Terça-feira, 24 de Outubro de 2017
ISSN 1519-7670 - Ano 19 - nº963

JORNAL DE DEBATES > BUSH, ÁLCOOL & RETÓRICA

Mídia não chega ao ponto G; parceiros vão reclamar

Por Alberto Dines em 13/03/2007 na edição 424

Abaixo do Equador, vale tudo, não há pecado nem formalidades. Embalado na suposição preconceituosa a respeito dos pobres coitados condenados a nascer e viver no hemisfério meridional, ou como tática para baixar a crista do seu convidado, o presidente Lula mencionou num dos encontros com o seu colega George W. Bush que as conversas para liberalizar o comércio mundial estavam chegando ao ‘ponto G’.


Segundo Fritz Utzeri, médico, jornalista e editor do site Montbläat, o ponto G é ‘uma fantasia de um maluco alemão, Ernest Grafenberg’ e ‘seria um lugar na vagina onde se concentrariam terminações nervosas sensitivas que, quando estimuladas, desencadeariam um orgasmo intenso’.


A metáfora presidencial é simplista, irreal, esquece a seriedade indispensável às negociações diplomáticas e, como se não bastasse, é de um tremendo mau gosto. Discrepa de forma ostensiva de um dos nossos melhores momentos na vitrina mundial.


E a mídia?


Esbaforida e acalorada, obrigada a desdobrar-se numa cobertura intensa, polivalente, que envolvia eventos e esferas tão díspares como a revolução energética, o terrorismo na Tríplice Fronteira e a guerrilha urbana provocada pela visita, nossa mídia ficou com a língua de fora, sem conseguir oferecer ao leitor uma avaliação bem dimensionada do que aconteceu.


Nas edições de sábado (10/3), o relato sem costura dos fatos do dia anterior. Nas edições de domingo (fechadas na sexta e sábado pela manhã, portanto quase concomitantes), apenas o rescaldo factual.


Com os semanários empenhados na corrida para ver quem chega mais cedo na mão dos assinantes, com os telejornais banhados em sangue e assanhados na busca dos ibopes, o cidadão brasileiro está sendo privado da visão de conjunto, alimentado por um picadinho noticioso apenas picante. O tal jornalismo interpretativo, ferramenta indispensável para costurar juízos, esteve presente apenas nas colunas de opinião. Nem todas.


Não apareceu uma história do Próalcool, não se produziu um levantamento das sucessivas crises que ao longo de três décadas produziram tanto ceticismo em torno da nossa real capacidade de produzir uma revolução verde. O etanol irrompeu no noticiário num passe de mágica e logo voltará para as páginas de economia por meio de releases e estatísticas.


Mais uma vez evidenciou-se que pelo menos no Brasil ainda são prematuras as doutrinas sobre o fim do jornalismo impresso e a sua substituição pela internet. Os grandes portais, abastecidos prioritariamente pela mídia convencional, não conseguiram processar o volume de informações e análises nem organizar o acesso ao material já utilizado.


Princípio do prazer


A concentração do noticiário em torno do presidente americano eclipsou todo o resto, inclusive a visita de outro presidente-parceiro, Horst Köhler, da República Federativa da Alemanha. Em sua comitiva estavam alguns dos mais importantes empresários alemães. Um deles, o maior fabricante de lápis do mundo, Anton Wolfgang von Faber-Castell, com grandes interesses no Brasil e que, na mesma semana, ocupava uma página inteira na prestigiosa The Economist (3/3/2007, pág. 73).


Distraídos pelas manifestações antiamericanas (todas orquestradas), nossos jornais só conseguiram dar uma pequena atenção na sexta-feira (9) a uma façanha da justiça de Nova York, que finalmente permitirá aos brasileiros dar nome aos bois e chamar Paulo Maluf de ladrão.


O ponto G do relacionamento da mídia com o seu público deve se situar na esfera do princípio do prazer onde impera a reciprocidade de oferendas e carinhos. Nossa mídia passa a nítida impressão de estar penando para cumprir a sua parte. Está na hora de discutir a relação.

