Domingo, 16 de Junho de 2019
ISSN 1519-7670 - Ano 19 - nº1041
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FIJ divulga relatório sobre liberdade de imprensa

05/02/2009

A Federação Internacional de Jornalistas, que representa mais de 600 mil jornalistas em 123 países, divulgou esta semana seu relatório anual sobre liberdade de imprensa. O número de mortes de profissionais de mídia continua alto, mas caiu de 175 em 2007 para 109 repórteres, cinegrafistas, fotógrafos, produtores, técnicos, intérpretes e motoristas mortos no ano passado enquanto cumpriam seu trabalho – intencionalmente ou por acidente. O Iraque continua a ser o país mais perigoso para a prática do jornalismo, e a cobertura de pautas em locais de conflito permanece algo extremamente arriscado.


‘O alívio bem-vindo que tivemos com o declínio no número de mortes de jornalistas em 2008 teve vida curta’, declarou o secretário-geral da Federação, Aidan White, lembrando que, apenas em janeiro de 2009, dez profissionais de imprensa foram mortos. A organização faz um apelo para que os governos tomem uma atitude para evitar os riscos corridos pelos jornalistas.


No Iraque, 16 jornalistas foram mortos em 2008, contra 65 em 2007. O declínio neste número, afirma a Federação, ocorreu por conta da diminuição da violência sectária no país. O risco, entretanto, continua alto: estima-se que 284 profissionais de mídia tenham morrido desde o início da invasão americana, em março de 2003. A maioria destes profissionais era iraquiana.


A organização também contabilizou dez mortes no México e dez na Índia, e alertou para o fato de Paquistão e Filipinas estarem se tornando locais mais perigosos para a prática jornalística. Nove profissionais morreram nas Filipinas e sete no Paquistão, em 2008. Informações de Constant Brand [Associated Press, 4/2/09].

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