Sábado, 23 de Setembro de 2017
ISSN 1519-7670 - Ano 19 - nº958

JORNALISMO LOCAL > Porto Velho

A visão de Marcelo Freire, editor-chefe do Diário da Amazônia, líder em Porto Velho

04/07/2016 na edição 910
Reportagem de Diogo Magri, Fernanda Giacomassi e Victória Damasceno.  Edição de Angela Pimenta e  Edna Dantas

Observatório – O jornal e o portal têm alguma linha editorial definida?

Marcelo Freire Posso falar pelo Jornal. É uma linha editorial independente, divulgando todos os segmentos da sociedade, cumprindo a rigor os ditames da imparcialidade que rege a imprensa.

 

Como são definidas as pautas e a importância delas? Há reuniões coletivas?

Fazemos reuniões diariamente e quando tem fatos mais polêmicos no cotidiano intensificamos os trabalhos.


Leia mais:

Prioritária, cobertura sobre impacto das cheias do rio Madeira reflui na seca;

A visão da usina de Santo Antônio;

A visão de João Marques Dutra, representante do Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB);

A visão de Raphael Luis Pereira Bevilaqua,  procurador da República em Rondônia;

Usinas acabam com deficit energético, mas impacto socioambiental ainda é incógnita.


 

Como vocês definem as pautas mais importantes?

Pela ordem de interesse econômico e social.

 

Que reportagem destacaria como exemplo do jornalismo praticado?

Uma reportagem sobre a BR-364, principal rodovia federal do estado que foi abandonada pelo governo federal. No ano passado foram 111 mortes em 2015 no estado.

 

Os jornalistas têm contrato de exclusividade?

Não. Alguns trabalham em assessoria de imprensa

 

Você já identificou algum conflito ético trabalhando no Diário da Amazônia?

– Não.

 

Que tipo de matéria tem mais repercussão no jornal?

– As matérias de polícia, economia e de relevância social.

 

Há algum assunto que tem embargo, só pode ser publicado após a aprovação do dono?

– As editorias são independentes e a decisão cabe ao Conselho Editorial.

 

Como vocês lidam com a pressão de anunciantes diários no jornal? Como é essa relação com os anunciantes?

– Temos uma boa relação, afinal, são eles que pagam os nossos salários.

 

Vocês têm uma cobertura crítica com relação aos problemas trabalhistas e econômicos com relação às demissões que ocorreram nas usinas em 2014. Já houve alguma intervenção e ingerência no jornal ou no site por causa disso?

– Sempre procuramos ouvir os representantes dos consórcios, quando existe alguma denúncia. Apenas a usina de Santo Antônio é anunciante do jornal.

***

Diogo Magri, Fernanda Giacomassi e Victória Damasceno são alunos da disciplina de Ética, da Graduação em Jornalismo na Escola de Comunicações e Arte, da Universidade de São Paulo.

Todos os comentários

x

Indique a um amigo

Este é um espaço para você indicar conteúdo do site aos seus amigos.

O Campos com * são obrigatórios.

Seus dados

Dados do amigo (1)

Dados do amigo (2)

Mensagem