Sábado, 23 de Junho de 2018
ISSN 1519-7670 - Ano 19 - nº992
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MONITOR DA IMPRENSA > TELETIPO

Franceses pedem para trabalhar no Iraque

01/02/2005 na edição 314

Jornalistas que trabalham para o canal estatal France 3 pediram ao comando da emissora que permita que voltem a reportar do Iraque, segundo notícia publicada pela AFP [27/1/05]. O presidente da rede francesa, Marc Tessier, decidiu que todos os seus funcionários deixariam o país após o desaparecimento da repórter Florence Aubenas, do diário Libèration, no dia 5/1/05, em Bagdá. Em carta da Sociedade dos Jornalistas, os profissionais deixaram claro que sabem dos riscos de trabalhar no Iraque, ‘que fazem parte da profissão’.



Sauditas financiaram diário iraquiano

Um tribunal inglês recebeu documentos que indicariam que o maior empresário independente de mídia do Iraque, Saad Al-Bazzaz, teria recebido, secretamente, ajuda financeira do governo da Arábia Saudita. Ex-chefe da agência noticiosa e das emissoras de rádio e TV oficiais de Saddam Hussein, o jornalista, em desacordo com a invasão do Kuwait em 1992, saiu de seu país, estabelecendo-se em Londres, segundo nota do Guardian [26/1/05]. Em 1997, fundou ali o diário Azzaman, que teve a sede transferida para Bagdá após a queda do ditador iraquiano, e hoje é o mais lido no país. Bazzaz é dono também do primeiro canal de TV por satélite do Iraque. Documentos bancários demonstram que ele recebeu transferências de valores que hoje chegariam a 4,7 milhões de dólares de um banco de Riad. Outros papéis, que os advogados de Bazzaz afirmam ser duvidosos, dão conta de que o órgão de inteligência saudita ditava a orientação política do Azzaman.

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