Quinta-feira, 14 de Novembro de 2019
ISSN 1519-7670 - Ano 19 - nº1063
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ENTRE ASPAS >

Governo dos EUA pede ajuda do Twitter no Irã

Por Luiz Antonio Magalhães (seleção de textos) em 18/06/2009 na edição 542


Leia abaixo os textos de quarta-feira selecionados para a seção Entre Aspas.


 


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O Estado de S. Paulo


Quarta-feira, 17 de junho de 2009


IRÃ


O Estado de S. Paulo


Regime censura imprensa; EUA fazem apelo ao site Twitter


‘Reuters, WASHINGTON – O Departamento de Estado dos EUA admitiu ontem ter solicitado ao Twitter que mantenha seus serviços funcionando regularmente. O objetivo é garantir que manifestantes no Irã contrários à reeleição do presidente Mahmoud Ahmadinejad consigam trocar informações entre si e enviar notícias para fora do país livremente por meio de redes sociais virtuais.


O Twitter havia programado uma manutenção de seu sistema na segunda-feira que o deixaria fora do ar por algumas horas. No entanto, segundo funcionários americanos que pediram anonimato, a empresa decidiu postergar o reparo após a intervenção do Departamento de Estado.


Segundo a companhia, a manutenção foi adiada ‘porque o Twitter está sendo uma importante ferramenta de comunicação no Irã’.


Desde ontem, jornalistas estrangeiros enviados ao país persa estão proibidos de sair às ruas para cobrir as manifestações. Com o veto, redes virtuais tornaram-se uma das poucas formas de difusão de informação sobre a onda de protesto e repressão iniciada no sábado, após a divulgação da suposta vitória de Ahmadinejad.


A imprensa costuma ser uma das principais fontes de informação sobre o Irã dos EUA, que não têm representação oficial em Teerã.


Contudo, o uso frequente da rede virtual pelos partidários do principal candidato reformista derrotado, Mir Hossein Mousavi, teria levado o Departamento de Estado a montar times de monitoramento do Twitter, Facebook, blogs iranianos e outros serviços virtuais.


‘Temos aqui gente de olho’, garantiu um funcionário da diplomacia americana à rede de notícias CNN. ‘E tem aparecido mensagens bem interessantes.’


Ian Kelly, porta-voz do Departamento de Estado dos EUA, negou que intervir junto ao Twitter seja uma forma de ingerência na disputa política do Irã. ‘(O pedido ao Twitter) significa dar às vozes de iranianos uma chance de serem ouvidas. Um dos canais nos quais elas são essas novas mídias’, disse Kelly.


RESISTÊNCIA À CENSURA


Após sucessivos bloqueios do Twitter pelo governo iraniano depois das eleições presidenciais, os usuários do serviço de microblogs lançaram ontem mais uma ação de resistência à censura.


Além da divulgação de proxys alternativos para a conexão – ‘máscaras’ que escondem a nacionalidade do internauta -, agora ganha força no site uma campanha que pede que todos os perfis tenham Teerã, capital iraniana, como cidade natal, e ajustem a data de acordo com o horário do Irã. A medida serviria para confundir os censores iranianos, que têm reprimido protestos também na internet.’


 


INTERNET


O Estado de S. Paulo


MySpace vai demitir 30% dos empregados


‘A rede social MySpace, controlada pelo grupo de mídia News Corp, vai reduzir em 30% o número de funcionários, numa tentativa de diminuir custos ao mesmo tempo em que busca manter sua popularidade, diante de crescente competição. O corte deve atingir cerca de mil empregados. As reduções são as maiores até agora promovidas pela nova administração da rede social, e são também uma tentativa de devolver ao serviço uma cultura de ‘start up’ (empresa iniciante).’


 


 


TELEVISÃO


Keila Jimenez


Record cobra Gugu


‘A Record tem pressa quando o assunto é Gugu. A emissora pressiona: aumentou sua oferta e promete mundos e fundos para o apresentador assinar a minuta de contrato – já em suas mãos – ainda esta semana.


Além do salário de R$ 3 milhões mensais, a Record estaria disposta a pagar a multa contratual de Gugu com o SBT: R$ 15 milhões. A rede também lhe oferece mais espaço na programação – além do auditório dominical – e a garantia de horário nobre em seu canal internacional. O cast da casa e todo o jornalismo nacional da emissora também foram colocados à disposição da atração de Gugu.


