Segunda-feira, 11 de Dezembro de 2017
ISSN 1519-7670 - Ano 19 - nº969

DESENHOS FALADOS > O VOTO DOS GROTÕES

Os cabrestos estão esgarçados

Por Alberto Dines em 02/10/2006 na edição 311

As primeiras interpretações sugeridas pelos apertados resultados eleitorais de domingo (1/10) têm a ver com a mídia: os grotões entraram para o universo mediático. Passaram a fazer parte das audiências, são sensíveis ao noticiário.


Portanto, é possível imaginar que:


** Os grotões não aprovaram a ausência do candidato Lula no debate na TV Globo;


** Os grotões ficaram impressionados com as fotos da dinheirama do dossiê IstoÉ-Vedoin.


** E, apesar da miséria, os grotões diminuem de tamanho. Se não em termos estatísticos, certamente nas suas percepções sobre o que é certo e errado.


Significa que pobres também se preocupam com corrupção, significa que a questão moral não se circunscreve às ‘elites’ e começa a arrombar os currais. José Sarney que o diga. O homem nunca sofreu tanto para ganhar uma eleição.


As interpretações sobre a derrota do ‘carlismo’ baiano esmagado pelo rolo compressor do petista Jacques Wagner seguem a mesma direção: os currais eleitorais estão sendo tomados de assalto com o apoio do povão – este mesmo povão que uma parcela da esquerda, reacionária e autoritária, imaginava imune às sutilezas políticas.


O mesmo aconteceu no Paraná: Roberto Requião acreditou que a reação da mídia à sua truculência não alcançaria o eleitorado interiorano. Ao longo da campanha não escondeu a certeza de que venceria já no primeiro turno. Vai para o segundo e talvez fique no meio do caminho.


Bordão cansativo


Foi errada a estratégia adotada pelo comando petista no plano nacional de confrontar a imprensa. Os fatos eram gritantes demais para serem descartados ou creditados apenas ao ‘golpismo’ da mídia.


A imprensa não inventou as fotos do dinheiro. A demora da PF em divulgá-las e avançar nas diligências alcançou o Brasil Profundo. Para o povão o crime não compensa. Paulo Maluf voltou a receber uma votação expressiva, mas o eleitor de Maluf não é povão, é a classe media e média-alta que se identifica com o seu empreendedorismo.


A vitória apertada do presidente Lula pode ser entendida como uma derrota do palanquismo palaciano. O povão queria vê-lo ao lado de Alckmin e certamente torceria por ele. Embora o candidato tucano tivesse cometido todos os erros possíveis e imagináveis durante o debate, acertou num único quesito – estava lá.


Nas eleições de 2002, a imprensa sentiu-se observada e de certa forma refletiu os sentimentos dos diferentes segmentos da sociedade em favor do sindicalista bem-vestido, bem-humorado, vendendo esperanças.


Desta vez, Lula passou uma imagem tensa, algo raivosa e, sobretudo, arrogante. Aquele bordão ‘nunca neste país etc. etc.’ começou a cansar, não batia com a realidade. Sobretudo porque desta realidade fazia parte o mensalão, os dólares na cueca etc.etc., sempre escamoteados.


Os cabrestos de direita ou esquerda estão esgarçados. Os grotões agora ouvem, matutam, reagem. Não adianta culpar a imprensa e hostilizá-la. Melhor tê-la ao lado. Como da outra vez.

