Segunda-feira, 20 de Novembro de 2017
ISSN 1519-7670 - Ano 19 - nº966

ENTRE ASPAS > SEXTA-FEIRA, 22/10

Ao vivo na TV, apresentador diz sofrer censura

22/10/2010 na edição 612


Leia abaixo a seleção de sexta-feira para a seção Entre Aspas.


 


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Folha de S. Paulo


Sexta-feira, 22 de outubro de 2010


 


GOIÁS


Estelita Hass Carazzai


Ao vivo na TV, jornalista diz sofrer censura


O jornalista Paulo Beringhs, apresentador de um telejornal na TV Brasil Central -mantida pelo governo de Goiás-, declarou ter sido censurado pelo governador Alcides Rodrigues (PP) para não levar ao ar uma entrevista com o candidato ao governo Marconi Perillo (PSDB).


A declaração de Beringhs -que é filiado ao PSDB, mas diz nunca ter participado de atos partidários- foi feita ao vivo, durante a transmissão do jornal ‘Brasil Central’, na noite de anteontem.


Perillo, adversário político de Rodrigues, disputa o segundo turno com Iris Rezende (PMDB), apoiado pelo governador e que não foi ao programa para a entrevista.


Segundo o jornalista, a ordem para não entrevistar Perillo foi dada anteontem pela manhã, em reunião entre diretores da emissora e o diretor comercial de sua produtora, que produz o telejornal.


‘Ficou claro que, se eu insistisse na entrevista, o programa não iria ao ar’, disse.


Beringhs também diz que ficou estabelecido que a emissora enviaria dois funcionários para orientar editorialmente o telejornal.


Outro lado


O presidente da Agecom (Agência Goiana de Comunicação), Marcus Vinícius de Faria Felipe, que é responsável pela TV Brasil Central, nega censura e diz que não houve reunião. Ele diz ‘não saber das razões’ para Beringhs afirmar que houve censura.


Para a assessoria de Iris Rezende, o jornalista tentou criar um ‘factoide’ para favorecer o PSDB.


 


 


DISPUTA PRESIDENCIAL


Fernanda Odilla e Valdo Cruz


Aliado de Dilma furtou dados, diz jornalista


Em depoimento à Polícia Federal, o jornalista Amaury Ribeiro Júnior disse ‘ter certeza’ de que foi o deputado estadual Rui Falcão (PT-SP), coordenador de imprensa da campanha de Dilma Rousseff (PT), quem copiou de seu computador dados de pessoas ligadas ao candidato José Serra (PSDB).


Esses dados com informações sigilosas faziam parte de investigação do jornalista sobre privatizações no governo FHC e, como a Folha revelou em junho, estavam em dossiê que circulou neste ano na pré-campanha de Dilma.


Na conversa com a PF, o repórter disse que em nenhum momento entregou seu ‘material a qualquer pessoa e acredita, com veemência, que o mesmo foi copiado de seu notebook’.


O furto dos dados, segundo ele, teria sido feito quando ocupava um apartamento do hotel Meliá Brasília, de propriedade de uma pessoa cujo primeiro nome é ‘Jorge’ e que a PF tenta localizar.


Segundo Amaury, Jorge seria o ‘responsável pela administração dos gastos da casa do Lago Sul [usada pela equipe de imprensa do PT] e da campanha de Dilma’.


O jornalista diz ‘ter certeza que tal material foi copiado pelo deputado Rui Falcão, pois somente ele tinha a chave do apartamento’.


No depoimento, ele informou ainda que o deputado ‘já havia residido’ no local e que o nome dele ‘constava da portaria do hotel como ocupante daquela unidade’.


Além desse fato, Amaury baseia sua convicção no relato de jornalistas que teriam lhe revelado que Rui Falcão seria um dos responsáveis pela ‘denúncia da existência do novo ‘grupo de aloprados’ dentro do PT.


Amaury não explicou à PF por que nunca deu queixa do furto. À Folha, em junho, disse que não agiu por causa de apelo de Luiz Lanzetta.


A imprensa havia revelado que Lanzetta, amigo de Amaury e responsável pela equipe de imprensa e despesas logísticas da pré-campanha, estava montando ‘grupo de inteligência’ para reunir munição contra Serra.


O relato feito pela revista ‘Veja’ de um desses encontros serviu de estopim para o comando da campanha desmantelar a equipe.


Na época, Lanzetta negou que Serra seria alvo. Admitiu que buscava montar equipe para identificar quem estaria vazando dados do comitê petista. Em entrevistas, ele atribuiu o vazamento da atuação do ‘grupo de inteligência’ a aliados de Marta Suplicy no PT. Rui Falcão é um deles.


À PF, no dia 15 de outubro, Amaury também relacionou Rui Falcão a uma operação de ‘fogo amigo’ no PT.


Ele disse que ‘passou a suspeitar que os responsáveis pelo vazamento [de dentro do comitê] poderiam ser ligados à própria campanha’, numa tentativa de tirar poder na área de imprensa da equipe de Lanzetta.


