Sábado, 16 de Dezembro de 2017
ISSN 1519-7670 - Ano 19 - nº970

JORNAL DE DEBATES > ENTREVISTA / GEORGE SANGUINETTI

Caso Isabella: ‘Opinião pública já achou os culpados’

Por José Paulo Lanyi em 17/06/2008 na edição 490

O médico e vereador de Maceió George Sanguinetti tem sido duramente criticado por ter aceitado o convite da defesa de Alexandre Nardoni e de Anna Carolina Jatobá para investigar as causas da morte da menina Isabella Nardoni à margem do trabalho dos peritos da polícia paulista.

Contratado pelos advogados do pai e da madrasta da criança assassinada em São Paulo em 29 de março, Sanguinetti minimizou o laudo oficial. Aos jornalistas, disse considerá-lo ‘inservível’, ‘medíocre’, ‘dúbio’, ‘imaginativo’, ‘falho’ e ‘sem valor probatório’.

Sob ameaça de processo judicial por iniciativa da Associação dos Peritos Criminais do Estado de São Paulo, o médico também tem sido acusado de não ser legista, apesar de ser professor da Universidade Federal de Alagoas.

Nota de esclarecimento

No site da Associação Brasileira de Medicina Legal (ABML), lê-se esta nota de esclarecimento:

‘Recebemos inúmeros e-mails através do site ABML (Associação Brasileira de Medicina Legal) sobre se o dr. George Sanguinetti é associado, médico legista e em qual IML trabalha ou trabalhou, vale ressaltar o que segue:

1 – O dr. Sanguinetti é coronel reformado da Polícia Militar de Alagoas;

2 – Não é e nunca foi médico legista em nenhum estado brasileiro;

3 – Não é associado da ABML;

4 – Não tem título de especialista em Medicina Legal fornecido pela ABML/AMB/CFM;

5 – Foi professor de Medicina Legal da Universidade Federal de Alagoas e diretor do Manicômio Judiciário de Maceió;

6 – Foi diretor nomeado do IML, ficando no cargo aproximadamente 60 dias;

7 – Nunca realizou exame necroscópico ou de lesões corporais em qualquer IML do Brasil.

O dr. Sanguinetti vem se tornando o pretexto de uma discordância cientificamente inexistente.’

Acusações ‘pessoais e insignificantes’

Um de seus críticos persistentes é o jornalista Joaquim de Carvalho, autor do livro Basta! Sensacionalismo e Farsa na Cobertura Jornalística do Assassinato de PC Farias (Editora A Girafa, 2004), ex-repórter da revista Veja que, em 3 de junho, fez a seguinte afirmação em entrevista a este Observatório:

‘Sobre Sanguinetti, naquela ocasião ele não tinha capacitação técnica porque:

1 – Não era legista;

2 – Sua maior experiência era a de diretor do manicômio de Alagoas e, nessa função, tinha até sido investigado no estado por uso de eletrochoque;

3 – Tinha pretensões políticas evidentes, já tinha sido candidato a um cargo eletivo e desempenhou funções políticas (nada relacionado à área de Medicina Legal) no governo de Geraldo Bulhões;

4 – Por sua truculência e sua biografia – tinha prestado serviço a um órgão de repressão no tempo da ditadura –, não era levado a sério por seus pares e no estado onde trabalhava.’

Este articulista buscou ouvir a versão de Sanguinetti. Solicitado, o médico recusou-se a responder diretamente às acusações de Carvalho, disse considerá-las ‘pessoais e insignificantes’.

Aceitou, contudo, dar a entrevista a seguir, realizada por e-mail.

***

O que o senhor tem a responder aos jornalistas que dizem que o senhor não tem formação nem qualificação necessárias para exercer o seu trabalho no caso Isabella? O senhor é legista concursado, ou seja, na prática, ou apenas tem formação em medicina legal?

