, a linguagem e a cultura do povo brasileiro.’ Sobre premiação de filmes: ‘A Vida é Bela levou o Oscar porque americano gosta de filme que tenha judeu, criança e cachorrinho.’

Se Lúcia Hippolito é contida, Jabor é desabrido. Se Lúcia Hippolito busca enfeixar os pensamentos dentro de uma lógica, os do Jabor andam sempre em bandos, ruidosos e estridentes guardando parentesco em primeiro grau com o hoje mal-afamado bordão do Boris Casoy (‘Isto é uma vergonha!’). Mas é conjugando uma ou outra frase de efeito, arremessando dois ou três impropérios a seus desafetos no campo ideológico, que seus comentários sobrevivem na grade da CBN.

Obsolescência não tem a ver com idade

Os comentários de Mauro Halfeld emulam ambiente de confessionário católico. A voz grave, as sílabas bravamente escandidas, uma a uma, sem qualquer atropelo, consegue logo de entrada criar empatia entre o comentarista e a audiência. Halfeld lembra aquele irmão mais novo dois anos, sempre às voltas com livros e pouco afeito a qualquer atividade desportiva. De forma clara e didática, Halfeld parece ensinar a tabuada (aquela antiga tabuada dos anos 1960) a alunos com máquinas HP12C. No dia em que Cid Moreira desistir de gravar em áudio os 66 livros que formam a Bíblia, penso em recomendar Mauro Halfeld para concluir a tarefa. Tem todo o jeitão. E inspira confiança.

Também, se o pessoal do colégio fosse encenar peça sobre a Grécia antiga, não pensaria duas vezes em indicar Halfeld para fazer a voz do oráculo de Delfos. Leva jeito. Até o humor é elevado a outras esferas, e quando rimos há algo de comportado nisso, como se ríssemos com o canto da boca ou, como se diz, como se ríssemos para dentro. Gosto do Mauro Halfeld. Penso que seria também excelente comentarista de literatura. Por que não pensaram nisso?

Os comentários de Max Gehringer causam boa impressão à primeira vista. São inteligentes e contribuem para elevar nosso conhecimento sobre a origem das palavras. Ficamos sabendo que a palavra ‘educar’ pela sua etimologia (educere), significa ‘conduzir a partir de’. A origem etimológica da própria palavra ‘trabalho’ é tripalium, um antigo instrumento de tortura. A palavra ‘emprego’ deriva do latim implicare, que significa ‘confundir’. E a palavra ‘sucesso’ vem de succedere, que antigamente tinha a conotação neutra de ‘acontecimento’: alguma coisa ou acontece ou não acontece. Se acontecer, é um sucesso. Furar o pneu do carro, por exemplo, é um sucesso.

Suas explicações, como vemos, têm a profundidade de pires. É também o rei do senso comum gerando o almejado clima de cumplicidade com os ouvintes. Gehringer se despe de qualquer cerimônia ao inferir que o trabalhador é a própria mercadoria a ser vendida e para tal usa o linguajar comercial em seus comentários. Algo como: ‘O maior risco que um profissional corre hoje é o de ficar obsoleto. E obsolescência não tem nada a ver com idade. Tem a ver com adequação às necessidades, como qualquer produto de consumo.’

É bem triste ver um dos mais bem-sucedidos especialistas da atualidade em recursos humanos do Brasil considerar sem qualquer pudor a experiência humana apenas como coisa que pode ser trocada e vendida, empregada, subempregada, paga, mal paga, reciclada e sujeita a ter seu tempo de vida útil expirado.

Mais exigente

Aproveito para alinhavar dois os três pensamentos sobre o veículo rádio e seu futuro.

Qualquer mídia tradicional se sente desafiadora pela amplitude e sedução mostradas pela internet. O rádio precisa tornar-se ainda mais relevante e, ao momento, precisamos distinguir nossa preocupação com o veículo de nossa preocupação com as pessoas que trabalham na rádio tradicional e que não despertaram para o desafio que a rádio digital lhes impõe. A internet, quanto mais abarca o espaço comunicacional, guarda grande similitude com aquele tradicional canivete suíço, só que em sua forma digital. Ocorre que muitos sabem utilizar apenas o saca-rolha do canivete digital.