No SBT, a nova ofensiva foi encarada de forma desanimadora. No último domingo, Silvio Santos chegou a fazer uma contraproposta, mas nada comparado ao que a Record está oferecendo. O dono do SBT aposta no laço afetivo de Gugu com a rede para vencer a queda de braço. Mesmo assim, nomes como Pânico e Luciano Huck já aparecem como fortes candidatos à vaga do Domingo Legal.


Otimista, a direção da Record acredita na vinda da nova estrela já no próximo mês, bem antes do fim de seu contrato com o SBT, que vence em março.


‘Vá ao teatro, mas não me convide’


É através do choque total que o publicitário Sanjay (Rodrigo Santoro), da agência Sapo Martelo, cria slogans para a companhia teatral de Ricardo (Dan Stulbach), em Som & Fúria. Com direção geral de Fernando Meirelles (ao fundo), a minissérie estreia dia 7, na Globo.


Entre-linhas


A Globo volta a Salvador na última semana de julho para gravar a 2.ª temporada da série Ó Paí Ó. O expediente no Pelô se estenderá até o fim de agosto.


E vem mais tributo aos 50 anos de carreira de Roberto Carlos: uma equipe do Globo Repórter tem se aboletado na casa do cantor, a fim de vasculhar arquivos pessoais para rechear uma edição especial sobre o rei.


Vídeo Show e Fantástico, com clipes antigos e novos, engrossam o pacote RC 50 anos, programado pela Globo para datas próximas a 11 de julho, quando ele faz show no Maracanã.


Ou dr. Lucas (Murilo Rosa) é um viajante do tempo, ou Caminho das Índias tem problemas com o relógio. No capítulo de anteontem, enquanto Tarso (Bruno Gagliasso) perseguia o médico durante o dia, Lucas aparecia jantando, à noite, com Duda (Tânia Kallil).


Aliás, instigado pelo caso de Tarso, o Multishow apresenta nesta sexta-feira, às 22h30, o documentário Vida Real – Eu Tenho Esquizofrenia.


A figurinista Marília Carneiro já cuida dos modelitos de Dalva, minissérie da Globo sobre a cantora Dalva de Oliveira, que estreia em janeiro, com texto de Maria Adelaide Amaral. As gravações começam em setembro.


O primeiro assinante da Globo Internacional no Cazaquistão é o embaixador do Brasil em Astana, Frederico Duque Estrada Meyer. O canal também foi assinado por jogadores de futebol brasileiros que vivem lá.’


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Folha de S. Paulo


Quarta-feira, 17 de junho de 2009


MÍDIA & EDUCAÇÃO


Marcelo Coelho


Sombras sobre a USP


‘UM GRUPO de provocadores ameaça a ordem e o Estado de Direito. Impossível negociar com extremistas desse tipo, dado o irrealismo de suas reivindicações. Para preservar a paz da comunidade e o império da Lei, a saída é a intervenção de uma força militar.


Esse raciocínio pode ser aplicado, sem grande irrealismo, à crise vivida na Universidade de São Paulo. De fato, há minorias radicais. Tudo indica que é impossível negociar com elas. De fato, a ordem deve ser preservada. Tudo indica que o patrimônio público precisava ser defendido de invasões e quebra-quebras.


Só que a fraseologia não difere muito da que justificou o golpe militar de 1964.


Aquela época tinha seus extremistas, dispostos, por exemplo, a fazer a reforma agrária ‘na lei ou na marra’. Eram, certamente, minoritários na população. Havia uma ordem a ser preservada, e uma legalidade para a qual os movimentos de massa não conferiam grande importância. Só uma intervenção militar daria conta da ‘baderna’.


É triste ver pessoas de belo currículo democrático, notoriamente perseguidas pelo regime militar, apoiando a ocupação da USP pela PM. Sem dúvida, a polícia age agora com autorização judicial e o golpe de 1964 foi, afinal, um golpe.


Do ponto de vista político, entretanto, as situações se assemelham. Como em 1964, muitos ‘democratas’ agora acham que é preciso reprimir pela força as ‘minorias radicais’, contando com o aparato militar para defender a ordem, contra a ‘baderna’.


