Quarta-feira, 23 de Outubro de 2019
ISSN 1519-7670 - Ano 19 - nº1060
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ENTRE ASPAS >

Folha de S. Paulo

26/05/2009 na edição 539

LUTO
Ruy Castro

Grandes Zés

‘RIO DE JANEIRO – Zé Rodrix, que morreu ontem em São Paulo, era ótimo sujeito, amigo carinhoso, músico completo. Compôs ‘Casa no Campo’, hino dos que sonhavam ‘cair fora’ nos anos 70, fugir do ‘sistema’, abandonar as cidades. Mas era coisa de artista, não fazia parte de sua história íntima -carioca radicado em São Paulo, Zé me parecia um homem urbano por excelência.

Foi o maior contador de anedotas que conheci: piadas curtas, cortantes, às centenas, ‘de salão’ ou não, que despejava em velocidade, fazendo as vozes mais hilariantes e sempre sabendo a hora de parar. Mas ninguém queria que ele parasse. Vimo-nos pela última vez em novembro, em Porto Alegre, na Feira do Livro, onde fora lançar sua ‘Trilogia do Templo’ -três romances sobre a Maçonaria, em que, ali, sim, saltou sobre o abismo, pondo o coração em cada linha e chegando com os dois pés ao outro lado.

Outro Zé muito querido, o jornalista José Onofre, morreu nesta terça-feira, na sua Porto Alegre natal. Como editor de segundo caderno em São Paulo, ele não queria saber se um artigo estava grande demais ou se não havia um ‘gancho’ que o justificasse. Se estivesse informativo, atraente e bem escrito, bastava -o leitor iria com esse artigo até o fim do café da manhã. O próprio Zé, ao escrever, era um craque em imagens e símiles. Certa vez, ao descrever um uísque, disse que ele ‘sabia a velhas escrivaninhas’.

José Onofre foi decisivo em minha vida profissional num período de difícil transição, em fins dos anos 80. Para ele escrevi centenas de artigos, sempre com o maior prazer. Muito magro, os indefectíveis paletó e gravata pareciam deixá-lo incorpóreo; uma única vez, no Rio, ele me apareceu ousadamente esportivo: de paletó -sem gravata.

Zé Rodrix tinha 61 anos; José Onofre, 66.’

 

Carlos Calado

Morre, aos 61, o músico Zé Rodrix

‘Compositor e cantor, Zé Rodrix, 61, morreu ontem, à 0h45, após ser internado no Hospital das Clínicas, em São Paulo.

Segundo o Instituto Médico Legal, ele sofreu um infarto. Rodrix passou mal em casa e foi levado ao hospital.

Autor de canções como ‘Casa no Campo’ (com Tavito) e ‘Soy Latino-Americano’, o cantor e multi-instrumentista carioca foi ainda produtor, escritor, jornalista e publicitário.

No fim de 2008, Rodrix lançou, com os antigos parceiros Luiz Carlos Sá e Gutemberg Guarabyra, o CD ‘Amanhã’. O reencontro do trio Sá, Rodrix e Guarabyra, dos anos 70, se deu no início desta década, quando eles lançaram o CD ao vivo ‘Outra Vez na Estrada’ (2002) e voltaram a fazer shows.

Sempre associado ao rock rural (corrente que se confundia com o folk rock e tinha como expoente o trio Crosby, Stills & Nash), Rodrix era, na verdade, o músico mais urbano e roqueiro do trio com Sá e Guarabyra.

Após partir para a carreira-solo, Rodrix chegou a fazer shows e a gravar dois discos com a banda de rock Joelho de Porco, nos anos 80. Dela também fazia parte Tico Terpins, seu sócio no estúdio de gravação A Voz do Brasil, em São Paulo, onde se estabeleceu como requisitado autor de jingles e trilhas para publicidade.

