Domingo, 16 de Dezembro de 2018
ISSN 1519-7670 - Ano 19 - nº1017
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MMOnline

27/04/2004 na edição 274

‘O Grupo Estado conseguiu reverter o prejuízo líquido de R$ 37,67 milhões em 2002 e alcançou lucro líquido de R$ 1,096 milhão no ano passado. As informações constam do balanço consolidado do grupo, publicado na edição de sábado de O Estado de S. Paulo.

Auditado pela PricewaterhouseCoopers, o relatório financeiro do grupo controlado pela família Mesquita revela os resultados do processo de reestruturação, oficialmente concluído no ano passado. Entre os destaques está o esforço para o alongamento de dívidas, em moeda nacional e estrangeira.

Enquanto as dívidas de curto prazo – para o exercício de 2004 – foram reduzidas de R$ 197,08 mihões para R$ 43,47 milhões, as obrigações de longo prazo passaram por um sensível reescalonamento. De R$ 187,83 milhões, em 2002, as dívidas de longo prazo alcançaram R$ 295,8 milhões no ano passado.

Segundo as notas explicativas do balanço, essa parcela dos empréstimos passará a ser paga a partir de 2005, com cobrança semestral de juros. Os principais credores internacionais do grupo Estado são o Toronto Dominion Bank, do Canadá, e o KFW, da Alemanha.

Reestruturação

Ainda de acordo com as notas explicativas, o processo de reestruturação consumiu despesas extraordinárias de R$ 14,81 milhões no ano passado. Com as medidas de redução de custos, o grupo conseguiu melhorar seu resultado operacional.

Na linha do balanço que destaca o lucro (prejuízo) antes do pagamento de imposto de renda, da contribuição social e da participação – que indica o resultado operacional da companhia – o grupo Estado reduziu o prejuízo de R$ 2,12 milhões, em 2002, para prejuízio de R$ 403 mil, no ano passado.

A receita bruta da companhia acompanhou a tendência de estagnação pela qual passa o mercado de comunicação. De R$ 512,74 milhões, em 2002, passou para R$ 517,98 no exerício seguinte, um crescimento de apenas 1,02%.

Como parte do processo de reestruturação, anunciada em 2002, o grupo ainda procura um presidente executivo para comandar os negócios da família Mesquita.’



GZM EM CRISE
MMOnline

‘Gazeta Mercantil tem falência suspensa’, copyright MM Online (www.mmonline.com.br), 19/04/04

‘Decisão é do desembargador Carlos Renato de Azevedo Ferreira, da 5ª Câmara do Tribunal de Justiça de São Paulo

A Gazeta Mercantil teve sua falência suspensa no final da última sexta-feira, dia 16, por medida liminar concedida pelo desembargador Carlos Renato de Azevedo Ferreira, da 5ª Câmara do Tribunal de Justiça de São Paulo. A falência da empresa havia sido decretada na quarta-feira da semana passada, dia 14, pela juíza Ana Luíza Liarte da 8ª vara cível São Paulo, em requerimento feita pela Samab Cia. Industria de Papel, a quem a Gazeta não teria quitado débitos até aquele momento, no valor de R$ 272.328,55.

Entretanto, segundo a Folha Online, a Gazeta teria pago a dívida na última segunda-feira, dia 12, sem ter, entretanto, comunicado o fato a Justiça. O fato também não teria sido comunicado pela Samab. Segundo Aílton Trevisan, vice-presidente da editora JB, que edita o jornal Gazeta Mercantil, não está claro porque a quitação da dívida não foi comunicada a Justiça. Segundo a nota, o departamento jurídico da Gazeta já encaminhou ao TJ um acordo de quitação do débito com a Samab e vai requerer que a juíza reconsidere sua decisão.’



