Domingo, 22 de Outubro de 2017
ISSN 1519-7670 - Ano 19 - nº962

JORNAL DE DEBATES > DESABAMENTO NO METRÔ

O desastre e a politização do sofrimento

Por Alberto Dines em 16/01/2007 na edição 416

Alguém ainda lembra da tragédia com o Boeing da Gol? As famílias das vítimas jamais a esquecerão, também os que sofreram as conseqüências do interminável apagão aéreo. O desastre também será lembrado por outra razão: a tentativa de politizar a maior tragédia aérea nos céus brasileiros funcionou como um bumerangue e, na volta, acabou pegando o ministro da Defesa Waldir Pires e o governo Lula, dias antes da sua segunda posse.


Agora, alguns blogueiros tentam politizar a tragédia da Linha 4 do metrô paulistano e, antes mesmo de qualquer perícia técnica, quando todos estão angustiados com o número de corpos soterrados, já se aboletaram no palanque para acusar o contrato ‘privatista’ com as empreiteiras como o culpado pelo desabamento.


É no mínimo de mau gosto este tipo de comício. É o equivalente ideológico à desculpa meteorológica de que as chuvas foram as responsáveis pelo que aconteceu em Miraí e em São Paulo.


A iniciativa do Ministério Público é correta: cabe a ele – em nome da sociedade – fazer todas as averiguações, técnicas e jurídicas. Mas esta politização do sofrimento nos remete a algo pior: a perigosa banalização da morte.


***


O programa Observatório da Imprensa na TV volta no dia 6 de fevereiro, às 23h40 na TV Cultura e antes, às 22h30, ao vivo, na TVE.

Todos os comentários

  1. Comentou em 19/01/2007 Paulo Sampaio

    Kleber, o ponto não são as ‘irregularidades’. O contrato deve ser completamente ‘legal’. A questão, aqui, é moral, é a ‘qualidade’ do contrato. Ele é bom para quem? Para 6 ou 7 pessoas eu já sei que ele foi muito ruim…

  2. Comentou em 19/01/2007 Paulo Sampaio

    E lá vem o nosso amigo com a síndrome do petismo…

  3. Comentou em 19/01/2007 Eduardo Guimarães

    O leitor Clerton de Castro e Silva, uma vez mais percebo que lê assiduamente meu blog, apesar de que afirma que só escrevo bobagens… Enfim, deixemos para lá. Vamos ao que interessa. Já que Clerton tocou no assunto, as doações que aparecem dele para o ex-prefeito de Petrópolis Leandro Sampaio, do PPS, são de R$ 4 mil e de R$ 2 mil, e há uma doação de alguém com o mesmo sobrenome dele (Claudio Bonfim de Castro e Silva) que doou R$ 7 mil. Quero reiterar aos leitores do Observatório que estão acompanhando esta, digamos, troca de idéias entre eu e o leitor Clerton, que não é preciso dar dinheiro para políticos para participar da vida política do país. Se você, como eu, não pode ou não tem interesse de dispor de milhares de reais para ‘investir’ em gente que lidará com dinheiro público, não se sinta um pária, alijado do processo político. E nem se intimide quando quem pensa diferente de você disser que está proferindo bobagens. Informe-se em diversas fontes (jamais leia um jornal só ou escute uma corrente política só) e, se puder, envie cartas ou emails a jornais, a políticos etc. Enfim, quero informar as pessoas de que exercício da democracia só cobra um preço: espírito público desinteressado. O exercício da democracia, financeiramente falando, é grátis. Haja vista a eleição do ano passado, que os pobres não apenas venceram mas venceram com ajuda de última hora dos ricos.

  4. Comentou em 18/01/2007 Eduardo Guimarães

    A resposta do leitor Clerton de Castro e Silva à questão que fiz sobre ele ser o mesmo Clerton que fez doações de milhares de reais a um político da oposição ao governo Lula que teve sua candidatura cassada por estar indiciado em processo criminal deverá ser didática para os leitores do Observatório e para o próprio veículo. Esse senhor, bem como outros que compartilham seu viés ideológico, vive desqualificando a maioria de leitores que se opõem à observação crítica do presidente Lula pelo observador da imprensa Alberto Dines. Porém, como se vê, os que desqualificam têm muito mais vínculos políticos do que os desqualificados. Não sei quantos aqui doam milhares de reais a políticos, mas suspeito de que podem ser contados nos dedos da mão. Também há que ratificar uma informação de Clerton. Ele diz que doa a vários partidos, mas na internet só achei doação dele a um único político. Quanto à informação de Clerton de que prefeitos de todos os partidos são indiciados em processos criminais como aquele que ele apóia, isso não é verdade. Basta buscar informação sobre quantos candidatos tiveram a candidatura cassada, ainda que restituída liminarmente depois. No fim, vamos descobrindo quem é ligado a partidos e quem só se manifesta por interesse cidadão. Afinal, não é preciso dar dinheiro a políticos para ‘participar da vida política do país’. Eu participo e não dou dinheiro a eles.