Todos os comentários

  1. Comentou em 14/06/2007 odorico coelho coelho

    srs. sou radialista desde os (17) anos de idadde ja passei por varias situaçoes no radio… ja dormi no chao de emissora para apresentar programa de radio, ja trabalhei de gratis so para me manter na profissao, com o pé quebrado fiz um programa de (05) horas e so depois fui engessa-lo, enfim quantos radialistas ja passaram por isso ou coisa pior? mas o que mais me intriga é a censura que na maioria das vezes é aplicada por quem ja foi censurado ou tem pavor do termo. eu tinha um programa de radio ( noticias e paticipaçao de ouvintes)cujo nome era linha aberta que foi apresentado numa emissora da rede gazeta, afiliada da globo aqui no ES e nao tinha nem acesso ao jornal A GAZETA ‘em plena rede gazeta’ tentei carreira solo na radio universitaria da ufes… apos fazer uma entrevista com um politico autor de uma lei… tive o pgm retirado do ar e a alegaçao do diretor na epoca (1999), petista de carteirinha que aquele era seu maior inimigo politico, so q o entrevistado tambem era do pt… apos liminar favoravel voltei a apresentar o programa, os ouvintes participando elogiando a decisao da justiça… e o diretor me liga e pede para falar no ar, ora o nome do pgm é linha aberta e ele fala… aqui é o diretor quero lembrar aos ouvntes q este pgm esta no ar em funçao de uma liminar q pode ser cassada e eu farei tudo para q isto aconteça. e agora todos ficam abismados com Chaves?

  2. Comentou em 14/06/2007 odorico coelho coelho

    srs. sou radialista desde os (17) anos de idadde ja passei por varias situaçoes no radio… ja dormi no chao de emissora para apresentar programa de radio, ja trabalhei de gratis so para me manter na profissao, com o pé quebrado fiz um programa de (05) horas e so depois fui engessa-lo, enfim quantos radialistas ja passaram por isso ou coisa pior? mas o que mais me intriga é a censura que na maioria das vezes é aplicada por quem ja foi censurado ou tem pavor do termo. eu tinha um programa de radio ( noticias e paticipaçao de ouvintes)cujo nome era linha aberta que foi apresentado numa emissora da rede gazeta, afiliada da globo aqui no ES e nao tinha nem acesso ao jornal A GAZETA ‘em plena rede gazeta’ tentei carreira solo na radio universitaria da ufes… apos fazer uma entrevista com um politico autor de uma lei… tive o pgm retirado do ar e a alegaçao do diretor na epoca (1999), petista de carteirinha que aquele era seu maior inimigo politico, so q o entrevistado tambem era do pt… apos liminar favoravel voltei a apresentar o programa, os ouvintes participando elogiando a decisao da justiça… e o diretor me liga e pede para falar no ar, ora o nome do pgm é linha aberta e ele fala… aqui é o diretor quero lembrar aos ouvntes q este pgm esta no ar em funçao de uma liminar q pode ser cassada e eu farei tudo para q isto aconteça. e agora todos ficam abismados com Chaves?

  3. Comentou em 12/10/2006 Núbia Tavares

    Cá nos grotões nós temos vergonha na cara e também memória. Queremos que se torne publico o que os tucanos e os pfl fizeram com o patrimônio do povo brasileiro!!! O Sr. Alckmim ,por que não resolveu os problemas São Paulo? Por quê foge de FHC e nega a politica neoliberal?? Ética e coisa que a mídia não conhece.Foi-se o tempo em que buscavam a verdade. Dinnes finalmente está sendo transparente.

  4. Comentou em 08/10/2006 Arturo Fatturi

    Apenas para constar: não sou polidor de lentes. Nada contra que tem esta tarefa. Contudo, devido a qualidade do uso de linguagem de algums profissionais de nível médio, me parece que devo melhorar minha escrita. Eu já estava desconfiado do nível de articulação de alguns raivosos, e agora a menção do ‘taxista de Austin’ me dei conta que ele poderia ser um sociólogo imigrado. Militantes descontentes podem se atribuírem atividades médias. Quem poderá duvidar de suas idoneidadades?

    Por sinal, Baruch Espinosa era Filósofo e polidor de lentes: bons tempos.

