Quinta-feira, 03 de Setembro de 2015
ISSN 1519-7670 - Ano 19 - nº866

JORNAL DE DEBATES > HQ & IDEOLOGIA

Violência na Turma da Mônica

Por Dioclécio Luz em 23/02/2010 na edição 578

Existe uma certa condescendência por parte da imprensa – e mais ainda da crítica – em relação à Turma da Mônica. Muito provavelmente por razões nacionalistas – não é de hoje que os quadrinhos brasileiros tentam se impor no mercado nacional diante das grandes empresas norte-americanas. Ocupar o mercado nacional, porém, não é mais problema para a Turma da Mônica – ela é hoje a revista infantil mais vendida do país, desbancando Disney e companhia.

Na verdade, a exemplo da Disney, a Turma da Mônica, há muito tempo é bem mais que um grupo de personagens de Histórias em Quadrinhos (HQ). Estamos tratando de uma marca fazedora de dinheiro de uma grande empresa – Maurício de Souza Produções – que se manifesta em brinquedos, sabonetes, xampus, fraldas, pentes, parques temáticos… Enfim, uma gigantesca quantidade de produtos infantis.

A questão, porém, não é a dimensão ou os negócios da empresa. Não é o que interessa no momento. Vai se tratar aqui dos personagens da Turma e, em especial, da relação desses personagens com a violência.

O principal deles é, claro, a própria Mônica. A garotinha tem uma característica: ela resolve as coisas na porrada. Tudo. Este é um elemento educativo complicado. Ao invés do diálogo, da negociação, apela-se para a violência. Quando está em apuros, é no braço, ou fazendo uso do seu coelhinho, que Mônica resolve. Moral da história: em situações de conflito, ganha o mais forte.

Hábito que aprendeu com o pai

A Mônica é exemplo de um fenômeno muito comum entre as crianças, em especial nas escolas: o bulling. Pode se dizer que o bulling é uma agressão verbal e sistemática à criança, quando se apelidos que a incomodam, pejorativos, nomeando-a por algo que ela não gosta. No caso, Mônica é chamada de ‘dentuça’, ‘gorducha’ e ‘baixinha’. Isso a deixa irritada. E ela resolve, claro, na porrada. É evidente que, na vida real, nenhum psicólogo iria sugerir o método Mônica para resolver os problemas do bulling. Seria por demais primitivo. No entanto, espantosamente, ele está presente nos gibis da Turma da Mônica. Tudo indica (seria preciso uma pesquisa mais aprofundada) que a solução pela violência é o tema mais recorrente nas histórias em que a garotinha aparece.

Ao que parece, os adultos leitores ou pais de crianças que lêem os gibis da Mônica são condescendente com esta prática da violência. Afinal, para uns, ‘é uma menina’. Isto é, violência feminina pode, masculina não. Na verdade, estamos transferindo para o mundo infantil uma cultura do mundo adulto. A lógica é: se o nosso mundo adulto é machista, com extraordinários índices de violência masculina contra a mulher, é bom que as mulheres reajam. Esse pensamento comete um erro grave: a violência contra a mulher não pode ser corrigida com a mulher também sendo violenta. Quando ela usa as mesmas armas do homem-machista está se igualando a ele. Claro, há momentos em que é preciso se defender, reagir, partir para a luta e aí vale tudo – porque pode ser uma questão de sobrevivência, inclusive. Mas não creio que seja bem aceita na sociedade a mulher que tem por hábito, como o homem violento e machista, resolver tudo na porrada.

De qualquer forma, esse é um problema do mundo dos adultos. Ainda não faz parte do universo infantil. Corrija-se: faz sim, quando as crianças observam os pais e como eles agem para resolver seus conflitos. Se o pai resolve na porrada, o filho ou a filha vão saber que é assim que deve ser feito. É desse modo que se constrói a personalidade. Enfim, numa leitura superficial pode se dizer que se a Mônica tem o hábito de resolver as coisas na porrada, a princípio, direta ou indiretamente, ela aprendeu isso com seu pai ou sua mãe – pela ação ou omissão, atos ou palavras. A princípio, porque teríamos que fazer uma análise mais aprofundada do seu caráter.

A ótica do hormônio

A Mônica, porém, não é um caso, uma personagem de gibi. Ela é um símbolo. Milhares de crianças lêem a Mônica. E o que estão aprendendo?

1) as coisas se resolvem na porrada;

2) a regra é olho por olho, dente por dente;

3) o bulling deve ser praticado;

3) a inteligência ou a sensibilidade não devem ser usados para resolver conflitos.

É o caso de se comparar a Turma da Mônica com outras turmas. Pode-se pensar na Mafalda, do argentino Quino. Mafalda é brilhante. Mesmo sendo uma HQ para adultos, os conflitos são resolvidos com inteligência e muita sensibilidade. Alguns personagens são cruéis, mas dificilmente alguém sai no tapa; não é comum, mas ocorre. Mas nenhum deles tem na violência sua marca, como é o caso da Mônica.

Outra turma brilhante é a do Calvin, do norte-americano Bill Watterson. Não é exatamente para crianças, mas elas também podem participar das histórias de um garotinho nada fácil que vive questionando as nossas regras morais ou sociais. Por exemplo, Calvin costuma fazer compras de bazucas e metralhadoras por telefone… Calvin tem uma ‘amiga’, a Susie, a quem vive importunando. Quase sempre ele leva a pior. Mas, se observa, é uma questão de gênero – os meninos na sua idade não gostam de brincar com meninas. Eles pensam coisas diferentes do que elas pensam; cada qual vê o mundo diferente – pela ótica do seu hormônio. E, às vezes, ela sai no tapa com ele. Mas a violência não é um traço seu. Susie não é a mandona da rua ou da escola.

Desvios comportamentais

É importante registrar que Calvin e Mafalda são personagens com fundamentos sociais revolucionários; são filósofos – eles fazem o leitor refletir sobre o mundo, sobre a sociedade, o nosso modo de vida, a política, os costumes, e claro, a relação dos adultos com as crianças. A turma da Mônica não tem nada disso. Essa gurizada é extremamente conservadora e moralista. Reproduzem as tradições, os costumes, as modas e modos sociais, sem questionamentos. Talvez por isso, a violência com que a Mônica lida com os conflitos seja uma prática comum.

Na escola de Calvin há uma criança, Mool, um grandalhão que costuma bater nas outras crianças e resolver tudo na porrada. Mas seu autor, Bill Watterson, coloca-o no seu devido lugar: Mool é tratado como um grosso, sem nada na cabeça, um gorila. Ele é o resumo caricato de todo cara (ou instituição) que adota a força para se impor sobre os outros. No caso da Mônica ocorre exatamente o contrário: a palavra final, a decisão sobre os conflitos, quem dá é o personagem que tem mais força, isto é, a Mônica. E essa sua característica de violência é transformada numa virtude – devidamente premiada com a solução dos conflitos em que se envolve e a satisfação dos seus desejos.

O outro aspecto a se observar na Turma da Mônica é o abuso dos clichês. Pelo menos três personagens são clichês: Mônica, como se viu, a que resolve as coisas na porrada; Cascão, que odeia água; Magali, a comilona. Antes de tudo, note-se que são clichês negativos. Ninguém da turma é conhecido por ser inteligente, criativo, sensível, cuidadoso, gentil, amável, isto é, por qualidades humanas, por virtudes humanas. Na verdade, temos, mais uma vez, o incentivo ao bulling – esses três personagens trazem consigo motivos para discriminação e para serem agredidos pelos colegas.

O problema dos clichês nos personagens é que eles não existem fora disso. Cascão ou Magali (e a Mônica) não existem fora dessas suas ‘virtudes’. As observações, as visões do mundo, as idéias, as sugestões, tudo isso que dá personalidade a um personagem, não existe na Turma da Mônica. A gente sabe que é Magali quando ela fala em comida; a gente sabe que é Cascão por seu ódio à água; a Mônica aparece quando é hora da porrada. Mas essas características de Cascão e Magali, como veremos mais adiante, não são exatamente traços de personalidade, e sim, desvios comportamentais. A violência da Mônica, sim, está mais próximo de um problema de personalidade.

Por que Magali não engorda?

A Magali merece uma observação mais cuidadosa. Ela é uma menina que tem obsessão por comida. E como as histórias da Maurício de Souza Produções abordam isso? Como algo normal. Ter obsessão por comer, para a Maurício de Souza Produções, não é problema.

Há uma confusão no discurso da Magali (o dela e o de quem a faz falar): a obsessão por comida é considerada um traço da sua personalidade, mas não causa efeitos negativos sobre a saúde. Esse é o problema. Se uma criança que tenha obsessão por comer se identificar com Magali, não vai se esforçar para romper com essa obsessão.