Todos os comentários

  1. Comentou em 17/03/2007 Marco Costa Costa

    O grande mal da imprensa é achar que sabe tudo e mais um pouco. O ponto G esta na Geografia onde você se situa, como também no Geriatra que você se consulta. O ponto G esta na Gengiva da criança que quer mamar mas o sistema não da o leite necessário para evitar a sua morte pôr inanição. O ponto G esta nos bastidores da corrupção doentia que contamina todo o sistema capitalista.

  2. Comentou em 16/03/2007 Maria Izabel Ladeira Silva Silva

    Adoro as metáforas do Presidente!São hilárias! Adoro mais ainda assitir intelectuais do porte de Alberto Dines estribucharem com o ‘mau gosto’ da metáfora! Parece aquelas dondocas metidas a besta, que se acham proprietárias das regras do’bom tom’ ou do ‘bom gosto’, e se escandalizam com qualquer ‘desvio’, se pondo a cagar regras de comportamento. Os melhores momentos do governo do Lula, são aqueles em que ele quebra o protocolo. Eu adoro!Quanto ao senhor Dines: por que não escreves um manual de etiqueta????

  3. Comentou em 14/03/2007 Fábio Carvalho

    Ô Kleber, eu também navego pelo blog do Mino, do Azenha, do Marco Weissheimer. Já fui iniciado em todos. Sabe aquele que fez coroa de rei para si mesmo e lidera a seita de fanatismo anti-petralha? Pois é, eu leio de vez em quando para inconfessáveis sessões de sado-masoquismo. Juro que não escrevi meu comentário pensando em destinar carapuça para ninguém em especial. Mas recomendo fortemente que todos usem preservativo. A promiscuidade rola solta (e eu já flagrei bandeiras mais empunhadas que corrimão do SUS, inclusive aqui no OI). Nunca contraí doença grave, mas peguei chatos infestando minha intimidade. Orgasmo está difícil até na variedade, meu caro. Por falar nisso, gostei muito da Piauí, jovem e fogosa, que tem se superado a cada edição e eu ainda consigo custear seu programa – salvo engano, sai por R$ 7,90.

  4. Comentou em 14/03/2007 Fábio Carvalho

    Ô Kleber, eu também navego pelo blog do Mino, do Azenha, do Marco Weissheimer. Já fui iniciado em todos. Sabe aquele que fez coroa de rei para si mesmo e lidera a seita de fanatismo anti-petralha? Pois é, eu leio de vez em quando para inconfessáveis sessões de sado-masoquismo. Juro que não escrevi meu comentário pensando em destinar carapuça para ninguém em especial. Mas recomendo fortemente que todos usem preservativo. A promiscuidade rola solta (e eu já flagrei bandeiras mais empunhadas que corrimão do SUS, inclusive aqui no OI). Nunca contraí doença grave, mas peguei chatos infestando minha intimidade. Orgasmo está difícil até na variedade, meu caro. Por falar nisso, gostei muito da Piauí, jovem e fogosa, que tem se superado a cada edição e eu ainda consigo custear seu programa – salvo engano, sai por R$ 7,90.

  5. Comentou em 14/03/2007 Ivan Berger

    Dines volta a falar da superficialidade da cobertura da mídia,das costumeiras incontinências verbais de Lula,mas também ele passa ao largo das questões mais importantes sobre essa parceria com os norte-americanos em torno do etanol : a questão do impacto ambiental que a ampliação do plantio de cana fatalmente acarretará e o regime de semi-escravidão a que a mão de obra do setor continua sujeita.Enquanto os usineiros nunca faturam tanto e dispõe de toda sorte de regalias,como sempre aconteceu ao longo dos tempos,nem eles e muito menos os governantes se importam com as condições desumanas do trabalho dos bóias-frias,que ganham algo em torno de 3 reais por tonelada de cana colhida,um pouco mais do que um cafezinho.Mais um escândalo para o qual o ex-pau de arara Lula faz vergonhosas vistas grossas,e que certamente os petistas irão justificar como sendo herança de outros governos.