  5. Comentou em 07/10/2006 Luís Carlos Fernandes

    É impressionante como os lulistas só veêm conspiração e parcialidade em tudo quanto é artigo da imprensa, artigos que nada mais fazem do que apresentar os fatos e analisá-los com fundamentos de ética e moral.
    Os escandalos brotam a cada dia, mas para eles é tudo invenção. Por que então caem os membros do partido, um a um (quando descobertos), se nada disso é verdade?
    Por que o presidente do partido se afastou diante da averiguação de que seus auxiliares e/ou subordinados estavam envolvidos em atos ilícitos?
    Não deveria então o presidente da república ter a mesma conduta?
    O que a imprensa faz na verdade, é pegar leve demais com esse governo. Deveria ir mais fundo, até a elucidação dos casos (contrato de publicidade com pagamento no exterior, dólar na cueca, dossiê, mensalão, etc), trazendo ao conhecimento público todos os envolvidos, até a elucidação dos fatos.
    Isso é claro, deveria ser a regra para todos os partidos e políticos.
    Nunca na história desse país se viu tanta corrupção. E não é porque a polícia investiga mais não, é porque a coisa corre à vontade, parece até que o normal é ser corrupto, pois o próprio presidente admite que nesse país as coisas são assim mesmo.
    Não é verdade que cada povo tem o governo que merece. Não temos culpa se grande parte do eleitorado é mal informada, e se deixa comprar pelos bolsas esmolas da vida.
    A volta daqueles que renunciaram para escapar do julgamento e serem banidos da vida pública (pelo menos por oito anos) é uma prova de que grande parte do eleitorado não está preparada para votar, e a vitória do atual presidente nas regiões mais pobres do país mostra que os grotões continuam sim a existir, e podem decidir o destino da população.
    Ninguém merece.

  6. Comentou em 05/10/2006 Sérgio Piccinato

    Li o texto e todos os comentários,e por esse momento,me passou a idéia
    de que,na nossa ainda nova e flágil Democracia,faltam democratas!
    Não tenho nenhum apreço pelo Sr. Maluf e tampouco pelo Sr.Clodovil e
    outros menos lembrados mas,eles são filiados à partidos políticos,o
    TSE aceitou suas candidaturas,eles jogaram o jogo e ganharam.Isso não
    os isentam,absolvem ou lhes tiram responsabilidades.Para aqueles que
    estão perplexos,nos grotões e nas cidades,sugiro refletir em como
    melhorar o jogo e não colocar a culpa na torcida.Quanto ao texto,não
    concordo com a afirmação que os cabrestos da esquerda estejam esgarçados.Não há cabrestos na verdadeira Esquerda!’Todo brasileiro
    fica obrigado a ter vergonha na cara!'(constituição de 1926 proposta
    por Capistrano de Abreu).Tudo teria sido mais fácil.Saudações a todos.

  7. Comentou em 05/10/2006 Marco Antonio Guimarães

    Belo comentário este da jornalista Lucia Nunes sobre o bom texto do Alberto Dines. Não é uma torcedora de um time que não jogou bem no primeiro tempo. Apenas uma análise correta, não desprovida de emoção.
    Agradecemos por isso.

  8. Comentou em 04/10/2006 Célio Mendes

    Não Sr. Dines, os cabrestos não estão esgarçados, muito pelo contrario o maior cabresto deste pais sempre foi a ‘opinião publicada’ e esta continua fazendo e derrubando reis, esta tinindo como nova, provou que sua força continua vigorosa, conseguiram a forcéps levar a eleição ao 2º turno, permitiram como alguns observadores arrependidos agora lamentam levar figuras insólitas a marcarem presença no nosso legislativo. Ja vi a prestigiosa revista ‘Veja’ anunciar o fim do coronelismo, mas ele esta ai com toda a sua força. Tambem como podemos esgarçar cabrestos ou extinguir o poder dos coroneis se não contamos com uma imprensa isenta para informar nossos cidadãos? depois ainda tem o displante de dizer que o eleitor é despreparado e não sabe votar, ora VÃO PENTEAR MACACOS.

