Sexta-feira, 20 de Setembro de 2019
ISSN 1519-7670 - Ano 19 - nº1055
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MONITOR DA IMPRENSA >

Menos viagens e contratações para controle de custos

06/11/2012 na edição 719

O The Financial Times impôs um congelamento em contratações e uma proibição de viagens (exceto as mais essenciais) para controlar custos até o Natal, após um período de queda no mercado publicitário, noticia Mark Sweney [The Guardian, 30/10/12].

John Ridding, executivo-chefe do jornal, explicou as medidas, que serão aplicadas a toda a equipe, em um email interno à gerência do grupo. “Apenas as viagens mais vitais serão aprovadas”, escreveu. Ridding também reforçou que membros do conselho estarão focados em encontrar maneiras de aumentar receita e economizar custos. “Como vocês provavelmente viram em declarações recentes de agências e grupos de mídia e de publicações de resultados, o mercado publicitário está numa curva para pior”.

O comunicado de Ridding foi feito um dia após a empresa proprietária Pearson ter publicado atualizações dos primeiros nove meses de 2012, que desapontaram analistas. De maneira geral, a Pearson divulgou queda na receita e também um decréscimo de 5% no lucro operacional. O grupo FT, que incluiFinancial Times e 50% das ações da Pearson na Economist, teve bons resultados, com aumento de 7% da receita no período.

Crescimento no digital

A maior parte dos leitores do Financial Times são assinantes da versão digital, que totalizaram 313 mil em setembro, noticia Robert Andrews [Paid Content, 30/10/12]. Com o crescimento de 17% anual no número de assinantes digitais, o grupo FT tem uma tiragem impressa e digital de 600 mil. Quando o grupo começou a combinar a tiragem impressa com a digital, em 2010, esse número era de 563.026.

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