Este artigo -prometo- será imparcial. Não vejo valor em alguns argumentos do lado contrário. É muita abstração condenar a presença da PM porque a universidade é um local ‘de pensamento, não de violência’, ‘de ideias, não de barbárie’.


A USP é isso, mas não é um jardim peripatético: é também um lugar de trabalho, onde pessoas ganham salário, reclamam, fazem greves, piquetes e invasões.


Piquetes e invasões não são atos isentos de violência, e palavras de ordem não costumam ser obras-primas de reflexão e de pesquisa. De resto, há uma diferença óbvia entre intervenções armadas que se dedicam a sufocar o pensamento e a liberdade de cátedra, e as que se encarregam de reprimir militantes sindicais.


Convocar a PM foi um erro. Só serviu para acirrar, e não pacificar, os ânimos na USP. A retirada da PM é o primeiro passo para a superação da crise.


O problema é saber por que se chegou a esse ponto -em que pessoas respeitáveis acabam achando que ‘só a PM resolve essa baderna’. Quando acontece isso, um sistema de representação e de poder se revela disfuncional. A política deixa de funcionar e a força prevalece.


Se ‘minorias radicais’ conduzem o processo, cabe perguntar onde estão as maiorias moderadas. Deveriam estar presentes nas assembleias (e piquetes) que decidem mobilizações em nome de todos.


Nada mais alienado do que condenar o fato de uma assembleia ‘de gatos pingados’ ter decidido uma greve quando não se participa dela.


Estivesse presente nas assembleias, a ‘maioria ordeira’ da USP negaria legitimidade aos movimentos de reivindicação. Em última análise, prefere delegar a defesa da ordem à PM.


Diante de dezenas de ativistas enraivecidos, quatro policiais (que não são ‘a repressão’, mas têm nome, estado civil e endereço) foram cercados e humilhados moralmente. Quando chegou o reforço, professores, funcionários e estudantes (que têm nome, estado civil e endereço) foram atacados com gás e balas de borracha.


Tudo se desumaniza, porque está em jogo uma contradição estrutural. Temos uma máquina burocrática -a da reitoria e seus órgãos ossificados de decisão- contra uma máquina sindical -que segue a lógica da mobilização de massas.


Acontece que as massas são imaginárias (reduzem-se a uma minoria) e que a estrutura de poder na USP, supostamente defensora da lei e da ordem, é tudo menos democrática. Quando ninguém representa ninguém, ou representa mal, não há negociação humana possível, e a violência prevalece.


O mesmo dilema levou a crises violentas no sistema político brasileiro, tempos atrás. Minorias ‘extremistas’ se iludem com a omissão da maioria ‘ordeira’, que não se dá ao trabalho de mobilizar-se pela ‘ordem’ e pela ‘moderação’. Afinal, tem as tropas a seu dispor.’


 


 


COLUNISTA SARNEY


Folha de S. Paulo


Painel do leitor


‘Sarney


‘É verdadeiramente incrível que o senhor José Sarney não soubesse da nomeação de seu neto para exercer um cargo no Congresso.


Como um presidente do Senado não participou desse ato? É muito cômodo dizer que não sabia. É mais fácil fingir do que confessar o ato.


Será que Epitácio Cafeteira não participou a seu amigo a contratação de seu neto?


A cada dia que passa, os brasileiros ficam mais descrentes desse Congresso, e os senadores que se cuidem, porque a confiança que a população tinha naquela Casa foi por água abaixo.


Sarney deveria dar o exemplo e sair do cargo para preservar o bom nome do Congresso.’


CLEUSA GUERREIRO HUGUENEY (Uberlândia, MG)


‘Concordo com os leitores Alexandre Dantas e Carlos Marcondes (‘Painel do Leitor’, ontem) quanto à coluna utilizada pelo senhor José Sarney nesta Folha.


Tanto faz se a região Norte e o Estado do Maranhão se afogam em enchentes ou se os jornais noticiam que sua família se emprega aos lotes no Senado. Temas como esses não preocupam o senador pelo que se lê ali às sextas-feiras.


José Sarney foi presidente devido à morte de Tancredo Neves, quando o país todo esperava pela posse deste. Tem boa sorte, boa estrela, o poder a seu favor.


Aos 79 anos, um político não muda. Mas certamente a Folha poderia usar o espaço por ele ocupado com escritores e personalidades de interesse para seus leitores, para o cidadão comum.’