Filho de um baiano mestre-de-banda, José Rodrigues Trindade (seu nome verdadeiro) nasceu no Rio. Em 1967, passou a integrar o grupo vocal Momento Quatro, que acompanhou a cantora Marília Medalha e Edu Lobo na apresentação de ‘Ponteio’ (de Lobo e Capinan), canção vencedora do 3º Festival de MPB da TV Record.

Sua consagração como compositor veio com outro festival, em Juiz de Fora (MG), em 1971.

Vencedora da competição, sua canção ‘Casa no Campo’ foi gravada por Elis Regina e se tornou sucesso em todo o país.

Em 1999, estreou como escritor com ‘Johaben: Diário de um Construtor do Templo’ (Record), que revelou sua ligação com a maçonaria.’

 

VENEZUELA
Folha de S. Paulo

Casa de líder de TV opositora é alvo de blitz

‘Forças de segurança venezuelanas realizaram busca e apreensão de 24 veículos mantidos na residência do presidente do canal de TV oposicionista Globovisión, Guillermo Zuloaga, anteontem à noite no leste de Caracas.

Nos últimos dias, Hugo Chávez tem feito reiteradas acusações contra a emissora, que apoiou o golpe frustrado contra o presidente em 2002, e ameaça fechá-la. Na Argentina, há uma semana, Chávez disse que a TV faz ‘terrorismo midiático’.

Segundo o chefe da polícia, Wilmer Flores, a operação foi realizada a partir de denúncia anônima. ‘Os proprietários da residência terão de explicar o que esses veículos estão fazendo lá e por que não estão em uma concessionária.’

Zuloaga disse que não tem nada a esconder e sugeriu estar sofrendo perseguição. ‘Não sei se eles estão tentando achar algo para nos calar. [Mas] não vão nos calar’, afirmou.

O presidente da emissora disse que os 24 veículos pertencem a duas concessionárias de sua propriedade e eram mantidos no local ‘por segurança’.

Participaram também da operação de busca, cujos mandados foram expedidos pela Justiça, membros da Guarda Nacional.

Relatores para a liberdade de expressão da ONU e da Comissão de Direitos Humanos da OEA (Organização dos Estados Americanos) manifestaram em nota conjunta preocupação com ‘declarações do governo’ contra o canal.

Segundo eles, a atitude ‘das mais altas autoridades do pais causam ambiente de intimidação em que se vê a limitação da liberdade de expressão’.

A ONG Human Rights Watch também exortou Chávez a pôr fim à ‘perseguição’ contra a emissora.’

 

LEI DE IMPRENSA
Walter Ceneviva

Ayres Brito e a imprensa

‘O VOTO do ministro Ayres Brito do STF (Supremo Tribunal Federal), na decisão que extinguiu a velha Lei de Imprensa, é verdadeiro monumento doutrinário a respeito da liberdade da comunicação. Para chegar à conclusão, em que repele uma nova lei, viu objetivamente na imprensa ‘uma atividade’ que passou a ‘instituição-ideia’, subjetivamente. No dizer de Ayres Brito, a imprensa se substancia no ato de comunicar, divulgar informações, o pensamento, a percepção humana em geral. Decorre de sua importância, ‘a permanente conciliação entre liberdade e responsabilidade’. Quanto mais se afirma a igualdade de um povo, ‘mais a liberdade ganha o tônus de responsabilidade da imprensa’.

Ayres Brito, culmina com a proposição jurídica de que a imprensa vitaliza ‘por muitos modos a Constituição’. Cuida da democracia como categoria jurídico-positiva (não simplesmente filosófico-política), na Constituição promulgada por Assembleia Constituinte livremente eleita, no fluxo ‘ascendente do poder de governar a polis’.

A Constituição alarga a plena liberdade de atuação da imprensa ao falar dos direitos de personalidade pondo-os, ‘a salvo de qualquer restrição em seu exercício’. De tudo extrai que a imprensa ‘não se sujeita a outras disposições que não sejam as figurantes na própria Constituição’.