Especialistas no assunto garantem que, no futuro, o negócio do rádio será como um iceberg, um terço estará à vista, enquanto dois terços estarão submersos. O que já está à vista: podcasts, comentaristas temáticos, elevada interação emissora/audiência, acessibilidade a uma infinidade de emissoras de rádio. O que está submerso: criar oportunidades para os novos formatos, ao mesmo tempo que os formatos tradicionais perdem em importância e fazer uso de tecnologias sem fio (WiFi), tornando possível e rentável a criação de produtos de rádio com acesso a qualquer roteador sem fio conectando-se à internet, por exemplo, dentro de sua casa ou no ambiente de trabalho.

O ponto é que, do fundo de seu quintal numa cidade paraense como Marabá, você poderia sintonizar perfeitamente a pequena estação local de sua cidade natal, como a gaúcha Esteio, contando com a mesma qualidade de som que teria se estivesse a poucos quilômetros da emissora.

Ah, por que não comento nada sobre emissoras de rádio tradicionais, aquelas com muita música, muita participação de ouvintes e muitos comerciais intercalando a programação? Porque fiquei mais exigente com o hábito de ouvir música e prefiro abastecer meu iPod com listas cuidadosamente montadas, com versões desta ou daquela música, com interpretação x, y ou z. E tudo isso sem publicidade de loja de material de construção nem de supermercado e suas duvidosas promoções de hortifrutigranjeiros. Rádio, só escuto dentro do carro porque posso fazer as duas coisas com boa margem de segurança: dirigir e ouvir.

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Mestre em Comunicação pela UnB e escritor; criou o blog Cidadão do Mundo; seu twitter

Todos os comentários

  1. Comentou em 08/03/2010 Pedro Henrique Paiva

    Continuo: No que se refere à mídia, por exemplo, o texto trata da regulamentação de artigos constitucionais, que dizem respeito às concessões públicas. O artigo 221 da Constituição discorre, entre outras coisas, sobre a necessidade de ‘respeito aos valores éticos e sociais da pessoa e da família’ pelas ‘emissoras de rádio e televisão’. Sabemos que o referido artigo é constantemente desrespeitado pela programação das emissoras. Ficarei apenas neste artigo devido às limitações de espaço, mas há outros problemas. Quanto à questão agrária, o programa não diz que invadir fazendas é um direito humano (sei que você estava sendo irônico, mas faço esta citação para afirmar que não creio que o governo sugeriria algo parecido). O que o programa faz é tentar evitar que eventuais conflitos acabem sendo resolvidos ‘à bala’, pois isso sim mancharia os referidos direitos. Repito: o conceito de direitos humanos é praticamente universal e natural aos indivíduos com suficiente instrução (embora sejam desrespeitados em momentos de “emoção” ou por simples maldade, quando as leis, então, atuam). A vida pacífica em sociedade, com dignidade para todos, só se torna possível graças a eles. O governo não ameaça redefini-los e o PNDH, definitivamente, não o faz. P.S.: Sou contra a censura e concordo que o Marcelo também exagerou nos comentários.