O que se percebe é que o assunto – o desejo de comer sempre mais – é muito sério para ser tratado da maneira como trata a Turma da Mônica. O Brasil tem uma população obesa de adultos que ultrapassa 50%. Entre os pobres, os percentuais podem chegar a 60%. No ano passado, o Ministério da Saúde fez uma campanha contra a obesidade das crianças. E obesidade é doença, reconhece a Organização Mundial da Saúde. Magali, porém, embora tenha essa obsessão pela comida, não é uma menina obesa. Isto é, os roteiristas e desenhistas eliminaram das histórias o que é consequência natural de quem come demais. Todo mundo que come bastante engorda. Magali, não. Porque a Maurício de Souza Produções eliminou essa parte da história da Magali? Pode-se pensar em várias alternativas: para focar no clichê da obsessão por comida; para não discriminar leitores e leitoras que têm essa obsessão; para não ferir os interesses comerciais da revista que costuma publicar anúncios de biscoitos e guloseimas para o público infantil. Seja como for, a abordagem é extremamente perigosa para o leitor, principalmente para aquele ou aquela que tem obsessão por comida.

As marcas das personalidades

A questão da personalidade merece mais atenção.

Observando os clássicos dos quadrinhos pode se notar que os personagens têm personalidade. Não é necessário olhar a imagem para distinguir nos balões se quem fala é Batman ou Robin, Tarzan ou Guran, Flash Gordon, Fantasma; Miguelito, Felipe, Mafalda ou Manolito. A bem da verdade, diga-se que Quino também usa clichês, como Suzie (que é tudo que a mulher passiva deve ser) e Manolito (o capitalista radical). Mas, está bem claro aí que esses personagens são símbolos caricaturados de uma proposta de sociedade que ele (o autor) condena. De fato, estes dois aparecem como representações semióticas do cenário político ideológico da sociedade criticada por Mafalda e sua turma. Seriam o contraponto ao mundo que Mafalda (Quino) pensa. E mesmo assim não se pode dizer que não tenham personalidade. Suzie e Manolito pensam e agem conforme a postura ideológica de cada um. Eliminem-se os desenhos na HQ e o leitor que costuma ler Quino irá identificar os dois. Eles têm opinião, idéias, posturas. Todos os personagens de Mafalda têm personalidade – cada um pensa diferente. As boas histórias em quadrinhos criam personagens fortes – e são considerados fortes porque se impõem pela singularidade, pela personalidade. Vide a turma de Hagar, o horrível, de Dik Browne; ou os personagens criados por Laerte (Piratas do Tietê, Zelador, Gato & gata) ou Angeli (Rê Bordosa, Rhalah Ricota), F Gosales (Niquel Naúsea); ou gibis mais antigos como Manda-chuva e Os Flinststones. Tira, cartum ou HQ, os personagens têm personalidade.

E quanto aos principais personagens da Turma da Mônica? Não têm nada disso. Quais são as marcas das personalidades deles? Não existem. A única que se sabe tem uma personalidade é Mônica, mas por seu desvio. Quando ela não está dando porrada, também não existe.

A demanda bélica do Pentágono

Podemos pensar em outros personagens. Chico Bento, por exemplo, revela a vida no campo, mas como clichê. As situações vividas por ele mais parecem narradas por um observador instalado na Rua Augusta, um urbanóide que nunca botou os pés na terra. Por isso, o meio rural é tratado como um outro planeta. E se alguém perguntar as características da personalidade de Chico Bento não vai ter resposta. No máximo vai fazer uso do clichê – que ele é um matuto, um caipira paulista, algo genérico. Chico Bento é uma visão burguesa – distante e elitista – do campesinato. Ele não existe, o que existe é o meio em que vive, forjando todos iguais a ele. (Ele não existe porque não pensa, tomando de empréstimo o cogito cartesiano.) Não pensa como uma pessoa chamada Chico Bento, mas como o protótipo de um ser qualquer, genérico, que vive no meio rural. A gente identifica Chico Bento por causa do ambiente, da roupa, do sotaque caipira. Mas Chico Bento pode ser qualquer um.

Esta visão de personagem que não pensa, não tem opinião, mas apenas age e, conforme o meio, vem dos anos 50, 60 ou 70 do século passado, quando a turma da Marvel já fazia sucesso. Além dos citados Batman, Tarzan, Fantasma, havia Hulk e uma enormidade de gibis de cowboys. No Brasil, a melhor experiência de HQ infantil foi a Turma do Pererê, de Ziraldo, que já ia além dos personagens clichês, fazendo-os ter personalidade.

Hoje são outros tempos. E os personagens mudaram. Batman ainda é cultivado pela garotada mais nova, porém avançou em traços mais exuberantes (Frank Miller, por exemplo) e adquiriu uma personalidade dark. O mesmo aconteceu com Hulk. E com a grande maioria dos antigos heróis. De fato, eles evoluíram porque o público também evoluiu. Os desenhos (e filmes) de Batman contêm muita violência, mas, regra geral, agora se tenta explicar isso como traço de personalidade (revolta pela morte de parentes). Isto é, Batman tem personalidade. Super-heróis puramente ideológicos, como é o Capitão América, criados para atenderem à demanda bélica do Pentágono, são mortos e depois revividos conforme os interesses bélicos do momento.

Um exagero na idolatria

Neste sentido, a Turma da Mônica é um retrocesso. É um monte de clichês, como era comum principalmente nos personagens de Walt Disney – sem opinião e naturalmente conservadores. Sim, Disney foi um histórico conservador, conhecido por delatar aqueles que lhe pareciam comunistas na época do presidente McArthur. Tio Patinhas é o símbolo maior da Disney.

A personagem Mônica não tem uma obsessão como a do Tio Patinhas (pelo dinheiro), mas os dois têm algo em comum – Mônica sugere que os conflitos do mundo devam ser resolvidos através da violência. E isso pode ser visto como uma postura bélica, característica histórica e cultural dos Estados Unidos. Afinal, o big stick, a solução de conflitos através da porrada, tem sido a forma diplomática dos Estados Unidos agirem nos últimos séculos.

Tio Patinhas, salvo engano, é de meados do século passado. Mas Tio Patinhas, mesmo assim, ainda é um avanço em relação a Cascão ou Magali porque, como o Manolito de Quino, a sua necessidade de juntar dinheiro é uma ideologia, e o medo da água de Cascão ou a fome de Magali, são apenas bullings reverenciados pela Maurício de Souza. É muito provável que Maurício de Souza tenha se espelhado em Walt Disney para criar os seus. Talvez haja um exagero nessa idolatria: há uma semelhança física (forjada ou não) entre o criador da Turma da Mônica e o criador do Pateta. Isso não explica o porquê da Mônica ser violenta ou dos personagens da sua turma não terem personalidade. Mas deixa o alerta sobre o que nossas crianças estão lendo.

******

Jornalista, escritor e pesquisador de rádios comunitárias e mestrando em Comunicação pela UnB

Todos os comentários

  1. Comentou em 05/11/2010 Joaquim Borges de Oliveira Neto Borges

    Sr. Dioclécio,

    Algumas considerações se fazem necessárias nesse seu artigo:
    – a afirmação de que todos os personagens da Turma da Mônica somente tem marcas negativas não é verdade. O Franjinha é considerado inteligente pela turma, assim como a Rosinha é uma criança amável etc.;
    -os personagens não foram criados se espelhando em Walt Disney. Todos sabem que os personagens são inspirados em pessoas que fazem ou fizeram parte de alguma etapa da vida de Maurício de Sousa. Mônica é sua filha na vida real e ele é o próprio pai da Mônica nas histórias;
    -os personagens de Walt Disney são bons exemplos onde? Zé Carioca é o típico malandro, que odeia trabalho; Pato Donald é um eterno mal-humorado; Tio Patinhas é o capitalista extremado…
    Ao que parece, o sr. não se aprofundou o necessário para escrever o artigo. A Turma da Mônica traz mensagens de proteção à natureza, solidariedade etc.
    Sinceramente, tenho a impressão de que seu trabalho foi patrocinado por alguma editora rival à que publica a Turma da Mônica.

  2. Comentou em 29/09/2010 Rogério Souza

    Gostei muito da abordagem com respeito a violencia infantil . Realmente , a personagem Mônica formenta em seus leitores , principamente , nas criancas , um comportamento equivalente ao qual é praticado no gibi . Como não possuem uma personalidade totalmente definida e solida com base em em determinados valores , tudo o que se vê ou é lido , na infancia , contribui para sua posterior personalidade e comportamento , tanto em ambito familiar como social . Acredito que deveria haver um estudo mais sério dos pros e contras de historias e gibis que contenham discaradamente ou , entre linhas , conteudos relativos a violencia , drogas ou pornografia , os impactos que causam ou irão causar , pois em uma sociedade capitalista , na maioria das vezes , a obtencão de lucro é mais importante que qualquer dano causado a sociedade civil .

  3. Comentou em 16/08/2010 CLAUDETTE JUNQUEIRA C KUNZE

    Prezado sr. Alberto Dines,

    volto depois de alguns anos ao assunto do segundo volume de Vinculos de Fogo.

    Quando teremos o prazer de ter em mãos o segundo volume de tão importante

    obra?

    Como está o trabalho de pesquisa? Ou o senhor desistiu?

    Aguardo noticias.

    Atenciosamente Claudette Kunze

  4. Comentou em 23/07/2010 Werner Moecke

    O autor desta ode ao ridículo só pode ser daqueles que criam os filhos trancados dentro do apto assistindo a toda sorte de desenhos violentos e séries do tipo ‘Ugly Betty’, ‘Gossip Girl’ e outras barbaridades ‘politicamente corretas’.