  5. Comentou em 18/01/2007 Clerton de Castro e Silva

    Mais uma afirmação mentirosa, entre muitas do ‘Erudito Precoce’ Eduardo Guimarães, dizendo que ‘acuso’ pessoas de serem petistas, como ser petista seja crime ou difamação. Sua retórica barata enoja qualquer cidadão. Seu texto chato em defesa das bobagens do PT e do Governo é que não cola mais e só agrada aos aloprados. Agora sua última pérola é o buraco do Alckmin. O leitor que você afirma com tanto orgulho ter descoberto algo que está na internet para qualquer pessoa ver, não passa de um aloprado radical, figurinha fácil aqui deste mesmo espaço, notório apenas pelos textos sempre ofensivos a quem cobra os erros do PT e do governo, e não apenas um simples leitor das asneiras e pieguices escritas no seu blog. Você não sabe é que a grande maioria dos Prefeitos, de todos os partidos, são processados pelo Ministério Público por diversas irregularidades, e que muitos destes processos não se referem à corrupção. Eu gosto de participar da vida política deste País e faço sempre que posso doações aos cinco maiores partidos, em quantias iguais. Quem tem que declarar é quem recebeu e não quem doou. Você devia fazer doações, já que é um grande e próspero comerciante exterior. Os aloprados petistas já descobriram a sua vaidade e ficam te elogiando. Você como um tolo útil caiu na esparrela e virou o mais radical dos ceguinhos.

  6. Comentou em 17/01/2007 NELSON PEREZ DE OLIVEIRA JUNIOR

    O senhor dos Anéis dos Sentidos, Sr. Dines, além de dizer o que devemos pensar, fazer e etc. diz o que deve ou não ser politizado. Um avião que deveria ser monitorado pelo SIVAM/FHC/PSDB, que não teria caido se seus respctivos TRANSPONDERES estivessem ligados pode ser politizado porque é o PT NA BERLINDA, mas, a minoria usa avião no BRASIL, e uma grande parcela da população de SAMPA usa metro e onibus e a marginal ficou interditada causando enormes prejuízos ao país e ao estado de SAÕ PAULO. O DINES PARECE O RICUPERO(LEMBRAM) O QUE DEVE SER POLITIZADO(PT/LULA) A GENTE POLITIZA E O QUE NÃO DEVE A GENTE ESCONDE(PSDB/SERRA/ALCKMIN).

  7. Comentou em 17/01/2007 Paulo Sampaio

    Pois é, Bruno. Faz muito bem, pois a coisa mais desagradável é gente arrogante, como uns e outros por aqui.

  8. Comentou em 17/01/2007 Paulo Sampaio

    Bruno, que bom ter um estudioso da língua entre nós! Me sinto mais confortável agora!

  9. Comentou em 17/01/2007 Eduardo Guimarães

    Clerton, mantenho tudo o que escrevi. Quando você aprimorar sua interpretação de textos, vai ver que isso que escrevi semana passada em nada se opõe ao que digo agora. Aproveito também a oportunidade para esclarecer um ponto com você. Estamos acostumados a ler você acusando pessoas que comentam neste blog de serem petistas. Eu, que nunca tive contato com políticos, e que escrevo apenas na condição de cidadão comum, fiquei surpreso, então, quando um leitor de meu blog postou um comentário mostrando que alguém chamado Clerton de Castro e Silva doou vários milhares de reais a um político da oposição a Lula que o tal leitor afirma, inclusive, que está envolvido em escândalos. Antes de publicar o comentário do leitor, fiz o mesmo que ele disse que fez, ou seja, busquei seu nome no Google e apareceu, no site Congresso em Foco, seu nome associado a essas doações. Sobre o político que você teria financiado, não procurei nada. Agora, gostaria que você revelasse se esse Clerton de Castro e Silva que aparece como doador é você mesmo ou um seu homônimo. Depois da resposta, apresento minha conclusão.