George Sanguinetti – Sou professor de Medicina Legal, aprovado em concurso público para a Universidade Federal de Alagoas desde 1971, ensinando na faculdade de Medicina e na faculdade de Direito. Sou médico legista desde essa época, amparado na legislação que assegurava aos aprovados em concurso público requerer o título de médico-legista, ou seja, especialista em Medicina Legal. Sou inscrito no Conselho Regional de Medicina de Alagoas na especialidade de médico-legista e fui diretor do IML do estado de Alagoas.

Jornalistas de São Paulo se disseram impressionados com o que classificaram de ousadia do senhor de vir de Maceió para questionar, acintosamente, o trabalho de legistas e peritos de um centro de excelência nacional. Até que ponto pode estar havendo ‘bairrismo’ – como chegaram a dizer alguns críticos desses comentaristas – contra o seu trabalho?

G.S. – Questiono o trabalho dos legistas no laudo necroscópico por causa das conclusões equívocas que comprometem a eficácia desse documento médico-legal. Mais importante do que questionarem minha competência é marcar debate em fórum adequado para dirimir dúvidas com a participação de legistas experientes e professores de Medicina Legal.

‘Não entraria no caso por interesse eleitoral’

Como a mídia está cobrindo o seu trabalho? O senhor percebe interesse pela verdade ou é o preconceito que tem ditado a cobertura?

G.S. – A mídia faz o seu trabalho, mostra o contraditório, não emito mérito sobre essa questão.

Quais têm sido, de forma geral, os comentários da mídia e da opinião pública alagoanas sobre as suas investigações no caso Isabella?

G.S. – Controversos, mas para o meu trabalho não têm relevância.

Há quem diga na mídia que o senhor ingressou neste caso por mero interesse eleitoral…

G.S. – Se tivesse interesse eleitoral, teria seguido o conselho de minha assessoria e não teria entrado no caso quando fui convidado. Afinal, caso a finalidade seja eleitoreira, tenho mais a perder do que a ganhar, pois a opinião pública já ‘achou’ e quer ‘punir’ os culpados. Entrei porque vi um documento de suma importância equivocado na sua essência.

Outra crítica é de que a sua intervenção só faria aumentar as dúvidas, o que levaria ao recrudescimento do sensacionalismo, em detrimento do esclarecimento dos fatos…

G.S. – Busco o esclarecimento dos fatos. Até hoje questiono: por que Isabella foi morta? Como pais até então dedicados poderiam naquele momento merecer a imputação? Houve, de fato, uma terceira pessoa na cena? As investigações policiais foram satisfatórias? Até que ponto o clamor social por um rápido esclarecimento desse crime e sua conseqüente punição de culpados interferiu nesse processo (perícia, polícia, Ministério Público e Judiciário)? Respeito muito a imprensa, principalmente a imprensa séria que transmite as informações de forma equilibrada e sem se utilizar de um caso que chocou cada família brasileira apenas por puro sensacionalismo.

No Caso PC Farias, tudo era favorável, a opinião pública não engoliu o crime passional, mas ouvi as mesmas críticas: se sou ou não qualificado, se entendo de Medicina Legal. E nesse caso provei, e hoje corre nos autos, que foi duplo homicídio. Passional foi o inquérito. Agora, no caso Isabella, a minha busca é por dados técnicos de relevância e mérito para que a denúncia do senhor promotor e a decisão do excelentíssimo juiz esteja amparada, de forma inequívoca, por documentos médico-legais baseados em informações técnicas corretas, eficientes e com nexo causal, e não num laudo pericial falho, com vícios, e que pela boa técnica é passível de ser descartado dos autos. Quero o esclarecimento dos fatos, mas baseado em dados técnicos sérios, inequívocos, e não em dados duvidosos e fantasiosos, pois, no Direito brasileiro [escreve em maiúsculas] IN DUBIO PRO REO. Queria lembrar ao senhor que o sensacionalismo quem faz não sou eu. Não tenho esse poder.