    Deve ser o tipinho que, como dizíamos em nosso tempo, ‘foi criado pela avó, empinando pipa no ventilador’. Lamentável que no meio noticioso haja espaço para publicação de tamanhas barbaridades.

    Aposto como é dos que apoiam o projeto de lei contra o ‘tapinha no bum-bum’ também.

    Resumindo: não vou repetir o que já disseram nos mais de 280 comentários anteriores ao meu – Só quero apontar como absolutamente correto o comentário feito por Renato Félix , (João Pessoa/PB – Jornalista), enviado em 2/3/2010 às 10:40:21. Concordo plenamente com este Sr.

  5. Comentou em 23/07/2010 Werner Moecke

    O autor desta ode ao ridículo só pode ser daqueles que criam os filhos trancados dentro do apto assistindo a toda sorte de desenhos violentos e séries do tipo ‘Ugly Betty’, ‘Gossip Girl’ e outras barbaridades ‘politicamente corretas’.

    Deve ser o tipinho que, como dizíamos em nosso tempo, ‘foi criado pela avó, empinando pipa no ventilador’. Lamentável que no meio noticioso haja espaço para publicação de tamanhas barbaridades.

    Aposto como é dos que apoiam o projeto de lei contra o ‘tapinha no bum-bum’ também.

    Resumindo: não vou repetir o que já disseram nos mais de 280 comentários anteriores ao meu – Só quero apontar como absolutamente correto o comentário feito por Renato Félix , (João Pessoa/PB – Jornalista), enviado em 2/3/2010 às 10:40:21. Concordo plenamente com este Sr.

  6. Comentou em 01/04/2010 Doya Lemany

    Eu acho que você está certo, mas pense acho que isso é uma bobeira sobre o que você disse, eu discordo de você!

  7. Comentou em 01/04/2010 Murilo Gonçalves

    Pegando carona em um trecho de seu texto:
    Milhares de crianças lêem a Mônica. E o que estão aprendendo?
    1) as coisas se resolvem na porrada;
    2) a regra é olho por olho, dente por dente;
    3) o bulling deve ser praticado;
    3) a inteligência ou a sensibilidade não devem ser usados para resolver conflitos.

    Quero dizer que diversas pessoas leram o seu artigo; e todos aprendemos que:
    a) Há pessoas que enxergam maldade em qualquer coisa (até onde não existe)
    b) Há estudantes de comunicação, de 5ª categoria, que aplicam sobre qualquer assunto, frouxos conceitos de seu curso, sem ter um mínimo de sensibilidade, ou até mesmo senso de que estes conceitos não se encaixam ao assunto abordado (patético)
    c) Há (projetos de) jornalistas que, em prol da sustentação de uma tese que estão desenvolvendo, pervertem e manipulam informações, mesmo que isso signifique deturpar os fundamentos de uma idéia inicial alheia (a Turma da Mônica não foi criada pensando no bulling, ela foi criada ‘muito antes’ do termo bulling, e sem dúvida, muito antes de você começar seu ‘mestrado’ em comunicação)
    d) O único desvio comportamental nessa história deve ser o de sua pessoa, pois não sei se você percebeu, seu artigo foi publicado em 23/02 – e ainda hoje, mais de um mês depois – encontro manifestações diárias de revolta contra sua absurda opinião.
    PS: Você é tão fraco e usou nos tópicos, o 3) duas vezes

  8. Comentou em 31/03/2010 alfredo pacheco

    sua análise é consistente, porém exagerada.
    na verdade…..vc é meramente chato.

  9. Comentou em 31/03/2010 Afonso Oliveira

    texto é tão coerente quanto é belo o nome do autor (Dioclécio)

  10. Comentou em 30/03/2010 Laís Helena

    Cara, texto bastante contraditório.
    Você critica a violência da mônica, mas apoia a violência do batman, por ser questões de vigança, a da mônica também é uma forma de vingança.
    Aliás todos esses heróis estadunitenses são tão ruins quanto a mônica se você for parar pra analisar.O que salva mesmo é a Mafalda.

  11. Comentou em 30/03/2010 Thiago Fiorotti de Carvalho

    Deoclécio, já que você tem tanta coragem em denunciar podres, porque você não vai desmascarar os gatunos de Brasília?

  12. Comentou em 30/03/2010 Silvio Cláudio Bueno

    Pronto Dioclécio. Já teve os almejados 15 minutos de fama.
    Agora, por favor, volte para as catacumbas desse seu pensamento tacanho.
    Teu texto é falacioso, mentiroso, preconceituoso e muito mal escrito, inclusive com erros crassos, como os já apontados pelos demais comentarista.
    Um cursinho básico de redação no Senac ia bem.
    Incrível como alguém com esse sobrenome, não consegue sair das trevas.

  13. Comentou em 30/03/2010 Felipe Teixeira

    Que coisa mais idiota…

  14. Comentou em 29/03/2010 Ale Santos

    Ótimo post, aliás um dos melhores que já li. Deixa bem claro que a mamãe do Sr. Dioclécio não deixava ele ler os gibis da turma da mônica, criando no autor essa revolta interior contra algo tão divertido e bobo como uma simples revista em quadrinhos. Bate o pézinho no chão que talvez a mamãe deixe você ler algum gibi meu filho.

  15. Comentou em 29/03/2010 Thiago Fiorotti de Carvalho

    ‘Tudo indica (seria preciso uma pesquisa mais aprofundada) que a solução pela violência é o tema mais recorrente nas histórias em que a garotinha aparece’. Essa frase, logo no começo, já destruiu qualquer argumento para o qual você tivesse uma justificativa. Não sou leitor da historinhas da Turma da Mônica hoje em dia, mas já fui no passado, e no futuro, quando tiver os meus filhos, eles também vão ler tais historinhas. O mais importante você não pescou, as historinhas da Turma da Mônica passam uma mensagem de integração, amizade e de realidade, já que na idade dos personagens, meninos e meninas não costumam conviver, aconteça o que acontecer eles também estão juntos para o que der e vier e, por último, você está comparando mundos diferentes, a Mafalda é uma arte voltada para adultos, em que é usada uma criança para chamar mais a atenção ainda sobre os problemas os quais não encaramos. A intenção é essa. E a Turma da Mônica é uma arte voltada para crianças. Não é necessário que uma criança que mal aprendeu a ler saiba identificar traços de personalidade filosóficos no personagem. O que importa nessa idade são as cores, o desenho arredondado e de traço engraçado, a distração que esses quadrinhos causam e, principalmente, a mensagem que esses quadrinhos passam.

  16. Comentou em 29/03/2010 Caê Kokubo

    Matéria escrita com linguagem formal e acadêmica, porém SIMPLISTA, baseada em argumentos teóricos (ou melhor, exemplos quase sinônimos), como toda monografia ou tese.

    É assim que se manifestam pseudo esquerdistas revolucionários. Com um texto quase sempre infeliz.

    A sociedade está se infestando de loucos assim, e é por eles que iremos à ruína.

    Esse senhor Luz deveria perder seu tempo escrevendo ficções, e assim, não tocaria fundo numa ferida que tem outros melhores remédios do que análises superficiais e achismos pessoais…

  17. Comentou em 29/03/2010 Giovanini Botareone

    Olha teu passado, que erro sofrivel este de criticar aquilo que funcionou com você. Você e eu elemos turma da mônica e nem por isso somos violentos, glutões etc… Preocupaçãozinha burguesa essa sua de criticar só por visibildiade. Honestamente voc6e é digno de pena, assim como os que dizem que games geram violência. NÃO PODEMOS GENERALIZAR, afinal se for assim vou começar a achar que todos colunistas do observatório tem essa postura sofrível e intelectualóide de boteco.

  18. Comentou em 29/03/2010 Paulo Vieira

    Fico feliz em ver esse gigantesco número de comentários contra esse texto de conteudo fraco. Não tenho muito a acrescentar após ler boa parte deles, apenas queria destacar um personagem notável que é o Horacio. Essa figura pré-historica tem um intelecto superior a qualquer outro personagem contemporâneo, uma das principais caracteriscas dele é seu amor por filosofar e aproveitar as pequenas boas coisas da vida.
    Acredito que esse pequeno personagem já destrói boa parte dos argumentos levantados pelo autor do texto.

  19. Comentou em 27/03/2010 Joana Queiros

    Nem perdi meu tempo em ler. Li sim, o comentário do Diogo e vim aqui só para conferir as respostas e me surpreendi.

  20. Comentou em 25/03/2010 Tatiana Salomão

    ‘Ninguém da turma é conhecido por ser inteligente, criativo, sensível, cuidadoso, gentil, amável, isto é, por qualidades humanas, por virtudes humanas.’

    Vc conhece o Franjinha? A Marina? O Nimbus? O Anjinho?