  6. Comentou em 14/03/2007 Marcio Batista Martins

    Alberto Dines escreveu:
    ‘ Distraídos pelas manifestações antiamericanas (todas orquestradas), ‘

    Mas Dines, e desde quando as manifestações nascem a partir dos pingos de chuva ou dos raios de sol? Que manifestação não é orquestrada?

  7. Comentou em 14/03/2007 Marcio Batista Martins

    Alberto Dines escreveu:
    ‘ Distraídos pelas manifestações antiamericanas (todas orquestradas), ‘

    Mas Dines, e desde quando as manifestações nascem a partir dos pingos de chuva ou dos raios de sol? Que manifestação não é orquestrada?

  8. Comentou em 13/03/2007 Rogério Ferraz Alencar

    O ex-observador não disse uma palavra sequer sobre a proibição imposta pelo governo pefelista-tucano à emissora árabe Al Jazira, que foi impedida de transmitir a visita de Bush e, principalmente, os distúrbios ‘orquestrados’. Mas isso já era esperado. Agora, interessante mesmo achei o publicitário Líbero Fiuza da Cunha. Ele votou em Alckmin e se orgulha disso. Pergunto ao Sr. Fiúza: votando nos tucanos, como o senhor acha que estará a educação nos estados sulistas, daqui a alguns anos? Igual à de São Paulo? E vocês estão pensando em construir metrôs? Já o advogado Gilberto Rodrigues tem vergonha de Lula. Acho que ele devia ter um orgulho danado quando o presidente era Fernando Henrique, chamando o brasileiro de caipira e neobobo. Imagino o peito estofado dele, talvez cantando o hino nacional, ao ouvir o grande Fernando Henrique chamar os aposentados de vagabundos. Ou, mais recentemente, Gilberto Kassab, em São Paulo, chamando um trabalhador de vagabundo. Ou fazendo piadinhas, imaginando o susto que deveriam ter tomado os freqüentadores de um motel que fica próximo ao buraco de Alckmin, quando o buraco se abriu. Isso, sim, é classe.

  9. Comentou em 13/03/2007 alfredo sternheim

    ‘Afinal, Dines, o seu comentário deveria ser sobre o que a mídia faz ou deixa de fazer ou é patrulhar o Presidente da República?’A pergunta que o professor Américo Viana faz aqui, nos comentários, é mais que pertinente. Nessa obsessão, Dines deixou de observar com a devida atenção a imprensa. De fato, muito se falou do etanol, mas pouco, quase ninguëm (lembro do Vinicius Torres na Folha) tratou de abordar o outro lado dá questão: o dos trabalhadores rurais que cortam cana, esses miseráveis do século XXI. Mas os jornalistas preferem se prender a frases soltas que possam ser motivos de chacotas, a defesa de professores-filosofos que defendem a tortura, a ironizar frases soltas de mulher de ministro expressa logo após um assalto. Dines termina seu texto dizendo que ‘está na hora de discutir a relacão'(da mídia com o o público). Ué, não é para isso que o Observatório existe? E não é o que tem sido feito? Justiça seja feita, este espaço tem cumprido essa missão. E democraticamente tem publicado as divergências. Inclusive a coleção de ataques que Dines, com sua obsessão anti-Lula, seu partdiarismo (ele se omite ante os reveses tucanos e pefelistas)_ e suas ironias, fez por merecer. Para terminar, repito a pergunta que já fiz aqui várias vezes: qual o conteúdo do dossiê Vedoin que valia tanto dinheiro? Acho que isso é mais importante sobre qualquer ponto G.