  9. Comentou em 03/10/2006 Clerton de Castro e Silva

    O que vejo nestes comentários que defendem o Lula e o PT, é o mesmo radicalimo que vai fazer com que o nosso Presidente perca a eleição. Vamos reconhecer as besteiras feitas e partir de uma nova abordagem política. O PSDB e o Alkimim estão adorando as desculpas esfarrapadas dadas pelo PT. Eita militância burra.
    O povo não suporta mais são as desculpas dadas.
    O PT não é honesto, a imprensa não inventou nada, mas ainda pode ser o melhor para o Brasil.
    Por favor chega de burrices.

  10. Comentou em 03/10/2006 Rogério Ferraz Alencar

    Alberto Dines diz que Lula, entre outras imagens (todas negativas, claro), passa a imagem de arrogante. Alberto Dines, lógico, não é arrogante. Se a chamada que encima o título do artigo que ele escreveu anteriormente (Cinco questões-chave sobre as fotos do dinheiro) é “Certo ou errado?”, não é arrogância, é conhecimento. Se Alberto Dines diz que é certo, é certo. Se diz que é errado, é errado. Se Alberto Dines diz que o jornalismo fiteiro é deplorável, ele é deplorável. A não ser quando a fita é contra o PT. Aí, o jornalismo fiteiro é plenamente justificado, porque Alberto Dines o justifica, com o seguinte argumento: “O CD com as fotografias foi distribuído por um alto funcionário da PF aos principais veículos do país (impressos e eletrônicos). Não havia dúvidas quanto à sua autenticidade. Se algum deles considerasse ilegítimo o vazamento e decidisse não publicá-las pouco adiantaria, os concorrentes não teriam o mesmo escrúpulo.”

    Beleza! O alto posto do policial federal, um delegado, é garantia de autenticidade. E a falta de escrúpulos dos principais veículos de comunicação do país é plenamente defensável, pois estão em concorrência. Um alto funcionário da PF, e, por extensão, de qualquer órgão, seria incapaz de forjar algo, pois o alto posto lhe confere, inexoravelmente, credibilidade e legitimidade. E veículos de comunicação não devem se preocupar com a possível ilegitimidade do que lhes é fornecido, pois o mercado é competitivo. Não se pode também, nem de longe, aventar a possibilidade de um alto funcionário receber, por exemplo, dinheiro, para agir ilegalmente, nem estar a serviço de algum partido político, se esse partido for o PSDB, que é ético e honesto. Os principais veículos de comunicação também seriam incapazes de oferecer qualquer benefício para conseguir algo, mesmo que fosse algo que eles buscavam insistentemente, na sua estratégia eleitoral.

    O problema é que o alto funcionário, o delegado da polícia federal Edmilson Pereira Bruno forjou, junto com os principais veículos de comunicação do país, uma mentira deslavada para justificar o aparecimento do CD com as fotografias, que teria sido roubado da mesa dele e entregue aos jornalistas. Obteve, da mídia, acobertamernto para mentir. Não se sabe, nem vai se saber pelos principais veículos de comunicação do país, o que obteve do PSDB. Mas ambos já foram abençoados por Alberto Dines, que, quem diria, também mentiu, ao dizer que o nome do delegado, omitido pela mídia, foi revelado pela própria mídia, por decisão dela, porque esta não poderia, por mais que quisesse, esconder uma notícia. Mas o fato é que o nome do delegado só foi revelado porque ele se entregou, como forma de não punir os peritos que montaram o CD para ele inocentemente. Se é que isso também não é uma mentira, da mídia e do delegado, para justificarem a mentira e o crime anteriores.

    Isso me levou a pensar em outro caso, envolvendo uma fotografia também distribuída por detentores de altos cargos: a de Vladimir Herzog, enforcado numa cela do DOI-CODI, em São Paulo. O alto cargo de quem a distribuiu poderia garantir sua autenticidade. Ainda mais porque ela também foi distribuída para os principais veículos de comunicação do país. Mas nada é tão simples assim. Só que, naquela época, a mídia ajudou a desvendar um crime. Hoje, ela é cúmplice.