    Eu cresci lendo a turma da Mônica. Aliás, eu e todas as pessoas da minha idade e até mais velhas. Duvido que alguém tenha se tornado uma pessoa violenta por causa da Mônica, ou glutona por causa da Magali, ou nunca tenha tomado banho por causa do Cascão, ou falado errado por causa do Cebolinha…

    Aliás, quantas vezes a Mônica já levou broncas por bater nos outros? Quantas vezes vimos a turma se afastar do Cascão por causa do seu cheiro? Quantas vezes vimos a Magali passar mal de tanto comer? E quantas vezes vimos essa ‘gurizada’ ajudando uns aos outros? Quantos de nós não nos emocionamos quando vemos aquele quadrinho em que a Mônica pede: ‘Promete que nunca vai embora?’ e o Cebolinha responde: ‘Plometo. Eu plometo.’.

    A Turma da Mônica me divertiu, me distraiu, me ensinou a ler, me ensinou a gostar de ler, me ensinou a estar do lado dos meus amigos sempre, em qualquer circusntância. Maurício de Sousa é um gênio.

  21. Comentou em 21/03/2010 Carlos Roberto Vieira dos Santos

    Lamentavelmente, gostaria de externar a minha indignação com este Observatório da Imprensa por uma atitude leviana e desrespeitosa: foi publicado neste veículo um artigo de minha autoria, porém, com um título que definitivamente não escrevi e, o que é a razão da indignação, totalmente contrário a opinião contida no referido artigo e com uma conotação desrespeitosa ao autor. Do início ao final do artigo, escrevi argumentos que refutam os elencados pelo Ministro Gilmar Mendes ao justificar a não obrigatoriedade do diploma. Acontece que o editor deste veículo achou por bem colocar o seguinte título no meu artigo: ‘Mais um que me faz crer no acerto do Gilmar Mendes’, numa conotação claramente ofensiva ao artigo escrito por mim.
    Ora, como colocado no final do artigo, procurei apenas externar uma opinião, como acredito ser este o objetivo deste veículo, deixando expressamente claro que, justamente por ser uma opinião, os colegas estariam livres para não concordar. Agora o que definitivamente não pode é um editor colocar um título que não escrevi sendo ele contrário à opinião descrita por mim, e com clara conotação pejorativa. Tamanha leviandade levaram colegas a me questionar como eu poderia concordar com o Ministro Gilmar Mendes (no título) e ao mesmo tempo expor argumentos contrários à decisão no texto. Leviandade que ofende a minha dignidade e que exige a devida reparação.

  22. Comentou em 18/03/2010 Claudinei Longo de Jesus

    Mas quem é esse Dioclécio? Deve ser a única criatura da face da Terra que já nasceu com 55 anos de idade. Querido Dioclécio, uma amiga minha perdeu um seio num acidente de carro por estar usando cinto de segurança. Proponho que me ajude numa campanha contra o uso do cinto. O que tu acha, vamos? com tanta incoerência num só texto sobre um assunto tão leve e gostoso como nossos gibis, acho que vc entraria na minha campanha….
    Faça-me o favor Dioclécio, reveja seus conceitos, rápido. Ah, e aproveite pra ler uns gibis, vai te fazer ter uma infância, ainda que tardia.

  23. Comentou em 18/03/2010 Claudinei Longo de Jesus

    Mas quem é esse Dioclécio? Deve ser a única criatura da face da Terra que já nasceu com 55 anos de idade. Querido Dioclécio, uma amiga minha perdeu um seio num acidente de carro por estar usando cinto de segurança. Proponho que me ajude numa campanha contra o uso do cinto. O que tu acha, vamos? com tanta incoerência num só texto sobre um assunto tão leve e gostoso como nossos gibis, acho que vc entraria na minha campanha….
    Faça-me o favor Dioclécio, reveja seus conceitos, rápido. Ah, e aproveite pra ler uns gibis, vai te fazer ter uma infância, ainda que tardia.

  24. Comentou em 16/03/2010 marcio costa

    Presidente McArthur? ele nunca foi presidente… foi uma general fodão deles e para por ai… o caça às bruxas foi maior no governo do presidente Dwight D. Eisenhower.
    Você falow tanto de cliches… seu próprio texto esta cheio deles.

  25. Comentou em 15/03/2010 Eric França

    O conteúdo deste texto soa como aquela conversa possibilista e manjada que às vezes travamos pra rir do absurdo:’Ei, cara, você nunca tinha reparado que A Turma da Mônica é pura sacanagem?’.O que se segue é uma miríade de meias verdades, engenhosamente destituídas de seu contexto original, que constroem um discurso compreensível, mas não coeso.E a graça de se fazer isso está em justamente comprovar o absurdo a cada ponto da argumentação do discurso propositalmente falacioso.O autor deste texto, em contrapartida, parece ter levado a brincadeira a sério, ter realmente acreditado que há uma deturpação moral acontecendo perante nossos olhos e que ele é o único ser lúcido disposto a nos provar a verdade, por meio de uma argumentação em tom sério, mas que nem por isso ensombra a falta de propósito e até certa inocuidade de sua empreitada.
    De fato, o discurso é bem engendrado e traz no momento certo as figuras e alegorias necessárias pra reforçar o seu tom de denúncia e de esclarecimento sobre algo que, ao que parece, pairava incógnito sob nossos narizes .Mas, talvez, por querer abarcar mais do que pode e querer promover um amontoado de meias verdades , transformando-as em verdades absolutas, é que o autor comete o erro que ele mesmo condena: usa-se de clichês a todo momento, quando diz algo e ignora maiores ponderações a respeito do que defende; o avesso do pensamento crítico.

  26. Comentou em 15/03/2010 Carlos Matheus da Silveira

    Meu caro, me desculpe falar isso mas vc entrou na sua nave espacial e viajou bonito por dezenas anos luz. Mauricio de Souza criou a turma da Monica com base em antigos amigos que tivera na infância. Vc está procurado argumentos infundados para se promover. A realidade que vivemos hoje é fruto de pai e mãe que não sabem educar o filho direito e o deixam fazer o que quiserem sem puni-lo de forma adequada. História em quadrinhos não fazem a cabeça de criança e, mesmo se fizesse, não seria uma simples história ou um simples personagem que iria mudar seu pensamento. Se, seus filhos não são hoje em dia o que vc sonhou pra eles, por favor, não culpe as personagens de Maurício de Souza. Culpe sua própria incompetência de educa-los.
    Atenciosamente…

  27. Comentou em 14/03/2010 Maria Luiza Silveira de Oliveira

    Chega a ser repetitivo o que vou escrever, mas sinceramente a Turma da Mônica merece defesa desse ‘jornalistazinho medíocre e mal-informado’. Dou aula para crianças da idade da turma da Mônica e elas reagem exatamente da mesma forma que a Mônica quando são importunadas, tanto meninos quanto meninas. Se esse Dioclécio leu bem as histórias da turma, deve ter percebido que Mônica só bate quando precisa reagir da ofensa ou ataque de alguém, e fora isso ela é muito carinhosa e leal com seus amigos, inclusive com Cascão e Cebolinha que vivem armando planos mirabolantes contra ela. Magali realmente come muito, mas é uma criança que brinca bastante e come muitas frutas e alimentos saudáveis. Sua imagem mais marcante a mostra com uma melância mordida na mão. Cascão não toma banho, mas há várias histórias em que ele é criticado por isso, mostrando a impotância da criança manter sua higiene e mesmo sendo um ‘porquinho’ ele não gosta de ver o meio em que vive sujo e poluído. Cebolinha apanha mas apronta bastante, e é um personagem muito inteligente e carismático (seus planos mirabolantes são maravilhosos, mas sempre são descobertos pela Mônica. Talvez porque ela também use o cérebro não só o braço? Sem contar que tudo isso acontece porque um tem uma quedinha pelo o outro e vice-e-verça). Seus argumentos são vazios e carecem de uma pesquisa realmente séria…

  28. Comentou em 12/03/2010 Juliano Portela

    Já se escreveu neste espaço de comentários muito sobre o monte de bobagens que escreveste (nunca antes na história deste país vi tantas). Vou só engrossar as estatísticas dos que acham o pior texto já escrito sobre o tema.

    Não, pensando bem como peça de humor é realmente válido. Acho que meu filho, que tem 10 anos, não gosta muito de tomar banho porque desde os 5 anos lê as historinhas do Cascão…

  29. Comentou em 12/03/2010 Juliano Portela

    Já se escreveu neste espaço de comentários muito sobre o monte de bobagens que escreveste (nunca antes na história deste país vi tantas). Vou só engrossar as estatísticas dos que acham o pior texto já escrito sobre o tema.

    Não, pensando bem como peça de humor é realmente válido. Acho que meu filho, que tem 10 anos, não gosta muito de tomar banho porque desde os 5 anos lê as historinhas do Cascão…

  30. Comentou em 11/03/2010 Juliana Batista

    Com certeza você não participa do universo infantil, tem algo pessoal contra o Maurício de Souza, nunca leu de verdade as histórias da turma da Mônica e nunca abriu um livro que fale sobre Psicologia, em especial sobre desenvolvimento infantil. Tô horrorizada com suas colocações, elas envergonham até os politicamente corretos.

  31. Comentou em 11/03/2010 Luís Eduardo Formentini

    Que besteira!!!

  32. Comentou em 11/03/2010 Rynaldo Papoy

    Maurício de Souza sempre este ciente destas questões, como ele próprio revelou em incontáveis de suas histórias, mas não pode mudá-las, pois matariam os personagens.

