Sábado, 25 de Novembro de 2017
ISSN 1519-7670 - Ano 19 - nº967

MONITOR DA IMPRENSA > TELETIPO

Correspondentes da Reuters libertados na Síria

29/03/2011 na edição 635

Dois jornalistas da agência de notícias Reuters foram libertados por autoridades da Síria na segunda-feira (28/3) depois de passar dois dias detidos em Damasco. O produtor de TV Ayat Basma e o cinegrafista Ezzat Baltaji, ambos libaneses, viajaram para a Síria na quinta-feira (24/3) para cobrir os protestos que ocorrem no país há duas semanas contra o presidente Bashar al-Assad, há 11 anos no poder. Eles teriam sido presos e interrogados, segundo um membro das forças de segurança do país, porque não tinham permissão para trabalhar na Síria e haviam feito imagens em uma área proibida para filmagens. Colegas de Basma e Baltaji no escritório da Reuters em Beirute perderam contato com os dois na noite de sábado, e até pouco antes da libertação não sabiam do seu paradeiro. Em declaração, a agência agradeceu a ‘todos que ajudaram na libertação’ de seus profissionais. Em outro episódio na semana passada, autoridades sírias revogaram a autorização de trabalho de um correspondente estrangeiro da Reuters baseado em Damasco por acusação de que ele teria feito uma cobertura falsa e agido de forma não profissional diante dos conflitos das últimas semanas. Informações da Reuters [28/3/11].

 

Editor de Camarões sofre processo criminal

O jornalista camaronês Jean-Marie Tchatchouang, editor do semanário Paroles, responde a processo criminal por difamação por ter publicado uma matéria sobre uma disputa trabalhista na principal empresa de ônibus da cidade de Douala. A reportagem falava sobre suspeitas de que o dono da empresa e sua mulher estariam envolvidos em esquemas de fraude e agiam de forma abusiva com os funcionários. Eles negam a veracidade das denúncias, que surgiram em 2010. Tchatchouang foi preso no início de fevereiro e acusado pela promotoria pública de difamação. Segundo ele, entre seus crimes estão a posse e a publicação de cartas de funcionários da empresa de ônibus com as acusações contra seus empregadores. Para o Comitê para a Proteção dos Jornalistas, o caso parece ser ‘uma tentativa de intimidar o jornalista para que ele não reporte um suposto caso de corrupção’. Com informações de Roy Greenslade [Guardian.co.uk, 28/3/11].

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