Quarta-feira, 12 de Dezembro de 2018
ISSN 1519-7670 - Ano 19 - nº1017
Menu

CADERNO DO LEITOR >

Muito corporativismo

06/04/2004 na edição 271

Concordo com Alberto Dines. É muito corporativismo. A imprensa noticiou que eles ganham 4 mil reais por mês e querem 80% de aumento salarial. A média salarial dos brasileiros é R$ 800 por mês, que eu saiba. E quem está tendo aquela porcentagem de aumento? Acho que nem jornalistas, que têm curso superior, ganham o que eles ganham atualmente. É muita arrogância, e os salários deles quem paga é o povo. O funcionário público não quer saber: o povo que se vire com o alto desemprego e com salários pequenos para pagar seus altos salários.

Carmen Gomes Simioni, bancária aposentada, formada em Ciências Sociais, Cachoeiro de Itapemirim, ES

Quem policia os federais? – Alberto Dines



Absurdo na rede

Lendo uma notícia de esportes no site do Terra (www.terra.com.br), achei um absurdo gramatical: ‘A seleção de Scolari vem sido bastante criticada por não ter vencido (…)’ (http://esportes.terra.com.br/interna/0,,OI288788-EI1925,00.html). Não se pode deixar um absurdo desses ir para a grande rede, não acham?

André Sekkel, estudante, São Paulo



Cristãos desrespeitados

Chama açougueiro o autor do referido filme, o qual descreve de maneira ainda ineficaz o sofrimento de Jesus, posto ser este tão intenso que é impossível retratá-lo pelos meios de que dispomos. Mas a opinião é válida, até porque vivemos em país democrático. Chama mito à figura de Jesus Cristo. E a quantos brasileiros cristãos não ofende ao dizer ou escrever isto? Já não chega a violência descontrolada que ocorre em muitas partes do mundo devido ao desrespeito com que tratam o Deus de cada um? (…) Melhor seria que não dissesse nada, se não sabe respeitar uma coisa que para nós cristãos é tão séria. (…) Jesus é citado como ‘mito’. Isto é para nós cristãos um desrespeito. Todos têm o direito de credo, sem que sejam ofendidos!

Péricles Alves de Oliveira, técnico do Tesouro Nacional, Bom Despacho, MG

A Paixão segundo o açougueiro – Jorge Claudio Ribeiro



Tintin e os demônios

Causou-me estranheza a publicação neste site do artigo do cidadão José Vicente Dias, em que tenta incluir o personagem Tintin em sua grande coleção de demônios que ele e seus ‘irmãos em cristo’ combatem na sua página sobre supostas mensagens subliminares. Lembro-me que este senhor foi recentemente à TV alertar a pobre cristantade indefesa que músicas de artistas brasileiros (Roberto Carlos inclusive!) quando tocadas de trás pra frente contêm frases ofensivas a Deus e de exaltação ao Diabo. Houve quem desse crédito a isso. Uma rápida visita a esta página mostra que tudo não passa de mais um engodo inventado pela igreja a que o dito cidadão pertence.

Tudo bem, todos nós estamos acostumados com isso, pois desde os tempos bíblicos que os ditos ‘servos de Deus’ se esforçam para combater o Maligno e suas manifestações, mesmo que estas sejam nada menos que músicas, filmes dos estúdios Disney, desenhos como Mickey e Tintin etc. O que me espanta é o espaço dado a semelhante crendice neste site, que eu ainda procuro considerar sério. Espero que as escatologias do dito cidadão não tenham muita conseqüência na mente dos leitores.

Gilberto Go, Goiás

Todos os comentários

x

Indique a um amigo

Este é um espaço para você indicar conteúdo do site aos seus amigos.

O Campos com * são obrigatórios.

Seus dados

Dados do amigo (1)

Dados do amigo (2)

Mensagem