Esse é o ponto essencial do tema, na síntese feita aqui, das cem páginas de Ayres Brito, em apenas 3.200 toques de computador. Referindo o art. 220 da Carta, ele anota que ‘é de ser interpretado como proibição de se reduzir a coisa nenhuma dispositivos igualmente constitucionais’.

De tudo extrai a ‘impossibilidade de produção de uma lei de imprensa’, pois não há espaço ‘constitucional para movimentação interferente do Estado em qualquer das matérias essencialmente de imprensa’. Vai ao cerne de seu voto, com a total procedência da ação, ‘para o efeito de declarar como não recepcionado pela Constituição de 1988 todo o conjunto de dispositivos da lei federal nº 5.250/67, nele embutido o de natureza penal’.

Comecei a coluna dizendo ver no voto de Carlos Ayres Brito ‘monumento doutrinário de respeito da liberdade de comunicação’, na densidade da análise, na elegância do estilo, na doutrina jurídica. Invocando, porém, minha antiga experiência sobre a Lei de Imprensa, de 1967, dividida com Manoel Alceu Afonso Ferreira, José Paulo Cavalcanti Filho e Judith Brito, contraponho duas anotações. A lei, a respeito das relações entre sociedade e mídia, cabe sempre quando livremente votada, no estado democrático de direito, para aplicação da Carta de 1.988. Ayres Brito colheu na Carta a convicção de que o todo da imprensa está na Constituição. Nessa, porém, há proibições específicas, únicas quanto ao processo legislativo. Nenhuma para a Lei de Imprensa. O 4º parágrafo do art.60, veda apenas a deliberação de proposta de emenda (e, portanto, de lei) tendente a abolir a forma federativa de Estado, o voto direto, secreto, universal e periódico, a separação dos Poderes e os direitos e garantias individuais. Nem um só desses direitos será mal ferido na nova Lei de Imprensa que garantir e regular direitos de todos, dos atuadores do jornalismo aos alvos dessa atuação, em modo equilibrado e justo. Constitucional.’

 

PUBLICIDADE
Márcio Pinho

Fabricante do Vanish vai suspender de canal infantil comercial com crianças

‘A fabricante Reckitt Benckiser vai suspender, a partir de segunda-feira, a veiculação no canal a cabo infantil Discovery Kids do comercial do Vanish, em que crianças são protagonistas. O produto é usado para lavar roupas.

Em abril, o Instituto Alana, ONG que atua na área de assistência social e educação, enviou carta à empresa pedindo o fim da propaganda durante a programação infantil de emissoras de TV.

Segundo a ONG, além de o produto ser perigoso para as crianças, a possibilidade de a propaganda atingir e conquistar o público infantil demonstra falta de ética.

A Reckitt Benckiser informou em nota que, por questões estratégicas, já havia decidido pelo fim da veiculação no Discovery Kids, mas que manterá a peça nas demais emissoras. A Reckitt afirmou que o anúncio é voltado às babás e às mães e que não vê problema ético.

O mesmo entendimento quanto ao público alvo foi informado pelo Discovery Kids, que disse ainda ser pioneiro na adoção de políticas rigorosas quanto às publicidades veiculadas no canal.

A propaganda começa com duas crianças com cerejas nas mãos. Elas preparam uma arapuca para a mãe e sujam roupas. A mãe lava-as, utilizando Vanish, e consegue retirar a sujeira, atribuindo o feito ao produto.

‘O simples fato de haver crianças em destaque é um fato para que o público infantil se identifique com ele’, afirma Isabella Henriques, coordenadora do Projeto Criança e Consumo da ONG.’