JB, 113 ANOS
Gazeta Mercantil

‘Celebração por 113 anos do Jornal do Brasil’, copyright Gazeta Mercantil, 20/04/04

‘Num mundo em os títulos surgem e desaparecem rapidamente, a longevidade de um veículo de imprensa impressiona. O Jornal do Brasil completa 113 anos, sempre com o prestígio de ser um dos grandes jornais do País. Para comemorar a data, ontem foi celebrada uma missa em ação de graças na Igreja da Candelária. O celebrante foi o cardeal emérito do Rio de Janeiro, dom Eugenio Sales, que há mais de 30 anos escreve artigos para o JB. Durante a homilia, o cardeal lembrou a trajetória do jornal, em especial o período sob Manoel Francisco do Nascimento Brito.

‘Normalmente os jornais morrem antes dos 100 anos. E o JB parece ter renascido apesar do colapso que sofreu’, disse o vice-presidente, Wilson Figueiredo. ‘A história do JB garante a sua soberania. É um jornal que é conhecido por sua responsabilidade democrática e pela liberdade de imprensa’, completa o jornalista que escreve para o JB desde 1957.’



CB COM MAIS ESPORTES
Correio Braziliense

‘Mais espaço para os esportes’, copyright Correio Braziliense, 20/04/04

‘Correio estréia amanhã projeto que garante oito páginas diárias para as notícias esportivas. Abertura do Campeonato Brasileiro de futebol é o destaque inicial

No dia em que Brasília e o Correio Braziliense completam 44 anos, quem ganha presente é o leitor aficcionado por esportes. A partir de amanhã, o espaço destinado às notícias esportivas será ampliado para oito páginas diárias. O momento não poderia ser mais adequado: começa neste dia 21 de abril o Campeonato Brasileiro de futebol.

O leitor do Correio terá em mãos amanhã uma edição especial, com destaque para o guia completo do Brasileirão: informações sobre a preparação dos 24 times da primeira divisão, raios x com detalhes sobre os clubes (títulos, time-base, endereço na internet etc.) e as tabelas das séries A e B (a segunda divisão começa apenas na sexta-feira).

Será o pontapé inicial para a nova fase da Editoria de Esportes. O Correio contempla, dessa forma, o desejo de uma grande parcela da população brasiliense. ‘Nas reuniões de nosso Conselho de Leitores, o pedido de uma cobertura mais extensiva era recorrente. Isso sem falar nos telefonemas e e-mails’, conta o editor de Esportes do Correio, Paulo Rossi.

‘A ampliação do espaço para os assuntos de Esportes, que permitirá oferecer um noticiário mais variado, diariamente, premia os leitores do Correio, que há muito ansiavam por essa iniciativa’, afirma o diretor de Redação, Josemar Gimenez. ‘Esta decisão da empresa é tomada às vésperas do grande momento do esporte, a Olimpíada, mas é, também, resultado de uma relação cada vez mais profissional do jornal com a sua comunidade.’

Segundo Gimenez, o novo espaço destinado à Editoria de Esportes permitirá que o Correio circule com ‘uma das maiores e mais completas coberturas do esporte nacional e do exterior, em geral, e do Distrito Federal, em particular’.

Opinião e serviço

As oito páginas permitirão uma cobertura diária dos grandes clubes do futebol brasiliense e brasileiro, além da ampliação do espaço dos esportes amadores. O projeto gráfico também muda, para destacar o conteúdo.

Duas colunas de notícias estrearão: Pátria de chuteiras, com notas sobre equipes de futebol dos quatro cantos do país, e Candango Esporte Clube, com informações sobre os esportes amadores do Distrito Federal.

A análise e a opinião continuarão em alta. Além dos craques Tostão e Nilton Santos, haverá uma coluna assinada pelo subeditor José Cruz, com os bastidores de várias modalidades e as questões políticas que envolvem a área esportiva. Estão mantidos o Bate-pronto, escrito por jornalistas do Correio, e o Pé-na-tábua, de Alexandre Botão, publicado nos dias seguintes às corridas da Fórmula 1.

O humor do Gandula segue às segundas-feiras, mas agora no formato standard – o caderno deixa de ser tablóide. E a Agenda Esportiva passa a ocupar seis colunas, garantindo um serviço ainda mais completo.’

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