  10. Comentou em 17/01/2007 Ivan Berger

    OK,Eduardo,nesse ponto estamos de acordo,tiroteios à esmo não acrescentam nada e ainda dão margem a atritos desnecessários.De fato estranhei a sua afirmação de que Serra teria culpado o consórcio de empreiteiras,como você revelou a fonte o que posso dizer é que tudo é uma questão de interpretação,pois ninguém pode negar que a responsabilidade realmente é deles,como declarou o governador.Só que a culpabilidade ficou por conta da matéria,cujo texto permite essa dupla interpretação.Embarcar nesse tipo de dedução precipitada é que não pode,sabendo-se da complexidade da coisa e que mesmo os peritos divergem.Ainda ontem no Em Cima da Hora um engenheiro renomado,cujo nome agora me foge,mas sem ligações com o governo,dizia não acreditar em negligência,em função da modalidade de contrato,tendo em vista não só o gabarito das empresas participantes como das rigorosas normas vigentes para esse tipo de obra.Acho que da mesma forma como o questionamento responsável é necessário,há que se admitir a possibilidade de que o fator principal possa ter sido a fatalidade.E até que tudo se comprove,todo cuidado é pouco com as especulações e deduções apressadas,principalmente as de inspiração político-partidária.

  11. Comentou em 17/01/2007 Zeca Belera

    Só uma pergunta dirigida a ‘grande’ imprensa que não quer se calar: Por que que pau que bate em Chico não bate em Francisco?

  12. Comentou em 17/01/2007 Francisco Antero Mendes Andrade

    Segundo o discípulo de Olavo de Carvalho:
    ‘O Serra decretou que a culpa do desastre da linha 4 do metrô é das empreiteiras ? Puxa,onde deu isso ?’
    Em que mundo este rapaz vive?

  13. Comentou em 17/01/2007 Sidnei Brito

    Pois é, politização só é boa contra o PT, né, Dines? Inventaram essa ridícula expressão ‘apagão aéreo’ com o único objetivo de politizar a crise dos aeroportos, e agora vem com esse papo de que estão politizando a tragédia do metrô! Pois é, estão politizando uma obra proveniente do contrato de um órgão político com empreiteiras que pretendem ser concessionárias de serviço público! Claro, não há nada de político nisso! Provavelmente não havia nada de político também nos comentários de tucanos antes das eleições quando diziam que o governo federal não dava apoio para as obras do metrô de São Paulo. Mas tudo bem, tal tipo de pensamento vai continuar. Houve até um comentarista aqui que acha que as cenas de aeroportos lotados é tão chocante quanto às das pessoas soterradas na obra do metrô de São Paulo! Depois dessa, esperar o quê?

  14. Comentou em 17/01/2007 Carlos E Bocchi

    Só pode politizar o êxito, na hora que a coisa dá em porcaria não se pode falar nada. Mas Geraldo Alckmin pode dormir sossegado: a mídia está fazendo uma bela blindagem em seu redor.

  15. Comentou em 17/01/2007 Mara Regina Ferro

    Caro Dine
    Interessante a sua tese de que estão politizando o sofrimento. Permita-me discordar de seu protesto: o sofrimento é em virtude de uma ação política. Política que entrega o bem estar social e segurança da população nas mãos do capital, da lógica de mercado. Onde já se viu haver preocupação com seres humanos em tal dinâmica? $$$ e propriedade em primeiro lugar. Os seres humanos, apenas um detalhe e fica tudo certo, afinal para que existem a seguradoras…..

  16. Comentou em 17/01/2007 Eduardo Guimarães

    Para quem não sabe, o âncora do jornal da Globo Willian Waack disse ontem, ao abrir a edição, exatamente o mesmo que Dines. Você vai nos blogs tucanos todos (Noblat, Josias, etc), é a mesma coisa. Até os termos são os mesmos. É orquestrada, a coisa. Adotam um discurso comum e vão em frente. Nesse caso do buraco do Alckmin, trata-se de uma política de redução de danos. Imaginem chegar para uma família que perdeu tudo – ou que perdeu alguém – e falar: não critiquem o governo do Estado e nem a empreiteira da obra. Não politizem vosso sofrimento. É tudo culpa da chuva. A obra é muito complexa. O Estado não tem culpa, pois transferiu a responsabilidade para a empreiteira… Olhem, eles podem vir com esse discurso esmagando quem vê as coisas, mas é o mesmo que faziam durante a campanha eleitoral de um ano e meio que culminou com a reeleição de Lula, a despeito de todos os esforços midiáticos. Vendo a mesma teoria sendo impingida esmagadoramente por todos os grandes veículos de mídia, assusta mesmo. Você se pergunta como combater um poder desse tamanho, que fica martelando a mesma teoria na cabeça das pessoas. Bobagem. Pior do que fizeram com Lula, não estão fazendo. Quantos, por este país afora, somarão o PCC com o buracão e chegarão à única conclusão possível sobre o PSDB? Fiquem tranqüilos. Não gastem tempo com esses dois ou três comentaristas que tentam esbofetear-nos.