    O autor do texto esqueceu de citar personagens como Astronauta, Franjinha, que resolvem as coisas através da inteligência.

  33. Comentou em 10/03/2010 diego almeida

    esse texto é das coisas mais imbecis que já li na minha vida. ‘crianças conservadoras que não questiona o mundo’, por favor… criança gosta é de brincar, quesitonar o mundo é coisa dos malditos fanáticos de esquerda.

  34. Comentou em 10/03/2010 Avelino Bego

    Cara, eu não consigo encarar este artigo como sério!

  35. Comentou em 10/03/2010 Elisa Machado

    Quanto bla bla bla! Achar que Turma da Monica é violento e é um péssimo exemplo para as crianças é menosprezar o talento do Mauricio e sua equipe e muito mais, menosprezar a inteligência e o desenvolvimento de uma criança.

    Tenho o maior orgulho de ter sido criada lendo os gibis dessa turminha e nem por isso tenho distúrbios ou comportamentos que o autor menciona. Meu sobrinho de 5 anos adora os gibis e aprende muito com eles. Não acho que ele tenha que ler os clássicos ou literatura para adultos, não agora. Agora quero que ele divirta-se com Magali, Cascão, Monica, Cebolinha, Xaveco (o eterno coadjuvante), Franjinha e todos os outros.

    E eu até hoje adoro ler as historias e vejo muita criatividade, companheirismo, bom-humor e diversão nos roteiros. E total adaptação aos dias de hoje.

    Antes de só criticar o lado ruim, vc já viu as novas revistinhas traduzidas em Inglês e Espanhol? Imagina como não ajudam as crianças (e os adultos, por quê não?) a aprenderem uma nova lingua.

    Já se informou sobre os novos personagens, que prezam pela inclusão social? A Dorinha, o Luca, entre outros…

    Mauricio de Sousa é um grande patrimônio do nosso país e merece fazer todo o sucesso nacional e internacional!

  36. Comentou em 10/03/2010 Leonardo Borges

    Esse artigo deveria estar no Kibeloco ou qualquer outro site do gênero.

  37. Comentou em 10/03/2010 Márcia Carvalho

    O que é que é isso? Meu Deus, essa moda do ‘politicamente correto’é um retrocesso mesmo!!! Agora tudo precisa ser justificado, explicado, rotulado, carimbado… Tenha dó!!!

  38. Comentou em 09/03/2010 Rachel Villar

    Ah, não! Chega até a ser ridículo o artigo difamando a Turma da Mônica! Por diversas partes eu me peguei rindo dos argumentos utilizados!
    Me parece que o acesso às revistinhas foi negado ao Sr. Dioclécio quando ele era mais novo e por isso ‘criou raivinha’ do Maurício de Souza. Eu SEMPRE li Turma da Monica, SEMPRE vou ler e espero que as revistinhas estejam em circulação quando nascerem meus filhos.
    O senhor foi muito infeliz em suas declarações, muito mesmo.
    Ainda bem que a parcela da população que pensa como o senhor deve ser de 1%, já que a Mauricio de Souza Produções é uma das maiores entidades no assunto. A Turma da Monica (como o senhor mesmo fez questão de frisar) é sucesso absoluto há muitos e muitos anos. E, se Deus quiser, a tendência é só crescer.
    Eu praticamente considero o Mauricio um pai e penso na turminha como um bando de amigos meus.

    Deve ser um pseudo-filósofo recalcado que adora ler Nietzsche. Você sim deve ter sofrido bulling na infância.

  39. Comentou em 09/03/2010 Ana Fernandes

    É uma pena não fazerem mais pais como fizeram na geração dos meus, que eduquem bem seus filhos, que os ensinem a serem pessoas fortes e diferenciar o que é certo do que não é, que os ensinem a ser mais fortes que qualquer tipo de bulling, a se relacionar direito com qq pessoa, etc, pra depois o indivíduo não esquecer como é ser criança depois que cresce e se tornar um paranóico do tipo do cara que escreveu isso, que vê coisas negativas e maldade em histórias simples e infantis, cujo objetivo é fazer o leitor entrar naquele mundo e só.
    Gente assim é o mesmo que fala que ‘atirei o pau no gato’ é violência contra os animais, mas não tá nem aí pra criançada saindo da escola sem saber escrever direito, sem saber respeitar o amigo do lado e dançando o créu ou essas porcarias de música e programas que vemos hoje na TV.

  40. Comentou em 08/03/2010 DJota Carvalho

    O artigo me parece raso, preconceituoso e fruto de desinformação. O autor deveria ler mais sobre o bullying, bem como sobre quadrinhos. A ignorância sobre o tema pode ser constatada tanto em erros básicos de informação – nome de um presidente americano errado, não saber quem foi o criador do Tio Patinhas e citar um personagem secundário inexistente de Calvin (Mool? Achei que fosse erro de digitação, mas com a repetição comprova o desconhecimento) – quanto em conceitos anacrônicos e já derrubados há muito tempo. No intuito de colaborar com uma formação mais ampla de Dioclécio, caso ele queira mesmo estudar o tema em vez de emitir teorias caolhas e superficiais sobre ele, sugiro a leitura de ‘Para reler quadrinhos Disney’ (de Roberto Elíseo dos Santos, pela Paulinas Editora) e ‘Brincando de Matar Monstros’ (Editora Conrad, no qual Gerard Jones explica a importância da violência de faz-de-conta na vida das crianças e quais seus efeitos). Há outras obras importantes na área que ajudariam o autor a ampliar seus horizontes, mas essas
    duas seriam um bom começo.
    DJota Carvalho – jornalista, escritor, mestre em Educação pela Unicamp e autor do livro A Educação está no Gibi (Papirus Editora)

  41. Comentou em 08/03/2010 Luiz Eduardo Lacerda

    Não sou Jornalista, tenho como Sociólogo, Pós-Doutorado em Análise e Publicações de Mídia na Sociedade, e em toda a minha vida e carreira nunca vi um conjunto tão amador de bobagens escritas de uma vez só.

    Se este Sr. for jornalista, acaba de dar um tapa na cara de toda a classe jornalística, profissionais de rede e TV e impressos.

    Observatório da Imprensa manteve o discurso, então mais uma vez mostra que o site tambem não é de grande credibilidade.

  42. Comentou em 07/03/2010 Sergio Reis

    Hahahahahahahahahahahahahahahaha

    Que piada! Como uma pessoa tem a cara de pau de escrever isso e publicar em um site? Cebolinha reacionário?

    HHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA

  43. Comentou em 07/03/2010 Fernando Maia

    Não deu para notar? O cara está infectado com esquedopatia. A crítica é ao Maurício de Sousa, e não a sua criação. A crítica é contra o conservadorismo e a favor do autoritarismo esquesdista. Dioclécio Luz é um doente.

  44. Comentou em 07/03/2010 Ricardo Rayol Braga

    Você é retardado ou teve uma experiência ruim com um coelho?

  45. Comentou em 06/03/2010 Luiz Franco

    Já fiz um comentário anteriormente mas gostaria de comentar alguns pontos em particular:

    – Em geral, textos como este são de origem ‘esquerzóide’ e provém de algum intelctual que se considera acima de qualquer suspeitas e, como aqueles estudantes da FFLCH-USP (da qual fui aluno também) gostam de ‘vencer o debate’. Com xerteza, por mais que o critiquemos aqui, você não irá rever sua posição, como a grande esmagadora maioria dos intelectuais esquerzóides por aí.

    Como, em geral, a grande proposta de quem só critica e não dar proposta alguma, o que você nos recomenda? Um mundo de uma leitura só, no caso, Mafalda? Sincerament,e apesar de gostar muito de Calvin e Haroldo, não o julgo propriamente para ciranças.

    O que você, como conhecedor da pedagogia recomenda para nossas crianças e adolescentes, porque com certeza não será nenhum gibi, HQ, filme da Pixar e etc.

    Esses alarmismos me lembram aquelas crianças folgadas, que xingam e saem correndo pra dentro de casa, típicos filhos mimados, não que este seja o caso, mas me lembra.

    Por acaso o objetivo é somente este. Alarmas, xingar e sair correndo?

    Agradeço pela oportunidade comentar mais uma vez estas linhas tão além da imaginação que são o seu texto, assim como são além da imaginação muitos dos gibis e HQs.

  46. Comentou em 05/03/2010 kK Sukut

    Cara, eu fiz questão de ler seu texto até o final ( árduo trabalho ) e os comentários até o centésimo quinquagésimo só para deleitar-me com a destruição que você, Dioclécio, sofreu com sua falta de senso crítico e com seu excesso de confiança. Você foi desmontado, empacotado e enviado para a aquela dona que todos muito bem conhecem. Espero que da próxima vez que você escrever seus textos você tome uma dose polpuda de humildade no café da manhã e um comprimido de semancol no almoço.

    Mônica e sua turma mandam abraços e estimas na melhora da tua moral.
    Ficadica.