Segundo Amaury, havia uma disputa entre uma empresa ligada a Falcão e Lanzetta, que teria acabado na acusação de existência de um grupo de ‘aloprados’ na campanha e na cópia de seus documentos sobre a privatização no governo FHC.


O jornalista disse que a investigação começou em 2000 e foi retomada em dezembro de 2007, quando trabalhava no jornal ‘Estado de Minas’ e teria ‘tomado ciência de que um grupo clandestino de inteligência estaria seguindo o então governador tucano Aécio Neves’.


Amaury disse que foi informado que se ‘tratava de grupo que trabalhava para Serra, sob comando do deputado Marcelo Itagiba (PSDB-RJ)’. Itagiba nega. Aécio refuta ter pedido apuração.


 


 


Falcão nega ter acessado dados de laptop de Amaury


Deputado licenciado, o petista Rui Falcão divulgou ontem nota em que nega o teor do depoimento do jornalista Amaury Ribeiro Jr à Polícia Federal. Na nota, Falcão afirma que não morou em apart-hotel do Meliá Brasília.


‘Nego terminantemente – e cabe a quem acusa fazer prova – que tenha copiado dados ou arquivos do mencionado laptop do jornalista’, afirma.


Ainda segundo a nota, ‘não procedem as afirmações de que tenha residido em apart-hotel do Meliá Brasília, nem tampouco que tivesse chave de qualquer apartamento naquele local’.


‘Se, porventura, chegou a constar meu nome na recepção do hotel, não é de meu conhecimento, nem de minha responsabilidade’, diz.


Na nota, Falcão diz que teve conhecimento de ‘um suposto dossiê’ pela imprensa. ‘Quando procurado, sempre informei que a campanha não produzia dossiês, nem autorizava qualquer pessoa a fazê-lo’, diz a nota.


Procurado pela Folha, Falcão disse desconhecer a que Jorge o jornalista Amaury Ribeiro faz referência como responsável pelo pagamento de despesas da campanha.


Ele não respondeu por que o jornalista o responsabiliza pelo vazamento de suposto dossiê.


A interlocutores Falcão disse que tem como comprovar que ocupa, desde 7 de abril, um apartamento em outro apart-hotel de Brasília, a cargo do comando da campanha de Dilma Rousseff.


Em conversas, ele contestou pontos da versão de Amaury Ribeiro, como o uso de chaves num momento em que hotéis operam com cartões magnéticos que são revalidados segundo a estadia.


Outro argumento em sua defesa seria o de que dificilmente o jornalista manipulasse dados tão delicados sem o uso de uma senha no computador.


Em seu depoimento à PF, Falcão não foi questionado sobre vazamento de dados, mas sim se sabia se o seu telefone fora grampeado.


 


 


Gabriela Guerreiro e Flávio Ferreira


Para Guerra, depoimento mostra que PT montou farsa


O presidente do PSDB, Sérgio Guerra, afirmou ontem que o depoimento do jornalista Amaury Ribeiro Jr. à Polícia Federal comprova que o PT montou uma ‘farsa’ para tentar acobertar a quebra do sigilo fiscal de familiares do candidato José Serra (PSDB).


Em nota, Guerra disse que o PT e Dilma Rousseff forjaram a versão de que a violação ocorreu por conta de uma disputa no PSDB entre Serra e Aécio Neves.


‘A leitura do depoimento prestado pelo jornalista revela exatamente o contrário e joga por terra a tentativa do PT de fraudar a verdade: em nenhum momento o jornalista disse ter feito qualquer investigação com o objetivo de proteger o governador de Minas de ações de pessoas ligadas ao governador Serra.’


A versão de que Amaury disse querer ‘proteger’ Aécio foi dada pela PF na véspera.


O tucano afirmou que, pelo depoimento, também está comprovado que Amaury estava de férias do jornal ‘Estado de Minas’ quando teria começado a levantar dados.


Em uma crítica ao presidente Lula e a Dilma, Guerra declarou que o petista ‘anunciou ao país’ que a PF se pronunciaria a respeito das violações numa investigação ‘isenta e sigilosa’, mas no fundo o presidente deseja que a ação da PF seja ‘favorável ao seu partido’.


Ontem, o presidente do PT, José Eduardo Dutra, defendeu a atuação da PF e disse que as acusações de Guerra não têm fundamento.


Com base no depoimento de Amaury e em outras apurações, o advogado de Veronica Serra, Sérgio Rosenthal, pediu à PF que investigue blogs ligados à candidatura Dilma para apurar eventual uso político das violações.


‘Sabemos que o encomendante foi o Amaury. Agora apontamos ao delegado que o dossiê que ele produziu foi divulgado em blogs.’


 


 


Josias de Souza


PF realiza investigação de conveniência


Na condução de um inquérito policial, o investigador precisa raciocinar com hipóteses. Desde as mais amplas até as mais específicas.


No Fiscogate, o campo para a escolha de hipóteses é vasto, já que ninguém sabe aonde quer chegar a Polícia Federal de Lula.


Ao ‘investigar’ a violação fiscal de pessoas ligadas ao tucano José Serra, a PF reuniu indícios relevantes.