 

E-BOOK
Eduardo Simões

Encolheram o livro

‘Anunciado no início deste mês, o Kindle DX (pronuncia-se ‘quindou’), o mais novo leitor eletrônico de livros e jornais da Amazon, é mais um passo numa esperada revolução na forma de armazenar, transferir e consumir livros, algo talvez comparável ao que aconteceu com a indústria da música e os aparelhos como os tocadores de MP3, na década de 90, e o iPod, que surgiu em 2001.

Embora os aparelhos e livros digitais ainda sejam limitados aos EUA e não tenham previsão de chegar ao Brasil, o assunto já está na pauta das principais editoras do mercado e também das grandes livrarias. Por exemplo, a maioria dos contratos assinados nos últimos três anos, quando surgiram os primeiros leitores Kindle e Reader (da Sony), já inclui o direito à distribuição na forma digital. E as editoras, de um modo geral, afirmam poder produzir rapidamente as versões e-books de seu catálogo.

‘Temos arquivos digitais de tudo, estamos muito preparados para distribuir 100% do nosso catálogo principal’, diz Mauro Palermo, diretor-executivo da Nova Fronteira. ‘A adesão do leitor será rápida porque a plataforma é irresistível. Inicialmente, a distribuição continuará sendo feita pelos parceiros livreiros. E ganharão muito os que têm uma boa loja .com.’

Marcílio D’Amico Pousada, diretor-presidente da Livraria Saraiva, que acaba de lançar um serviço de aluguel e compra de filmes via download pelo site, acredita que o ‘negócio do livro digital vai evoluir’.

‘A internet já representa 33% do faturamento da Saraiva. As experiências com livros digitais ainda não são definitivas, mas já estão avançadas. Quando a fotocópia apareceu, nos anos 60, achavam que o livro iria acabar. Mas há um convívio até hoje. O livro físico é difícil de ser 100% substituído, mas, em parte, sim.’

Aparelhos

A compra e download de livros digitais ainda é exclusiva para o território americano, seja via conexão à internet por meio de um computador (caso do Sony Reader) ou por uma rede sem fio exclusiva, caso do Kindle (Amazon). Porém, os editores brasileiros já vêm testando os aparelhos com textos em formato PDF ou versões digitais de livros já em domínio público, disponíveis no Google.

As avaliações são diversas. Luciana Villas-Boas, diretora-editorial da Record, tem um Sony Reader, cuja tela ainda considera ‘muito fosca’. A editora também acha improvável uma grande adesão a um aparelho caro que vai ‘sujar ou enferrujar’ se levado à praia.

Paulo Roberto Pires, da editora Agir (grupo Ediouro), que já utiliza o aplicativo gratuito Stanza para ler livros digitais ou arquivos PDF em seu iPhone, considera uma ‘bobagem’ a discussão de que não se pode ler bem numa tela. ‘Os aparelhos não substituem o livro, mas dá para ler na tela, sim.’

Menos entusiasmada com os aparelhos de leitura disponíveis, a diretora de produção da Companhia das Letras, Elisa Braga, diz que, em termos de visualização, o Kindle é o melhor, ‘tem menos reflexo na tela’. Mas ressalva: ‘São pouco práticos. E mais, um aparelho somente para leitura, por quase 500 dólares, é algo que não vai pegar no Brasil. Só vai funcionar quando houver um dispositivo que integre tudo, como um celular com tela dobrável’.

Sergio Herz, diretor de operações da Livraria Cultura, também aponta problemas com os aparelhos. Com os custos de importação, se eles chegassem ao Brasil hoje, não sairiam por menos de US$ 600 ou 700, cerca de R$ 1,5 mil. E mais: ‘Quem viaja, a trabalho ou em férias, vai querer carregar notebook, celular e ainda um e-reader? Com os respectivos cabos e carregadores? O quanto estamos dispostos a ter e carregar tantos cacarecos?’, questiona.

Futurologia

Ponderado, Roberto Feith, diretor-presidente da editora Objetiva, arrisca o que chama de ‘exercício de futurologia’ para estabelecer algumas etapas para a chegada dos aparelhos e adesão aos livros digitais.