  47. Comentou em 05/03/2010 Breno Tupy Caldas Araújo

    Não ficou claro no texto a definição de bullying. Até onde eu sei a vítima do bullying é a Mônica. Achei interessante as citações a outros quadrinhos mas na hora de analisar o objeto de estudo do artigo faltou muita informação e aprofundamento. Os quadrinhos, as tiras de jornal, as charges usam de estereótipos e exageros em suas características para passar suas mensagens, observando pelo ponto de vista do pensamento crítico eles são apenas instrumentos de uma ideologia mas não de uma verdade. Nenhum dos exemplos citados foge a essa regra e deixa de apresentar defeitos de personalidade e caráter. Acredito que o autor do texto fez mais um juízo de valor quanto aos quadrinhos preferidos do que um aprofundamento da questão.

  48. Comentou em 05/03/2010 Talita Chumit

    Isso ai galera…se não ta na roda é só descer porrada na opinião contraria, vale até xingar! E tem gente que acha que liberdade de expressão é via de uma mão só…Parabéns Luz…conseguiu o que a maioria hoje.não consegue…incomodar e chamar a atenção da massa sem precisar mostrar a bunda, Hahahahaha!
    Genial!!!
    Sugestões para próxima pauta:
    Novela Global, BBB e Paulo Coelho!A galera vai surtar!!!
    Quem sabe o próximo ‘ Clássico’ vai ser um ‘Porra Globo’ KKKKKKK
    Vai dar lá no Omelete…

  49. Comentou em 05/03/2010 Ana Bandeira

    Quanta raiva nesse coração…
    O que houve? Tio Maurício de Sousa não publicou a sua cartinha para a turma da mônica?
    Ah! E Mauricio de Sousa é com ‘s’, pesquise um pouco mais antes de publicar qualquer bobagem, existe o Google para quê? Não é verdade ^^

  50. Comentou em 05/03/2010 Maurício Santos

    Relaxa, cara, e se diverte! Eu cresci lendo a turma da mônica e meus valores não são distorcidos! Vamo se preocupar mais com ganhar dinheiro pra poder se divertir do que ficar procurando bobeira onde nem tem!

  51. Comentou em 05/03/2010 Benedito Nicolau

    Cara! Você é o melhor exemplo do que a falta de sexo faz com uma pessoa!
    Você tem uma vida triste!

  52. Comentou em 05/03/2010 Benedito Nicolau

    Cara! Você é o melhor exemplo do que a falta de sexo faz com uma pessoa!
    Você tem uma vida triste!

  53. Comentou em 05/03/2010 Renato Palhano

    Amigo Dioclesio, voce obviamente tem problemas mentais. Só uma pessoa obcecada em aparecer, cria um factóide tendencioso como esse seu artigo. Por detrás dessa ambígua bandeira de ‘politicamente correto’, existe um ranço terrível de alguém que precisa de holofotes. Seu argumento é fraco, tendencioso e preconceituoso. É uma vergonha que um site como esse abrigue tamanha imbecilidade. OBS: Caso não validem meu post, espero que o senhor o leia e procure ajuda. Espero que não haja corporativismo e que o senhor que escreveu o que bem quis tenha o feedback da atrocidade que escreveu.

  54. Comentou em 05/03/2010 André Luz

    Frederic Wertham reencarnou e se chama Dioclécio Luz.

  55. Comentou em 03/03/2010 Monica .

    Alguém viu o meu coelhinho para mandar voando na cabeça desse cidadão?!
    Monica

  56. Comentou em 03/03/2010 Marcos Ribeiro

    e aí, gostou da polemica né, cade sua posição a respeito das reações, percebeu que de 124 comentários, 124 são contra o seu texto?

  57. Comentou em 03/03/2010 Marcos Ribeiro

    e aí, gostou da polemica né, cade sua posição a respeito das reações, percebeu que de 124 comentários, 124 são contra o seu texto?

  58. Comentou em 02/03/2010 Edvaldo Acir Lino da Silva

    Gostaria muito de ouvir uma resposta da Mauricio de Souza Produções e da Editora responsável pela publicação dos quadrinhos da Monica e sua turma. Sugiro um contato do Observatório da Imprensa para dar a eles o ‘Direito de Resposta’ para avaliarmos quem, afinal de contas, está com a razão.

  59. Comentou em 02/03/2010 Nando Viana

    O que o autor fala aqui é muito verdade. Conheço uma criança que leu a Turma da Mônica, e depois entrou num cinema e matou 8 pessoas. Todas a coelhadas.

  60. Comentou em 02/03/2010 Thales Gimenes

    Texto tolo, preconceituoso (eu me senti nos anos 1960), repleto de desinformação e, pior, mal escrito.

    O cidadão não sabe quem foi McCarthy e MacArthur? Só pra constar, nenhum deles foi presidente dos Estados Unidos.

    Isso sem contar as dezenas de bobagens que desfiou tentando enveredar pelo mundo dos quadrinhos. Erra até na grafia do nome de Mauricio de Sousa.

    O ‘jornalista’ em questão deveria ter a decência de, ao menos, pesquisar as informações. E de revisar seu texto, que, repito, é muito, muito mal escrito.

    Lamentável. O ‘jornalista’ em questão só quer uma coisa: holofotes. À custa do sucesso de Mauricio de Sousa, evidentemente.

  61. Comentou em 02/03/2010 Gran Kain

    Emilia tirava sarro dos demais, e todos os empregados do sitio eram negros e nem por isto ngm viveu com traumas.

    Ridiculo este artigo

  62. Comentou em 02/03/2010 Rodrigo Galhano

    Artigo lamentável. Em vez de ler Turma da Mônica, acho que vou incentivar meus (futuros) filhos a assistirem Teletubies e não se tornarem uma pessoa violenta como seu pai, que cresceu lendo esse gibi extremamente violento.

  63. Comentou em 02/03/2010 Rodrigo Galhano

    Artigo lamentável. Em vez de ler Turma da Mônica, acho que vou incentivar meus (futuros) filhos a assistirem Teletubies e não se tornarem uma pessoa violenta como seu pai, que cresceu lendo esse gibi extremamente violento.

  64. Comentou em 02/03/2010 Ewerton Civiero

    É, no MÍNIMO, uma grande infelicidade a publicação desta matéria.
    Tudo bem que devemos respeitar a liberdade de expressão mas, pelo amor de Deus, não abusem.
    Acredito que o autor é, também no MÍNIMO, um adulto que teve uma infância frustada e que consegue ver malícia nos personagens na Turma da Mõnica.
    Bem… Como já dizia a minha avó… ‘A maldade existe na cabeça de quem a tem no coração’.
    É uma pena… Simplesmes isso… É uma pena ter lido esta matéria nos tempos atuais.

  65. Comentou em 02/03/2010 Rafael Medina

    Prezado Observatório.
    Hoje mesmo submeti um comentário a ser publicado cujo consta um erro de português no início do texto. A palavra desperdício foi escrita, por mim, erroneamente. Peço por gentileza que, caso possível, seja feita essa correção. O texto com o erro segue abaixo.
    Desculpe o incômodo e agradeço de qualquer forma a publicação do comentário.
    Att, Rafael Medina

    Antes de mais nada, acho um disperdício o Observatório abrir espaço para um texto como esse. Mas enfim, bem-vindas são as diferenças. Não quero me alongar muito, mesmo por que muita coisa que gostaria de falar já foi dita. Mas o que é relevante reforçar é o caráter tosco do texto em ser moralista e politicamente correto… ARGH!!! Veja bem, referente a violência da Mônica, acho muito mais saudável, didático e legítimo a personagem utilizar um coelho de pelúcia para se defender de agressões verbais e, dessa forma, se posicionar contra tais atitudes do que se esconder pelo canto e levar essa dor para longe. Dor esta que certamente acarretará em traumas tardiamente, provocando atitudes ‘piores’ que simples coelhadas. Ah, mas você gostaria que ela convocasse o Sr. Cascão e Sr. Cebolinha para discutir o assunto, correto? Ora, Sr. Dioclécio Luz, será que o senhor nunca foi criança??

  66. Comentou em 02/03/2010 Renato Félix

    O ser humano sempre me surpreende com o grau de ridículo ao qual consegue chegar. Esse texto vai para a coleção dos mais-mais bobalhões da internet.

  67. Comentou em 02/03/2010 Elton Carvalhal

    Lamento muito uma abordagem como essa que foi feita.
    Ela me leva a crer que seu autor ou não leu os gibis que citou ou simplesmente tem algo contra a Mauricio de Souza Produções da qual tanto falou.
    A prioridade de uma revista em quadrinho é divertir e não educar. Educação é um processo muito mais complexo. As influências das personagens não podem ser descartadas, mas jamais superestimadas como o texto faz.
    Fui criança, adolescente e sou adulto. Jamais deixei de ler os quadrinhos da Mônica. Sempre adorei a todos. Por que? Porque as crianças de Mauricio de Souza são as nossas crianças. Não há um só personagem da turma que em algum momento não se pareceu (ou parece) com alguém que conheci ou conheço ainda.
    Sobre lições de caráter? Leia mais a revista. Vai ver muita boa relacionada a aprender com erros, a respeito aos pais, a amizade. É uma turma. Uma turma de amigos. A Mônica, valentona e espancadora, o Cebolinha com sua dicção ruim, o Cascão com seu fedor e a Magali com sua gula estão em harmonia. Diferentes cheios de altos e baixos, mas sempre amigos e fieis as amizades.
    Turma da Mônica jovem. Esses desvios que tanto criticou foram bastante amenizados na nova turma.
    Ah, sim, leio e apoio a leitura. A Mônica me ensinou a gostar de ler e faz o mesmo com minha sobrinha. Seja a menina ou a adolescente.
    Leia mais a revistinha. Depois repense o que disse.