  2. Comentou em 08/03/2010 Luiz Fernando Mendes de Santana

    Prezado Sandro,

    Não entrei pela porta errada.
    Apenas explorei seus argumentos contraditórios.
    As pessoas que antecederam a sua primeira mensagem exerceram direito de opinião. Se alguma delas acha que devemos ter mais controle é direito delas. Da mesma forma muitos acham que o Brasil era melhor quando vivia sob uma Ditadura.
    Entre ter opinião e concretizá-la em lei para todos existe uma diferença abissal. Para isto existe a separação de poderes.
    A verdade é que infelizmente a imprensa não admite críticas. Adora criticar,mas qualquer critica contrária é tomada como atentado a liberdade de exprssão.
    Em relação ao PNDH3 (que não foi foco deste artigo) faço uma comparação com o PNDH2 do governo anterior. O artigo 101 do PNDH2 diz:
    ‘Apoiar a instalação, no âmbito do Poder Legislativo, do Conselho de Comunicação Social, com o objetivo de garantir o controle democrático das concessões de rádio e televisão, regulamentar o uso dos meios de comunicação social e coibir práticas contrárias aos direitos humanos.’
    As palavrinhas mágicas estão lá: controle democrático, Conselho de Comunicação Social, regulamentar.
    O artigo 101 do PNDH3 é idêntico.
    Em 2002 não houve esta grita toda da mídia – ver matéria da FSP de 14/05/2002, conforme http://www1.folha.uol.com.br/fsp/cotidian/ff1405200201.htm.
    Ah! Era outro governo. Um social democrata.
    Cordialmente,
    Luiz Fernando.

  3. Comentou em 06/03/2010 Cristiana Castro

    Ai Sandro Vaia, caramba, vc sabe muito bem que ninguém quer censurar nada, a gente só não pode permitir que um oligopólio, inconstitucioal, trabalhe no sentido de calar a voz de uma parcela significatica da população; Se querem avacalhar com as mulheres, sensuliar as crinças.sumir com os negros e forjar na sociedade o mito da juventue eterna,é um problema de cada setor, que acata isso ou não, por incompetência ou aceitação. Mas na política latu sensu, eles não vão passar, eu te peço que leia o globo de hoje e sugira, qual, a seu ver, deveria ser a postura da militância. O que p sr. faria em nosso lugar?

  4. Comentou em 06/03/2010 Sandro Vaia

    Caro Zé da Silva Brasileiro: nunca trabalhei com Cláudio Abramo,mas por todas as referências era um gênio jornalistico.Idiossincrático,inovador, temperamental, criativo,inteligente, combativo.Durante um bom tempo foi, sucessivamente, a alma dos dois principais jornais paulistas.O que ele disse à ‘Senhor’ em 1987, certamente se deve ao rigor que ele dedicava à prática do jornalismo.Cláudio era um homem de esquerda dos tempos em que os homens de esquerda sonhavam em melhorar o mundo e não em tomar de assalto o aparelho de Estado em proveito próprio.

  5. Comentou em 06/03/2010 Cristiana Castro

    O duro é rodar o Brasil e. ouvir/ver/ler, as mesmas coisas e as mesmas pessoas, do Oiapoque ao Chuí. Aqui, só sabemos que isso não se chama hegemonia, deve ter um nome que ainda não foi inventado, assim que for, a gente vai ouvir todo mundo repetindo.

  6. Comentou em 06/03/2010 Namir Lima

    Arnaldo Jabor, Miriam Leitão, Lúcia Hipólito, Merval Pereira, Sardenberg, Alexandre Garcia e outras pérolas, encarnam o jeito de ser das Organizações Globo. Têm como tribuna, além da CBN, Tv Globo, Globonews, Jornal O Globo, e outras globos da vida. Falam com o mesmo pensamento, as mesmas idéias, o mesmo ponto de vista. Quando a notícia é boa (pro Gov. Federal) relatam, para em seguida se arrajarem com os ‘mas, entretanto, porém, agora!, ‘…Formam a tropa de choque contra o governo Lula. Isto é tão evidente quanto dois e dois são quatro. E tem ainda os âncoras Heródoto Barbeiro e Adalberto Piotto. Se tiverem dúvidas sobre suas predileções políticos partidárias é só acessar os blogs da dupla. Quer mais: Ethevaldo Siqueira, Gilberto Dimenstein, Roseann Kennedy… Chega, isto é mais que tropa de choque, é um regimento inteiro recebendo seus honorários mensais com objetivo maior e desqualificar Lula e tudo que o rodeia.

