Quarta-feira, 20 de Setembro de 2017
ISSN 1519-7670 - Ano 19 - nº958

CADERNO DO LEITOR > INVESTIGAÇÃO & ARAPONGAGEM

Sem manobras e conchavos

24/02/2004 na edição 265

Quem não deve não teme. O ‘distinto’ partido (PT), que sempre apregoou ser um ícone da moralidade dentro do mar de lama da política brasileira, não deveria estar tão preocupado. Está mais que na hora de deixar que a verdade venha à tona, ou seja, não precisa fazer manobras e conchavos para impedir uma CPI, aliás, deveria ser o primeiro a esclarecer tão grave assunto.

Maria Aparecida Pires Kisselaro



Interesses escusos

O que vejo é a falta de compromisso com a nação brasileira e uma forte vocação autodestrutiva. Não percebem nem o momento atual, quão grave é a situação nacional; tentam a todo custo, com interesses escusos, tirar a credibilidade do governo ante a situação mundial, não percebem que com a globalização da informação temos uma faca de dois gumes. Isso gera apenas atraso a nosso país. O problema é estrutural, se existem pessoas como essa, e em lugares tão altos, é porque o sistema permite. Lugar de ladrão é na cadeia (prisão perpétua), de preferência numa prisão agrícola, onde esses vagabundos gerem o que comem, para que não tenhamos que sustentá-los. Quem sabe assim tenhamos uma redução de impostos, nem parece que somos donos desse país, mais parecemos inquilinos. E o pior é que os donos parecem ser esses cidadãos de quinta categoria. É preciso ter respeito com o povo brasileiro, senão nunca deixaremos de ser uma república de bananas.

Marcos, Curitiba

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É tudo a mesma coisa

Tudo é a mesma coisa, embora alguma coisa pareça outra cousa. Segundo se comenta em rodas de cafezinhos – aqui na longínqua Cuiabá – é que a Globo publicou o Caso Waldomiro apenas como aperitivo, pois tem coisas do arco da velha, muito mais quentes caso o Lula não resolva abrir as burras para as empresas do finado Roberto Marinho.

João Bosco de Almeida Souza



Teias bem costuradas

Excepcional o artigo do Ivo Lucchesi. Uma beleza de costuras de questionamentos de todos os lados que, quem dera, a mídia fizesse – ou mesmo os colegas repórteres fizessem antes de sair escrevendo e acusando quem quer que seja. Sugiro que o professor passe a dar cursos de orientação e investigação a jornalistas. Temos muito o que aprender com a teoria literária para o exercício da profissão e aprender a traçar as teias em que os fatos estão envolvidos. Obrigado por ter escrito tão belo e raro texto. Não significa coisa nenhuma, mas ganhastes um fã nos confins do Brasil (Manaus). Forte abraço e parabéns.

César Wanderley

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