Domingo, 22 de Julho de 2018
ISSN 1519-7670 - Ano 19 - nº996
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ENTRE ASPAS > TELETIPO

Ator Ben Affleck vira repórter no Congo

01/07/2008 na edição 492

O programa Nightline, da rede americana ABC, exibiu na semana passada uma reportagem especial sobre o Congo, nação africana assolada pela guerra, produzida pelo ator e roteirista Ben Affleck. Ganhador de um Oscar em 1998, Affleck visitou o país três vezes no último ano e afirmou que seu objetivo era chamar a atenção para os problemas de violência, fome e doenças que matam cerca de 1.200 pessoas por dia no Congo – desde 1998, são mais de cinco milhões de mortos. Segundo Emily Lenzner, porta-voz da ABC News, o programa mostraria apenas a última visita do ator ao país, no mês passado. A iniciativa partiu do próprio Affleck, que procurou a emissora. ‘Nós basicamente levamos um produtor, Max Culhane, e um cinegrafista, Doug Vogt, para segui-lo e documentar suas observações’, explicou Emily. Vogt é o cinegrafista que, junto com o jornalista Bob Woodruff, da ABC, sofreu um ataque a bomba no Iraque, no início de 2006. Informações de Alex Dobuzinskis [Reuters, 26/6/08].

Foto falsa termina com demissão e prisão na China

O governo chinês demitiu 13 autoridades da província de Shaanxi pela publicação, há nove meses, de fotografias falsas que, segundo elas, provavam a existência, na região, de um tigre ameaçado de extinção. Na ocasião, um fazendeiro local que teria tirado as fotografias com uma câmera digital recebeu uma recompensa de US$ 3 mil. Segundo a mídia estatal chinesa, os oficiais admitiram que as imagens eram forjadas. Entre os demitidos estão Zhu Julong, subdiretor da secretaria responsável pelas áreas florestais da província, e seu principal especialista em vida selvagem, Wang Wanyun. O fazendeiro Zhou Zhenglong foi preso por suspeita de fraude depois que policiais encontraram em sua casa uma imagem de tigre que ele teria pegado emprestado para produzir as fotografias. O escândalo tomou conta da mídia local, e muitos chineses o viram como mais um exemplo de fraudes deste tipo, que acabam por minar a confiança do público nas autoridades. Informações de Ian Ransom [Reuters, 29/6/08].

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