Sexta-feira, 13 de Dezembro de 2019
ISSN 1519-7670 - Ano 19 - nº1067
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Comunique-se

28/07/2009 na edição 548

CRISE
Comunique-se

Editora JB fecha departamento de RH da Gazeta Mercantil em São Paulo

‘A editora JB fechou o departamento de RH da Gazeta Mercantil em São Paulo. A partir dessa sexta (24/07), todas as questões trabalhistas dos jornalistas que trabalhavam na publicação deverão ser resolvidas pelo RH da empresa no Rio de Janeiro.

Depois de férias coletivas, os profissionais que trabalham como pessoa jurídica (PJ) se reuniram no dia 30/06 para negociar o pagamento de salários atrasados, férias e aviso prévio. Alguns já estão recebendo as parcelas, mas o pagamento total das dívidas trabalhistas deve ser feito até setembro. Outros profissionais, como editores do antigo jornal, ainda esperam o pagamento da primeira parcela, prometida para o início de julho, informou uma fonte.

O Sindicato dos Jornalistas Profissionais no Estado de São Paulo acredita que a mudança do departamento de RH para o Rio de Janeiro deve dificultar as negociações. ‘Ficará mais difícil resolver a homologação, por exemplo, além dos pagamentos pendentes’, afirmou André Luiz Cardoso Freire, vice-presidente do Sindicato.

‘Não vejo diferença nenhuma, para mim não muda em nada. Como não nos atendiam aqui, não devem nos atender lá’, declarou uma jornalista que trabalhava no jornal, fechado no dia 29/05.

A empresa informou que as questões serão resolvidas e que a mudança do departamento para o Rio de Janeiro não prejudicará nenhum dos profissionais.’

 

AZIA
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Na opinião do presidente Lula, programação da televisão é de ‘coisas ruins’

‘Na noite desta quinta-feira (23/07), durante o discurso de apresentação do projeto do Vale Cultura, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva criticou a programação da televisão brasileira, que, em sua opinião, é em sua maior parte de ‘coisas ruins’.

‘O cidadão prefere se sentar na frente de uma televisão e ver o que nós vemos: um misto de coisas boas com a maioria de coisas ruins’, avaliou, ao criticar a dificuldade do acesso a outros aparelhos culturais, como o cinema e o teatro.

Para Lula, o Brasil precisa criar mais salas de cinema para que a população menos favorecida possa ter acesso a esse bem cultural. Considerando a criação do Vale-Cultura algo que possa ser desfavorável para as emissoras de TV, o presidente pediu empenho dos congressistas para a sua aprovação.

‘Depende se vocês (congressistas da base aliada) forem lá, porque se as televisões forem contra, não aprova. Então, tem que ter um jogo de força aí entre os que querem fazer, os que precisam, contra aqueles que acham que já está bom tudo o que a gente tem’, disse.

Lei Rouanet

Avaliando a atual situação do País na área cultural, Lula criticou o uso das verbas da Lei Rouanet, citando o Centro Cultural Itaú e empresários que produzem ‘livros grossos que ninguém vê’.

‘Está cheio de empresário que, com a Lei Rouanet, produz aqueles livros… Eu não sei, são uns livros de fotografia, grossos que ninguém vê. Uns livros ‘dessa grossura’, pesados para ‘desgrama’, e ainda dizem que são eles que produzem. Eu, de vez em quando, vejo o Centro Cultural Itaú (…). Aquilo não tem um centavo do lucro do Itaú, é tudo dedução do Imposto de Renda do povo brasileiro’, criticou.

A expectativa do presidente é que o Projeto de Lei que cria o Vale Cultura seja apreciado em regime de urgência urgentíssima e seja votado, na Câmara dos Deputados, dentro de 45 dias.’

 

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