  68. Comentou em 01/03/2010 Rafael Rodrigues

    Muito me admira o Observatório da Imprensa dar espaço a um artigo tão ridículo como esse. É triste.

  69. Comentou em 01/03/2010 Marco Antonio Araujo

    O autor, por alguma motivo desconhecido, tenta de todas as maneiras desqualificar e desmoralizar a obra brasileira.
    Porém, o que me causa estranheza, é que ele não conhece a fundo seus personagens e traça perfis superficiais, na tentativa de polemizar.

    Na Turma da Mônica há personagens inteligentes, criativos, sensíveis e tudo mais. Será que ele não conhece o gênio Franjinha? Talvez desconheça também o perfil gentil do Anjinho ou até das atitudes independentes de uma mulher moderna como a personagem Tina.

    A própria Mônica mostra-se uma personagem carinhosa, que valoriza a amizade e só reage violentamente quando insultada. Comportamento inspirado no de sua própria filha – homônima. Há ainda o respeito aos animais e Chico Bento é um dos mais simpáticos personagens, e usa de vários artifícios honestos para conquistar Rosinha, a bela garotinha do campo também.

    Acho que o autor desta coluna cometeu vários equívocos e mostrou-se desconhecedor da obra, causando constrangimento para os admiradores da Turma da Mônica e demais trabalhos do empresário-cartunista.

  70. Comentou em 01/03/2010 Alex de Souza

    Disparado, um dos piores artigos que já li no Observatório da Imprensa. O autor lê quadrinhos como os primeiros teóricos da comunicação o faziam nos anos 60. Mas sem o mesmo estilo e embasamento teórico. Uma lástima. Recomendo a quem tiver interesse procurar os livros de Moacy Cirne para entender o que é reflexão sobre quadrinhos de verdade.

  71. Comentou em 01/03/2010 Allan Carvalho

    O texto é de um exagero homérico. O fato da violência ser ou não citada nos gibis de Mauricio de Souza, não impede que ela exista. Cresci lendo Turma da Mônica e sofri bully na escola por muito tempo… nunca tentei resolver ou me defender NA PORRADA. A ‘face violenta’ de Mônica, só me remete a bons fatores… de mulher forte, que não aceita o que lhe é imposto. Afinal, apesar de ser baixinha, dentuça e briguenta, ainda arranca suspiros de uma possível paixão secreta por parte do Cebolinha.
    Por favor, deixem as crianças serem crianças, nunca incentivaria meus filhos (quando os tiver hahaha) a passar horas a fio na Internet lendo Calvin ou Mafalda.
    Acho que alguém andou se empolgando demais na hora de pensar…

  72. Comentou em 01/03/2010 Roberta Machado

    Me entristece ler um texto tão precipitado e mal informado como esse aqui no Observatório. São casos como esse que acabam com a fama dos jornalistas e os fazem parecer reacionários críticos sem fundamentos. como dizer que ‘ninguém da turma é conhecido por ser inteligente, criativo, sensível, cuidadoso, gentil, amável’?! Franjinha é cientista, Marina, uma artista plástica talentosa, Cascão, além de não tomar banho, é um menino de origem humilde que ensina às crianças como dar valor ao que têm. Mônica é uma garota meiga, cheia de vontade de ajudar aos outros, e o Chico Bento é um menino esforçado, que ama a natureza. Quem leu qualquer revistinha da Turma da Mônica nos últimos 5 anos sabe que Maurício de Souza fez questão de dar personalidade até a personagens antes secundários, como o Xaveco. Importante frisar que Mafalda não pode de forma alguma ser comparada com a Mônica, já que não é feita para crianças. Crianças são assim: não gostam de tomar banho, comem e não engordam (acontece), brigam na rua. Isso faz parte da infância. A mensagem passada pela Mônica para as crianças sempre foi de amor e amizade, nucna de violência. Msotrar crianças diferentes (hoje há personagens até mesmo deficientes), não é incentivo ao Bullying, é valorização à diversiade.

  73. Comentou em 01/03/2010 Filipe Araújo

    Obviamente este artigo é uma brincadeira, né? Não pode ser sério não pode ser algo sério.

  74. Comentou em 01/03/2010 Anna anna.carol

    Sempre achei que os personagens da turma da monica eram mais sem-graca do que os que voce citou.
    Esses personagem sempre se encontram na mesma situacao.
    Cebolinha bolando planos infaliveis, cascao com medo do banho, monica batendo nos meninos.
    Se a historia foge disso, nao há historia. Ao contrario dos outros personagens, bem mais interessantes.
    Mas confesso que nunca havia pensado no sentido exposto no texto.
    Parabens pelo texto

  75. Comentou em 01/03/2010 Fábio Marchi

    No popular? Ah! Páporra !!!
    Meo Deos, estava demorando para essa onda de politicamente correto chgar na Turma da Mônica. Tenho 36 anos, cresci lendo esses quadrinhos, assim como todos os da Disney, assistindo os ‘violentos’ Tom & Jerry e Pernalonga e nem por isso me tonei um pitbull ou um sociopata.

    Ninguém é retardado. O ser humano adora esterótipos para se divertir. Agora ficar pensando que uma criança vai querercomer como a Magali e não engordar como ela…ah, Maurício de Sousa é o responsável pela epidemia de anorexia no mundo, né? Afinal, as histórias da Turma são exportadas para dezenas de países, né?

    Na boa, cara. Vai pensar no que fazer. Ou então fique assistindo so Teletubbies – esse sim – tá mais para o seu perfil.

    Quanto mais politicamente correto o mundo fica, menos humano ele é.

  76. Comentou em 01/03/2010 Rodrigo urmom

    POR QUE VOCE NAO VAI DAR MEIA HORA DE CU E VEM POSTAR OUTRA NOTICIA?

  77. Comentou em 01/03/2010 André Freitas

    Quanta asneira… até quando essa era do ‘politicamente correto’ vai? Será que nos tornamos tão burros e nossas crianças tão bitoladas que não somos mais capazes de distinguir uma diversão sem compromisso de algo educativo? Sou de uma geração que cresceu vendo Tom & Jerry, Pica-pau, Pernalonga, entre outros desenhos violentos e extremamente divertidos. Li turma da Mônica durante minha infância, passei para os qudrinhos de super heróis até chegar aos quadrinhos adultos da Vertigo. Quando era pequeno minha mãe se preocupava com o tipo de leitura que eu me dedicava, mas foi o meu avô que fez minha primeira assinatura de HQ e me presenteou algumas obras como Cavaleiro das Trevas, V de Vingança e Elektra Assassina. Com o tempo comecei a buscar edições importadas e treinei meu inglês assim. Hoje leio de tudo um pouco, mas nunca perco a oportunidade de ler um gibizinho da Mônica quando estou em uma sala de espera. É engraçado ver o quanto as histórias em quadrinhos incomodam os falsos moralistas, outro dia foi o personagem gay na turma da Tina, hoje é a Mônica… onde isso vai parar? Talvez se a censura voltasse todos ficariam mais felizes, não é? Assim toda a produção artística poderia ser controlada pelos conservadores, hipócritas e carolas de plantão. Ao invés de ficar analisando a semiótica da turma da Mônica arranje o que fazer amigo…

  78. Comentou em 28/02/2010 Bruno Monnerat

    Dioclécio é um mala. Deve ter rinite de tanto jogar bola-de-gude no tapete da vovó. Poderia ser um personagem da Turma.

  79. Comentou em 26/02/2010 Liliana Roberta

    Você tem um conhecimento superficial da Turma da Mônica. Eu li muito na infância e vou dizer as minhas impressões. Acho que Mônica não se sentia bem por ser violenta. Não me lembro de nenhuma história onde ela abuse de seu poder, apesar do Cebolinha incansavelmente bolar planos para dominá-la e roubar seu coelho, ser o dono da rua etc. Ela só queria ser aceita sendo dentuça e baixinha. E no final todos eles tem de lidar com os clichês sim, mas que os OUTROS criaram sobre eles! Ou seja, aceitar-se como se é para eles é um desafio! Talvez Magali não seja tão atormentada quanto Mônica porque ela se aceita melhor. Você ignorou totalmente o restante dos personagens que tem papeis fundamentais como Franjinha que é inteligente e resolve seus problemas sem violência, o Anjinho que é extremamente sensível, Penadinho, o Louco, Horácio e muitos outros. É comum a dinâmica das histórias mudarem completamente, por ex, eles saem dos clichês habituais e se vêem em outros angulos… enfim… pesquise melhor.

