Segunda-feira, 19 de Fevereiro de 2018
ISSN 1519-7670 - Ano 19 - nº974

ENTRE ASPAS > PROFISSÃO PERIGO

CPJ divulga lista de jornalistas mortos em 2008

19/12/2008 na edição 516

O grupo Comitê para a Proteção dos Jornalistas divulgou esta semana seu relatório anual sobre a morte de profissionais de imprensa. A organização contabilizou 41 jornalistas mortos por causa de seu trabalho em 2008. Em 2007, este número foi de 65. Outras 22 mortes ainda são investigadas. ‘Mais de 90% destes mortos eram jornalistas locais cobrindo as notícias para veículos locais, regionais e internacionais’, afirmou o grupo.


O Iraque, considerado, pelo sexto ano consecutivo, o mais letal país para jornalistas, teve 11 mortes em 2008. Em 2007, este número foi de 32. Mesmo com a redução, a situação ainda é preocupante. Dois motoristas que acompanhavam equipes de mídia também morreram no Iraque este ano. Segundo analistas, a queda no número de mortes é conseqüência de uma melhora nas condições de segurança. Também ajudou a diminuição da presença da mídia ocidental em território iraquiano. Todos os jornalistas mortos eram repórteres locais que trabalhavam para veículos nacionais. Desde o início da guerra, em março de 2003, 136 jornalistas e 51 assistentes de mídia já foram mortos no país.


O sul da Ásia teve número expressivo, com 13 mortes no Paquistão, Afeganistão, Sri Lanka e Índia. Os outros países e regiões com registro de mortes de jornalistas em 2008 são: Afeganistão, Filipinas, Rússia, Somália e Sri Lanka, com dois, cada; Bolívia, Camboja, Croácia, Tailândia, Faixa de Gaza e Geórgia, com três; Índia com quatro; México e Paquistão com cinco. Informações da AFP [18/12/08].

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