Domingo, 26 de Maio de 2019
ISSN 1519-7670 - Ano 19 - nº1038
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MONITOR DA IMPRENSA >

Apresentadora esportiva morta em Bagdá

30/10/2006 na edição 405

A apresentadora iraquiana Naqsheen Hamad, que trabalhava na divisão esportiva da emissora estatal al-Iraqiya, foi morta com seu motorista no domingo (29/10). A jornalista e o motorista que a acompanhava, Anas Qasim, desapareceram quando iam para o trabalho, pela manhã. A polícia informou que os corpos foram encontrados na área central de Bagdá, junto com outros quatro espalhados pela cidade no mesmo dia. Em maio deste ano, o apresentador esportivo Ali Jaafar, da al-Iraqiya, também foi assassinado. Pelo menos 85 jornalistas estrangeiros e locais foram mortos no Iraque desde o início da invasão americana, em 2003. Como os números variam entre diferentes organizações em defesa da liberdade de imprensa e dos direitos humanos, acredita-se que este número seja maior. Informações da Reuters [29/10/06].




Reuters anuncia novos cortes de custos


A agência de notícias Reuters lançou um novo programa de cortes de custos, noticia Ben Dowell [The Guardian, 23/10/06]. Desta vez, o executivo-chefe da agência, Tom Glocer, impôs 30% de cortes nas despesas com viagens e orçamentos de entretenimento aos seus 15.300 funcionários em 89 países. Segundo ele, a quantidade de viagens feitas pela equipe impede oportunidades e desenvolvimento de carreira para jornalistas locais nos países estrangeiros em que a Reuters opera. ‘Nós realizamos mais reuniões e gastamos muito mais dinheiro com viagens e entretenimento que empresas do ramo’, escreveu Glocer em comunicado interno que anunciava também uma ‘grande redução no número de tarefas internacionais nos próximos dois anos’. Para compensar a diminuição de viagens, o executivo-chefe propôs um ‘investimento em tecnologias de videoconferência’. A agência também anunciou que acabará com a prática de aumento de salários ao longo do ano e que adotará apenas uma revisão salarial anual, em abril. ‘Nossos resultados mostram que estamos OK. Mas OK nunca é bom suficiente para uma grande empresa. Se não reduzirmos custos para reinvestir, simplificarmos tudo o que fazemos, e entregarmos aos nossos clientes um excelente serviço, não atingiremos todo o potencial da Reuters’, avaliou.

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