  17. Comentou em 16/01/2007 Eduardo Esteves

    Ok, sai o debate político (que etimologicamente se refere à administração da cidade, o que evidentemente não interessa aos meros cidadãos) da pauta. Chamem os patologistas! Descrevam o sofrimento das vítimas até se consumar a morte! Como sofreram, com os traumatismos, por sufocamento, com os pulmões cheios de lama? Quanto tempo se leva pra morrer debaixo de toneladas de lama pútrida, ao lado da cloaca aberta da cidade, o simpático rio Pinheiros, canal de cocô? Talvez essa pauta crua não lhe agrade, melhor cozinhar os patos numa pauta humanistazinha sentimentaloide, enquanto nossa ‘eficiente’ justiça demora uns dez anos pra se manifestar em uma sentença bem paga por mega empreiteiras. As ovelhas pastam e a imprensa cumpre seu papel. E não perde seus anunciantes. E chega de ‘acidentes’ que pega mal. Atrapalha os lucros.

  18. Comentou em 16/01/2007 Paulo Sampaio

    Ivan, meu caro, acabo de perceber que eu realmente tenho problemas para entender textos. O seu, por exemplo, eu juro por Deus que não entendi. Ou você realmente está desdizendo o que disse na primeira postagem? Bom, não vamos ficar batendo boca por aqui. Sei que não é seu objetivo -tampouco o meu. Mas não concordo com o ponto de vista do seu ‘mestre’, definitivamente. É triste ver como a imprensa pode ser tão parcial quanto o Dines – inclusive quando jura que~é contra a parcialidade e acusa os outros de fazer campanha. Até agora não entendi como podemos tirar a responsabilidade do governo de São Paulo, se a obra é promovida por esse governo. A menos que as investigações provem que, na verdade, quem está contruindo metrô em SP é o governo federal… Será que é isso???

  19. Comentou em 16/01/2007 Bruno Silveira

    Agora o leitor Kleber, de MG, embolou o meio de campo. Além da guerra entre PT e PSDB, quer uma entre Minas e SP? Muita infantilidade. Meu amigo, todos somos vítimas. Poderia apresentar um rol interminável de besteiras feitas por governantes mineiros, mesmo sem saber de nenhuma. Afinal, aí também é Brasil. Mas não faço porque não alimento bairrismo. Isso é muito ridículo. E os outros mineiros não merecem ser representados por você.

  20. Comentou em 16/01/2007 Rosa Sart

    Duas coisas: primeira, vamos falar com seriedade, sem cinismo, sem medo. A verdade é para ser dita, do ponto de vista do observador. São inúmeros observadores. Inúmeras cabeças pensantes. Nada pior do que ‘balançar a cabeça como a vaquinha do presépio.’ Queremos, sim, argumentações variadas, possibilidades infinitas. Ninguém aqui usa antolhos. Precisamos nos deslocar para perceber melhor os fatos. Portanto, surgirão indagações de toda espécie. Muito natural. Segunda: a partir das indagações, surgem as percepções baseadas nas observações. Perito mediano do Trabalho sacará, de pronto, questões primárias não aventadas pelas ilustres partes: a do governo e a das empreiteiras. Ambas são cúmplices. Conseqüência: a visão escandalosa do buraco com pessoas sob o desmoronamento. De quem é a culpa? Evidente que as perícias, que se esperam ‘imparciais,’ identifiquem falhas ou erros. Esperamos que o Ministério Público atue sem negligência. E, para os que têm lapsos de memória, é bom lembrar que governador atual de S. Paulo era, há pouco tempo, prefeito dessa linda cidade. Ora, não sejamos hipócritas! Houve grave acidente de trabalho envolvendo pedestres, moradias no entorno, microônibus c/ passageiros, caminhão que se movimentava na área. Muito há que se levantar. Com a palavra senhores ‘otoridadis’… O povo quer saber a verdade!