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Jornalista

Todos os comentários

  1. Comentou em 24/06/2008 Rogério Ferraz Alencar

    Além disso: o pai, segundo a Folha, tentou socorrer Isabella, e foi impedido pelo vizinho que havia chamado o socorro. Aliás, veja o que diz matéria da Folha, de 03/05, no caderno Cotidiano: “Relatório contém equívocos contra casal. Para reforçar acusações contra os dois, polícia incluiu informações equivocadas e omitiu outras no relatório enviado à Justiça. Além de incluir testemunho de vizinho com enganos, a polícia deixou de mencionar pontos que favorecem a versão de Alexandre”. A delegada Renata Pontes, que chamou Alexandre de assassino no dia seguinte e, segundo a Veja, tornou-se amiga da mãe de Isabella, simplesmente disse que algo ocorreu às 23h30, quando a testemunha disse que ocorreu às 21h30. Leia a matéria e você verá o que estão fazendo com o casal. Veja o que diz Paulo Moreira Leite, no Último Segundo de 19/04: “A polícia consegue demonstrar que não houve uma terceira pessoa e tem um pacote de omissões, contradições e mesmo mentiras contra o casal. São elementos que podem levar a uma condenação. A polícia ainda não dispõe, porém, de provas para sustentar positivamente o papel de um e de outro na trama que levou à morte da menina. Curiosamente, o casal está sendo indiciado não porque tenha sido possível demonstrar o que fez – mas porque não consegue convencer ninguém sobre a verossimilhança da história que contou.” Ou seja: não há provas contra o casal.

  2. Comentou em 24/06/2008 Rogério Ferraz Alencar

    Além disso: o pai, segundo a Folha, tentou socorrer Isabella, e foi impedido pelo vizinho que havia chamado o socorro. Aliás, veja o que diz matéria da Folha, de 03/05, no caderno Cotidiano: “Relatório contém equívocos contra casal. Para reforçar acusações contra os dois, polícia incluiu informações equivocadas e omitiu outras no relatório enviado à Justiça. Além de incluir testemunho de vizinho com enganos, a polícia deixou de mencionar pontos que favorecem a versão de Alexandre”. A delegada Renata Pontes, que chamou Alexandre de assassino no dia seguinte e, segundo a Veja, tornou-se amiga da mãe de Isabella, simplesmente disse que algo ocorreu às 23h30, quando a testemunha disse que ocorreu às 21h30. Leia a matéria e você verá o que estão fazendo com o casal. Veja o que diz Paulo Moreira Leite, no Último Segundo de 19/04: “A polícia consegue demonstrar que não houve uma terceira pessoa e tem um pacote de omissões, contradições e mesmo mentiras contra o casal. São elementos que podem levar a uma condenação. A polícia ainda não dispõe, porém, de provas para sustentar positivamente o papel de um e de outro na trama que levou à morte da menina. Curiosamente, o casal está sendo indiciado não porque tenha sido possível demonstrar o que fez – mas porque não consegue convencer ninguém sobre a verossimilhança da história que contou.” Ou seja: não há provas contra o casal.

  3. Comentou em 21/06/2008 Marco Antônio Leite

    Essa história de uma terceira pessoa foi tramada ou durante a viagem de uma cidade da grande São Paulo até chegar ao edifício, ou logo após o crime o (s) assassino (s) criou e combinou falar que havia um ladrão no prédio. Por isso, ele (s) têm sustentado esse álibi. Ou então estou surtando a ponto de acreditar naquilo que penso, lei e escrevo, será que estou sofismando ou inventando algo que não tive a oportunidade de participar há não ser obter informações somente pela a imprensa. Porém, para mentir não há necessidade de ler, ouvir ou ver aquilo que a imprensa passa para todos nós, já sou grandinho para mentir sozinho.

