Domingo, 24 de Setembro de 2017
ISSN 1519-7670 - Ano 19 - nº958

MONITOR DA IMPRENSA > JORNALISMO & TECNOLOGIA

Empresas jornalísticas testam uso de drones para cobertura

20/01/2015 na edição 834

Uma coalizão de 10 organizações de notícias, incluindo o New York Times, o Washington Post e a NBC Universal, formaram uma parceria com a universidade Virginia Tech para testar drones na captação de notícias.

Em comunicado, explicou-se que a parceria entre tais empresas “é destinada a conduzir testes controlados em uma série de situações reais nas quais a imprensa poderia usar pequenos sistemas de aeronaves não-tripuladas para captar notícias”. A Virginia Tech é uma das seis universidades designadas pela Administração Federal de Aviação (FAA) dos Estados Unidos para conduzir este tipo de teste.

As outras empresas da parceria são a Advance Publications, a editora A. H. Belo, a Associated Press, a Gannett, a Getty Images, a E.W. Scripps Company e a Sinclair Broadcast Group.

Os drones há muito têm sido cobiçados por empresas de notícias devido ao seu potencial para captar informações em situações perigosas, tais como desastres naturais, e também para oferecer um ponto de vista somente alcançado através do aluguel custoso de helicópteros ou aviões.

Em fase de testes

A CNN também anunciou ter recebido autorização para iniciar testes com drones, em uma parceria com o Instituto de Pesquisa da Georgia Tech.

A parceria representa mais um ganho para a CNN Worldwide, que já conta com dispositivos para transmissão de TV a cabo, satélite, rádio e internet sem fio em mais de 200 países e territórios. Nos Estados Unidos, a CNN atinge mais pessoas através da televisão, internet e dispositivos móveis do que qualquer outra empresa de notícias de TV a cabo no país. Já internacionalmente , é o canal que mais amplamente distribui notícias, atingindo mais de 271 milhões de residências no exterior.

A FAA atualmente proíbe o uso de drones na cobertura de notícias. Jornalistas e empresas de comunicação argumentam, no entanto, que isto restringe seus direitos da Primeira Emenda da Constituição americana, que abrange a liberdade de expressão.

A FAA informou que planeja emitir novas orientações sobre o uso de drones comerciais em setembro de 2015. No entanto, os céticos duvidam que este prazo vá ser cumprido.

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