  21. Comentou em 16/01/2007 Rosa Sart

    Duas coisas: primeira, vamos falar com seriedade, sem cinismo, sem medo. A verdade é para ser dita, do ponto de vista do observador. São inúmeros observadores. Inúmeras cabeças pensantes. Nada pior do que ‘balançar a cabeça como a vaquinha do presépio.’ Queremos, sim, argumentações variadas, possibilidades infinitas. Ninguém aqui usa antolhos. Precisamos nos deslocar para perceber melhor os fatos. Portanto, surgirão indagações de toda espécie. Muito natural. Segunda: a partir das indagações, surgem as percepções baseadas nas observações. Perito mediano do Trabalho sacará, de pronto, questões primárias não aventadas pelas ilustres partes: a do governo e a das empreiteiras. Ambas são cúmplices. Conseqüência: a visão escandalosa do buraco com pessoas sob o desmoronamento. De quem é a culpa? Evidente que as perícias, que se esperam ‘imparciais,’ identifiquem falhas ou erros. Esperamos que o Ministério Público atue sem negligência. E, para os que têm lapsos de memória, é bom lembrar que governador atual de S. Paulo era, há pouco tempo, prefeito dessa linda cidade. Ora, não sejamos hipócritas! Houve grave acidente de trabalho envolvendo pedestres, moradias no entorno, microônibus c/ passageiros, caminhão que se movimentava na área. Muito há que se levantar. Com a palavra senhores ‘otoridadis’… O povo quer saber a verdade!

  22. Comentou em 16/01/2007 Paulo Sampaio

    Caro Ivan, o que dizer do seu comentário? Que você é um baita puxa saco da Dines? Me desculpe, mas acho que o Dines pode defender suas idéias sozinho. Não venha com esse tom arrogante sugerir que somos burros e não entendemos o que o seu ‘mestre’ quis dizer. Entendemos, sim, e discordamos. Não tente desqualificar os ‘adversário’ (creio que é assim que você nos vê). Aceite a crítica e use argumentos para rebatê-la. Você discursou como se fosse uma guerra PSDB X PT. E não é. Eu não sou do PT e estou politizando, sim. Portanto, repense a sua mensagem e tente enteder por que estamos furiosos. Quem parece não ter entendido a discussão é você.

  23. Comentou em 16/01/2007 MªCatarina E.S.Lima

    Nossa eu naum sei como é que a rede cultura ainda esta com esse tipo de jornalistas que parecem mais ‘advogados do diabo’ só fazem defender seus interesses e da elite paulista…elite de políticos corruptos…já que Lula tem culpa já que Marta tem culpa …pq GERALDO E SERRA NAUM TEM CULPA… é claro que eles tem culpa…negligencia das autoridades…tinha sim algo acontecendo e ninguem fez nada…ms como sempre é preciso um inocente morrer para a mídia cair em cima…DEIXA PRA LÁ MESMO ISSO NAUM IMPORTA DAQUI A UMA SEMANA VCS VÃO ESQUECER E VOU ESTA AQUI MAIS UMA VEZ FALANDO QUE O SR. DINIS ESTÁ EQUIVOCADO E ETC…até acho que o Sr. Dinis escreve essas coisas pra chamar atenção pq tenho certeza que ele é inteligente e naum pensa dessa forma…rsrsrs…claro que é isso! só pode ser isso..ou pelo menos espero…pq senão estamos perdidos…pois uma das , se naum a única, rede jornalistica que preste (a cultura) tem jornalistas ‘advogados do diabo’!!!

  24. Comentou em 16/01/2007 Jose Carlos Santos

    Sabe o que mais me deixa irritado. É que essas vitimas poderiam ter sido salvas. Poxa bastaria esse pessoal ter interditado toda essa área. Se as casas estão rachando é lógico que tem algo errado. Poxa se não quer interromper a obra que pelo menos isole a área e afaste o povo. Por amor de Deus vamos trabalhar honestamente. Porque será que o paulista é tão complicado quando se trata de eleger alguém? Porque todo esse ódio contra o PT. Gente ruim tem em todo os lados, mas vamos admitir PSDB PFL é o lixo político desse país.