Na melhor das hipóteses, a encrenca estaria elucidada. Na pior das hipóteses, não. Tomada pela fala de seu diretor-geral, a PF agarrou-se à primeira alternativa.


‘Não foi comprovada utilização [dos dados fiscais] em campanha política’, disse Luiz Fernando Corrêa.


Com essa frase, o manda-chuva da PF revelou-se um delegado precário. Submete o trabalho de sua corporação às conveniências do comitê petista de Dilma Rousseff.


Chama-se Amaury Ribeiro Jr. o pivô do inquérito da PF. Descobriu-se que ele encomendou dados fiscais. Coisa de outubro de 2009.


O PT vendeu a tese de que Amaury, em depoimento, dissera ter agido para ‘proteger’ Aécio Neves de Serra. Hoje sabe-se que não há menção a Aécio no inquérito.


Mas a PF, o PT e Lula decretaram: os sigilos foram violados em meio a uma disputa de Aécio e Serra. Mediam forças pela vaga de presidenciável do PSDB.


Agarrados à hipótese específica, ‘investigadores’, governo e partido negligenciam a mais ampla, que evolui para 2010 e acomoda o caso no comitê de Dilma.


Amaury Ribeiro Jr. tomou parte de reuniões de um ‘grupo de inteligência’ da pré-campanha da pupila de Lula. Mas isso não parece interessar à PF.


Ao ser inquirido, Amaury disse que Rui Falcão (PT-SP), personagem da campanha de Dilma, roubou informações de seu laptop. A PF dá de ombros.


Amaury insinua que os dados surrupiados de seu computador foram convertidos em dossiê. Não deu queixa à polícia. Faltou-lhe nexo.


Para o governo, Amaury só merece ser ouvido nos trechos em que fala de Aécio. Os pedaços do inquérito que remetem ao comitê não merecem existir.


O que a PF faz em reação às pressões do governo e do PT é o que deixa de fazer por convicção, compromisso com a verdade ou precaução.


 


 


Leonardo Souza e Fernando Rodrigues


Jornal nega ter pago viagens de Amaury


O jornalista Amaury Ribeiro Jr. estava em férias quando encomendou e, segundo a Polícia Federal, pagou pela violação do sigilo fiscal de parentes e pessoas próximas a José Serra (PSDB).


Ao voltar das férias, uma semana após ter obtido os documentos fiscais dos tucanos, Amaury deixou seu emprego no jornal ‘Estado de Minas’, sem aviso prévio.


Amaury fez parte do ‘grupo de inteligência’ da pré-campanha de Dilma Rousseff (PT). Conforme a Folha revelou em junho, os dados fiscais sigilosos dos tucanos foram parar num dossiê que circulou entre esse grupo.


Em depoimento à PF, o despachante paulista Dirceu Garcia admitiu que recebeu R$ 12 mil em dinheiro de Amaury para comprar as declarações de renda das pessoas próximas a Serra.


De acordo com registros trabalhistas, Amaury foi contratado pelo ‘Estado de Minas’ em setembro de 2006.


FÉRIAS


No dia 25 de setembro de 2009 saiu em férias por um período que iria até 14 de outubro. No dia 15 do mesmo mês, quando teria de voltar ao trabalho, pediu demissão.


Foi nas férias que os sigilos tucanos foram violados em agências da Receita Federal -a filha de Serra, Veronica, por exemplo, teve a declaração de IR copiada ilegalmente em 30 de setembro.


Foi nas férias, também, que Amaury foi a São Paulo recolher documentos reunidos pelo despachante Garcia.


Não está claro até aqui quem pagou por essas viagens de Amaury. À PF, o repórter disse que teve as despesas de viagem e obtenção de documentos custeadas pelo ‘Estado de Minas’.


Em nota, o jornal negou que tenha pago viagens do repórter entre 25 de setembro e 14 de outubro de 2009. ‘Nenhuma viagem do jornalista no período em questão foi custeada pelo jornal’, diz.


Em outro texto, anteontem, o jornal disse que, enquanto trabalhou lá, Amaury não produziu nenhuma reportagem sobre as quebras.


Na relação de voos compilada pela PF, o ‘Estado de Minas’ aparece como pagador das viagens do repórter até agosto. Nos meses seguintes (e durante as férias), quem mandou emitir os bilhetes e quitou essas despesas foi um funcionário do jornal que intermedeia as compras em agências de turismo.


Cinco delas foram pagas em dinheiro -e 11 foram faturadas depois que Amaury deixou a empresa. Em depoimento à PF, Amaury confirmou que conhecia o despachante e que encomendou buscas em juntas comerciais, mas negou a compra de documentos sigilosos e desconversou sobre o pagamento.


Colaboraram a Sucursal de Brasília e a Agência Folha em Belo Horizonte


 


 


DEBATE


Encontro na Record não vai ter bloco com perguntas feitas por jornalistas


Penúltimo confronto na televisão entre os candidatos Dilma Rousseff (PT) e José Serra (PSDB) antes das eleições, o debate da Record não terá bloco com perguntas feitas por jornalistas. O duelo está marcado para as 23h de segunda-feira, dia 25.