MARIA DE LOURDES B. SANTOS (Belo Horizonte, MG)’


 


 


TODA MÍDIA


Nelson de Sá


Sem jornal, com Twitter


‘A manchete do ‘New York Times’, com seu post em renovação permanente, destacava à noite as ‘duras restrições aos jornalistas estrangeiros’, que agora precisam de ‘permissão’ até para sair dos escritórios. Também o fechamento ou censura prévia de ‘quatro jornais iranianos pró-reforma’.


De resto, ‘NYT’ e o mundo seguem o mousavi1388, a página de Twitter do líder reformista que vem comandando as manifestações -e informando o que se passa no ‘levante’.


Ao fundo, o Departamento de Estado dos EUA espalhou por Reuters, CNN e outros que solicitou ao Twitter o adiamento de uma operação de melhoria que tiraria o site do ar, no Irã.


Foi uma forma de responder à crítica republicana de que a Casa Branca não tem apoiado a oposição como devia. Como destacou o ‘Washington Post’, a estratégia de Obama para o Irã, de maior negociação, ‘põe os EUA do lado do governo’.


Deu no alto do NYT: em ‘tweet’ ontem à noite, mousavi1388 alertava para sites falsos que estariam tentando atrair os oposicionistas


CONTRA, MAS NEM TANTO


Nos enunciados de agências ocidentais como AP e Efe, os Brics ‘defendem sistema monetário diversificado’. Mas, sublinha a Bloomberg, ‘não anunciaram estratégia comum para flexionar seus músculos de US$ 2,8 trilhões em reservas’. O estatal ‘China Daily’ ressaltou que a cúpula ‘evitou qualquer crítica explícita à moeda dominante no mundo, o dólar americano’.


Ao fundo, por outro lado, um assessor do Kremlin saiu dizendo que a Rússia estuda deixar parte das reservas em ‘títulos de China, Brasil, Índia’, segundo AP e Reuters. O vaivém russo sobre o dólar foi criticado por Forbes e The Street.com. Fim da tarde, o ‘Wall Street Journal’ postou que o anúncio derrubou a moeda americana na Coreia do Sul e em Cingapura.


‘THE SO-CALLED BRICS’


No papel, o ‘NYT’ destacou que os ‘líderes de algumas das maiores potências se reúnem para obter maior controle sobre o sistema financeiro, porém nenhum americano ou europeu ocidental estará lá’. Ouviu até Mangabeira Unger. Depois, no site, noticiou que os quatro ‘discutiram formas reduzir sua dependência dos EUA’


CHINA TESTA ÁGUAS


Em artigo, o ‘NYT’ avaliou que, com a cúpula, a ‘China testa as águas’ para verificar sua ‘influência’.


Já a agência Xinhua destacou as propostas de compromisso levadas pelo presidente Hu Jintao, pela ordem: buscar rápida recuperação da crise; pressionar por reformas do sistema financeiro; implementar as Metas do Milênio; e garantir ‘segurança alimentar e energética’.


ÍNDIA QUER VOZ


As agências de notícias da Índia, PTI, IANS, cobriram a cúpula dos Brics na Rússia com enunciados sobre o esforço do grupo por ‘voz nos assuntos globais’.


MÉXICO TAMBÉM


Ao fundo, o Market Watch informou que também o México, emergente mais vinculado aos EUA, agora quer emprestar ao FMI. Segue os Brics, nota o site.


BRIC ENTRE NÓS


O ‘Jornal Nacional’ deu no fim da escalada, ‘O presidente Lula se reúne com líderes da Índia, da China e da Rússia’, nada mais. O portal Terra deu manchete, mas pouco se viu de cobertura, ontem.


Acabou ficando por conta de sites como BBC Brasil, que cobriu extensivamente e fechou o dia anunciando que a próxima cúpula Bric, no ano que vem, terá Lula por anfitrião. De resto, o próprio presidente tratou de assinar, editado com destaque do ‘Valor Econômico’ (acima) ao espanhol ‘El País’, o texto ‘Os Brics na hora da maioridade’.


MUDANÇA FUNDAMENTAL


O economista Nouriel Roubini fez uma conferência no Encontro Reuters sobre Perspectiva de Investimento, em Nova York, e vaticinou, como destacou a própria agência: ‘A ascensão dos mercados emergentes é uma mudança fundamental’. Relacionando os Brics entre os maiores credores em dólar dos EUA, ele observou que os títulos da dívida americana começam a perder interesse. E que ‘as pessoas estão nervosas com razão.’’