  80. Comentou em 25/02/2010 Fábio Carvalho

    Os desenhos animados da minha infância, quase todos, eram violentos. Os maiores exemplos são o papa-léguas (que sempre se dá bem, mesmo quando ele emprega violência contra o coiote) e o pica-pau (que nem sempre se dá bem; às vezes, ele se dá bem sendo mau). Em diversos quadrinhos, bombas explodem, carros capotam em alta velocidade e personagens brigam de forma violenta (pow!) entre nuvens brancas. Popeye bate no Brutus para ficar com a bígama Olívia: nessa mesma turma, entre os personagens ‘bons’, temos o Dudu, que não para de comer hamburguer (ele até é gordinho) e Alice, ultraviolenta. Minha mãe sempre recorria ao Popeye para me convencer a comer espinafre e eu nunca pensei em reivindicar o hamburguer do Dudu. Cito os desenhos porque estou seguro de que são muito mais assistidos do que a Turma da Mônica é lida. No mais, quando brinco com crianças, brinco muito de cair, fingir que me dou mal, que bati a cara na porta: elas morrem de rir, mesmo quando muito pequenas. O palhaço se ferra e a criança ri. Bem, eu não sei dimensionar os efeitos disso tudo, mas não ‘gostei’ da tônica do alerta do autor, embora ela seja interessante como análise.

  81. Comentou em 25/02/2010 Sergio Luiz Fernandes

    Dioclécio, algumas de suas ponderações têm relevância, principalmente em relação ao caso da Magali. Mas não concordo integralmente com as críticas. Aliás, discordo em muito de alguns pontos. Vamos ao primeiro: quando você argumenta que a personagem não engorda após comer muito, sua pretensão é de que a consequência de um procedimento errado aconteça no mesmo prazo em que ocorreria no mundo real. Nesse caso, você está transferindo para o gibi da Mônica um problema recorrente nos personagens com características negativas em todo o planeta. Vou citar dois exemplos, um local e outro internacional: o Augustinho, da Grande Família e o Homer, dos Simpsons. Os dois são malas e não aprendem com os próprios erros. Ora, eles são “escadas” para o desenvolvimento do enredo. Não podem se redimir, porque se não perdem o sentido na trama, que pode ser muito longa e durar anos. Sem entrar no mérito do mau hábito de saúde, este é o motivo pelo qual a Magali não deve engordar. Para continuar a ser a personagem que proporciona determinados “ganchos” nas tramas.

  82. Comentou em 25/02/2010 Paulo Fessel

    Um verdadeiro amontoado de besteiras – e olhe que sou de esquerda! Se o autor se desse o mínimo trabalho de ler as histórias mais importantes do tio Patinhas, criadas por Carl Barks, verá lá que, apesar de amar o dinheiro, os conflitos são resolvidos normalmente com o uso da negociação e da inteligência.

    Por outro lado, me pergunto se o autor do artigo já viveu entre e com crianças. A imagem que ele faz delas é completamente idealizada: crianças convivem, discutem, se provocam e brigam o tempo inteiro, e as histórias só refletem esses aspectos do mundo infantil – aspectos esses que quase todos nós experimentamos.

    No mais, se o ‘bullying’ (e não bulling, como grafa o autor) é a marca registrada dos personagens da turma, então como é que o personagem Humberto (o mudo) não é um de seus dos alvos preferenciais? Ao contrário, convive com todos os da turma e sua deficiência não é nenhum obstáculo para isso. E olha que desde que eu era criança o Humberto já estava lá, e isso já faz mais de 30 anos!

    Finalmente, quanto às críticas dirigidas ao personagem de Chico Bento, me pergunto se o autor do texto conhece o significado do adjetivo ‘idílico’. Ou se leu as histórias do Jeca Tatu.

  83. Comentou em 25/02/2010 Paulo Fessel

    Um verdadeiro amontoado de besteiras – e olhe que sou de esquerda! Se o autor se desse o mínimo trabalho de ler as histórias mais importantes do tio Patinhas, criadas por Carl Barks, verá lá que, apesar de amar o dinheiro, os conflitos são resolvidos normalmente com o uso da negociação e da inteligência.

    Por outro lado, me pergunto se o autor do artigo já viveu entre e com crianças. A imagem que ele faz delas é completamente idealizada: crianças convivem, discutem, se provocam e brigam o tempo inteiro, e as histórias só refletem esses aspectos do mundo infantil – aspectos esses que quase todos nós experimentamos.

    No mais, se o ‘bullying’ (e não bulling, como grafa o autor) é a marca registrada dos personagens da turma, então como é que o personagem Humberto (o mudo) não é um de seus dos alvos preferenciais? Ao contrário, convive com todos os da turma e sua deficiência não é nenhum obstáculo para isso. E olha que desde que eu era criança o Humberto já estava lá, e isso já faz mais de 30 anos!

    Finalmente, quanto às críticas dirigidas ao personagem de Chico Bento, me pergunto se o autor do texto conhece o significado do adjetivo ‘idílico’. Ou se leu as histórias do Jeca Tatu.

  84. Comentou em 23/02/2010 fabricio moraes

    Até parece que eu, quase uma balzaqueano, que desde pequeno leio os gibis da Mônica, vou sair por aí batendo em todo mundo, não tomando banho, comendo com desvario.. é a mesma coisa de jogos eletrônicos: eu não saio dando porrada nos outros, não entro em shopping atirando, nunca pratiquei bulling… só quem tem a mente fraca é que pode correr esses riscos, eu sei muito bem diferenciar o real do imaginário. Mas cada um tem sua opinião e visão e tenho que respeitar a do escritor. Obrigado pela oportunidade e viva a Turma da Mônica!

  85. Comentou em 26/02/2009 Carlos Sandler

    Prezados,
    primeiramente parabens pelo trabalho, leio com frequencia e é bom não depender dos grandes meios de comunicação para se informar.
    Mas gostaria de sugerir que vocês aderissem à tecnologia do RSS, para quem a usa como eu, facilita a leitura das informações.
    Grato.

  86. Comentou em 19/12/2007 aguinaldo pettionati

    —– Mensagem original —-
    De: aguinaldo pettinati
    Para: ombudsman@ig.com.br; ombudsman@ig.com.br
    Enviadas: Sexta-feira, 14 de Dezembro de 2007 11:25:02
    Assunto: CENSURA/PAULO HENRIQUE AMORIM

    Olá caro Ombudsman, tudo bem?

    É uma pena, mas sempre falando em liberdade de expressão, de quarto poder, do artigo 5º da Constituição, da teoria do agendamento, gate keeping etc, sempre acabamos na censura. Ocorreu o seguinte: Ao ler as colunas do Paulo Henrique Amorim (diga-se de passagem que gosto muito), discordei de algumas opiniões e atitudes do jornalista. Então, por várias vezes tento expressar meu pensamento, sem ofensas, sobre os assuntos e sobre minha visão do jornalismo. Claro que posso estar errado. Já dizia um filósofo: a ironia é o verniz da palavra.
    Pasmem senhor Ombudsman…fui CENSURADO!!! Poxa, um profissional com o gabarito do PH deveria ao menos permitir que sejam feitas críticas sobre o trabalho dele, claro…Juro que continuo dando audiência a ele, dentre tantas porcarias, os textos do PH causam muita reflexão…
    Espero ter o devido espaço de divulgação de idéias, como preza o bom jornalismo. Será que existe jornalismo mesmo? Ou apenas a indústria cultural em busca de anúncios
    Abraços e parabéns pelo trabalho
    Veja o que eu queria escrever e acabou censurado pela equipe do PH
    Oi PH, tudo bem? Vc não é um democrata

  87. Comentou em 16/10/2007 André Coelho

    Quando fui entrevistado para assumir uma posição de gerência no programa de microcrédito de um grande banco, assumo que não fazia a menor idéia do que era de fato. Hoje, após um ano e meio entrando em TODAS as comunidades carentes do Rio de Janeiro posso afirmar que conheço como poucos a realidade deste ‘mercado’. O que começou como uma idéia visionária dr sr. Mohammed Yunus, oque lhe rendeu um nobel, foi copiado e adaptado às realidades de cada país. Mesmo porque, emprestar dinheiro por um prazo determinado sem a cobrança de juros que garanta um ‘spread’ para cobrir pelo menos os custos operacionais, não é em qualquer cultura. Este modelo não tolera uma inadimplência alta. No caso do Brasil algumas instituições implantaram o programa, tendo um êxito maior na região Nordeste, onde em muitos casos o programa substitui a rede bancária convencional. Agora, quanto ao Sudeste, especificamente no Rio de Janeiro, além da altíssima inadimplência, temos o problema da criminalidade. Venho enfrentando o primeiro com simples mudanças de metodologia, porém o segundo vem fazendo com que o programa perca força. E para meu espanto é nas comunidades dominadas pelas milícias é que venho enfrentando maiores problemas. Recentemente fui escoltado por um miliciano armado para fora da comunidade, depois de ser comunicado que já havia uma ONG(Famosa na mídia) ‘fechada’ com eles. Só me resta lamentar.

  88. Comentou em 27/01/2005 Olavo de Carvalho

    Meus efusivos parabéns ao Alberto Dines pela matéria ‘Não se faz jornalismo sem dar nome aos bois’. Todo mundo neste país fala de ‘ética’, mas a condição número um da conduta ética é a sinceridade.

x

Indique a um amigo

Este é um espaço para você indicar conteúdo do site aos seus amigos.

O Campos com * são obrigatórios.

Seus dados

Dados do amigo (1)

Dados do amigo (2)

Mensagem