Na última vez que se enfrentaram, no debate Folha/RedeTV!, foram perguntas de jornalistas que causaram embaraços para ambos.


Na ocasião, a petista e o tucano foram questionados sobre denúncias envolvendo seus assessores.


Segundo a Folha apurou, a campanha de Dilma vetou a participação de jornalistas. Os assessores de Serra acabaram cedendo. O último embate será na TV Globo, no dia 29. As regras ainda não estão definidas, mas provavelmente também não haverá intervenção de jornalistas.


 


 


TODA MÍDIA


Nelson de Sá


Negociações de paz


‘Financial Times’, ‘Wall Street Journal’, Market Watch e outros fecharam o dia do mercado no Brasil noticiando que o ‘aperto das medidas leva à queda do real’, aliás, ‘medidas agressivas’.


E a Bloomberg relatou a conversa entre o secretário Timothy Geithner e o ministro Guido Mantega, em que o primeiro afirmou que ‘os EUA não vão permitir que o dólar se enfraqueça’. E ambos ‘concordaram em atuar conjuntamente para encontrar uma solução para a depreciação do dólar’.


Segundo o iG, Mantega iniciou série de conversas com atores globais, atrás de acordo para encerrar a ‘guerra cambial’. Já falou também com Pascal Lamy, da OMC, para ‘preparar uma proposta para a cúpula do G20 em Seul, no início de novembro’.


//G20 SOB RISCO


‘New York Times’ e o ‘FT’ deram longas reportagens sobre como as disputas globais estão ‘impondo uma cunha no G20’, deixando os ‘Brics desconfiados da retórica do G20’. Destacam que o Brasil anunciou que ‘vai deixar sua cadeira vazia’, fato ‘perturbador’, e que a Índia também já questiona as divisões no grupo. Em suma, ‘se o G20 está perdendo credibilidade com o Brasil e a Índia, ele está com um problema sério’.


Os dois jornais citam uma fonte anônima do Tesouro americano, em defesa do grupo e dos benefícios para Brasil e Índia.


//SÉTIMA ECONOMIA?


A Economist Intelligence Unit, consultoria ligada à revista ‘Economist’, prevê que o Brasil vai ultrapassar a Itália e se transformar na sétima economia do mundo em 2011, segundo o site Digital Journal e outros. Os outros três Brics, Rússia, Índia e China, também devem apresentar ascensão, com a China se mantendo em segundo lugar, à frente do Japão. A EIU aponta uma ‘grande reorganização’ da lista de maiores economias no ano que vem, com a queda de países europeus.


‘HIGHWAY TO CHINA’ A CNN fez longa entrevista com Eike Batista em São João da Barra, sobre o ‘superporto de Açu’, que vai ‘ligar o Brasil ao mundo’


//O MENOR DA HISTÓRIA


Na manchete da Folha.com no meio do dia, ‘Desemprego medido pelo IBGE é o menor da história’. Da Reuters Brasil, ‘Desemprego brasileiro tem recorde de baixa, renda sobe’. Do portal G1, ‘Desemprego tem mínima recorde, diz IBGE’. Ecoou no exterior, via agências. E o UOL destacou post de Gilberto Dimentein na Folha.com, sob o enunciado ‘O maior eleitor de Dilma não é Lula’:


‘O fato objetivo e sentido no bolso é que não há registro de que, em algum momento da história do país, tenham se combinado, nesta intensidade, democracia, distribuição de renda, baixa inflação e desemprego em torno de 6%.’


//RECONSIDERAÇÃO


Depois de quase adiantar -e festejar- a vitória de Dilma no primeiro turno, a ‘Economist’ publicou ontem o editorial ‘Segundo turno, reconsideração?’ (Second round, second thoughts?), em que diz que ‘Serra seria um presidente melhor que Dilma’.


Lamentando que o segundo turno tenha vindo em parte por obra de ‘líderes religiosos’, saúda que o país ‘agora tem alternativa, coisa boa em si mesma’. Questiona Dilma por ‘querer um papel maior para o Estado na economia’, contrastando com Serra, que ‘se moveria mais rápido no corte de gastos’ e na mobilização de ‘capital privado para infraestrutura’.


Em reportagem, porém, a ‘Economist’ ressalta que a reação de Serra ‘pode ter vindo tarde demais’.


Programa? O correspondente do ‘FT’ publicou ‘Candidatos presidenciais do Brasil precisam falar’, cobrando de Dilma e Serra que explicitem seus planos econômicos, sobretudo quanto ao corte de gastos.


À frente Em longo texto de dois correspondentes, o ‘NYT’ destacou que, ‘Encarando segundo turno, candidata apoiada pelo presidente se mantém à frente do rival’, citando o Datafolha de sexta e o Vox Populi.


 


 


ELEIÇÕES


Cristina Fibe


Eleição tem embate entre imprensa e candidatos


As semanas que antecedem as eleições legislativas viraram palco de um conflito que vai além do racha entre republicanos e democratas: candidatos vs. repórteres.