  25. Comentou em 16/01/2007 Sandra de Paula

    Além da tragédia, propriamente dita, o que mais me impressiona com o ocorrido com as obras do metrô de SP é a ausência de manifestação dos diretores do consórcio executor da obra. Por que nenhum apareceu publicamente para expor seu pesar e/ou dar explicações? Por que o governador de SP , o chefe do metrô, o prefeito da cidade deram entrevista coletiva várias vezes e os ‘unicos responsáveis contratuais’ pelo ocorrido se escondem atras de declarações escritas? Por que os donos das maiores construtoras do país formadoras, possivelmente, de um dos grandes consórcios do gênero no mundo não aparecem em público, não dão explicação e nem demonstram seu ‘constragimento’? Não são eles os responsáveis pela maioria das grandes obras de infra-estrutura desse pais? E não serão também os que continuarão a sê-lo, apesar de todo esse pouco caso e desrespeito pela dor alheia e pela vida cidadãos desse país ?

  26. Comentou em 16/01/2007 Eduardo Guimarães

    Agora, vocês ficaram inconformados com essa de que foi o governo Lula que politizou o acidente com o avião da Gol? Não fiquem. Imaginem o seguinte: quando os bate-paus da mídia saírem por aí alardeando isso, a primeira reação das pessoas será igual à de vocês. Assim como Dines e os Bandarras, Bergers e Castros e Silvas daqui não têm como responder às questões objetivas que serão feitas, os congêneres deles tampouco terão. Então você passa irritação, sente-se impotente, mas, no fim, acontece o que aconteceu no processo eleitoral do ano passado, ou seja, a sociedade despreza essa safadeza toda. Deixem-nos verterem suas teorias indignas. Num debate franco, não têm como sustentá-las. Pelo contrário: só reforçam sua imagem de mistificadores. E depois não entendem porque os brasileiros desprezam as campanhas políticas da mídia.

  27. Comentou em 16/01/2007 Marnei Fernando

    Quem politizou o acidente da Gol foi a mídia… Notadamente o próprio Alberto Dines… E o bumerangue a que ele se refer, se voltou com força redobrada sim, mas contra ele próprio… Que num momento de sandiçe crônica disse entre outras coias, que o ministro era um mentiroso anganador da sociedade e que os pilotos americanos eram vitimas do governo federal… Que se a oposição tivesse atentado para o fato de ser o próprio Lula o responsável pela morte das pessoas do avião, talvez o Alckmin tivesse ganho a eleição… Depois, como sabemos, ficou provado que o Dines falou besteira sobre besteira… Você Dines, tinha que ficar caladinho a respeito desse assunto… Não tem mais como se sair limpo dessa lambança que você disse e defendeu…

  28. Comentou em 16/01/2007 Marnei Fernando

    Quem politizou o acidente da Gol foi a mídia… Notadamente o próprio Alberto Dines… E o bumerangue a que ele se refer, se voltou com força redobrada sim, mas contra ele próprio… Que num momento de sandiçe crônica disse entre outras coias, que o ministro era um mentiroso anganador da sociedade e que os pilotos americanos eram vitimas do governo federal… Que se a oposição tivesse atentado para o fato de ser o próprio Lula o responsável pela morte das pessoas do avião, talvez o Alckmin tivesse ganho a eleição… Depois, como sabemos, ficou provado que o Dines falou besteira sobre besteira… Você Dines, tinha que ficar caladinho a respeito desse assunto… Não tem mais como se sair limpo dessa lambança que você disse e defendeu…

  29. Comentou em 16/01/2007 Eduardo Ramos

    É, caro Dines. Lamento contrariá-lo, mas estamos diante de mais um buraco (agora literal) patrocinado pela tucanada. É o capitalismo de mercado, a panacéia liberal, o privatismo desavairado mostrando seu potencial.
    Acredite: há buracos maiores (no sentido figurado) e muito mais vítimas (no sentido literal). E agora, cadê o Alckmin ?

  30. Comentou em 16/01/2007 Eduardo Ramos

    É, caro Dines. Lamento contrariá-lo, mas estamos diante de mais um buraco (agora literal) patrocinado pela tucanada. É o capitalismo de mercado, a panacéia liberal, o privatismo desavairado mostrando seu potencial.
    Acredite: há buracos maiores (no sentido figurado) e muito mais vítimas (no sentido literal). E agora, cadê o Alckmin ?

x

Indique a um amigo

Este é um espaço para você indicar conteúdo do site aos seus amigos.

O Campos com * são obrigatórios.

Seus dados

Dados do amigo (1)

Dados do amigo (2)

Mensagem