Terça-feira, 18 de Setembro de 2018
ISSN 1519-7670 - Ano 19 - nº1005
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MONITOR DA IMPRENSA > SUDÃO DO SUL

Organizações acusam governo de censura à imprensa

05/08/2014 na edição 810
Tradução: Pedro Nabuco, edição de Leticia Nunes. Informações de Roy Greenslade [“South Sudan ‘threatens press freedom with newspaper closures’“, The Guardian, 1/8/2014]

As organizações de defesa dos direitos humanos Anistia Internacional e Human Rights Watch divulgaram um relatório em conjunto em que clamam para que o governo do Sudão do Sul pare de fechar jornais e perseguir jornalistas.

Segundo o documento, intitulado “O preço do silêncio“ (The price of silence), o Serviço Nacional de Segurança do governo do Sudão do Sul tem perseguido e detido profissionais de imprensa, além de ordenar que alguns deles deixem o país. O órgão também tem atacado os veículos locais. O jornal Almajhar Alsayasy, por exemplo, foi forçado a interromper sua publicação; o Juba Monitor foi impedido de vender suas edições em oito ocasiões nos últimos sete meses; e semanário The Citizen teve todas as edições de junho apreendidas.

Intimidação

Desde dezembro de 2013, o governo proibiu os jornalistas de entrevistar líderes de oposição. Aqueles que desobedecem a imposição ou que reportam violações de direitos humanos cometidas por forças do governo sofrem intimidações.

Daniel Bekele, Diretor para a África da Human Rights Watch, pediu que o governo pare imediatamente de utilizar práticas abusivas para cercear a liberdade de expressão da população e da imprensa. “O governo e o Serviço Nacional de Segurança têm violado a liberdade de expressão através de práticas abusivas desde a independência do Sudão do Sul”, disse ele.

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