A mídia americana vem se queixando do que avalia como uma escalada na estratégia de alguns políticos de se esquivar de perguntas que incomodem: alguns silenciam, outros desaparecem. Nos casos mais extremos, apelam à intimidação.


No último domingo, os seguranças de Joe Miller, candidato ao Senado pelo Alasca, algemaram um repórter que abordou o republicano após evento em uma escola.


O jornalista Tony Hopfinger, fundador do site ‘Alaska Dispatch’, seguia o candidato com uma câmera enquanto o questionava sobre acusações de que usou computadores do governo para atividades partidárias em 2008.


O caso motivou a rede CNN a exibir uma reportagem em que menciona candidatos que vêm se negando a dar entrevistas e discutiu a ‘nova estratégia’ dos políticos de ‘controlar a mensagem’.


Há outros exemplos. Em Nevada, a candidata republicana ao Senado, Sharron Angle, que privilegia entrevistas à mídia conservadora, costuma perder o rebolado ao ser abordada por repórteres com questões das quais discorda.


Suas frases incluem ‘De onde você tira essas perguntas?’ e ‘Quero que [os jornalistas] façam as perguntas que quero responder’.


Seu oponente, o democrata Harry Reid, é conhecido por controlar os eventos públicos e as coletivas de imprensa de que participa.


DECAPITAÇÕES?


No vizinho Arizona, a governadora republicana Jan Brewer foi acusada de mentir num debate ao afirmar que havia decapitações no deserto, tentando convencer eleitores de que a imigração ilegal piora a violência. Na saída, Brewer, candidata à reeleição, silenciou ao ser questionada.


Para o site ‘Politico’, os candidatos ‘estão se esquivando de eventos públicos, se recusando a divulgar aqueles que organizam e faltando a debates e entrevistas televisionadas -com medo do momento ‘te peguei’.


Em reportagem há duas semanas, a versão impressa do site afirma que o fenômeno vem espantando observadores políticos e questiona se o ‘ano do candidato desaparecido marca uma nova era, em que os concorrentes locais serão tão protegidos quanto aspirantes presidenciais’.


 


 


Grupo pretende comprar jornal ‘The Boston Globe’


Um grupo de investidores americanos divulgou comunicado afirmando que pretende comprar o ‘Boston Globe’, jornal que pertence ao grupo New York Times Company, que é proprietário, entre outras publicações, do diário que leva seu nome.


Os investidores são do Estado de Massachusetts, onde fica a sede do ‘Boston Globe’.


‘Se o ‘Globe’ tivesse atingido ao menos metade do seu potencial, ele teria muito mais importância e impacto’, afirmou Aaron Kushner, um dos interessados no jornal, que foi posto à venda no ano passado.


O New York Times Company afirmou que não comentaria rumores.


 


 


MALÁSIA


TV é multada por veicular canção de Natal


A Comissão de Comunicações da Malásia multou a TV3, que veiculou anúncio muçulmano com música natalina, por ‘insultar e humilhar o islã’.


Segundo o vice-ministro de Cultura, Comunicação e Informação, Joseph Salang Gandum, a emissora terá de pagar a multa mais alta pela infração: 50 mil ringgit (R$ 26.915).


O anúncio foi veiculado na ocasião do fim do mês sagrado muçulmano Ramadã, em setembro, e foi retirado do ar pela TV3, que apresentou desculpas públicas pelo episódio.


As imagens mostravam um homem de cabelos grisalhos que levava crianças, voando, a uma terra de fantasia -semelhante ao Papai Noel.


 


 


INTERNET


Alemães pedem que Google não publique fotos de suas casas


Aproximadamente 244 mil alemães solicitaram à empresa de internet Google que as imagens de suas casas não sejam identificadas no programa Street View. O serviço deve começar na Alemanha no próximo mês.


Segundo o Google, o número de pedidos corresponde a aproximadamente 3% do total de residências das 20 maiores cidades alemãs. A empresa não garantiu que atenderá todos os pedidos.


O Google já fotografou e disponibilizou na internet, em seu programa de mapeamento global, ruas de pelo menos 23 países, entre eles o Brasil.


‘Esse número elevado de objeções ao Google Street View mostra que os cidadãos querem decidir se seus dados podem ser publicados na internet’, disse Peter Schaar, do órgão dedicado à proteção de dados na Alemanha.


Para autorizar o mapeamento, as autoridades alemãs impuseram ao Google a possibilidade de que os cidadãos que achassem que sua privacidade fosse ser violada, pudessem solicitar que as imagens de suas casas não fossem registradas.


Foi o único país que impôs tal condição à empresa.


A estreia do Google Street View no Brasil foi cercada de polêmicas sobre a violação de privacidade dos cidadãos. Algumas câmeras captaram imagens de cadáveres nas ruas do Rio.


Autoridades da Espanha investigam a denúncia de que os veículos usados no mapeamento teriam copiado dados de pessoas que usavam conexões de internet sem fio.


 


 


Sex.com será vendido por mais de R$ 20 mi


O endereço na internet será vendido por US$ 13 milhões (cerca de R$ 21,7 milhões), de acordo com o site The Register. Em processo de falência após disputas entre seus credores, a Escom LL, que detém o domínio atualmente, fechou contrato de venda para a Clover Holdings.


