Sexta-feira, 20 de Setembro de 2019
ISSN 1519-7670 - Ano 19 - nº1055
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INTERESSE PúBLICO >

Playboy sem nudez nas Filipinas

01/04/2008 na edição 479

As Filipinas terão sua própria versão da Playboy, com um detalhe inusitado: a revista não trará as imagens de nudez total que a tornaram famosa em todo o mundo. A Playboy filipina, com lançamento marcado para esta semana, terá como alvo um público mais maduro e abastado – em contraste aos leitores de revistas masculinas como a FHM e a Maxim, que já contam com edições no país. ‘A revista será mais discreta que a versão americana, mas não tanto quanto a versão indonésia, explica o chefe de redação da Playboy filipina, Beting Laygo Dolor. Esta será a 25ª edição internacional da revista, criada há mais de 50 anos nos EUA. Filmes e publicações com nudez vêm gerando críticas no país conservador – e o único católico – da Ásia. Grupos que monitoram a atuação da mídia já abriram queixas criminais contra distribuidores deste tipo de conteúdo. Informações da AFP [27/3/08].

Filme anti-Islã retirado de sítio britânico

O sítio de internet britânico Liveleak.com afirmou no sábado (29/3) que removeu de sua página o polêmico filme anti-Islã Fitna, do parlamentar holandês de extrema direita Geert Wilders, depois que sua equipe passou a receber ameaças. O curta, que ainda pode ser visto em outros sítios – entre eles o YouTube –, foi divulgado na quinta-feira (27/3). ‘Por causa de ameaças sérias a nossa equipe, o Liveleak não teve escolha a não ser retirar o Fitna de nossos servidores’, declarou o sítio. ‘Este é um dia triste para a liberdade de expressão na internet, mas nós temos que colocar a segurança de nossos funcionários acima de tudo’. O filme, que traz passagens do Corão ligadas a imagens de ataques terroristas, acusa o livro sagrado dos muçulmanos de ‘fascista’. Temendo uma repercussão negativa como a do caso dos cartuns do profeta Maomé, em 2005, o governo da Holanda deixou claro que, apesar de respeitar o direito de Wilders de se expressar, não apóia o conteúdo do curta. O secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, também condenou o filme, classificando-o de ofensivo ao Islã. ‘Não há justificativa para este discurso de ódio e para o incitamento da violência’, afirmou. Informações da AFP [29/3/08].

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