Terça-feira, 26 de Setembro de 2017
ISSN 1519-7670 - Ano 19 - nº959

MONITOR DA IMPRENSA > EM 194 ANOS DE HISTÓRIA

Katharine Viner é primeira mulher a chefiar redação do ‘Guardian’

24/03/2015 na edição 843
Tradução: Fernanda Lizardo, edição de Leticia Nunes. Com informações da equipe do The Guardian [“Guardian appoints Katharine Viner as editor-in-chief”, 20/3/15], de Ravi Somaiya [“Guardian Names Katharine Viner as Editor”, The New York Times, 20/3/15] e de Jason Abbruzzese [“Katharine Viner is named The Guardian's first female editor in chief”, Mashable, 20/3/15]

Katharine Viner foi nomeada a nova editora-chefe do diário britânico The Guardian. Ela será a 12ª pessoa a ocupar o cargo e a primeira mulher a chefiar o jornal em seus 194 anos de existência. Katharine entra no lugar de Alan Rusbridger, que esteve no posto por 20 anos e agora assumirá a presidência do Scott Trust, conselho que administra o Guardian Media Group – que também publica o jornal The Observer.

O nome de Katharine foi anunciado na sexta-feira (20/3) depois do conselho indicar dois finalistas para o cargo, de um total de 26 concorrentes. Disputou com ela o ex-subeditor do Guardian Ian Katz, que havia deixado a companhia para trabalhar no programa Newsnight, da BBC News. Katharine foi escolhida por votação entre as equipes do Guardian e do Observer, angariando 53% dos votos.

Grandes responsabilidades

Formada pela Universidade de Oxford, Katharine Viner passou pela revista Cosmopolitan e pelo Sunday Times antes de se unir à equipe doGuardian em 1997, onde foi subeditora de 2008 a 2012. Ela também foi responsável pela edição australiana do Guardian, em uma operação que contou com uma equipe de 40 pessoas e foi montada em 16 meses. Em 2014, a jornalista se mudou para Nova York para tornar-se editora-chefe da edição americana do Guardian.

Ela herda grandes responsabilidades, visto que, sob o comando de Rusbridger, o jornal levou seu primeiro Prêmio Pulitzer (em conjunto com oWashington Post) pelo material do caso Snowden. Katharine declarou que ser editora-chefe doGuardian e doObserver é um enorme privilégio e responsabilidade, que se sente muito honrada por suceder Rusbridger e que pretende seguir os passos do antigo editor e liderar uma empresa ousada, desafiadora, aberta e envolvente.

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