 


 


TELEVISÃO


Keila Jimenez


Net lançará locadora virtual em alta definição


Com negociações adiantadas com programadoras de conteúdo, a Net prepara para o fim deste ano/início de 2011 um lançamento que promete ser o golpe fatal nas videolocadoras.


Trata-se de uma oferta de conteúdo, primeiramente filmes, nos moldes do sistema vídeo on demand (VoD).


Diferentemente da Telefônica, que já disponibiliza um serviço de locadora virtual, a novidade da Net não usará a transmissão de conteúdo via internet.


A locadora de conteúdo da Net transmitirá os dados para o decoder do assinante pelo cabo que leva o sinal da TV paga e em alta definição.


A Folha apurou que a Net planeja ter, na data do lançamento do serviço, uma oferta de cerca de 3.000 títulos de filmes.


O serviço também abre uma porta para a operadora de TV paga disponibilizar novos canais, todos de conteúdo on demand.


A Net ainda estuda qual a melhor data de lançamento para o produto e a forma de cobrança pelo serviço.


Na locadora da Telefônica, o assinante acessa um catálogo de filmes e pode alugar cada um, separadamente, por a partir de R$ 3,90.


Procurada, a Net, via assessoria, confirma que trabalha atualmente no desenvolvimento de uma oferta de vídeo on demand.


Elementar


No ‘Estrelas’ (Globo) de sábado, Angélica entrevista Christiane Torloni em Londres, em passeio que envolve uma visita ao tradicional pub do Sherlock Holmes


Fortuna Já tem time esperando a Record tombar um caminhão de dinheiro em sua porta para a compra do Brasileirão de 2012. Tudo por conta da decisão do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), que derrubou a cláusula de exclusividade da Globo na negociação pelos direitos do campeonato.


Mostra Os curtas finalistas do AXN Film Festival serão exibidos na Mostra de Cinema de São Paulo.


Férias ‘Amor & Sexo’ retorna à Globo só em janeiro.


Volta Ex-Record, Lavínia Vlasak é nome certo em ‘Insensato Coração’, sucessora de ‘Passione’. Ela entrará no meio da trama.


Gaveta O ‘De Frente com Gabi’ engavetou a entrevista com Íris Abravanel, que iria ao ar no domingo. A atração do SBT ganhou um patrocínio, de última hora, que obriga a aparição do anunciante por dois meses. Entrevistas gravadas terão de esperar. No lugar, entra papo com o tenista Guga.


Ressurreição O ‘Por Toda Minha Vida’, da Globo, exibe no dia 4 a primeira homenagem a artistas vivos, com uma edição sobre o RPM.


Los 33 O resgate dos chilenos rendeu à Globonews o 1º lugar em Ibope na TV paga (público acima de 18 anos) na semana de 11/10 a 17/10.


Grana Com estreia no dia 11 de janeiro, o ‘BBB 11’, da Globo, tem cinco cotas de patrocínio à venda, a R$ 16,9 milhões cada (preço de tabela).


 


 


LUTO


Morre Bob Guccione, fundador da ‘Penthouse’


Bob Guccione, fundador da revista masculina ‘Penthouse’, morreu na quarta, no Texas, aos 79, vítima de câncer no pulmão.


Guccione fundou a revista em 1965, na Inglaterra, para subsidiar sua carreira de arte e foi o primeiro fotógrafo da publicação. Em 1969, levou a ‘Penthouse’ para os EUA.


Segundo a mulher dele, April, o empresário trabalhava como cartunista e gerente de lavanderias em Londres quando teve a ideia de fundar uma revista adulta ‘mais explícita que a ‘Playboy’.


 


 


 


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O Estado de S. Paulo


Sexta-feira, 22 de outubro de 2010


 


DISPUTA PRESIDENCIAL


Jornalista acusa coordenador de Dilma de furtar dados


Integrante do comando da campanha da petista Dilma Rousseff, o deputado estadual Rui Falcão (PT-SP) foi acusado pelo jornalista Amaury Ribeiro Jr. de furtar o dossiê com dados fiscais violados de tucanos e familiares do presidenciável José Serra (PSDB). Amaury foi quem encomendou e pagou diretamente pela violação de sigilo.


Segundo Amaury, em depoimento à Polícia Federal (PF), Rui Falcão ‘copiou’ o conteúdo de sua investigação contra os tucanos, então armazenado num computador pessoal que estava num flat pago pelo próprio PT para Amaury ficar em Brasília. ‘Pois somente ele (Rui Falcão) tinha a chave do citado apartamento’, disse o jornalista.


As quebras de sigilo realizadas na Receita Federal ocorreram em outubro do ano passado. Nesse período, Amaury preparava sua saída do jornal Estado de Minas, alegando problemas pessoais. Em abril deste ano, o jornalista foi convidado pelo empresário Luiz Lanzetta para trabalhar na pré-campanha de Dilma. Lanzetta cuidava, então, de montar um ‘núcleo de inteligência’ dentro da campanha petista.