 


VENEZUELA


Fabiano Maisonnave


Governo Chávez aperta cerco a TV opositora


‘O governo venezuelano abriu ontem um novo processo administrativo contra a TV opositora Globovisión e reajustou em 80% uma milionária multa imposta no início do mês.


Membros da Comissão Nacional de Televisão foram à sede da Globovisión para notificá-la sobre processo ‘por supostamente ter sido coadjuvante de ações de delito’.


A investigação se refere a uma entrevista concedida à emissora pelo diretor do jornal ‘El Nuevo Pais’, Rafael Poleo, em que ele disse que Chávez deverá acabar como o ditador italiano Benito Mussolini, ‘dependurado com a cabeça para baixo’.


A Globovisión diz que as declarações foram feitas ao vivo e rapidamente rechaçadas pelo apresentador do programa. O processo pode levar à revogação da concessão da TV.


Já a multa a Globovisión, originalmente de US$ 2,3 milhões, subiu para US$ 4,2 milhões. O motivo teria sido o reajuste do valor da unidade tributária do Fisco venezuelano.


Ainda ontem, a advogada do canal Perla Jaimes foi indiciada por supostamente ter dificultado o trabalho da polícia durante uma operação na casa do presidente do canal.’


 


TELEVISÃO


Daniel Castro


Mudanças no jornalismo agitam bastidores da Globo


‘Os bastidores do jornalismo da Globo estão fervendo. Mudanças no segundo e terceiro escalões são aguardadas para os próximos dias.


A dança de cadeiras será puxada pelo retorno de César Seabra, diretor do escritório de Nova York nos últimos cinco anos, e pela saída de Erick Brêtas do cargo de editor-chefe do ‘Jornal da Globo’.


Seabra irá trabalhar no Rio, em função ainda não divulgada internamente. Brêtas, que se casou recentemente, deveria ter retornado ao trabalho nesta semana, mas teve suas férias prolongadas.


A Folha apurou que Brêtas foi convidado para assumir um cargo no ‘Fantástico’, hoje o ponto mais frágil da programação da Globo. Nas últimas semanas, por causa de ‘A Fazenda’, na Record, cresceu a participação da área artística no ‘Fantástico’. A audiência do programa teve leve melhora, mas as mudanças geraram reclamações de outras atrações da emissora, entre elas do ‘Domingão do Faustão’ e do ‘Vídeo Show’, por causa da concorrência por atores da casa.


Diretor da Central Globo de Jornalismo, que tem 2.500 profissionais no país, Carlos Henrique Schroder apenas confirmou, via Central Globo de Comunicação, que César Seabra está retornando de Nova York.


MAIS MISTÉRIO


Cercada de sigilo, a Globo está testando em seus estúdios de São Paulo novos quadros e formatos jornalísticos. As supostas novas atrações já têm cenários.


ESPAÇO VAGO 1


O espaço a ser deixado vago por Fausto Silva a partir de 2010, entre 15h e 15h50, com o fim da primeira parte do ‘Domingão do Faustão’, será muito disputado dentro da Globo. Márcio Garcia é o maior interessado.


ESPAÇO VAGO 2


Mas uma ala da cúpula da Globo defende que o ‘Esporte Espetacular’ seja esticado em quase uma hora e que ‘A Turma do Didi’ e ‘Temperatura Máxima’ comecem mais tarde, com o filme ‘colando’ no futebol.


TROTE 1


A Band estuda a produção de um programa de trotes. Seria algo parecido com versões radiofônicas, em que famosos são vítimas de trotes por telefone. O elenco, aliás, vem de emissoras de rádio de SP.


TROTE 2


Um piloto está sendo editado por Rogério Gallo, que agora comanda um núcleo de criação na Band. O projeto ainda será avaliado pela cúpula da emissora.


SETE ANOS


Fausto Silva não será o primeiro apresentador da Globo a renovar contrato pelo prazo de sete anos. No início de 2009, a rede fez o mesmo com Luciano Huck. O marido de Angélica teria ainda mais dois anos de contrato. Mas fez um novo, que só vence em 2015.’


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