  4. Comentou em 20/06/2008 Marco Antônio Leite

    As provas que incriminam o casal são muitas e contundentes, mesmo que eles tenham sustentado a mentira de que havia uma terceira pessoa no crime. Caro Alencar, porque será que ele não consegue fazer um retrato falado do assassino, apenas diz que viu um homem saindo do apartamento e que usava uma camisa preta. Porque será que o pai não foi atrás do homem e se atracado com ele, pois as características no quesito altura do fantasma batiam com a do pai. No entanto, o pai não procurou certificar se o estranho era negro ou branco, quem sabe um inimigo conhecido da família. Segundo ele, foi direto ao quarto do filho e viu que a menina não estava sobre a cama, rapidamente deslocou-se até a janela e observou que o corpo da filha estava estendido no chão do jardim. No entanto, ao invés de telefonar para o resgate, achou melhor descer até o jardim e, acionou seu celular para falar com seu pai, a fim de avisá-lo que a neta estava morta no chão, pois ela havia sido defenestrada por um estranho. Senhor Alencar, como podemos aceitar que num pequeno espeço de tempo, o assassino fez uma série de tarefas e, em seguida se evadiu do prédio sem ser visto por ninguém, pura brincadeira de mau gosto. Só os inocentes úteis é que acreditam que o casal não tenha vinculo direto com o evento funesto. Ou não? Coloque a mão na consciência e, refaça sua analise e conclusão sobre os culpados.

  5. Comentou em 19/06/2008 Marco Antônio Leite

    O sabe tudo do agreste é exímio tumultuador de processos de peritagem já prontos com o objetivo de ganhar muito dinheiro. Ressalto que na época das mortes de PC e Suzana, a família Faria o contratou simplesmente para livrar o morto e sua noiva de terem armado aquele drama do qual o PC foi assassinado pela noiva e, esta cometeu o suicídio. O sabe tudo inventou uma história mirabolante até encontrar, segundo ele, os culpados pelos crimes, ou seja, responsabilizou os seguranças da mansão. Sua tarefa foi facilitada pelo grau de fraqueza e pobreza dos seguranças, assim se tornaram presas fáceis da Justiça Alagoana. No caso da menina Isabela, o mesmo sabe tudo veio a São Paulo para ganhar muito dinheiro a fim de desqualificar o trabalho de peritos competentes e sérios e, por a culpa do crime no facínora fantasma, o qual tem uma ficha de crimes bem extensa na polícia do castelo mal assombrado. Com certeza, a Justiça paulista não dará atenção ao ‘laudo’ comprado pela família do possível assassino.

  6. Comentou em 19/06/2008 Marco Antônio Leite

    O sabe tudo do agreste é exímio tumultuador de processos de peritagem já prontos com o objetivo de ganhar muito dinheiro. Ressalto que na época das mortes de PC e Suzana, a família Faria o contratou simplesmente para livrar o morto e sua noiva de terem armado aquele drama do qual o PC foi assassinado pela noiva e, esta cometeu o suicídio. O sabe tudo inventou uma história mirabolante até encontrar, segundo ele, os culpados pelos crimes, ou seja, responsabilizou os seguranças da mansão. Sua tarefa foi facilitada pelo grau de fraqueza e pobreza dos seguranças, assim se tornaram presas fáceis da Justiça Alagoana. No caso da menina Isabela, o mesmo sabe tudo veio a São Paulo para ganhar muito dinheiro a fim de desqualificar o trabalho de peritos competentes e sérios e, por a culpa do crime no facínora fantasma, o qual tem uma ficha de crimes bem extensa na polícia do castelo mal assombrado. Com certeza, a Justiça paulista não dará atenção ao ‘laudo’ comprado pela família do possível assassino.

  7. Comentou em 19/06/2008 Paulo Bandarra

    No Consultor Jurídico tem outro caso que ‘chamaram’ ao Dr George Sanguinetti para melar a justiça! (http://conjur.estadao.com.br/static/text/62514,1 ) Processo arrastado
    Recusa de testemunha imprescindível cerceia defesa. Quem? O perito imprescindível!

  8. Comentou em 19/06/2008 Paulo Bandarra

    ‘ele foi autorizado pelo MP e pela Justiça a produzir um parecer’ Ou seja, ele foi encarregado de produzir um parecer sob encomenda para o MP conforme o desejo do mesmo para a sua tese! Pode? Mas para quem acredita na infalibilidade da justiça, pode!!! Pena que o espírito do PC ou na mocinha não veio comunicar a verdade há mais tempo!!! Teria sido tão mais fácil do que esperar a encomenda para o professor!!! ‘Sanguinetti … aos jornalistas, disse considerá-lo ‘inservível’, ‘medíocre’, ‘dúbio’, ‘imaginativo’, ‘falho’ e ‘sem valor probatório’. Só com autorização judiciária mesmo!!!