Na pré-campanha de Dilma, Rui Falcão era um dos mais atuantes articuladores, e àquela altura disputava com o ex-prefeito de Belo Horizonte Fernando Pimentel o comando da comunicação do partido.


Em nota, Rui Falcão negou ter feito cópia de arquivos do jornalista ou ter tido acesso a um suposto dossiê. ‘Nego terminantemente – e cabe a quem acusa fazer prova – que tenha copiado dados ou arquivos do mencionado laptop do jornalista.’


Falcão afirmou que tomou conhecimento da existência do suposto dossiê pela imprensa. ‘Quando procurado, sempre informei que a campanha não produzia dossiês nem autorizava qualquer pessoa a fazê-lo em nome da campanha.’ As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.


 


 


AVALIAÇÃO


Gabriel Manzano


Serra presidente ‘seria melhor’, diz ‘Economist’


Depois de elogiar, por seguidos anos, as realizações do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a revista The Economist afirmou ontem, em editorial, que o tucano José Serra ‘seria um presidente melhor que Dilma Rousseff’.


Na véspera, o diário Financial Times – também especializado em economia – avaliou que Serra seria mais recomendável porque o Brasil precisa controlar suas contas públicas e ele teria mais competência para isso.


Depois de relatar o clima da disputa eleitoral no Brasil – com o debate sobre religião e a virada final que levou ao segundo turno -, a Economist acredita que Dilma ‘talvez seja ainda a favorita’, mas Serra reagiu ‘e a eleição está em aberto’. Pergunta, a seguir: ‘Qual dos dois merece mais a Presidência?’ O próprio editorial responde: ‘Ambos podem ser descritos como social-democratas. Ambos concordam nas linhas gerais da economia e das políticas sociais. Nenhum deles prenuncia um desastre para o Brasil. Isto posto, nas questões em que se diferenciam, Serra parece mais convincente.’


Para a revista, Dilma e o PT ‘defendem um maior papel do Estado na economia’ e os dois admitem ‘grande investimento público para grandes empresas, para criar líderes nacionais’. Pondera, também, que ‘é arriscado imaginá-los contendo os altos gastos de custeio (…) ou os altos impostos necessários para pagá-los’.


Ritmos. A Economist põe o dedo, em seguida, na ‘notável e incômoda tendência de Serra para manejar tudo’ – mas acrescenta que o tucano ‘avançaria mais rapidamente no corte de despesas e do déficit fiscal’ e teria mais sucesso em ‘mobilizar o investimento privado’ para financiar a infraestrutura. Dilma até poderia fazer isso também, destaca a revista, ‘porém mais lentamente’.


Por fim, depois de mencionar o envolvimento do PT com seguidos episódios de corrupção, a revista conclui afirmando que, ‘após oito anos sob o PT, o Brasil se beneficiaria de uma mudança no topo do poder’.


No Financial Times da quarta-feira, a seção Lex Column faz uma avaliação para o mercado: ‘A melhora da intenção de voto em Serra tem sido seguida de menores taxas de juros futuros para papéis brasileiros’. O texto defende a tese de que a melhor maneira de o Brasil evitar a alta do real seria implementando uma política de austeridade fiscal. E conclui: ‘Se os brasileiros acham que estão prontos para viver sob um governo mais austero, podem votar a favor disso.’


 


 


REGULAÇÃO


Moacir Assunção


ANJ critica proposta de criação de conselho


O diretor executivo da Associação Nacional de Jornais (ANJ), Ricardo Pedreira, classificou de ‘obscurantista e autoritária’ a proposta de criação do Conselho de Comunicação do Estado (Cecs), aprovada pela Assembleia do Ceará, por iniciativa da deputada Raquel Marques (PT).


O conselho estadual segue diretrizes estabelecidas pela 1.ª Conferência Nacional de Comunicação (Confecom). Essas diretrizes chegaram a integrar o programa de governo da presidenciável Dilma Rousseff (PT), apresentado ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Diante da polêmica em torno das propostas, que preveem o controle da mídia, elas acabaram sendo retiradas do texto pela petista.


A ANJ teme que, na prática, o futuro órgão, cuja existência ainda precisa passar por sanção do governador Cid Gomes (PSB), acabe sendo usado para controlar a imprensa. ‘Quem deve controlar os veículos de comunicação deve ser sua audiência. Não cabe a nenhum órgão do Estado exercer este papel’, defendeu Pedreira. A proposta de criação do conselho foi aprovada por unanimidade na Assembleia.


A Confecom, promovida por iniciativa do governo federal, contava com apoio de setores do PT que defendem o controle dos meios de comunicação. ‘A proposta é inconstitucional e esperamos que não seja sancionada pelo governador, até porque atenta contra a democracia e o bom senso’, afirmou o executivo da ANJ.


O presidente da Associação Brasileira de Imprensa (ABI), Maurício Azêdo, defendeu uma discussão sobre o tema na sociedade, mas em sua visão a questão do controle do Estado só pode se dar em emissoras públicas de TV e Rádio. ‘No que diz respeito a atividades de empresas privadas não deve haver nenhuma forma de lesão à liberdade de imprensa e de expressão.’