  10. Comentou em 13/03/2007 alfredo sternheim

    ‘Afinal, Dines, o seu comentário deveria ser sobre o que a mídia faz ou deixa de fazer ou é patrulhar o Presidente da República?’A pergunta que o professor Américo Viana faz aqui, nos comentários, é mais que pertinente. Nessa obsessão, Dines deixou de observar com a devida atenção a imprensa. De fato, muito se falou do etanol, mas pouco, quase ninguëm (lembro do Vinicius Torres na Folha) tratou de abordar o outro lado dá questão: o dos trabalhadores rurais que cortam cana, esses miseráveis do século XXI. Mas os jornalistas preferem se prender a frases soltas que possam ser motivos de chacotas, a defesa de professores-filosofos que defendem a tortura, a ironizar frases soltas de mulher de ministro expressa logo após um assalto. Dines termina seu texto dizendo que ‘está na hora de discutir a relacão'(da mídia com o o público). Ué, não é para isso que o Observatório existe? E não é o que tem sido feito? Justiça seja feita, este espaço tem cumprido essa missão. E democraticamente tem publicado as divergências. Inclusive a coleção de ataques que Dines, com sua obsessão anti-Lula, seu partdiarismo (ele se omite ante os reveses tucanos e pefelistas)_ e suas ironias, fez por merecer. Para terminar, repito a pergunta que já fiz aqui várias vezes: qual o conteúdo do dossiê Vedoin que valia tanto dinheiro? Acho que isso é mais importante sobre qualquer ponto G.

  11. Comentou em 13/03/2007 Célio Mendes

    ‘Distraídos pelas manifestações antiamericanas (todas orquestradas)”, fico a pensar cá com os meus botões (royalties para Mino Carta) como seria uma manifestação não orquestrada, o sujeito encontra outro e diz – sabia que o Bush ta ali do outro lado da rua? – ao que o outro responde – não diga então vamos lá nos manifestar contra ele -, assim de boca a boca se formaria uma grande passeata apenas com os transeuntes que estivessem próximos, disponíveis e motivados. Ora caro observador é lógico que as manifestações foram orquestradas, talvez você, do alto dos seus anos de observação, não tenha percebido, mas todas elas são orquestradas, mudam apenas os maestros e a música mas a orquestração é a mesma, tanto nas anti-bush, como nas pró e anti-lula e até mesmo naquela para protestar contra a morte do menino João Hélio. Se quiser desqualificar as manifestações aconselho que o faça de uma maneira mais inteligente.

  12. Comentou em 13/03/2007 Célio Mendes

    ‘Distraídos pelas manifestações antiamericanas (todas orquestradas)”, fico a pensar cá com os meus botões (royalties para Mino Carta) como seria uma manifestação não orquestrada, o sujeito encontra outro e diz – sabia que o Bush ta ali do outro lado da rua? – ao que o outro responde – não diga então vamos lá nos manifestar contra ele -, assim de boca a boca se formaria uma grande passeata apenas com os transeuntes que estivessem próximos, disponíveis e motivados. Ora caro observador é lógico que as manifestações foram orquestradas, talvez você, do alto dos seus anos de observação, não tenha percebido, mas todas elas são orquestradas, mudam apenas os maestros e a música mas a orquestração é a mesma, tanto nas anti-bush, como nas pró e anti-lula e até mesmo naquela para protestar contra a morte do menino João Hélio. Se quiser desqualificar as manifestações aconselho que o faça de uma maneira mais inteligente.

  13. Comentou em 13/03/2007 Ricardo Barroso

    De mãos dadas,com Bush,flertando com Chaves,preocupado com Morales,Lula não dá,nem nunca deu,prazer a quem lhe confiou o papel de Estadista.Em um concurso de intempestividade e metáfora de mal gosto,nosso Presidente,certamente,ocuparia as primeiras posições.
    Nesse continente imperio/capitalista,sócio/bolivariano,criemos uma terceira onda,lulista,com braços suficientes,para abraçar nossa esperanças e necessidades e afagar o ego do nosso e dos outros aquí citados.Cabe a uma imprensa séria,isenta,atualizada e independente expor com a clareza que o impressionismo histórico exige os sinais que balizarão nossos caminos por agora e sempre.

  14. Comentou em 13/03/2007 RIVAIR SILVA

    ATÉ QUANDO A MÍDIA DESMORALIZADA,CAIRÁ NA REAL DE QUE QUARTO PODER É ILUSÃO,PRINCIPALMENTE DEPOIS DAS ÚLTIMAS ELEIÇÕES?

  15. Comentou em 13/03/2007 RIVAIR SILVA

    ATÉ QUANDO A MÍDIA DESMORALIZADA,CAIRÁ NA REAL DE QUE QUARTO PODER É ILUSÃO,PRINCIPALMENTE DEPOIS DAS ÚLTIMAS ELEIÇÕES?