  9. Comentou em 18/06/2008 Marco Antônio Leite

    Senhor Alfredo, o suicídio do tenente que esteve no edifício LONDON, o qual cometeu esse atentado contra a própria vida devido ter sido descoberto como pedófilo, não tem nenhuma relação com o caso da garota Isabella, como diria o filosofo periférico: Um caso é um caso, outro caso é outro caso, ou o jogo é jogado e o lambari é pescado. Ou não? A varredura feita pela sua equipe foi realizada com sucesso, pois ninguém que ali mora viu algo estranho entrando ou saindo daquele edifício naquela noite, há não ser que se tratava do gasparzinho, o fantasminha camarada, que nesse dia não foi tão camarada assim. Senhor, a polícia é constituída de profissionais gabaritados para realizar investigações sejam elas fáceis ou difíceis como foi nesse caso, onde o casal após o crime inventou uma terceira pessoa, a qual só o pai da menina viu na cena do hediondo crime. Quanto ao perito Alagoano, trata-se do famoso faz me rir, haja vista ter vindo a São Paulo para ganhar muito dinheiro e, apenas desqualificar laudos que foram feitos in-loco e pouco após o crime. Peritos que tiveram contado com a cena dos acontecimentos e com o corpo da menina nos exames a posteriores são pessoas gabaritadas. Se tem alguém inocente nessa história são aqueles que acreditam numa pericia desqualificadora da verdadeira pericia.

  10. Comentou em 17/06/2008 Lotar Kaestner

    45% das crianças no Brasil são indesejadas, rejeitadas, não planejadas, não se contava com elas…ou como se queira classificar. A sociedade, os órgãos públicos todos agora tentam resolver o embrólio. A menina foi massacrada, mas isto conta menos do que a sorte dos culpados. O resultado era de se esperar. Por quê? Pelas estatísticas acima, estimuladas pelo sexo turismo oficial, ou carnaval sexual, novelas onde só mostra violência emocional e sexual. Tudo é o resultado de uma alquimia…que acontece como conseqüência. Mas o mais importante é ganhar dinheiro, não importam as mazelas sociais. Porque elas não afetam os clãs que enriquecem. A próxima epidemia de dengue será…assim que o tempo esquentar de novo…no verão….no Rio de Janeiro…cidade maravilhosa…cidade da música….Lá tem o Senadinho….aliás…para quê serve mesmo?

  11. Comentou em 17/06/2008 Marco Antônio Leite

    Como diria o filosofo do bacalhau, esse cidadão veio ao mundo para confundir e não para explicar. Até o presente momento ninguém provou que na cena do crime havia uma terceira pessoa e, que essa pessoa foi quem, em míseros cinco minutos, achou a chave do apartamento. Por mero ilusionismo descobriu o andar e a porta de acesso ao apartamento do pai da menina. Também soube que naquela noite que o casal com os filhos voltavam de uma festa. Após a chegada da família, esperou o pai levar a garota Isabella até o apartamento, este não percebeu nenhuma anormalidade na porta até então, adentrou no recinto e deixou a menina do quarto do irmão. Desceu até a garagem para apanhar o resto da família, nesse ínterim essa terceira pessoa, num passo de mágica, fez uma série de trabalhos até concluí-lo arremessando a menina sexto andar abaixo e em seguido empreendeu fuga sem ser visto por ninguém. Ao retornar ao apartamento o pai percebeu que a menina não estava mais na cama, ao observar pelas frestas da rede de contenção observou o corpo da garoto estendido no chão do jardim. Nesse retorno com a família somente ele viu o vulto dessa famigerada terceira pessoa, porque será que a mulher não percebeu esse fato. Já o médico sabe tudo apenas desqualificou um documento que comprova a participação ativa do casal nesse evento funesto. O resto é restolho do rebotalho da casca do alho?

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