  7. Comentou em 03/03/2010 Oswaldo Suzuki

    Sandro,
    Se v. se apoia, como referencia, no ‘Roberto Romano’ – o ‘profissional de ética’ ou especialista de ética das midias que estão ai (sujeito que vende ‘etica’ como se vende saabonete em qqr gôndola de supermercado) se desmerece como jornalista. Busque alguém com mais credibilidade para se inspirar. Ou quem sabe a propria L.Hipólito ou a Miriam Leitão? Fazem parte do mesmo time.

  8. Comentou em 03/03/2010 Sandro Vaia

    Clarissimo, Marcelo Ramos.Qualquer um que em vez de usar argumentos usa a expressão ‘tática diversionista’ sabe muito bem o que está fazendo.O professor Roberto Romano chama isso de ‘palavra embreagem’, que é a única que o militante sabe usar para não ser obrigado a fingir que pensa com a própria cabeça e a responder argumentos com argumentos. Eu não quero fechar nenhum jornal,nenhuma tv, nenhum site, nenhuma rádio.Você quer. Como você explica isso ?

  9. Comentou em 02/03/2010 Herman Fulfaro

    Acho que o Washington foi duro demais com a Lucia Hippolito. Penso que ela tem idéias claras e fala uma linguagem que boa parte da população entende. Tome-se como exemplo este comentário bem articulado que ela fez a pedido do âncora Nonato, de São Paulo.

    http://www.youtube.com/watch?v=N0o8iBeQK4U&feature=related

  10. Comentou em 02/03/2010 Dante Caleffi

    Bom, pelo menos a CBN ,já conta com um ‘ombudsman’.
    Embora não concorde com algumas observações , tendo a considerar, como o lixo auditivo melhor embalado que percorrem os ares do território nacional.Seus comentaristas e articulistas, são réplicas dos seus blogs, e textos impressos.Concordo e vou além de Jabor, quanto a Roberto Marinho:foi sem dúvidas o conspirador mais bem sucedido do país.Não por acaso homenageado com um logradouro em São Paulo:uma via contínua ao seu colega ,Otávio Frias,promovido a ‘ponte estaiada’.No Rio de Janeiro mereceu um monstrengo batizado de Cidade da Música,um sumidouro de numerário ,justa homenagem de seu afilhado César Maia, versão carioca de Arruda.

  11. Comentou em 10/06/2008 Juan Sobral

    No dia 3 de fevereiro de 2008 foi feito o primeiro contato telefônico com a assistência técnica da HP para o recolhimento do meu notebook, entretanto, devido a equívocos dos próprios atendentes, apenas no dia 13 de fevereiro de 2008 foi realmente efetivada a abertura do pedido de recolhimento do produto. Até o presente momento já se passaram cerca de 86 dias decorridos e ainda não recebi o meu computador de volta. Acontece que o prazo para a devolução era de no máximo 20 dias úteis e o computador continua em poder da HP, que continua sem previsão de entrega, passados aproximadamente 70 dias decorridos desde a abertura do chamado (protocolo 80080665916). Entrei em contato com a HP no mínimo 32 (trinta e duas vezes) para tentar solucionar o problema, e em cada contato descobri a desorganização desta empresa e a falta de respeito com que tratam as propriedades dos seus clientes, gerando em mim um extremo grau de insatisfação, , primeiro pelo produto que apresentou defeitos tão precocemente, e segundo pelo péssimo serviço de assistência técnica disponível. Chegando ao cúmulo (pasmem!) de ao telefonar para a assistência solicitando que o computador fosse buscado com urgência na minha residência (serviço coberto pela garantia) a atendente se reportou dizendo que o computador já estava sendo reparado, embora ainda estivesse em minhas mãos. Em outra ocasião, após o computador ter sido

  12. Comentou em 29/07/2007 Eliane Almeida

    Estou impressionada pois não li nada sobre a retirada tresloucada de atletas cubanos. Nada na Folha, nada no Estadão, apenas um flash na globo (11 da noite). Para o pt, Cuba é tão bom.

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