  16. Comentou em 13/03/2007 Luis Neubern

    O Presidente Lula é mestre no palanque. O problema é que pensa estar sempre em um. Alguém deveria orienta-lo melhor. Quem sabe Franklin Martins possa dar uns toques ao Presidente.

  17. Comentou em 13/03/2007 Luis Neubern

    O Presidente Lula é mestre no palanque. O problema é que pensa estar sempre em um. Alguém deveria orienta-lo melhor. Quem sabe Franklin Martins possa dar uns toques ao Presidente.

  18. Comentou em 13/03/2007 Jackson Souto Lepesqueur

    O sr. Alberto Dines se preocupa tanto com alguma ‘falha’ nas falas do Presidente, e se esquece de cumprir com o seu mister, que é fazer a análise crítica desta mídia tendenciosa que ele representa.

  19. Comentou em 13/03/2007 Jackson Souto Lepesqueur

    O sr. Alberto Dines se preocupa tanto com alguma ‘falha’ nas falas do Presidente, e se esquece de cumprir com o seu mister, que é fazer a análise crítica desta mídia tendenciosa que ele representa.

  20. Comentou em 13/03/2007 Luis Tizoco

    Olá Dines.

    Pena que vc também, assim como a midia (inclusive a impressa) que vc mesmo questiona, também não conseguiu focar o mais importante nessa história de visita do Bush. Se tivessem visto isso, talvez a questão fosse: Por que Bush quer fazer parceria para desenvolver tecnologicamente o etanol? Ele não tem o dele? Outra coisa é ficar pegando no pé do presidente por causa de suas metáforas e se o seu amigo que discorda do alemão, ainda não descobriu o ponto G, problema dele. Mas eu acredito que nem vc e nem o seu amigo discordam que seria um grande prazer impor aos americanos uma negociação favorável ao BrASIL na questão do etanol.

    Em tempo. Alguém vai tentar explicar o que o FHC quiz dizer quqndo perguntado sobre o contrato da linha 4 do metrô de São Paulo na coletiva de ontem?

    abs a todos

  21. Comentou em 13/03/2007 Ivan Moraes

    ‘presidente Lula mencionou num dos encontros com o seu colega George W. Bush que as conversas para liberalizar o comércio mundial estavam chegando ao ‘ponto G”: tanto trocadilho, tao pouco tempo…

  22. Comentou em 13/03/2007 JORGE EDUARDO ESPINO

    MEUS CAROS AMIGOS….
    GOSTARIA DE PARABENIZAR O TAO DETALHISTA ‘DINES’ QUE POR OUTRA PARTE GOSTARIA DE PEDIR -LHE QUE TAMBEM PROCURASSE DETALHES EM TODO AMBIENTE POLITICO BRSILEIRO A COMENZAR PELO SENADO, CAMARA DE DEPUTADOS, ETC, ETC E VAI SE SORPRENDER PORQUE REALMENTE ESSE É O REFLEXO DO BRASIL NO EXTERIOR A FALTA DE EXPRESSAO, A FALTA DE CULTURA EXPRESSIVA, A FALTA DE ESTUDO QUALIFICADO, A FALTA DE PERGUNTAR … QUEM FOI QUE DEU O SEGUNDO MANDADO A ESSE SR.? ….ESTA FALTANDO O QUÉ ? … PESSOAS COM INTERESSE A DISTRIBUIR CULTURA E EDUCAÇAO A QUEM NAO TEM …. MAIS … DÁ DINHEIRO? POR ISSO NAO TEM … NEM MIDIA AVANÇADA …. POR FAVOR ……… DISTRIBUAN ALGO MELHOR E MAIS PRODUTIVO …

  23. Comentou em 13/03/2007 carlos braga

    Eu acho que o Presidente anda um tanto quanto ‘aditivado’ – quem sabe por excesso de etanol…
    O Bush deve ter pensado lá com seus botões: ‘G Point ? This is FAGGOTY !…’ – ou em bom portugues: pederastia.

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