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Domingo, 19 de Agosto de 2018
ISSN 1519-7670 - Ano 19 - nº1000
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MONITOR DA IMPRENSA > TELETIPO

Estudante preso por fotos pacifistas

19/10/2004 na edição 299

A organização Repórteres Sem Fronteiras [11/10/04] criticou a sentença de três anos de prisão imposta ao estudante de jornalismo Massoud Hamid, membro da minoria curda da Síria condenado por ‘pertencer a uma organização secreta’ e por ‘tentar anexar parte do território da Síria a um outro país’. Hamid foi preso quando fazia uma prova na Universidade de Damasco em 24/12/03, um mês depois de ter postado no sítio curdo escrito em alemão Amude.com fotos de uma manifestação pacifista próxima à Unicef em Damasco. Na manifestação em questão, os protestantes pediam respeito aos direitos da população curda. Hamid já havia cumprido mais de 14 meses na prisão de Adra, onde foi submetido a maus tratos. Segundo os RSF, as duras sentenças provam a vontade das autoridades sírias de calar a imprensa. A organização pede que o estudante seja solto imediatamente, afirmando que ele estava apenas exercendo o seu direito de circular informações livremente na internet.



Jornalistas franceses continuam vivos

Segundo o primeiro-ministro francês, Jean-Pierre Raffarin, os dois jornalistas franceses mantidos reféns no Iraque continuam vivos, e os esforços nas negociações para a libertação dos dois continuam em andamento. Raffarin afirmou que os negociadores do governo francês que estão no Iraque renovaram o contato com os seqüestradores e obtiveram informações de que Georges Malbrunot e Christian Chesnot, desaparecidos em 20/08, ainda estão vivos. As esperanças quanto a liberdade dos jornalistas aumentaram quando o deputado Didier Julia, agindo por conta própria, anunciou que tinha feito uma acordo com os seqüestradores. Porém, o deputado admitiu ter perdido o contato com eles e foi acusado de botar em risco a vida de Chesnot e Malbrunot. As preocupações com a vida dos jornalista aumentaram depois do assassinato do engenheiro inglês Briton Ken Bigley há cerca de duas semanas. Os seqüestradores exigiram que fosse repudiada a lei de banir garotas mulçumanas que usassem véu das escolas francesas. Informações de Claire Cozens [The Guardian, 13/10/04].

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