Sábado, 22 de Setembro de 2018
ISSN 1519-7670 - Ano 19 - nº1005
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MONITOR DA IMPRENSA > TELETIPO

Editor uruguaio condenado por difamação

04/01/2005 na edição 310

O jornalista uruguaio Carlos Dogliani foi condenado, em 14/12, a cinco meses de prisão em pena suspensa (só será preso se desrespeitar certas determinações da justiça) por difamação, em ação movida pelo governador da província de Paysandú, Alvaro Lamas, e por seu assessor Martín Etchebarne. Dogliani foi acusado depois de escrever no jornal semanal El Regional que os dois homens haviam isentado um indivíduo do pagamento de impostos sem autorização da agência reguladora. Segundo Gonzalo Marroquín, presidente do Comitê de Liberdade de Imprensa e Informação da Inter American Press Association (IAPA), a sentença é preocupante porque ‘afeta diretamente a liberdade de se noticiar’. Para a IAPA [23/12/04], o Uruguai é um país propício à implantação e propagação da censura.



No Iêmen, jornalistas enfrentam a Justiça

Quatro jornalistas do Iêmen receberam penas de prisão suspensas (em que o réu só é preso se desrespeitar certas determinações da justiça) por tentarem ‘prejudicar as relações de seu país com a Arábia Saudita’. Os quatros profissionais de imprensa são editores e redatores dos jornais oposicionistas Al-Ehyaa Al-Araby e Al-Tajamou. Eles noticiaram em março que o príncipe saudita Abdullah teria sofrido uma tentativa de assassinato. As penas vão de quatro a seis meses. Segundo a Arab News [27/12/04], um terceiro diário iemenita, Ath-Thawra, publicou um pedido de desculpas para os líderes sauditas.

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