Segunda-feira, 23 de Setembro de 2019
ISSN 1519-7670 - Ano 19 - nº1055
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Filha de Bush vira correspondente da NBC

01/09/2009 na edição 553

O programa de TV Today, da rede americana NBC, tem uma nova correspondente: Jenna Hager, professora de 27 anos que vive em Baltimore. Jenna é uma das gêmeas do ex-presidente George W. Bush. Cresceu, casou, mudou-se e já escreveu dois livros. Agora, contribuirá com matérias sobre temas como educação para o programa de notícias matutino de maior audiência da TV nos EUA. O produtor-executivo Jim Bell, depois de ver a ex-primeira-filha em duas participações no Today, considerou que ela tinha uma ‘presença natural, confortável’ em frente às câmeras. Jenna, por sua vez, diz que não tinha a TV como um sonho. ‘Mas eu acho que uma das coisas mais importantes na vida é ter a cabeça aberta’, ressalta. Agora, ela vai dividir o tempo entre a emissora e a escola onde trabalha. Bell deixa claro que Jenna não falará sobre política. Ela também não planeja compartilhar suas experiências na Casa Branca. ‘Não acho que seja interessante. Sou bem normal’, diz. Informações de David Bauder [Associated Press, 30/8/09].

 

Exército dos EUA suspende classificação de jornalistas

O Exército americano irá cancelar um contrato com a empresa de relações públicas Rendon Group para analisar o perfil de jornalistas que cobrem a guerra do Afeganistão. O tom da cobertura de correspondentes que seguiam para o país era rotulado como ‘positivo’, ‘neutro’ ou ‘negativo’. Os militarem negam, entretanto, ter usado a classificação para manipular a cobertura da guerra ou impedir o acesso dos repórteres a informações. O contrato com a firma de relações públicas, avaliado em US$ 1,5 milhão, foi revelado na semana passada pelo jornal Stars and Stripes – financiado pelo Pentágono, mas com conteúdo editorial independente – e passou a sofrer duras críticas da mídia americana. Em sua reportagem, o jornal dizia que os perfis incluíam sugestões de como ‘neutralizar’ matérias negativas e produzir cobertura favorável às políticas militares. ‘[A classificação de jornalistas] sugere que o Exército está mais interessado em propaganda do que em um jornalismo honesto’, afirmou Aidan White, secretário geral da Federação Internacional dos Jornalistas. Informações da Reuters [31/8/09].

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