Para Feith, a primeira etapa será de downloads para leitura em celulares avançados, já existentes no mercado. A segunda deve acontecer com a chegada dos primeiros Sony Readers importados e com custo alto.

‘Devem ser usados mais como ferramenta de trabalho para pessoas que precisam carregar com frequência grandes volumes de texto, como advogados, jornalistas e editores’, diz.

A quarta etapa, afirma o editor, começará quando houver aparelhos de leitura e redes de distribuição sem fio.

‘Esta é a imensa diferença entre o Kindle e os demais dispositivos de leitura, como o Sony Reader’, diz Feith. ‘O Kindle é o único que funciona sem fio, permitindo a compra, por impulso ou não, de qualquer conteúdo digital a partir de quaisquer lugar e hora. Ou seja, o Kindle não oferece apenas uma alternativa equivalente de leitura. Ele oferece uma importante vantagem em comparação com a compra e leitura de livros impressos, que é a compra instantânea, de qualquer texto, em qualquer lugar.’’

 

TELEVISÃO
Lúcia Valentim Rodrigues

‘CSI’ e ‘Criminal Minds’ trocam de protagonista

‘Com a mudança dos protagonistas de ‘CSI’ e ‘Criminal Minds’, o DVD vira o único refúgio para os saudosos dos heróis originais. A sétima temporada de ‘CSI’ tem o primeiro volume (de um total de três) lançado em DVD. William Petersen continua presente como o investigador Gil Grissom, liderando os detetives que investigam crimes bárbaros em Las Vegas (EUA). A série começa quente, envolvendo os policiais nas histórias de estupro, sequestro e espancamentos. É como se, depois de sete anos, só batendo nos agentes para criar um frisson com o público. E funciona. Há ainda um serial killer emblemático, que faz miniaturas de seus assassinatos. É um jeito bem impactante de se despedir de Grissom, que no nono ano do seriado vai passar a ser apenas produtor-executivo, dando lugar a Laurence Fishburne. Vai dar saudades do investigador, que já ficou meio surdo, envolveu-se com uma subordinada, teve um caso com uma suspeita e assim explicou sua função no mundo: ‘Estou aqui porque os mortos não podem falar por si mesmos’. Em ‘Criminal Minds’, o professor Jason Gideon (Mandy Patinkin) desiste do mundo dos serial killers após ver uma amiga ser morta por um deles. Leva quase seis episódios para explicar a saída e incorporar o durão David Rossi (vivido por Joe Mantegna), policial das antigas, um dos fundadores da agência do FBI que desvenda a mente dos assassinos em série. Agora o tom dos episódios vira menos psicológico e menos centrado na figura de quem sabe fazer um interrogatório como ninguém. O programa investe mais na ação, na perseguição dos criminosos, focando no gênero policial. Termina com um fantástico clímax: uma explosão inexplicada que vai matar um dos personagens principais. Será? Ótimo jeito de manter o interesse num seriado que não entrega mais tudo o que prometia nas temporadas anteriores.

CSI – 7ª TEMPORADA – VOL. 1

Distribuidora: Playarte

Quanto: R$ 99,90, em média

CRIMINAL MINDS – 3ª TEMPORADA

Distribuidora: Buena Vista

Quanto: R$ 99,90, em média

Classificação: não indicado a menores de 16 anos (ambas as séries)’

 

‘Samantha Who?’ é cancelada

‘A comédia estrelada por Christina Applegate, exibida no Brasil pelo Sony, não terá novos episódios produzidos no outono americano pela rede ABC. A sitcom ‘According to Jim’, outra atração do Sony, também chega ao fim. A lista de cancelamentos inclui ainda os dramas ‘Without a Trace’, da CBS, e ‘Terminator: The Sarah Connor Chronicles’, da Fox, ambos mostrados aqui pelo Warner Channel.’

 

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