    Enquanto eu escrevia, a Globo News mostrou uma entrevista de César Tralli com o delegado Bruno. O delegado disse que não agiu por dinheiro nem por motivação política, pois é apartidário, e que não tem culpa das fotos terem aparecido nas vésperas da eleição. Disse também que, mesmo sem ter feito nada de errado, pode acabar sendo prejudicado no trabalho. César Tralli, logicamente, não questionou nenhuma resposta nem afirmação do entrevistado. Esse mesmo delegado, na Folha de hoje, 02/10, diz que mantém um “espiãozinho” em Cuiabá, fazendo um acompanhamento paralelo da investigação sobre o dossiê. Tudo de bom grado, naturalmente. Tudo sozinho, sem qualquer participação da mídia ou do PSDB. Só porque está irado porque foi afastado do caso.

  11. Comentou em 02/10/2006 Jose Leitão Neto

    Se a midia é tão influente porque o PT teve a melhor votação ? ‘Essa Raça’vai ter mais Deputados Federais que PSDB & PFL.
    Boa questâo para se comentar, ou silenciar?

  12. Comentou em 02/10/2006 Ricardo Oliveira

    ** Os grotões não aprovaram a ausência do candidato Lula no debate na TV Globo ( Dines)

    ALAGOAS trocou a Senadora HELOISA HELENA pelo Senador COLLOR DE MELLO . E o PSOL ficou na Clausula de Barreira. – SINAIS DO TEMPO.

    Enfim – DEMOCRACIA

  13. Comentou em 02/10/2006 Ricardo Oliveira

    ** Os grotões não aprovaram a ausência do candidato Lula no debate na TV Globo ( Dines)

    ALAGOAS trocou a Senadora HELOISA HELENA pelo Senador COLLOR DE MELLO . E o PSOL ficou na Clausula de Barreira. – SINAIS DO TEMPO.

    Enfim – DEMOCRACIA

  14. Comentou em 02/10/2006 Lolita Sala

    Caro Dines
    Gostaria de saber se há dados que ajudem a determinar
    qual o grau de correlação entre penetração dos meios de comunicação de massa, em especial da midia impressa
    e votação do Lula.

    A Folha mostra hoje uma tabela ordenada por IDH. Acho que há uma variável oculta que é exposição do eleitor à cobertura que se fez do governo Lula. Minha hipótese é que eleitores dos estados menos expostos à atual midia impressa (e não menor IDH), tendem a votar mais no Lula.

    Qual a sua avaliação?

    Lolita Sala

  15. Comentou em 02/10/2006 luis rodrigues

    parabens ,pela inparcialidade,seus criticos são aqueles que não aceitam,a realidade dos fatos reais de conhecimento de todos,são radicais,que não suportam,as realidades,e interpretam tudo que não for a favor de suas ideias como oposição.

  16. Comentou em 02/10/2006 Arlindo Henrique Franca

    É temerária essa apologia da força da Imprensa. A impresnsa é muito importante enquanto meio de divulgação e informação, prestando relevantes serviços à população, notadamente àos mais carentes. No momento em que ela assume a postura não de informadora mas de formadora de opinião, manipulando informações e defendendo interesses outros que não os do povo – como se insinua no final do artigo ora em comento, que se não estiver do lado da Imprensa não se elege – ela se torna perigosa. Não cumpre seu papel e leva ao questionamento: Isto é realmente Imprensa? Quais são os limites que devem ser respeitados pela mídia para ser classificada como Imprensa? Quem está defendendo os interesses da grande empresa, mesmo que empresa jornalística ou de comunicações, como os grandes jornais e as emissoras de televisão, está cumprindo seu papel enquanto Imprensa? É muito triste saber-se que as notícias a que se tem acesso estão sendo ‘editadas’ em benefício de interesses nem sempre confessados.

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