O presidente do Sindicato dos Jornalistas do Ceará (Sindijorce), Clayson Martins, afirmou que vai trabalhar para viabilizar a atuação do conselho, por meio de audiência a ser marcada com o governador Cid Gomes.


De acordo com o texto aprovado, o conselho integrará a Secretaria da Casa Civil do governo tendo entre suas competência a de ‘definir a política de comunicação estadual, por meio de estudos, pareceres e recomendações, além de acompanhar o desempenho e a atuação dos meios de comunicação local’.


 


 


INTERNET


Domínio ‘Sex.com’ é vendido por US$ 13 mi


O endereço Sex.com, considerado como um dos mais valiosos do mundo, foi vendido por US$ 13 milhões por sua proprietária, a Escom LLC, que está em concordata.


Em documentos encaminhados a um tribunal de falências na segunda-feira, a companhia informou que a Clover Holdings, uma empresa obscura com sede na ilha de St. Vincent, no Caribe, foi a vencedora do leilão do endereço. A venda ainda precisa ser aprovada pelo tribunal. A decisão da Justiça deve ser tomada no próximo dia 27.


Em maio, a Escom fechou um acordo com credores para leiloar o Sex.com e contratou a Sedo.com, um mercado online de endereços da web, para encontrar potenciais compradores.


A Escom teria comprado o Sex.com em 2006 por US$ 14 milhões. Segundo fontes de mercado, 12 empresas diferentes apresentaram propostas pelo domínio. O maior valor pago até hoje por um endereço de internet foram os US$ 16 milhões que a QuinStreet pagou por Insure.com, em 1999.


O endereço Sex.com mudou de mãos várias vezes, e chegou a ficar sob controle de um golpista que o roubou de seu dono original. O primeiro dono do domínio foi Gary Kremen, fundador do site Match.com, que o vendeu em 2006.


Kremen registrou Sex.com pela primeira vez em 1994, mas perdeu o controle do endereço para o golpista Stephen Cohen em 1996, e teve de enfrentar uma longa batalha judicial para provar que era o dono.


Cohen foi multado em US$ 65 milhões, e depois condenado à prisão por tomar posse do domínio de maneira fraudulenta em 2005, cumprindo um ano de pena.


 


 


TELEVISÃO


Cristina Padiglione


Classe C ganha peso nas obras dos Telecines


A chegada de uma classe C que já abocanha 25% da base de assinantes na TV paga pesou nas obras que determinaram o novo visual da GloboNews, inaugurado esta semana, e também na reestruturação dos canais Telecine. A partir de hoje, o que era Light vira Touch e uma sexta sintonia se junta à rede, em SD (não HD): o Telecine Fun, tão dublado quanto os bem-sucedidos Pipocas, abrigará animações e comédias para a família. Na esfera HD, que já conta com o Premium e o Pipoca, vem agora o Action, com muito Chuck Norris na veia. De todas as marcas da rede, a única que se mantém diferenciada, com o logo atual, é o Cult, justamente de conteúdo mais elitista.


9,6 pontos de audiência teve a novela Sete Pecados no Vale a Pena Ver de Novo, (Globo), anteontem – a antecessora, Sinhá Moça, rendia 12 e marcou 17 no final


‘Naquela hora, eu podia estar arrumando o meu cabelo, que não tenho’ Do lateral Roberto Carlos sobre o meião na Copa 2006, ao Bola da Vez: ESPN Brasil, amanhã, 23h30


A Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) não quis nem saber se Palmirinha Onofre estava ou não no Fusca verde de Olivier Anquier, carro que já virou personagem do programa Diário do Olivier, da GNT. Pouco depois de o veículo ser estacionado na vaga para idosos do Mercadão de São Paulo, o guarda de trânsito providenciou uma multa, já que a vaga exige aquele ‘cartão de idosos’.


O Fusca, porém, já viveu momentos melhores durante a gravação da nova temporada do programa, que estreia dia 28. O carro fez sua primeira viagem internacional, para a Bolívia, fato que renderá um episódio à atração.


A Fazenda bateu a Globo em ibope anteontem. O reality show da Record teve 18 pontos de média de audiência, ante 16 pontos da concorrente. No horário de A Fazenda, a Globo exibia o futebol e o reality show Hipertensão.


A espera do público por A Fazenda também rendeu boa audiência a Ribeirão do Tempo. A novela da Record exibida antes do reality marcou anteontem, pela segunda vez, seu melhor resultado: 15 pontos de média.


O chef Jamie Oliver, queridinho britânico aqui conhecido pelo canal GNT, promete visitar o Brasil em breve.


O debate da Record entre os presidenciáveis, nesta segunda, dispensará perguntas de jornalistas.


The Event, série que estreou no Universal Channel esta semana, ganhou uma temporada completa, apesar da queda de audiência que vem sofrendo nos EUA.


Chuck, Law & Order: Los Angeles, Outsourced e Chase também ganharam temporadas completas, segundo a rede NBC. A emissora pediu ainda mais quatro episódios de Undercovers, série assinada por J. J. Abrams, o Mr. Lost.


 


 


 


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